História A Magia por trás de um signo - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Lendas Urbanas
Exibições 8
Palavras 2.499
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Ficção, Ficção Científica, Luta, Magia, Misticismo, Romance e Novela, Sci-Fi, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir culturas, crenças, tradições ou costumes.

Notas do Autor


Obrigado pela paciência <3 espero que gostem.

Capítulo 5 - Coelho da Sorte


Fanfic / Fanfiction A Magia por trás de um signo - Capítulo 5 - Coelho da Sorte

Havia um pequeno lago em meio a um deserto imenso, que se expandia até onde não se dava para ver nada, apenas o horizonte quente sendo comido pelo céu. Um menino pequeno estava nadando nesse lago como se nada mais importasse, e deixando parecer que aquela água nunca acabaria. Ele sorria muito sem deixar que sua expressão saísse de seu rosto, por mais que ele quisesse aquele sorriso ficava preso nele. Enquanto esse menino começava a nadar para trás sem parar, ele se dá conta de que não está sozinho, onze crianças estavam envoltas do lago sentadas em círculos. Ele então no meio do lago ficava um pouco desesperado e assustado com aquilo, até perceber um outro menino dentro do lago com ele. Para ele aquilo não era normal, mas o menino ficava com um sorriso tão bonito no rosto que a única coisa que ele pensava em fazer era dar sua mão para ele a estendendo. Um erro fatal. Ao ser pego pela mão o menino começa o afogar, e ele tentando se livrar começa a se debater dentro da água desesperadamente não adiantando nada. E com toda a força do mundo o menino então fecha seus olhos e o tempo passando rápido escurece e todos aqueles corpos viram ossos e a água some. Ao olhar para trás aquele outro menino estava com uma cara assustadora o olhando, e então uma língua de cobra sai de sua boca fazendo o principal desmaiar.

            Agora em um quarto que parecia ser muito infantil para um menino de dezoito anos estava o mesmo menino cujo nome era Miguel, agora provavelmente um pouco mais velho, acordando e se despreguiçando. Ele levantou e foi ao banheiro fazer suas necessidades, logo após foi a cozinha aonde se encontrava sua mãe e seu pai, sua mãe estava fazendo o que parecia ser o café da manhã e seu pai estava arrumando a mesa, colocando tudo certinho em seu lugar para que nada ficasse desproporcional. Para Miguel aquilo era uma perca de tempo, mas como era seu pai e ele gostava disso então ele apenas aceitava aquilo para que seu pai não ficasse triste com ele.

- Bom dia – Ele entra na cozinha todo sorridente beijando sua mãe e seu pai

- Bom dia filho – Os dois respondem em sincronia

- Então, sobre ontem... O que foi aquilo? -  Ele se senta

- Aquilo o que? – Seu pai toma a frente

- Aquela fumaça estranha toda escura na cidade.

- Humn... Não me lembro filho desculpe, você dormiu bem? Não foi um pesadelo não? – Ele pensa

- É, verdade, pode ter sido coisa da minha cabeça.

            Seu pai então sorri para ele e acaricia seu cabelo com todo carinho, logo se sentando ao lado do mesmo esperando a sua mulher. Ela termina de fazer o café e então divide para todos da mesa, entregando o pão e a manteiga para seu marido. Só que inesperadamente uma menina aparece ao chão da casa dormindo com uma coberta cheia de florezinhas, fazendo com que os três pulassem da cadeira em que estavam e saíssem de perto dela que é acordada com o grito. Ela então se levanta olhando para os lados meio confusa até perceber eles, então ela dá um sorriso meio sem graça e resolve falar:

- Então.... Me desculpem, não aprendi a controlar isso por inteiro sabe? Ainda tenho que me acostumar.

            E então Miguel chega perto dela meio assustado e então começa a tocar nela para ver se não era apenas brincadeira, fazendo ela se irritar um pouco. Seu pai o puxa para perto e o segura firme.

- Olhem, já que vocês são mudos eu tô indo ok? – Eles se olham e ela irritada revira os olhos – Aff, tchau.

            A menina desaparece e deixa um ar quieto na casa, os três ficam assustados não conseguindo aceitar o que havia acontecido ali. Miguel percebe que ela havia esquecido a sua coberta então ele chega perto e a pega a olhando de um lado para o outro, a fim de encontrar um nome ou coisa sobre a menina. Ele sabe que já havia a visto em algum lugar, mas aonde ele não sabia. Ele então cheira um pouco a coberta com seus olhos fechados e então sente um vento forte passar por ele como se ele estivesse caindo.

            Ele agora se encontrava na mesma quadra de natação que estava a meses atrás entrando com Pamela, ele estava olhando aquela cena como se fosse um fantasma. Ele via o Tom se exibindo para os outros dois, mas para ele aquilo tudo era muito confuso. Como posso estar vendo uma cena que já aconteceu antes agora? Ele olhava para os lados e tentava procurar uma saída e então correu um pouco por ali procurando um lugar seguro. Quando menos percebe um homem aparece no banheiro feminino, Miguel olha para ele que manda ele ficar quieto com seu indicador afrente de sua boca. “Shiiiii” ele fazia enquanto paralisava Miguel, e então ele se abaixava e assoprava uma espécie de fumaça negra que ia em direção a água da piscina. Miguel fecha seus olhos querendo voltar para o presente, mas por pouca fé não consegue. Quando Miguel abre seus olhos ele vê Sabrina correndo para onde seria a saída e de lá ele ser jogado por Pamela para dentro. Isso realmente faz com que Miguel entrasse em pânico, ver o próprio eu do passado em sua frente e não saber o que fazer, mas é aí que ele então se lembra aonde ele havia conhecido Sabrina.

            De volta ao presente ele se encontra na mesma posição que estava, como se não tivesse passado nenhum segundo, enquanto para Miguel já havia passado quase vinte minutos. Seu pai chega perto dele pegando a coberta a puxando.

- Me dê isso! Sei quem é essa menina, ela deve estar pregando algum tipo de peça com a gente... Irei avisar sua mãe – Ele sai da casa todo nervoso e vai em direção a casa de Sabrina

- Mãe...

- Não fale nada filho vá se preparar para escola. – Ela fala ainda olhando para o chão assustada com aquilo

            Miguel sem pensar duas vezes sobe as escadas e vai para seu quarto se arrumar pensando no que havia acontecido naquela hora, não chegando a resultado algum, resolveu esquecer.

 

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            Acabando de voltar para sua casa Sabrina fica nervosa, anda para lá e para cá pensando na merda que havia feito. O mais importante que era seu cobertor havia sumido de sua cabeça, ela não queria fazer mais nada a não ser pensar como resolver aquilo. Mas então ela resolve que irá apenas fingir, “A primeira coisa que o Sr Douglas falar para minha mãe eu apenas afirmo”. E assim feito ela esperou um belo de um tempo até que alguém bate em sua porta, com um sorriso malicioso ela desce correndo as escadas e vai até a porta.

- Bom dia! – Ela fala quase que gritando na cara do mesmo

- Só se for para você! Cadê suas mães? Quero falar com uma delas agora...- Ele coloca o Cobertor no ombro fazendo com que ela se lembrasse do mesmo agora

- O-ok – Ela sai correndo sem saber o que fazer agora

            Ela avisa sua mãe que havia alguém na porta, e ela desce toda sorridente para o atender. Sabrina fica na sala tentando escutar a conversa, mas infelizmente ela não consegue. Depois de um tempo sua mãe se despede de Douglas e vai em direção a sala.

- Meus deuses, o homem que fala demais. – Ela joga o cobertor na cara de Sabrina – E filha da próxima vez que for dormir na casa de alguém avise, e não esqueça de trazer suas cosias ok? Não quero mais esses chatos aqui na minha porta, não tenho paciência....

- Mas como assim? – Ela fala meio abafado por estar embaixo da coberta

- A esquece vai, só vai para escola ok?

- Há.... Já que é assim então ok.... Eu acho.

            Ela sobe suas escadas correndo e guardando sua coberta. Não saia dai. Ela então começa a se vestir animada para ir para escola e contar a Peter sobre o “incidente” mais zuado de sua vida.

 

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            Um pouco mais tarde já na escola, Mália estava andando junto de Pamela e Miguel pelo intervalo, os três estavam conversando sobre a tal “Fumaça demoníaca” que eles haviam apelidado. Eles não conseguiam aceitar de os pais ou até mesmo ninguém daquele lugar saber ou se lembrar dela, apenas eles.

- Então era mesmo uma fumaça que fazia as pessoas desaparecerem? – Pamela pergunta com um tom irônico

- Sim, eu olhava para frente e todos que eram pegados por ela sumiam.

- Não.... Para mim, a fumaça fazia eles dormirem, não me recordo de ver ninguém desaparecendo – Diz Pamela arrumando o cabelo

- Não, não e não.... Elas sumiam e ponto! – Miguel falava meio estressado

- Ok Miguel, já que é assim... Mália e a você o que se lembra? – Mália termina de limpar a boca que estava suja de coxinha

- A.... Eu só me lembro de estar no antigo esconderijo da primeira geração com o primeiro Touro e então aparecer essa fumaça – Quando ela fala da primeira geração e de Touro os outros se paralisam – O que foi gente?

- Co-Como assim primeira geração? – Pamela resmungava

- É como assim? Não vai me dizer que isso também foi real? – Miguel assustado se senta na cadeira ao lado de Mália

- Sim gente.... Então quer dizer que vocês também.... Pera que signo é o de vocês?

- Leão – Fala Pamela

- Peixes – Continua Miguel

- Nossa que legal! Venham comigo, eu tenho muito o que falar para vocês sério.... Tem muita coisa sobre esta cidade que vocês não sabem – Ela se levanta rapidamente fazendo Miguel que havia acabado de se sentar se levantar

            Eles mesmo assustados foram junto a Mália que os levou para uma biblioteca que havia na escola, mas não era muito visitada pelos três. Ela então lá os mostrou alguns livros falando dos antigos poderes dos signos, falando como era cada um e o porquê de hoje em dia eles serem excluídos da sociedade. Os dois ficaram chocados de como aquilo era extenso e como que Mália teve a coragem de ler aqueles livros todos, e então se animando os três ficaram lá por mais tempo olhando livros de história e relatos de antigamente sobre aquilo.

            O tempo se passa e os livros sobre o assunto vai se acabando, já estava ficando tarde e eles já haviam perdido aulas para poderem ficar ali lendo, ou até folheando os livros. Pamela já cansada olha para Miguel e depois para Mália falando:

- Então quer dizer que todos aqueles trecos que o bicho falou eu tenho?

- Sim! – Respondeu Mália de forma direta

- E tirando a gente.... Tem mais nove pessoas com esses poderes?

- Sim!

- E como eu consigo colocar isso em minha cabeça?

- Ai eu já não sei.... Apenas lide com isso...

- Ok, ok, irei pensar melhor sobre isso e ver direito sobre esse assunto, por que já cansei.

            Ela se levanta e se despede dos dois indo para fora da biblioteca, procurando uma saída dali e indo de encontro ao seu pai que a esperava na saída já. Mália e Miguel resolvem voltar juntos para casa para poderem ficar falando sobre o assunto, e assim fazem. Eles vão o caminho todo da escola até a casa deles falando sobre o assunto, sem pararem um segundo de deduzirem quem são os outros, o porque se ter dado errado, e os poderes que era a parte que mais impressionava Miguel. Mália com uma cara de malicia olha para Miguel.

- Quer ver uma coisa que aprendi com os meus poderes?

- Quero sim mostra! – Ele dá um salto calmo para trás

            Ela então coloca a mão para frente e começa a fechar os olhos, ele a olha estranho se perguntando o que ela estaria fazendo. Mália concentrada começa a pensar em todas as vezes que já havia visto um coelho na vida e então sorrindo ela abre os olhos olhando para frente de sua mão. Aquela palma começa a ficar um pouco brilhoso fazendo Miguel ficar impressionado, mas como Mália havia pensado, aquele brilho vira um coelho que flutua. Suas mãos voltam ao normal, e aquele coelho começa a pular e flutuar em volta deles que ficam rindo e brincando com aquilo.

- Caramba que foda!

- Não se anime muito, por enquanto só sei fazer de modo ilusório....

- Como assim? – Ele olha para ela que estende a mão fazendo com que o colho fosse para seu braço

- Eles ainda não são totalmente... como direi isso? ... “Tocáveis” entende?

- Não. – Ela sorri

- Assim olha – Ela pega sua outra mão e bate nele o fazendo virar fumaça e desaparecer, fazendo com que a luz que ele fazia ali desaparece-se  – Toda vez que alguém tenta tocar nele ele some...

- Haaaaa sim, agora entendi – Ele faz sinal de joia com as mãos

            Ela ri um pouco com o ato e o abraçando de lado continua andando com ele, e por ele sem pequeno servia muito bem para um apoio. Eles caminharam mais um pouco e chegaram então na rua deles, Mália morava na segunda casa da rua e Miguel na última. Mália se despediu dele e deu um beijo bem suave em sua bochecha sorrindo, ele todo feliz sorriu e foi indo embora para sua casa, mas Mália preocupada ficou esperando ele chegar na casa dele para depois entrar. Ao perceber que ele havia chegado ela sorri e entra em sua casa.

            Com um grande “Cheguei! ” ela entra em sua casa, seu pai já terminando de arrumar a mesa a chama para a cozinha e ao chegar lá ela sorri com o tamanho da mesa.

- Meu deus o que eu fiz de errado para ter isso?

- Nada filha é que seu aniversário está chegando lembra?

- Mas pai é só mês que vem....

- E quem disse que não podemos comemorar hoje?

- A tradição talvez?

- Foda-se a tradição.... Vem cá...

            Ela se sentou em uma cadeira no meio da mesa, de um lado estava seu pai e do outro uma cadeira vazia, ela ficou meio triste ao ver aquilo. Pedro ao perceber aquilo começou a fazer piadas e trocadilhos ruins para animar sua filha, com sucesso ela riu bastante e o agradeceu o dando um abraço. Os dois comeram bastante e quando cheios Mália tomou seu banho e foi para sala com seu pai assistir Tv, eles ficaram um pouco lá assistindo até que Sabrina do nada aparece no meio da sala de pé indo para lá e para cá pensando, até perceber que não estava em sua casa. Mália fica assustada e Pedro muito mais, Sabrina por já saber o que eles iriam fazer faz junto a eles e então os três gritam ao mesmo tempo.

 



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