História A maldição da freira - Capítulo 1


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Categorias Originais
Tags Cleo, Dalila, Freira, Marina, Terror
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Terminada Sim
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Luta, Magia, Mistério, Terror e Horror
Avisos: Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 1 - Capítulo Único


   Era uma vez, em um uma pequena cidade, mas pequena mesmo, vivia Dalila, uma jovem de cabelos pretos longos e lisos, e olhos verdes claros. Ela era uma menina que tinha um sonho diferente das outras meninas: Ela queria ser uma freira. Mas seria difícil, já que sua cidade era tão pequena, mas tão pequena, que nem um convento tinha.

  Por isso, ela teve que ir para outra cidade. Todos a avisaram que não seria bom ela sair de sua cidade, e ninguém nunca tinha feito isso, mas Dalila não ligou. Ela simplesmente foi, sem nem pensar em nada.

  Assim que chegou no convento, Dalila logo fez amizade com outra freira, chamada Cleo. Cleo era bem bonita, com o cabelo ruivo curto, olhos azuis grandes e chamativos. Cleo tinha uma personalidade um pouco curiosa, e tinha car de que vai aprontar algo a qualquer minuto.

Um mês depois, quando chegou a noite, Dalila ouviu barulhos estranhos, como se algo ficasse batendo nas coisas, o que irritou Dalila profundamente. No dia seguinte, ela perguntou para Cleo o que aconteceu, e Cleo a contou que há muito tempo atrás, uma freira se apaixonou pelo padre, e não teve seu amor correspondido, e ficou com tanta, mas tanta raiva, que se matou. E diz a lenda que até hoje o fantasma da freira assombra o convento, para matar todos nele. 

  Nesse momento Dalila decidiu: Ela ia deter a freira

Depois de decidir que ia capturar a freira amaldiçoada, Dalila decidiu que deveria aprender magia de luz. Não sabia como então decidiu que ia pedir ajuda para Cleo e Marina, outra freira que tinha acabado de chegar ao convento, mas já tinha feito amizade com as duas. Marina era bem bonita de um jeito bem raro. Seus cabelos eram castanhos, e os olham causavam uma surpresa em qualquer um, porque eram violetas, que é o tom mais raro que tem. Os lábios eram canudos e um pouco avermelhado, que combinava com a pele morena.

 Depois do almoço, Dalila contou a elas sobre seu plano. Marina, assim que Dalila falou da freira ficou sombria; não dava para explicar como, mas dava para sentir um pesar em seu rosto, como se a garota apenas sentisse que não é boa ideia ir atrás de um fantasma. Cleo disse:

- Meninas, eu tenho alguns livros de magia de luz e umas poções guardadas no meu quarto, para emergências. Acho que pode ser útil para alguma coisa.

Dalila estava curiosa para saber como sua amiga ficou sabendo tanto de magia e conseguiu tanta informação de uma hora para outra, mas ficou feliz por poder alcançar seu objetivo: capturar a freira-demônio, que decidiu apelidar de Joana, como era o nome da garota que a perturbava em sua antiga escola.

Uma hora antes do jantar, Marina e Dalila chegaram no quarto de Cleo. Cleo já esperava as duas com varias plantas e um livro velho de magia. Cleo falou:

- Meninas antes de irmos capturar a freira vamos ter que fazer uma “iniciação” de magia em vocês duas. Primeiro escolham um amuleto.

Cleo mostrou para elas uma mesa cheia de amuletos. Uns de pedra, outros de metal e até mesmo madeira. Marina pegou um de pedra que parecia uma tocha. Dalila pegou um de metal que parecia um floco de neve. E no pescoço de Cleo já pendia um de madeira em forma de um furacão.

Marina que não era boba nem nada, perguntou para Cleo:

- Por acaso esses amuletos nos dão algum tipo de poder magico? Tipo controlar aquilo que eles representam?

-Sim. Eu controlo o vento, a Dalila a neve e você controla o fogo. Marina, se fosse você eu procurava roupas a prova de fogo.- falou Cleo com o ar da graça.

-Gente como vamos capturar a freira? Precisamos fazer isso! É uma coisa importante demais. Se a Joana decidir nos atacar, podemos morrer!- Disse Dalila cortando totalmente qualquer possibilidade de diversão no momento

-Tudo bem srt. Serinha. Mas, quem é Joana?- Indagou Marina sem entender muito bem o que sua amiga tinha dito.

-É coisa minha. Deixa pra lá- Respondeu Dalila sem ligar muito para o que estava dizendo.

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  Uma semana se passou e tanto Marina quanto Dalila já tinham dominado o elemento que representavam. Mesmo assim Cleo negava que estavam fortes o suficiente para deter Joana. A essa altura Dalila já tinha contado de seu apelido particular para o fantasma e a coisa acabou pegando entre as garotas.

Então finalmente Dalila cansou das lições que ela julgava que não ajudaria em nada para tentar prender a Joana.

- Porque estamos aprendendo isso? Tenho certeza que não vamos precisar de um feitiço para fazer bananas crescerem .- Disse Marina com um certo ar de desgosto sobre as lições que Cleo estava dando as duas meninas.

-Concordo. Derrotar a Joana não vai ter nada haver com fazer uma fruta tropical florescer.- Falou Dalila revelando seu mal humor repentino.

-Tudo bem. O poder dos fantasmas vem da lua. Amanhã a meia noite, a lua estará em sua fase nova. Será o momento perfeito para atacar a Joana- Disse Cleo com convicção de que estava certa ( e estava!).

-- Quebra de tempo --

Quando chegou a hora da batalha com a Joana, Dalila se sentiu confiante. Mesmo achando que a maioria das pessoas não se sente assim quando estavam prestes a enfrentar uma Freira Fantasma. Na hora em que viu as outras garotas chegavam ao lugar combinado, Dalila simplesmente repassava mentalmente todos os feitiços que aprendeu.

-Meninas, tenho boas noticias.- Falou Cleo com uma cara de  desesperada- Criei esse espelho mágico para poder prender a Joana.

Cleo tirou de trás das costas um espelho de prata com imagens de rituais antigos. As amigas de Cleo não acharam o espelho muito estranho, só que o jeito que Cleo botou ele atrás das costas fez parecer que elas estavam em um desenho animado.

- Mas se eu tentar fazer isso sozinha posso acabar morrendo. Por isso vou precisar de ajuda- Falou Cleo com um toque sombrio- Uma de vocês vai ter que me ajudar no feitiço e outra vai ter que distrair Joana.

- Eu vou distrai-la – Disse Dalila com uma certa convicção que garantiu a Cleo que ela estava pronta para enfrentar Joana.

- O.K. Marina você vai ter que concentrar toda a sua energia para o espelho enquanto eu recito um feitiço.

 Chegando no porão, onde segundo Cleo era o lugar com mais magia negra do convento, Dalila logo começou o feitiço de convocação de espíritos que havia aprendido. Um minuto depois, apareceu uma figura incrivelmente esquisita.

A parte superior de seu corpo era humanoide e seus cabelos eram puro fogo branco. Os olhos eram totalmente brancos e sua pele era alva como a neve. A parte de baixo era pura névoa branca, como se forma-se um espiral. Usava um vestido longo que era feito de correntes e ossos quebrados prendia o fogo branco que era seu cabelo.

- Protectiu Campalares- Recitou Dalila sem perder tempo. O feitiço que ela lançou acabou formando campus de Força para cada uma das meninas.

- Marena Flaminus- Gritou Marina criando uma luz vermelha que ligava o seu corpo com o espelho.

- Trevais consolanis,Amieras darios, prendectos spectros...- Começou a entoar Cleo.

Enquanto isso, Dalila estava arrasando com Joana. Criava prisões de gelo que tornava quase impossível  o fantasma se libertar. E quando saia de uma prisão logo levava uma enchurrada de bolas neve, que a deixavam cambaleante fazendo com que ela fosse presa novamente

- Cemictaria Practia, Forticas Espicas! – Cleo falou finalmente os versos finais do feitiço.

Assim que Cleo terminou sua fala, Joana foi sugada por uma luz rocha escura que a sugou para o espelho.

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  Uma semana depois do ocorrido, Marina Cleo e Dalila apenas conversavam sobre a história. Realmente perceberam que era a coisa mais esquisita que elas já tinham vivido. Mas como sempre tudo terminou bem... Ou não?



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