História A Maldição de Gaster - 2 temporada da Viagem de Frisk - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias O Castelo Animado, Undertale
Personagens Alphys, Asgore Dreemurr, Asriel Dreemurr, Cabeça De Nabo, Calcifer, Chara, Flowey, Frisk, Howl, Madame Suliman, Markl, Mettaton, Napstablook, Papyrus, Personagens Originais, Sans, Sophie, Toriel, Undyne, W. D. Gaster
Tags Alphyne, Alphysxundyne, Frans, Frisk, G!sans, O Castelo Animado, Sans, Sansrisk, Sansxfrisk, Undertale
Exibições 129
Palavras 2.474
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Fantasia, Ficção, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOI!!!!!

Eu sei que demorei muito, mas muito mesmo para postar a segunda temporada, mas.... Isso foi porque eu decidi postar ela como um presente de aniversário para o grupo BjkasTale >3< que está completando um mês de vida hoje!

Bom... Aqui estamos nós, começando mais um jornada acompanhando Frisk invadindo, mais uma vez, o universo do Studio Ghibli. Tá, eu sei que esse prólogo não tem nada com o filme nem com o jogo, maaaaaaaaaaaaaas... Ele é mais para dar uma ligação com o último capítulo da primeira temporada.

Bom... Era isso!

Parabéns pessoal do grupo, Olá a quem chegar aqui agora (embora eu recomende a leitura da primeira temporada) e sejam todos bem vindos novamente! ^^

Bom... é isso!

Heheheh

Nos vemos em breve?

Bjkas e até mais >3<

Capítulo 1 - Prólogo


O carro vermelho percorria as largas avenidas dentro do limite de velocidade enquanto um som médio tocava no interior do veículo que estava com as janelas abertas, fazendo a motorista de óculos escuro aproveitar o vento do verão.

Eram duas horas da tarde de um sábado preguiçoso e lindo: pássaros cantando e flores desabrochando... O clima estava perfeito para ir brincar de bola, mas a mulher não fazia nada disso, embora sua animação podia ser comparada a de quem estivesse.

Com um sorriso no rosto, a humana fez uma curva depois do semáforo e subiu uma colina.

Depois de percorrer mais alguns quilômetros, o carro foi estacionado de frente para uma casa com um jardim florido e a motorista sorriu ao meter a mão na buzina. Sequer pensou se estava atrapalhando os vizinhos ou algo assim: seu interesse era perturbar os moradores da residência azul até que eles saíssem de casa e fossem recebê-la, por isso, continuou buzinando incessantemente.

O primeiro a aparecer foi um grande pastor branco suíço, que pulou no portão e ficou latindo sem parar ao mesmo tempo que brincava divertido com um osso que estava ali no chão. Logo após o cachorro, surgiu uma mulher de cabelos volumosos que sorriu assim que colocou os olhos na motorista que ainda estava buzinando sem piedade.

— Frisk! — A mulher correu para o portão, afastando o cachorro e sorrindo para a outra que saíra do carro — Sai, Toby! Cachorro irritante!

— Olá, Sarah! — A morena sorriu, abraçando a amiga — Quanto tempo, não é?

— Eu que o diga! — Sarah lançou um olhar avaliativo na amiga e sorriu — Desde que você começou aquele trabalho maluco, nunca mais teve tempo para os amigos!

— Não é um emprego maluco, só é um pouco difícil. As leis dos monstros não são totalmente iguais às dos humanos e eu tenho que acabar lidando com as duas o que sempre toma muito do meu tempo. — Frisk contrariou, abaixando-se para brincar com o cachorro antes que ele pulasse nela — Não é mesmo, Toby Fox? Eu sei que você me entende, né menino?

A outra sorriu, revirando os olhos e guiando a amiga para o interior da casa, chegando a conclusão de que não deveria estender o assunto, mesmo que não discordasse de Frisk como a maioria dos moradores de seu bairro.

Infelizmente, qualquer assunto relacionado com monstros ainda era um tabu para algumas pessoas o que também tornava a embaixadora das bondosas criaturas completamente esquisita aos olhos de muitos humanos.

Embaixadora esta, que ainda estava brincando com Toby Fox antes dele correr para dentro da casa ao ver que sua dona havia aberto a porta.

— Diogo, advinha quem chegou? — Sarah gritou da entrada.

O homem que segurava um bebê, inclinou-se na porta da cozinha com uma expressão confusa. Assim que colocou os olhos na morena, a expressão do sujeito mudou para surpresa e então se desfez em um sorriso brincalhão e sarcástico.

— Olha só, se não é a mulher que vive em um eterno Haloween e acaba se esquecendo dos amigos normais? — Diogo zombou e Frisk revirou os olhos, lançando um olhar divertido e zangado para o amigo.

— Que irônico, os anos passaram e você não deixou de ser um bebezão, não é Diogo?

— E desde a Gruta, você não deixou de ser uma esquisita. — O outro rebateu, entregando a filha para a esposa e secando as mãos no pano de prato: estivera lavando as louças até então.

Era comum que o assunto da Gruta da Estrada Monte Ebbot fosse citado quando esses dois se encontravam já que fora com um desafio do homem que Frisk, aos oito anos de idade, entrara no buraco proibido e aos doze, começara a agir completamente a favor dos monstros depois de mudar de casa.

— Culpa de quem? — A morena rebateu lembrando-o do desafio que ele fizera.

— Troco pela maçã que você me fez roubar.

— Vamos parar com isso, pelo amor do pai! — Sarah interviu, rindo — Vocês parecem duas criancinhas todas as vezes que se encontram! Ninguém aguenta isso, céus e terra!

Frisk e Diogo riram. O homem voltou para a cozinha e a morena aproximou-se de Sarah, sorrindo para a criança de cabelos lisos e castanhos que estava em seu colo.

Assim que seus olhos bateram em Frisk, a menininha começou a sorrir, como se a mulher fosse a coisa mais engraçada que ela já tinha visto na vida. Não que isso fosse surpresa ou algo assim: a bebê costumava fazer isso com todo mundo.

— Meus ossos, como ela cresceu! — Frisk anunciou, pegando a bebê no colo.

— Chara não cresceu taaaaanto assim — Sarah riu, ignorando a interjeição da outra — Foi você que só veio aqui quando ela nasceu e agora, que a menina vai completar nove meses.

Frisk deu um sorriso saudoso ao encarar a bebê que brincava com seus cabelos, o que fez a outra suspirar: — Porque você sempre faz essa cara quando eu falo o nome dela?

— É porque eu fico feliz de saber que vocês aceitaram o nome que eu recomendei! — Frisk riu e então sentou-se no sofá para conversar melhor com a amiga e seu marido, que juntou-se a elas naquela hora.

“Por favor... Não deixe que o nome Chara vire sinônimo de algo ruim, está bem?” Ao encarar a criança em seu colo, a moça sorriu, tendo certeza de que aquela menina seria motivo de alegria à muita gente.

Depois de muitos anos, Frisk finalmente conseguia fechar os olhos e suspirar, murmurando consigo mesma com toda convicção de seu coração: “Chara, eu te perdoo...”.

Um sorriso agradecido piscou em sua mente.

Os amigos passaram uma tarde agradável, conversando e colocando as novidades em dia. Diogo e a esposa pareceram bem mais flexíveis quanto ao assunto “monstros” do que eles estiveram da última vez que a moça os visitara, o que agradou a imensamente a morena.

Nenhum dos dois sabia o motivo de Frisk ser tão partidária dos monstros daquele jeito e há muito tempo haviam desistido de entender. A mulher estivera com ideias bem diferenciadas e abertas desde que se mudara de casa há dez anos e quando as criaturas anunciaram-se ao mundo há mais ou menos oito anos atrás, a morena – que na época devia ter quatorze anos – foi a que mais apoiou o aparecimento deles na superfície, tanto que os vários grupos que ela fundara e participara de apoio aos direitos dos monstros e à integração deles na sociedade a haviam levado até o cargo de embaixadora dos monstros que ela exercia hoje.

Quando Sarah teve de se retirar para trocar as fraldas de Chara, Frisk e Diogo ficaram na sala, tomando café e trocando farpas e histórias de seus trabalhos até que o assunto acabou e eles mantiveram em um silêncio confortável.

— Então... — Diogo murmurou — É verdade mesmo que você está se mudando?

— Sim. — Frisk soprou seu café — Desde que meus tios morreram não tem mais nada para mim naquela cidade...

— Eu sinto muito.

— Está tudo bem, já faz algum tempo, então estou me acostumando com a ausência deles... — A moça sorriu para seu reflexo no líquido escuro na xícara — Além do mais, tenho certeza de que vou fazer grandes amigos para onde estou indo!

— Você acha?

— Tenho certeza que ela vai — Sarah voltou para a sala com Chara no colo — Quer dizer... Estamos falando da Frisk, certo? Ela é mestra quando o assunto é monstros e para onde ela está se mudando tem um monte deles... Como é o nome do lugar mesmo?

— Nova Cidade na Superfície. — Frisk riu da cara dos amigos — O soberano dos monstros não tem muita criatividade com nomes.

Os outros dois riram. A morena colocou sua xícara vazia na mesa e suspirou, erguendo-se e ajeitando as vestes: — Bom... É aqui que eu me despeço. Tenho certeza de que a mudança já chegou e eu vou ter várias coisas para arrumar. Quem sabe se da próxima vez que nos encontrarmos, eu não esteja com um cara bem gatinho?

Sarah riu e Diogo não disse nada. Estava na cara que ele achava aquilo impossível, uma vez que para onde a moça estava indo tinham apenas monstros e a união entre as duas espécies ainda não havia sido aprovada por lei.

Tanto os monstros quanto os humanos achavam aquilo nojento e digno de repreensão, embora houvessem algumas exceções em ambas as espécies, como Frisk, Sarah e os velhos amigos da embaixadora, que conseguiam ver essa união com bons olhos.

— Cuide-se, Frisk — Sarah recomendou do portão, enquanto a amiga entrava no carro — E por favor, não esqueça de seus amigos.

— E vocês não se esqueçam de mim! — Frisk colocou o cinto de segurança — Quando a casa estiver ajeitada, eu vou passar o endereço para vocês me visitarem.

— Pode ter certeza de que iremos. — Diogo estava sendo sincero.

A morena buzinou uma última vez e se afastou na mesma velocidade de antes e com o som na mesma altura: era como ser ela sequer houvesse parado ou saído do carro.

A moça fez uma curva e desceu uma larga avenida, virando para a esquerda e entrando na conhecida Monte Ebbot, sorrindo ao perceber que a estrada estava uma beleza para se dirigir: obra dos monstros, claro.

Quando voltaram para a superfície, os monstros fizeram questão de fechar aquele grande acesso para o subterrâneo para poderem terminar o túnel, que agora era o principal acesso para a Nova Cidade na Superfície por via terrestre.

Ao se lembrar do túnel, Frisk não pôde evitar rir: algumas pessoas haviam ficado com tanto medo da obra dos monstros, que começaram a criar boatos e agora, vários e vários humanos diziam que o local era mal assombrado.

O que mais se ouvia por aí, era que quando passavam por ele, as pessoas sentiam como se algo estivesse segurando seus membros. Vários boatos alegavam que as pessoas ouviam coisas e viam sombras passando ao lado do carro, como se algo estivesse perseguindo-os.

O que mais surpreendia Frisk, era que várias e várias pessoas diziam que o túnel fora construído por escravos que morreram e foram enterrados atrás das paredes. A moça sabia que isso era impossível, uma vez que a construção ocorrera há menos de dez anos e ela mesma estivera lá com Asgore e os mestres de obras humanos e monstros. O que piorava a situação desse boato era que depois de um terremoto que quebrou uma das paredes do túnel, haviam sido encontrados vários ossos ali.

Frisk tinha quase certeza de quem era o dono daquelas ossadas e na época, ela ficara muito, mas muito brava com o sujeito que causara tanto transtorno para ela e Asgore. Agora que tudo estava resolvido e que havia passado muito tempo, no entanto, a moça não conseguia evitar rir dessas bobagens.

Quando ela parou em um semáforo, algo no céu chamou sua atenção e assim que se inclinou para ver o que era, sorriu. Uma buzina às suas costas avisou-lhe que o sinal abrira e ela avançou, sentindo o coração pular, enquanto ia um pouco mais devagar para ver se avistava-o em algum lugar.

Pouco antes de entrar no túnel. Frisk ligou o pisca alerta e estacionou no acostamento, saindo do carro e fitando a pequena figura que estava ali, olhando em volta como se não quisesse nada.

A mulher cruzou os braços para o esqueleto, fingindo estar extremamente zangada com ele, mas não conseguiu manter a postura por muito tempo, pois quando o conhecido sorriso relaxado estava de volta, ela acabou sorrindo também e sentando-se no chão para abraçá-lo.

— Hey, Miúda — Sans murmurou, acariciando lhe os cabelos.

Frisk ergueu-se e levantou-o nos braços, como quem ergue uma criança para poder vê-la melhor, embora o esqueleto não fosse tão menor que a humana assim. A sobrancelha erguida e a expressão divertida eram o suficiente para mostrar o que a mulher estava pensando.

— Que foi? Não tá achando que eu vou parar de te chamar de Miúda só porque agora você é bem mais alta que eu, tá?

A mulher riu: — Seria o convencional, né?

— Miúda, ainda não aprendeu que esses ossos não são nenhum pouquinho convencionais?

— Ainda não me acostumei com a ideia — Frisk anunciou abraçando o esqueleto.

Sans suspirou e então, apertou a mulher em um abraço. Ambos não se viam assim há alguns anos, embora houvessem se encontrado algumas vezes depois que a humana havia ido embora do subterrâneo.

Observando sua Miúda com cuidado, o esqueleto sorriu ao ver que depois de tanto tempo, a menininha assustada que ele conhecera havia finalmente se transformado em uma forte mulher.

Em uma linda mulher.

— Sinto muito por ter demorado tanto para te encontrado de novo, Miúda. — Sans pediu, escondendo o rosto no pescoço da humana, sentindo seu cheiro.

— Está tudo bem Sans — Frisk apertou o esqueleto contra si, como se quisesse mandar embora a saudade que acumulara todos aqueles anos apenas naquele abraço — Você cumpriu com sua promessa. Foi rápido e nos separamos de novo logo em seguida, mas você cumpriu com sua palavra.

Sans segurou o rosto da mulher e a beijou. Frisk imediatamente aprofundou o beijo, apertando o esqueleto com mais força no abraço enquanto sentia-se envolvida pelo conhecido calor mais uma vez.

Como ela sentira falta daquilo.

Aquela não era nem de longe a segunda ou a terceira vez que a mulher beijava alguém, mas por algum motivo, diferente de todos os outros, o beijo do esqueleto era eletrizante, quente e intenso e enquanto sentia as falanges do monstro passando por seu pescoço, Frisk tinha certeza de que não era porque ela era jovem ou inexperiente (coisa que há muito a moça deixara de ser) e sim, porque era Sans que estava ali.

Porque era com Sans que ela estava partilhando aquele momento e exatamente por isso que nenhum dos dois se importou se alguém estava vendo-os ou algo assim.

Quando se afastaram, ambos estavam arfando e corados, Frisk em vermelho e Sans em azul. A humana riu e sussurrou: — Você está com frio?

Sans piscou. Estavam em pleno verão e ele ainda era um esqueleto, como ia sentir frio?

A mulher passou as mãos pelas vértebras do monstro por baixo do seu casaco enquanto sussurrava, enviando calafrios prazerosos por todo o corpo de Sans: — Que tal nós fazermos uma brincadeira divertida? Tenho certeza de que vai te esquentar rapidinho.

Sans alargou o sorriso. Seu olho esquerdo começou a emitir um brilho azulado quando ele anunciou: — Então me esquenta, Frisk.

A morena riu e colocou o esqueleto no banco do carona, dando a volta no carro e sentando no lugar do motorista.

— Depois a gente se diverte, esqueleto — Frisk deu partida — Agora tenho minha casa e minha vida para arrumar.

— Heh, deixe isso para depois, Miúda. Ainda vamos ter muito tempo para pôr a bagunça que fizermos em ordem. — Sans piscou o que fez Frisk rir antes de acelerar o carro e entrar no túnel, desaparecendo de vista em pouco tempo.


Notas Finais


Eu tinha esquecido de colocar o Link do Filme aqui! hahahah

Bom, não encontrei o filme legendado (o que dificulta muito a minha escrita), mas para quem não ligar de ver dublado, tá aqui o link: http://animeskingld.blogspot.com.br/2014/05/assistir-o-castelo-animado-dublado.html

O que eu tenho para declarar? Tô com sono! ahhahaha


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