História À maldição do sangue. - Capítulo 10


Escrita por: ~

Postado
Categorias Supernatural
Personagens Bobby Singer, Castiel, Dean Winchester, Ellen Harvelle, Jo Harvelle, Personagens Originais, Sam Winchester
Tags Deyseatlas
Visualizações 17
Palavras 1.321
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Luta, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Sobrenatural, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Helou Boys.
Constantine e uma personagem que vai aperceber nesse capítulo. Quem já assistiu Constantine a série vai notar semelhanças, muitas semelhanças. Mais só esse capítulo e ispirado no primeiro ep de Constantine a série.
E também a roupa que geralmente ela irá usar também é basiado em Constantine a série. Vocês iram notar semelhanças na roupa dela com a roupa de Castiel.
Obs: as roupas de Constantine na série Constantine também tem roupas parecidas com as roupas de Castiel.

Capítulo 10 - Constantine.


Me entenda. Eu não sou como um mundo comum. Eu tenho minha loucura, eu vivo em outra dimensão e eu não tenho tempo para coisas que não têm alma. 



Tereza

- Como assim uma ficha de saúde mental ? - perguntei colocando minha cabeça entre os bancos do motorista e do passageiro. 

Eu e Dean tínhamos feito uma trégua. Depois formos encher a cara no bar. E acabei descobrindo que somos parecidos, muito parecidos. Nós dois temos a mesma paixão por alto moves. Ele prefere carros, eu motos. Ele também é do tipo : atira primeiro, pergunta depois. Chegamos de madrugada em casa. Sam e Ana estavam acordados e começaram a falar sobre aquela pasta. Bom... eu tava bêbada, então não tava entendendo nada. Só lembro de me colocarem no carro e partimos todos os quatro. Quando acordei eles me falaram que a pasta era uma ficha de saúde mental.

- Constantine é passiente de um hospital psiquiátrico McLaren - começou Sam a explicar - Ela viu demônios e pensaram que ela era louca.

- Deixa eu ver se entendi - Disse Dean ainda encarando a estrada - Eles a internaram porque acharam que ela era louca ? Só porque ela viu demônios ? 

- Você não entendeu Dean - disse Ana que estava do meu lado - Ninguém internou ela. Ela mesmo se internou. 

Ela mesmo se internou ? Com certeza ela é louca. 

- E onde fica esse hospital psiquiátrico ? - perguntei voltando para meu lugar.

Sam, ficou em silêncio. Ana deu um suspiro e disse sem me olhar: 

- Em Albuquerque. 


Albuquerque 

Constantine 

A maca onde eu estava deitada era bem desconfortável. A luz ficava vem em cima dos meus olhos, os fazendo ficarem um pouco fechados. A enfermeira que estava me amarrando na maca estava desconfortável com a situação. Ela me olhava com pena. Estava com tanta pena que tava meio trêmula. 

- Pode deixar mais forte - falei encarando a enfermeira que me olhou um pouco surpresa. 

Ela fez o que eu tinha pedido. Outro enfermeiro colocou uns fios que tinham fitas nas pontas. Ele colocou as pontas que estavam com fitas em cada canto da minha cabeça. Os fios eram ligados a uma máquina que dava cargas eletricas. Todos se afastaram e outro enfermeiro ligou a máquina. De repente minha cabeça começou a doer. Eu gritava, mas meus gritos eram abafados por um pano na boca. E ai... eu desmaiei. 

(...)


- Eu estou melhorando muito. O tratamento está me fazendo ver tudo com mais clareza - disse um cara grande e careca. 

O cara tava no meio da roda de confições. Era um tipo de grupo de apoio. Depois que eu tive meu celebro fritado, tive que vim para esse grupo de apoio. Que tédio. Devo dizer que toda vez que eu penso que estou melhorando, percebo que estou piorando. Vim para ficar melhor, para não ver mais demônios, e acabei ficando cada vez mais pior.

- Muito bem Jeremy - disse uma enfermeira que estava escutando cada um se confeçar sobre o avanço do tratamento - Vamos ouvir agora... - disse olhando um papel que tinha a lista de nome dos pacientes - Carla Lopez. Deganos sobre seu avanço.

Uma garota se levantou e começou a falar. Eu estava sentada de lado na cadeira que estava de frente pro círculo. Todos estavam entretidos na garota que falava que nem notaram que eu tinha me levantado. Uma garota tinha passado em frente a porta dá sala que estávamos. Ela estava indo pra sala de artes. Ninguém pode ir pra sala de artes. Só pessoas autorizadas. Sem fazer barulho algum, saí da sala e encarei o corredor. Ele era longo e no fim do mesmo tinha a sala de artes. Caminhei lentamente até a sala de artes e quando cheguei parei na porta que estava aberta. A garota tava dentro da sala de costas pra mim.

- Ei garota-  chamei e ela continuou de costas - Só pessoal autorizado pode ficar aqui.

Entrei na sala e ela se virou com um sorriso no rosto. E seus olhos... estavam pretos. Demônio. Seu rosto. Eu podia ver também que era um demônio ali. Ela piscou denovo e com um sorriso no rosto disse: 

- Olá Constantina.

- Não... - falei dando meia volta e andando em direção a porta - Isso não é problema meu.

- Vai deixar essa garota em defesa morrer ? - parei. Lentamente virei a encarei a garota possuída e ela tava segurando uma faca na direção da barriga.

Ela deu um sorriso e levantou a mão tentando me colocar na parede. Seu sorriso desmanxou a notar que isso não funciona comigo. Sem perder tempo comecei a citar: 

- Spiritus Dei ferebatur super aquas, et inspiravit in facien hominis spiraculus vitae. Sit Michael dux meus, et Sabtabiel servus meus in luce et per lucem. Fait verbum halitus meus; et imperabo spiritus aeris hujus, et refrenabo e equos solos voluntate cordis meis, et cogitatione mentis mede et mutu oculi dextri. Exorciso igitur te, creatura aeris, per Pentagrammaton, in quibus sunt voluntas firma et fides recta. Amen. Selah. Fiat. 

Eu recitei tão rápido que nem deu tempo para o demônio reagir. Uma fumaça começou a sair a boca da garota e foi indo em direção do chão. A garota caiu no chão desacordada. Corri em sua direção e percebi que ela não respirava. Ela tinha morrido. Mais sua aparência indicava que tinha morrido à tempo.

- O que você fez ? - ouvir alguém dizer.

Quando olhei tinha um enfermeiro me encarando na porta da sala. Ele resevava o olhar pra mim e a garota. 

- Nem me olha assim. Ela morreu sozinha - falei apontando para o cadáver da garota.

Mais enfermeiros aparecerem e me pegaram a forma. Acho que eles pensam que eu matei a garota, que tinha mais ou menos 13 anos.


(...)


Eu estava na sala do diretor do hospital psiquiátrico. Depois que me liberaram do cáustico por ter "matado a garota" eles me levaram para ver o diretor.

- Como vai Constantine ? - perguntou o homem que vestia palitos preto e escrevia algo em papéis em sua mesa.

O homem tinha mais ou menos 40 anos. Ele era moreno e meio careca. Eu estava sentada em uma cadeira de frente pra ele. Dei um sorriso disse: 

- Nada bem - ele me encarou - E o senhor ?

Ele suspirou e colocou o óculos e me encarou tão sério como nunca.

- Quando você chegou aqui, afirmava dizendo que via demônios - deu um sorriso - Claro que isso é um absurdo. Sem muita dificuldade descobri que você tem esquizofrenia. Que quando uma pessoa ver e ouvir,  ou um de cada, coisas que não são reais - ele deu uma pausa e pegou o papel. Leu um pouco e depois continuou - Conte o que aconteceu naquela noite. 

Suspirei. Odiava relembrar o que aconteceu naquela noite. Minha mente tava uma bagunça. 

- Eu estava indo pra casa - comecei - Tinha acabado de sair da lanchonete onde trabalho. As ruas estavam calmas e frias. Senti alguém me seguindo e quando olhei pra trás vi um homem. O rosto dele... rosto dele tava como se fosse desfigurado. Mais mesmo assim era um homem. Ele começou a correr em minha direção e eu cai. Quando eu cai o homem não estava mais lá. Me levantei e quando me virei dei de cara o tal homem. Ele se aproximava e eu, por impulso, citei um exorcismo que aprendi quando era pequena. Eu não sabia que ainda lembrava. Uma fumaça saiu da boca do homem. E foi ai que percebi. Era uma demônio.

- Costantine - disse o diretor - demônios não existem...

O interrompi me levantando e batendo na mesa com uma mão e gritei um assustando :

- ENTÃO ME FAÇA ACREDITAR NISSO - me acalmei e sentei novamente. Com um sorriso falei - O que eu ouço são só palavras. Me faça acreditar. Não é pra isso que eu tô te pagando ?


Notas Finais


Tentarei postar o próximo em breve.
Tchau, Tchau...


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