História À maldição do sangue. - Capítulo 8


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Categorias Supernatural
Personagens Bobby Singer, Dean Winchester, Personagens Originais, Sam Winchester
Tags Deyseatlas
Visualizações 33
Palavras 1.039
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Luta, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Sobrenatural, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Helou Boys...

Essa é uma mania minha de comprimento pra todos os que eu tenho intimidade. Minha amiga reclama dizendo que tô ficando doida. Então não estranhem se eu disser "Helou Boys" .
Boa leitura.

Capítulo 8 - Quebrando a cara de Dean Winchester.


Fanfic / Fanfiction À maldição do sangue. - Capítulo 8 - Quebrando a cara de Dean Winchester.

Eu pego tudo o que estou sentindo, tudo o que importa para mim. Guardo tudo no meu punho e luto por isso.


Tereza

Não tinha muitas estrelas no céu naquela noite. Eu estava do lado de fora da casa do Bobby. Dean e eu brigamos, de novo. Devo admitir que ele é muito mais irritante do que eu pensava. Ele tem o talento de me tirar do sério de uma hora pra outra. Eu não sei por que ele me odeia tanto. Talvez ele tenha medo de que eu possa surta de novo e acabe machucando o Sam ou até mesmo ele. Bom... ele não é o único que pensa isso.

Hoje é o primeiro dia que eu saio de casa desde que cheguei. Eu nunca tinha reparado que o céu aqui é lindo. Cruzei os braços na tentativa de me afastar do frio, acabou não dando muito certo. Um rosnado me chama a atenção. Olho pro lado e dou de cara com um lobo. Ele era a grande e tinha os pretos que brilhavam com a luz da lua. Dei um passo em sua direção e ele recuou. 

- Calma lobinho - disse levantando as mãos em sinal de rendição - Eu não vou machucar você - quem deveria está com medo era eu e não ele. 

Me aproximei e fiquei de joelhos a sua frente. Ele tinha olhos castanhos e lindos e ele também tinha uma pasta de papel amarelado na boca.

Eu concerteza tô pirando. 


Ana

Uma irmã. Nunca, em toda a minha vida, eu imaginaria que tinha uma irmã. É uma sensação estranha. Apesar de não saber quase nada dela, eu já a amo. 

Depois daquela cena de terror, em que minha irmã tava no meio, ela entrou em depressão. Não saia do quarto. Não falava com ninguém. Dois meses se passaram desde aquele dia. 

Dean vive arrumando brigas com ela. Ele não gosta muito da Tereza, e eu entendo, mas ele tem que entender que ela é minha irmã, e que mesmo ele não gostando muito, podemos confiar nela. O Sam já demonstrou que confia, não tanto quanto eu, mas confia. 

Eu estava sentada no sofá lendo um livro que era de Santo Augustinho. O livro se chama: As Confições. Sam tava do.meu lado mexendo no notebook quando Tereza entrou na casa. Ela tava agitava e segurava uma pasta de papel amarelada. 

- O que houve ? - perguntei. Ele me encarou com os olhos arregalados e disse: 

- Existem lobos aqui ?


(...)


- Deixa eu vê se entendi - começou Dean encarando Tereza que estava do meu lado - Você tava lá fora quando um lobo preto apareceu e ele tava com uma pasta na boca. Você pegou a pasta e ele foi embora - ela fez sinal positivo com a cabeça - Você bebeu ?

- Eu estou sóbria Dean - disse Tereza um pouco irritada com a desconfiança do mesmo. 

- Ah, claro. Por que ver um lobo com uma pasta na boca é sinal de que está sóbria - disse irônico. 

Ficamos um tempo em silêncio. Dean e Tereza se encaravam como se fossem arrancar a cabeça um do outro. Sam estava no sofá e eu estava de pé ao lado da Tereza. Ela ainda segurava a pasta na mão. 

- O que tem na pasta ? - perguntei. 

- E quem se importa com oque tem na pasta - falou Dean um pouco irritado - Sua irmã enlouqueceu de vez. 

- Eu não enlouqueci - disse Tereza perdendo a paciência. 

- Ah, tá. Me engana que eu gosto.

- Dá pra pararem com isso - disse e os dois me encararam - Vocês só vivem brigando. 

- Foi ele quem começou - disse Tereza apontando pro Dean, como uma criança aponto pro outro o culpando por algo. 

- Tenha santa paciência - falou Dean olhando a atitude infantil dela. 

- Viu só. Toda hora hora ele arruma um motivo pra mim irritar.

- Eu não preciso fazer isso. Você já é irritante por natureza. 

- Já chega - disse Sam irritado com a situação. 

Sem dizer mais nada Tereza saiu de casa e bateu a porta com força. Encarei Dean séria. 

- Você tem que parar com isso - falei e ele ficou calado - Sei que não confia nela Dean, mas, por favor, para de arrumar briga.

- Tá.

- Promete ? 

Ele te virou os olhos e bufou dizendo:

- Prometo.


(...)


Tereza


E aqui estava eu. Encostada em numa moto, não tão velho, encarando o lugar onde a algumas horas atrás estava o lobo. Eu segurava uma garrafa de bourbon em uma mão e na outra segurava a pasta. Não tive coragem de abrir e ler. Tava anoitecendo e de longe dava pra ver o pô do sol.

E mais uma vez lágrimas rolaram no meu rosto. Eu não gostava disso. Não gostava de chorar. 

- O que faz aqui ? - limpei as lágrimas ao perceber que era Dean quem falava. 

- Vai embora - desse sem paciência pras provocações dele.

- Eu não vim brigar.

Ele se encostou no meu lado e quando fez isso a moto abaixou um pouco. 

- Olha - ele começou - eu sei que é difícil lidar com uma perda, mais eu acho que está na hora de parar.

O encarei incrédula pelas palavras dele ditas.

- Como é que é ? 

- Esquece - falou querendo desviar o assunto. Ele desviou o olhar pro céu. 

- Não, não - falei me desincostando da moto e ficando em sua frente - Fala. Oque você quis dizer com isso ?

- Nada. Esquece.

- FALA - gritei. 

- Isso já não mais luto Tereza - ele gritou, mas ficou mais calmo - Isso é culpa.

Pela sua expressão pude ver que ele se arrependeu de ter falado aqui. Tarde de mais. Nunca misture uma Tereza irritada com bourbon.

- Me desculpa eu... - ele começou mais o interrompido com um soco no rosto. 

Ele caiu ajoelhado e ficou um pouco tonto. A garrafa de bourbon tinha quebrado na minha mão e causado alguns cortes não muito fundos. A buchecha de Dean tinha uma arranhões por conta do vidro da garrafa.

Com dificuldade ele se levantou e me encarou.

- Dean Winchester, você vai se arrepender de ter nascido - falei pronta pra dá outro soco nele.


Continua...


Notas Finais


Bye Boys..
Tchau, Tchau. ..


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