História À maldição do sangue. - Capítulo 9


Escrita por: ~

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Categorias Supernatural
Personagens Bobby Singer, Dean Winchester, Personagens Originais, Sam Winchester
Tags Deyseatlas
Visualizações 31
Palavras 1.044
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Luta, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Sobrenatural, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Helou Boys.

Capítulo 9 - Quebrando a cara de Dean Winchester e trégua.


Fanfic / Fanfiction À maldição do sangue. - Capítulo 9 - Quebrando a cara de Dean Winchester e trégua.

Eu sei os seus motivos e você sabe os meus. Os que eu me amam eu tendo a deixar para trás. Se você me conhece e escolheu ficar. Então fique com o prazer o com a dor.



Tereza 

Eu estava em cima do Dean e comecei a distribuir socos no seu rosto. Ele não reagia. Só tentava segurar meus braços pra eu parar de soca-lo. Eu tava com tanta raiva e estava descontando tudo nele. Em um movimento rápido ele inverteu as posições e ficou em cima de mim. Ele deu um soco no meu rosto mais eu revidei com um na barriga. Ele se curvou pra frente com conta do soco, e eu o empurrei para o lado. Ele ainda se contorcia abraçando a barriga. Me levantei e chitei a mesma. Ele cuspiu sangue e meu sangue subiu. A cada segundo que se passava eu ficava com mais vontade de quebrar a cara de Dean Winchester. 

Ana

Fui pra fora da casa quando ouvir barulhos de briga. Sam me acompanhou, e assim como eu, ele ficou surpreso ao ver Tereza e Dean brigando.

Eu sinceramente não sabia o que fazer, então fiz o que qualquer pessoa em sã consciência faria, eu gritei: 

- Parem ! - mais era como se eu fosse invisível e inaudível. 

Dean tava no chão e gemendo de dor. Ele abraçava a própria barriga, enquanto Tereza se preparava par chuta-lo. Eu corri em direção a cena e comecei a empurrar Tereza para longe de Dean. 

- Você quis dizer que os matei Dean ? - gritou Tereza enquanto eu a empurrava - Eu vou quebrar a sua cara seu idiota. 

- Tereza, para com isso - falei, mais fui ignorada. 

Dean se apoiou nos joelhos e tentou se levantar. Em um movimento rápido, Tereza pegou uma arma, não sei de onde, e apontou pra ele, o fazendo parar instantaneamente. Eu dei uns passos pra trás com um pouco de medo. Eles se encaravam de uma forma estranha. Sam estava quieto do lado do irmão e ao mesmo tempo assustado, talvez penando em como tirará arma das mãos dela.

Tereza tava com os olhos cheios de lágrimas. E com dificuldade disse: 

- Acha que eu pedir isso ? - falou  encarando Dean - Acha que eu queria ser isso ? Eu não pedir pra vim pro mundo, tá legal ? Eu não pedir pra ser um monstro, mais eu sou. Eu admito que as mortes deles foram minha culpa, então eu não preciso de você me lembrando disso.

- Tereza... - disse tentando me manter calma - Abaixa a arma.

- Por que ? - ela perguntou, ainda com a arma erguida, pro Dean - Por que me odeia ? Porque eu não sou nada do que você conhece ? Por que eu sou uma aberração ? - ela chorava, chorava muito - Vamos ver se muda de opinião quando levar um ou dois tiros no meu da fuça.

- Se você atirar nele eu nunca vou te perduar - gritei fazendo ela finalmente me notar. 

Ainda com lágrimas escorrendo pelo seu rosto, ela jogou a arma no chão e andou em direção ao Dean, que até então não falou nada. Parou em sua frente e disse o encarando: 

- Sempre tão perspicaz sobre todos, menos sobre si mesmo.

Ela passou por ele e subiu em cima de uma moto não tão velha, não tão nova.

- A onde vai ? - perguntei. 

- ENCHER A CARA - gritou saindo em disparada. 


(...)


- Qual a parte de que não era pra arranjar briga com ela você não entendeu ? - perguntei brigando com Dean e tava lavando o rosto na pia da cozinha. 

Minha irmã,mesmo bêbada, quebrou a cara dele. Ela é forte, tenho que admitir. 

- A intenção não era essa - disse ele enxugando o rosto com uma toalha.

- Então consertar. 


(...)


Dean tinha ido atrás da Tereza e eu estava sentada na varanda da casa do Bobby e segurava a pasta na mão. Depois da briga eu a encontrei no chão.

- Vai lê ? - perguntou Sam se sentando ao meu lado. 

Sem dizer nada, entreguei para ele que deu uma risada nasal e começou a ler: 

Nome: Constantine Duval Donovan.

Idade: 22.

Diagnóstico: Esquizofrenia. 

Nota do médico: Constantine é uma passiente difícil. Ela chegou dizendo ter visto um demônio e que precisávamos ajuda-lá. Ela também dizia existir quatro pessoas como ela. Apesar de todos os tratamentos, ela ainda continua com sintomas de esquizofrenia muito elevada. 

- Uma ficha de saúde mental ? - perguntei com a testa franzida. Sam também tava confuso - Por que um lobo entregaria isso pra minha irmã ?


Tereza

Mesmo estando do lado de fora, podia ouvir suada de brigas e risadas vindas do bar. 

Eu estava sentada no chão com as costas encostada na moto. O estacionamento onde eu estava, ficava de frente pro bar. Eu era a única pessoa naquele lugar. Mesmo sabendo que é perigoso ficar sozinha, eu queria. Nunca gostei muito de whisky. Só bebia quando achava realmente necessário. 

- Sabe que é perigoso ficar sozinha, não sabe ? - era a voz de Dean.

- Me deixa - falei encostando a cabeça na moto e fechando os olhos. 

Senti ele se sentar do meu lado e suspirei. Minha raiva tinha acabado junto com minhas energias. 

- Pela última vez, me deixa sozinho.

- Não. 

Ainda de olhos fechados eu dei uma risada é disse:

- Por que não ?

- Porque ninguém quer ficar sozinho.

- Eu quero. 

Ficamos em silêncio por um tempo. Tava tão bom que eu até tava quase dormindo. Masi ele quebrou o silêncio: 

- Desculpe. 

Abri os olhos e o encarei. Seu rosto tava um pouco vermelho e com algumas partes roxas. Seu lábio tava cortado e um pouco roxo. Sem avisar, toquei com as pontas dos dedos no seu rosto. Por cima dos hematomas.  Ele pareceu surpreso. Até eu tava surpresa. Sim, eu tava completamente bêbado. Voltei a posição de antes. Com a cabeça encostada na moto e com ps olhos fechados. Me arrependi de surta. Sei que não foi certo. Mais eu tava chateada e bêbada. Essas dias coisas não combinam juntas.

- Desculpe.

Disse sem querer prolongar uma conversa sobre mim e sobre ele completamente desnecessária. Ele pareceu entender que eu queria ficar em silêncio, porque simplesmente ficou também. 



Notas Finais


Tchau, Tchau...


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