História A mangueira de Park Chanyeol - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Chanyeol, D.O
Tags Chansoo, Crack!fic, Pwp, Reino Chansoo
Visualizações 2.481
Palavras 3.610
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Era pra ser uma crackFic.... peço desculpas desde já
Finge que não tem erro e que tá tudo certo

Capítulo 1 - Só curiosidade


Fanfic / Fanfiction A mangueira de Park Chanyeol - Capítulo 1 - Só curiosidade

    Eu dividia o apartamento com KyungSoo a algum tempo e tudo sempre andou em seus conformes, às vezes eu o irritava só pra vê-lo estressado, não tenho culpa se ele aceitou morar comigo, mas é aquele ditado: cada um tem o Park Chanyeol que merece. Mas essa nossa amizade não surgiu do nada foi mais ou menos assim, eu estava no sétimo ano do fundamental e ele no sexto ano. Um dia inventei de chamar uns amigos pra irem dormir lá em casa, e depois de contatar minha mãe e a mãe dos meus amigos nós fomos para minha casa, até ai tudo bem. 

   Eu, Baekhyun, Junmyeon e Jongdae estávamos no meu quarto passando alguns canais tentando escolher alguma coisa que prestasse, porque já tínhamos jogado, comido e tomado banho. Até que Baekhyun - que estava com o controle por dizer que seus dedos eram ótimos para escolher coisas - passou em um filme de terror e disse para assistirmos. Pff… beleza… o caralho, o filme foi assustador só o Baekhyun conseguiu assistir até o final eu fingi que tava tudo bem mas fui ao banheiro rezando a deus e todos os santos que me protegesse. Admito que dormi abraçado com Jongdae, mas falei que era frio porque não queria pagar de mariquinha.

   Mas vocês devem estar pensando “Onde KyungSoo entra nisso?”, ele entra agora. No outro dia quando acordei para ir a escola procurei minha dignidade mas não achei, eu e meus amigos fomos para o inferno chamado escola “numa boa”. Quando o intervalo foi chegando começou a me subir um cagaço de medo que comecei a suar frio. Quando tocou o sinal lembrei da parte do filme que a mulher da cantina usa a menina pra fazer estrogonofe de gente, e o cu até gelou, os brothers vieram perguntar se eu ia pra cantina, neguei dizendo que ia revisar matéria. Foi a mais pura mentira. Quando eles saíram da sala eu fui correndo para o bloco dos alunos do ensino médio atrás de Zhang Yixing o mago que tudo vê e bruxo que tudo sente ou seja, o cara de humanas. Fui atrás dele pra saber o que poderia fazer para tirar aquela coisa ruim e sensação de que alguma coisa estava me seguindo e que iria morrer a qualquer momento. E então ele disse que não mexia com essas coisas de demônios mas me contou que o filho de satanás estudava em nossa escola, e foi assim que conheci KyungSoo. Ele disse para chama-lo de Senhor das Trevas Celestiais ou SatanSoo. E então falou umas palavras em uma língua estranha e disse que o pacto tava feito e que eu deveria ser seu servo para sempre, senão a mulher do filme ia vir atrás de mim e matar toda a minha família na minha frente enquanto eu ouço sertanejo universitário. Preferi aceitar ser amigo do herdeiro do trono do inferno.

   Mas voltando no tempo de agora eu e KyungSoo estamos meio brigados, por quê? Porque em anos de amizade ele nunca me disse que era gay. Como uma pessoa esconde que é gay do melhor amigo? Isso é um absurdo. To chocado, magoado e de mal dele. Mas o que mais me deixa impressionado é que eu sei como funciona o sexo gay - ouvi falar por ai - mas não sei como é por trás das cortinas, como uma pessoa dá a bunda para outra? É estranho, as pessoas usam a bunda para outras coisas tipo sentar e ir ao banheiro, mas não é assim que funciona com os gays, certo? Eu não queria perguntar para KyungSoo ia ser meio vergonhoso então fui pesquisar na internet, claro.

   Se eu pudesse voltar no tempo e não fazer essa pesquisa eu voltaria, e com toda certeza nem cogitaria a hipótese de pesquisar.

   Peguei todo inocente meu celular , entrei no Google e pesquisei na barra de pesquisa “Como se preparar antes do ato sexual gay?”, tudo formal e bem bonitinho para não causar nenhum erro no Google. Obviamente apareceu uns sites pornôs - o que é bem clichê para a internet -, apareceu alguns sites explicando como se preparar para o ato, entrei né. Me senti entrando na fossa com uma pá em mãos para cavar um buraco mais fundo. Quando eu li que chuca era uma das coisas mais importantes de se fazer antes do ato cliquei pra saber o que era, não foi legal. Então quer dizer que a pessoa tem que se lavar por dentro com uma mangueirinha? Não, não, não, me neguei a acreditar naquilo, eu e KyungSoo moramos juntos, usamos o mesmo banheiro, eu uso a mangueirinha pra ficar brincando debaixo do chuveiro, a água de lá é mais quentinha, dá pra jogar água no teto, molhar as paredes, encher a boc-espera, eu coloco a mangueirinha na boca. Joguei o celular na cama e deitei em posição fetal, quer dizer que a mangueirinha que KyungSoo usa pra se lavar para dar a bunda para outros caras é a mesma mangueirinha que eu uso pra encher minha boca com água para brincar embaixo do chuveiro. Não, isso não vai ficar assim.

   Parei de sofrência e me levantei do chão indo em direção à sala onde eu sabia que a Peste estaria.

  - KyungSoo, precisamos conversar. -Falei firme ficando de frente para si que estava sentado no sofá.

   - Fala, Chanyeol. - Me encarou e eu senti a vergonha e raiva subindo pelo meu corpo. Agora toda vez que eu olhasse pra ele ia ser impossível não imagina-lo no banheiro, pelado e com a mangueirinha. Eu sou um monstro.

   - Você é gay. - Ele pegou o controle e desligou a televisão.

  - Agora me conta a novidade. - Levantou uma sobrancelha e ficou me encarando, eu encarava ele sentado no sofá mas só o imaginava pelado no banheiro.

  - Você fica com outros caras. - Falei o óbvio para tentar amenizar o impacto das palavras que rondavam a minha mente.

   - Ah, sério? - Falou em tom de deboche.

   - Como você faz isso? - É normal querer saber como seu melhor amigo faz sexo com outros caras, né? Bem que minha mãe disse que o KyungSoo era uma má influência.

   - C-Chanyeol, não estou te entendendo. - A cara dele foi de espanto, a minha teria sido a mesma se eu não soubesse o que eu realmente queria falar. Minha mente voava entre olhar KyungSoo sentado no sofá com a boca toda suja de sorvete de creme - que eu soube o que era por ele ter deixado o pote em cima do sofá - e entre a minha imaginação muito fértil que às vezes montava flashes de KyungSoo pelado fazendo a tal chuca - que eu não tive coragem de assistir como se faz. Acho que to virando gay.

   - Como você faz sexo com outros caras. É isso que eu quero saber. - Eu já tinha deixado minha heterossexualidade de lado e deixado minha curiosidade tomar conta. Afinal de contas, era só curiosidade.

   - Pra que você quer saber? - Não sei o que me deu mas de um minuto para o outro KyungSoo se tornou uma pessoa muito sexy e sua boca me parecia muito fodivel e beijavel.

   - KyungSoo… nós precisamos transar. - Sentei ao seu lado no sofá e passei minha mão por sua perna, subindo por sua coxa e entrando pela lateral de seu short. Minha visão parecia nublada, a pele dele parecia queimar em contato com a minha e tudo parecia muito gostoso. Pensei que KyungSoo pelo menos fosse me recusar por um tempo, se fazer de difícil, mas me enganei. Assim que minha mão apertou sua coxa com certa força e eu o puxei para mais perto, foi questão de segundos para KyungSoo sentar em meu colo e atacar a minha boca. Minhas mãos subiram por suas pernas e foi para suas costas o puxando para mais perto, era como se eu não tivesse controle do meu corpo, tudo simplesmente acontecia. A boca carnuda e com sabor de sorvete descia pelo meu pescoço deixando chupões que ao mesmo tempo que queimavam aquela região davam fisgadas em meu membro. Senti suas mãos entrando debaixo da minha blusa e tocar minha pele que parecia ferver arranhando do meu peito até a barra da minha calça. Foi impossível não gemer, abri os olhos depois daquela sensação e vi a cara arteira que KyungSoo jogava para mim, mordendo o lábio inferior enquanto subia minha blusa. Assim que tirou aquela peça de roupa, em um movimento muito bem calculado por ele, KyungSoo deu uma rebolada em meu membro que já estava muito mais que duro. Comecei a gemer com o contato e mesmo com a mente quase que desligada comecei a tirar a blusa de KyungSoo, nunca foi tão difícil tirar a roupa de alguém. 

   Engana-se aqueles que acham que a pele de KyungSoo é completamente imaculada, o desgraçado tinha marcas de chupões e mordidas por todo o torço. Pousei minhas mãos em sua cintura para ele parar com os movimentos, porque se continuasse eu não conseguiria falar uma palavra sequer. 

   - E eu pensando que você era santo. - Com uma das mãos em sua cintura o forcei a não se mexer e a outra fui subindo por suas costas até chegar no topo se sua cabeça e puxei seu cabelo para trás fazendo seu pescoço ficar exposto.

   - Fiz questão de esconder isso durante esses anos Channie. - Aproximei meu rosto de seu pescoço e ele tinha o mesmo cheiro do sorvete. - Nossa amizade é muito importante para mim.

   - Se é tão importante assim, por que está se entregando? De onde tirou a certeza de que nossa amizade vai continuar a mesma depois disso? - Falei enquanto distribuía beijos ao longo de seu pescoço que desciam aos pouco e passavam por sua clavícula. Eu podia ouvi-lo gemendo meu nome e coisas ininteligíveis.

   - Sexo é mais importante. 

  - Vai trocar nossa amizade por sexo? - Puxei seus fios com mais força fazendo-o me olhar enquanto esboçava um sorriso de lado. KyungSoo era bem gostoso e eu nunca tinha reparado nisso.

   - Esperei muito tempo pra ter você assim, não vai ser agora que eu vou desistir. Digamos que minhas noitadas com Sehun não me satisfazem mais, gemer seu nome pra ele mesmo sabendo que não é você não tem mais graça. - Então ele usava o amor que Sehun tinha por ele pra fazer esse tipo de coisa? KyungSoo realmente é uma pessoa baixa, em todos os sentidos da palavra. 

   - Já te avisei que o nome daquele pirralho não entra nessa casa. - Eu não gosto de Sehun, e tenho certeza que KyungSoo usou o nome dele pra me deixar puto.

   - Vai fazer o que? Como se sente sabendo que o cara que você odeia já transou com seu melh-

   Calei KyungSoo com um tapa estalado em sua coxa e assim que ele abriu a boca para protestar alguma coisa comecei a beija-lo e me levantei do sofá com suas pernas envoltas em minha cintura. Comecei a apertar sua bunda enquanto sentia meus fios de cabelo sendo puxados e bagunçados. Fui andando às cegas pela casa a procura de algum cômodo para dar estabilidade ao ato. Prensei KyungSoo na parede para poder ajeita-lo melhor em meu corpo, soltei seus lábios dos meus beijos para podermos respirar um pouco e o rosto de KyungSoo vermelho, ofegante e mordendo o lábio só fez meu tesão aumentar ainda mais. Senti seus lábios em meu pescoço e antes que minhas forças acabasse voltei a andar, avistei uma porta e abri. Se não fosse minha falta de ar pelos beijos trocados anteriormente eu teria soltado uma gargalhada irônica ao perceber que havíamos entrado no banheiro. Fechei a porta com o próprio corpo de KyungSoo, olhei para a pia e passei o braço por ela jogando todos os objetos que tinham sobre ela no chão, sentei KyungSoo na pia e comecei a beijar seu corpo de forma eufórica. Suas mãos agarravam a pele dos meus braços me puxando para mais perto me deixando entre suas pernas, dava para sentir os rastros que suas unhas deixavam em minhas costas. Parei de beija-lo e foquei em tirar o restante das minhas roupas, KyungSoo desceu da pia e ficou de pé tirando também suas peças de roupas. Quando tirei minha cueca pude sentir um gemido preso em minha garganta de alívio, gemido esse que logo foi colocado pra fora quando senti a boca de KyungSoo me chupando deliciosamente, ele me pegou tão desprevenido que meu corpo amoleceu e tive que procurar estabilidade na porta atrás de mim onde acabei por apoiar meu corpo. 

   KyungSoo não media ousadia, sua boca fazia um vai e vem frenético, eu não sabia se me concentrava em olhar sua boca engolindo todo meu pau ou na sensação do meu pênis tocar sua garganta, olhei para baixo e pude ver seus olhos se encontrando com os meus, aquela visão era demais pra mim, joguei minha cabeça para trás fazendo um baque soar pelo cômodo, levei uma de minhas mãos para meu próprio cabelo os puxando por puro tesão acumulado - eu tava praticamente transando com meu melhor amigo -, tirei a mão de meus cabelos e levei aos olhos tampando meu rosto porque era visível como meus olhos rolavam em prazer. Minha garganta estava praticamente seca de tantos gemidos que saíam por ela, KyungSoo parecia incansável e isso era muito gostoso. Em um certo momento minha vontade de gozar foi maior que qualquer coisa então segurei os cabelos de KyungSoo e comecei a ditar os movimentos da forma que eu queria. Besta fui eu em achar que KyungSoo ia me deixar ditar os movimentos, com uma sugada em minha glande ele me fez dar um grito e acabou por se levantar e me beijar novamente. Tudo aquilo tinha virado uma loucura.

   - Quer acabar por aqui Channie? - Perguntou rente ao meu ouvido, sugando o lóbulo da minha orelha. 

   - Não gosto de deixar as coisas pela metade. - Peguei em seu braço e o afastei, qualquer toque me fazia arrepiar e eu realmente queria ir até o final.

   - Se você deixar pela metade podemos completar depois, uhm? - Tirou minha mão de seu braço e começou a me empurrar até que eu caísse sentado na tampa da privada.

   - Quando fazemos direito é mais provável que o cliente volte. - Falei o observando, o olhando comecei a refletir em como eu ainda não o tinha pegado, KyungSoo com certeza era um mau caminho, minha mãe percebeu antes do que eu que minha carne é fraca. 

   KyungSoo foi se aproximando e apoiou as mãos em meus ombros enquanto me encarava nos olhos.

   - Fica tranquilo, ok? - Ele falou e se abaixou um pouco para deixar um selar em minha boca.

   Quando tentei capturar seus lábios de novo para começar mais um beijo ele se afastou com um sorriso no rosto, assim que senti sua mão na base do meu membro soltei um gemido de necessidade por mais toques, fechei os olhos e antes de abrir-los senti KyungSoo sentar com tudo em meu colo fazendo meu pênis se enterrar em si de uma vez. Minha cabeça começou a rodar, minha boca se abriu mas não saía nada, tava tão gostoso que eu não sabia como me expressar, senti a cabeça de KyungSoo se apoiar em meu ombro e foi quando se passou por minha cabeça que aquilo podia estar doendo.

   - Tudo bem, Kyung? - Fui me sentar melhor para lhe confortar mas acabou que eu acabei sentindo a entrada apertada de KyungSoo me expulsando e eu acabei ficando sem reação de novo.

   - Tá tudo bem, digamos que eu já estava pronto. Fica quieto só um tempinho, uhm? - Me olhou e eu assenti com a cabeça.

   Depois de algum tempo parados KyungSoo começou a se mover de cima para baixo, e como era gostoso senti-lo daquela forma quente e apertada. Seus gemidos começaram a aumentar de tom conforme o ritmo aumentava, sua respiração batendo em meu pescoço era uma das sensações que me fazia delirar. Segurei em sua cintura e comecei a ajudar nos movimentos, seu corpo ia para baixo e eu impulsionava o meu para cima fazendo nossas peles se chocar com brutalidade e um som excitante reverberar pelo banheiro. KyungSoo, gemia meu nome de forma manhosa e sexy ao mesmo tempo, meus ombros ardiam pelas mordidas e arranhões que ele deixava. Eu sentia que poderia gozar só de ouvi-lo gemer meu nome, mas a vontade de continuar com aquela sensação era maior, eu queria que aquilo nunca acabasse, que seus gemidos, mordidas, arranhões, a temperatura de seu corpo, aquilo não podia acabar tão rápido.

   - C-Channie… me toca. - Foi assim que percebi a necessidade que KyungSoo tinha, comecei a masturba-lo com rapidez só pra ver seus olhos revirar em prazer e sua boca deixar escapar mais gemidos. Os estímulos em ambos os lugares fez com que KyungSoo gozasse primeiro com um longo gemido e uma mordida em meu maxilar. Mas mesmo assim ele continuou a cavalgar em meu colo com sua entrada contraída o que me fez gozar logo depois, deixando um quase grito escapar. Eu me sentia como se tivesse acabado de correr uma maratona corpo suado e dolorido. KyungSoo estava vermelho, com mais marcas do que antes e ofegante, só com essa cena eu já poderia começar isso tudo de novo. 

   Depois de um tempo ele se levantou e eu soltei um gemido pelo ato repentino, continuei sentado pensando na vida enquanto o via ir em direção ao box para tomar banho. Enquanto ouvia a água caindo fui pensar no que eu tinha feito. 

   - Fala, Chanyeol. - Ouvi KyungSoo dizer enquanto ainda tomava banho. - Para estar calado assim só pode ser porque quer falar alguma coisa.

   - Cara… como a gente acabou assim? - Minha mente voltava a funcionar e tudo parecia estranho.

   - Você e sua curiosidade, eu apenas sanei ela, nada mais. - Eu podia sentir o cheiro do shampoo de pêssego.

   - Acho que sou gay. Querer isso de novo é ser gay, né? - Eu realmente preciso rever meus conceitos.

   - Não necessariamente.

   - Mas também não sou hetero.

   - Isso é verdade.

   - Mas e se eu quiser fazer isso só com você e não sentir nada por outros cara?

   - Ai você vai ser apaixonado por mim. Agora me dá a toalha. - Me levantei e peguei uma toalha que estava pendurada.

   - Mas você também é apaixonado por mim, você disse que esperou por esse momento. - Falei enquanto o seguia pela casa em direção ao seu quarto, eu podia sentir um vento gelado bater no meu corpo pelado.

   - Quê? Não, eu não sou apaixonado por você. - Falou assim que entramos em seu quarto e ele começou a se trocar.

   - Como assim? - Disse que não ia ser trouxa, fui trouxa.

   - Chanyeol, pensa comigo. Eu sou gay e moro com um cara bem gostoso que vive andando por aí seminu e que eu conheço muito bem. Sou um cara com necessidades e uma delas é um tesão muito grande que eu tenho por caras tipo você alto, bonitos, voz rouca e que pagam de hetero.

   - Então quer dizer que eu coloco a mangueirinha do chuveiro que você usa pra fazer a chuca na boca e nem uma paixonite recíproca eu ganho? - Eu estava indignado, passei por tantas coisas em um só dia pra não conseguir nem um segundo round? Pilantragem.

   - De onde você tirou isso? - Ele se virou pra mim já totalmente vestido, o que eu achei uma pena, e se sentou na cama.

   - Da internet. - Era óbvio.

   - Para de ver essas coisas. Pra quê você tava vendo isso?

   - Curiosidade.

   - Então quer dizer que sua curiosidade sobre chuca te fez seguir o caminho para o vale dos homossexuais?

   - Espera, eu não posso mais falar com você. 

   - Ué, por quê?

   - Transamos, nossa amizade não é a mesma. - Fazer a amizade ser difícil.

   - O que você quer? - Perguntou rolando os olhos.

   - Uma amizade com benéfico. - Acho bem justo.

 - Quando eu voltar penso no seu caso. - Falou enquanto borrifava perfume em si.

   - Onde vai? - Perguntei meio confuso.

  - Sair com o Sehun. - Se virou para mim e me mandou uma piscadela, sem vergonha. Quando eu ia abrir minha boca para falar algo ele me deu um selinho. - Vou pensar na sua proposta com carinho só porque nossa amizade é longa. Agora eu já vou porque Sehun deve estar me esperando, fica tranquilo que dessa vez eu vou gemer o nome dele mas vai ser pensando em você. Uma homenagem, uhm? - E saiu andando rebolando aquela bunda gostosa.

   Fui para o quarto frustrado e peguei meu celular, entrei no Google e pesquisei “qual a melhor posição para foder alguém quando se está com raiva?”, o Google que se vire eu quero é respostas. KyungSoo que me aguarde porque de acordo com o Google, vai ser de quatro.

 

 


Notas Finais


Era pra ser uma fic que expressa como um amigo se sentiria traído ao saber que seu melhor amigo é gay e nunca contou e a frustração ao saber que ele coloca na boca a mangueirinha que o amigo coloca na bunda... Pra quem não entendeu era pra ser isso.
🌚Sorry, Sorry, Sorry, Sorry🌝


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