História A Mansão 2 - Interativa - Capítulo 22


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Fanfic Interativa, Fic Interativa, Interativa, Investigação, Mansão, Mistério, Morte, Sequestro, Suspense, Terror, Trilogia
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Palavras 3.388
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, FemmeSlash, Festa, Ficção, Hentai, Lemon, Luta, Mistério, Orange, Policial, Romance e Novela, Slash, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Olá! Sábado chegou, e isso significa: cap novo!
TW[gatilho] Suicídio.

Boa Leitura

Apreciem

Capítulo 22 - Deem as Boas-Vindas


Fanfic / Fanfiction A Mansão 2 - Interativa - Capítulo 22 - Deem as Boas-Vindas

Deem as Boas Vindas

O sangue pingava, gota por gota, enchendo a taça, o vermelho manchando o vidro transparente, deixando-o rosado. Ele chacoalha a taça num movimento circular, aproxima do nariz, sentindo o cheiro metálico. Theo Cooper.

Tadeu estremeceu, preso a cadeira, seu sangue pingando na taça de seu pai, ele sorriu, um sorriso maligno, que transformou num riso, o riso dele. Seu pai virou o anfitrião rindo alegre. Ele bebeu o sangue, e de repente era ele uma espécie de drácula a sugar seu sangue, até sua pele empalidecer. Sentindo tudo esvair, seu copo gelar...

Num sobressalto, Tadeu acordou, o quarto estava frio, e ele sentiu-se sozinho, Lev havia sumido... Ele temeu isso, mas não imaginava ser verdade, sua boca estava seca, e sentia que tinha alguma meleca grudada em seu rosto, raspou a unha sobre a casca seca sobre a sua pele facial, e saiu o vermelho, foi um lampejo e a lembrança do dia anterior voltou a mente. Recolheu sua garrafinha de água, bebeu um gole, jogou parte no lençol da cama, que usava de cobertor, e esfregou no rosto, raspando todo o sangue seco do mesmo. Saiu da cama devagar, sentindo seu estomago dolorido, devagar andou até a sala, onde começou a ouvir lamentos e um choro descontrolado. Chegou mais perto, vendo:

Megan e Yami abraçando um descontrolado Willow choroso. O menino lamentava e choramingava em nome de Michelangelo. As garotas acariciavam seus cabelos, passando as mãos nas suas costas, tentando acalma-lo a todo custo, Stacey parecia aflita, pensativa, olhando para os lados, a menina parecia a que mais decaia mentalmente ali, parecia uma louca, magricela como uma vara e os cabelos castanhos bagunçados e sujos, enormes quase encobrindo o rosto miúdo. Megan mesmo em luto pela recém descoberta da execução do pai, deixou-o de lado e reconfortou o outro.

Agnes abraçava uma Kimmy também chorosa, Kimberly Gilphy segurava a mão de Will. Tadeu não compreendeu o que acontecia. Aproximou se de Natalie que estava na entrada do corredor, apoiada na parede.

- O que aconteceu? – Quis saber.

- Michelangelo suicidou-se. – Ela falou baixo, apenas para ele ouvir. A pessoa mais contende e otimista... havia se suicidado? A pessoa que sorria e dizia todos os dias “vai ficar tudo bem, vamos sair daqui” que no pior dos momentos, passando fome dizia que “vamos sobreviver a isso”, mesmo depois de Lazuli, ainda disse que “Seriamos forte para não acontecer isso novamente”

- Como... – Tadeu perguntou aflito, imaginando o menino de cabelos enroladinhos como a de um anjo, e os olhos azuis alegres e amistosos poderia ter tirado sua vida.

- Ele se enforcou. – A voz dela era embargada. Ela pousou a mão no coração, respirando pesadamente. – Com o lençol na porta de saída do banker. – Ela fez uma pausa fazendo uma careta. – Kim, Lev estão lá... – Tadeu assentiu, eles costumavam resolver as coisas, junto de Morgana com frequência, mas ela ainda não havia sido vista. Tadeu voltou a olhar Natalie, pálida, parecia sentir dor.

- Está tudo bem, Naty?

- Só um pouco de dor... – Sorriu fraco. A mão ainda sobre o peito, seu coração fraco, já não suportaria algo como isso novamente, ela sabia, tinha que se manter calma, tranquila.

Passara-se mais alguns minutos, as meninas arrastaram Will para o quarto, Kimmy foi junto, Agnes ficou, Stacey cochichou algo pensativa. Daniel acordou, e juntou-se a sala, sabendo tão cedo que ocorrera, ficando chocado, lamentando foi até o banheiro onde ficou. Caleb ficou abatido ao saber, assim que levantou, Alan ficou quieto, todos permaneceram apáticos, e silenciosos durante uns vinte minutos.

Kimberly O’Hara surgiu pelo corredor abatida, olhos molhados e vermelhos, logo atrás Lev.

- Demorou... mas conseguimos desfazer os nós... – ela começou com a voz baixa e tristonha. – Acho que ele morreu por asfixia, não há coluna quebrada... ele deve ter tentado se soltar, tem alguns arranhões na nuca, e suas unhas estão machucadas... – Ela disse, Alan se prontificou e permitiu a moça chorar em seus braços. Lev passou pela sala direto ao corredor de quartos, ignorando Tadeu.

Lev caminhou até o quarto de Morgana, ainda comovido com a estória e situação da mulher, ela era uma boa companhia.

- Você está bem? – Perguntou casualmente, ela estava escondida nas cobertas.

- Não precisa sentir piedade de mim, já agradeci, pode ir... – Ela falou rudemente. Foi um sinal para não se intrometer, imaginava que isso era complicado, no seu ramo encontrara bons criminosos, e tinha um grupo considerável de traficantes e usuários de drogas como Morgana.  Muitos ali sem rumo, afundando no mundo obscuro e quase sempre sem volta.

Porém sabia que Morgana não deixaria afundar, ela tinha um marido, uma casa e um trabalho. Era uma mulher encantadora, serena, as vezes assombrosa. Ele se levantou e saiu, deixá-la-ia em paz. No corredor, viu Tadeu, ele cometera um erro, mas não deixaria se entregar nisso. Ele tinha uma vida lá fora, e se saíssem vivos, já que tinham chances de morrer terrivelmente, não permitiria levar Tadeu para essa sua vida, era melhor fingir que não aconteceu, e ignorar. Passou reto pelo rapaz, sentindo os olhos dele queimar suas costas.

 

Thomas vomitava a muito tempo, Naty estava preocupado, os ferimentos de Thomas pioravam, ele estava inchado, mal conseguia falar, a voz rouca e nasalada. Com agua, Natalie limpou as feridas e fez o que pode.

- Estou Morrendo. – Thomas disse. – Eu sei que estou... – Seu estomago doía, mal sentia a sua face dolorida, sua respiração era dolorosa e muito escassa.

- Estou fazendo o que posso. – Naty disse terminando o curativo. – Você fez isso a si mesmo. – Thomas sabia que era verdade, estar morrendo era culpa sua, mas é claro, também de quem os pusera lá, e ele cairá na armadilha maravilhosamente.

- Sim... eu sei. – Admitiu, talvez pudesse tirar sua própria vida como Michelangelo? Enforcar-se com um lençol? Como se lesse seus pensamentos, Natalie fizera uma carte em desaprovação.

- Não! Não pode desistir! – Natalie cruzou os braços, se exaltando em preocupação com mais um suicídio, seu coração doeu, fez uma careta.

- Que adianta, vou morrer mesmo! – Gritou como pode sua garganta arranhando dolorosamente.

- Ao menos tente ser positivo! Podemos ser resgatados! – Naty falou tentando enganar não só ele, mas a si própria.

- Está falando como ele, Michelangelo – Thomas olhou. – Veja só onde o positivismo dele o levou! – Naty não comentou, guardou os lenços e flanelas e saiu do quarto.

 

A noite chegou novamente, o silencio era incomodo, ninguém comentava nada, o copo de Mickey estava jazido em frente a escada da saída do banker. Num silencio mutuo, cada qual pensou um “Boa Noite” e foi ao seu quarto, as portas fecharam-se em sincronia.

Souberam o momento exato que a porta do banker foi aberta, o silencio em que estava era possível ouvir o bater das asas de uma borboleta. Will ouviu tudo, a porta por fim fechar, e o silencio voltar, levantou da sua cama, a passos leves, sem fazem som, saiu do quarto, abrindo a porta lentamente para não ranger, caminhando nas pontas dos pés, colocando leve e vagarosamente os pés na madeira gasta.

Caminhou até as escadas, onde seu recém novo amado havia morrido. Suicidado. O corredor escuro, a tristeza impregnada ali, ele sentia a dor, o sofrimento e desistência. Sobre as escadas viu algo brilhar. Aproximou-se subindo os dois primeiros degraus. Uma lamina reluzente e limpa, estreita e afiada, parecia que se cortaria só de olhar.

Tocou o objeto com as pontas dos dedos, recolhendo-o em suas mãos. Era um recado, ele sabia o que tinha que fazer. Seria certo ele cegamente fazer o que outro alguém desejasse? Controlando sua vida dessa maneira? Mas de que adiantava viver mais, se não estivesse com ele?

Will andou de volta para o corredor, adentrou o banheiro, sentindo seu estomago revirar. O cheiro putrificado do sangue que sairá do chuveiro, a banheira tinha uma fina camada viscosa vermelha ao fundo. Will suspirou olhando mais uma vez a lamina sobre os dedos. Entrou na banheira. Ligou o chuveiro, deixando água, agora normal, escorrer. Enchendo a banheira e levando embora o vermelho.

Sentando na banheira, após desligar o chuveiro, suas roupas encharcadas, arregaçou a manga da sua blusa, entendeu os pulsos. Pressionou levemente a lamina no braço esquerdo, afundando devagar, segurando um lamento de dor. Afundou, o sangue aflorou e deslizou pelo pulso, pingando na água. Deslizou a lamina até um corte de uns dez centímetros se formasse no braço magrelo. O sangue escorria em abundancia, escarlate e grosso, o cheiro metálico invadindo suas narinas, lembrando-se do temível almoço...

Com a mão esquerda tremula, fez o corte semelhante no braço esquerdo, a lamina caiu no chão tinindo, Will sentia espasmos, e o frio chegando, o seu corpo fraco, o sangue a esvair. Deixando os braços sob a água, esperando sua hora chegar. Os olhos ficaram cansados, os pulsos latejavam e agua vermelha ficava. Will desistiu. Deixou-se levar.

Não havia escapatória daqui os piores dias da sua vida, estavam apenas começando, ele sabia, porém, agora acabaram-se por fim, não necessitaria mais enfrentar o pai...A única coisa que lhe doía o coração em remorso, era pensar em sua avó, que o cuidara e amara com todo o coração.

- Adeus... – disse no silencio do banheiro, a voz já fraca, o rosto pálido. Fechou os olhos. Seu corpo sem vida, enrijeceu, afundando na agua, os cabelos loirinhos em cachos angelicais desmancharam-se e se tingiram de uma tonalidade rosada, devido ao vermelho da água, a mesma transbordou e vazou umedecendo o chão, levando com sigo o sangue que sujava a lamina. Willow Martin Ridley estava morto.

 

Tudo se repetira, o corpo foi examinado, tirado da banheira, limpo e encoberto por um lençol, deixado a frente da escadaria.

- Quando isso vai acabar! – Kimmy Gilphy lamentou, chorosa, mais magra do que antes, seu corpo fraco. – Não aguento mais... – Ela chorou. Em lagrimas contidas ao seu lado Agnes, A mesma a abraçou e juntas choraram.

Calebe estava aflito, todo o suicídio e todas as recentes mortes.... Já foram quatro.... Quem seriam os próximos... Alan ao seu lado apertou seu ombro.

- Aguentaremos até o final? – Alan questionou com um tom triste. – Acabaremos todos assim? – Perguntou. – Não somos fortes o suficiente, eles sabem, uma hora ou outra, mataremos a nós mesmos. Seremos os próximos.

- Alan...Isso só piora.... Não está ajudando! – Caleb se enfureceu.

- Estou sendo realista! – Disse. – Você acha que se apegar a alguém, como Maggie te manterá vivo? Veja esses dois... – Relembrou de Mickey e Will. – Caleb esse é um voo sem volta para o inferno.

 

Morgana sairá de seu quarto. Vestindo um vestido longo, e não justo, estava muito magra. A noite sonhara com Mark e Alison Bell, ela não gostava de lembrar do que costumava fazer, do que costumava ser.... Ele usara aquele nome que não mais lhe pertencia. Lembrara do homem sádico, apenas por centésimos, Bell, fora um dos ricos com que saia, e fazia coisas estranhas com ela. Balançou a cabeça tentando esquecer. Mark surgiu na esquina para a cozinha com uma feição que dizia “Você pode tentar, mas não irá esquecer”. 

Abriu a geladeira, vazia ainda, depois de tudo... nem sabia se conseguiria comer novamente, ela bebera sangue ao vinho... sentia o toque dele ainda sobre si, sentia-se enjoada! O toque foi sentido no ombro, Morgana pulou assustada se afastando.

- Desculpa me intrometer, Morgana, só queria saber se estava bem. – Lev falou calmamente.

- Obrigado.... Estou bem... – Disse com o olhar baixo.

- Achei isso no banheiro – Estendeu mão mostrando um potinho baixo e gordinho de vidro. – Peguei antes que outro fizesse, para não lhe façam perguntas incomodas. – Morgana recolheu o potinho com pílulas como se aquilo fosse sua vida.  – Acho que deixaram para você ontem.

- Obrigado agradeceu. – Sorriu desta vez, estava tanto tempo sem os hormônios que era difícil se olhar no espelho sem temer. Ela teria de se reprogramar agora com suas capsulas. Lev assentiu se afastando.

 

Tadeu estava receoso, Lev não falava com ele, era como se nada tivesse acontecido, e isso doeu. Mas não iria atrás, era estupidez. Faria o mesmo fingiria que não se importava e que nada tivesse acontecido.  Foi o que ele disse a Ticcy.

Stacey o fitou curiosa, Tadeu tinha certeza que ela não estava bem mentalmente.

- Por que você gosta dele? Ele é tão mal... Sabia que ele é um assassino? – Stacey disse como se não se importasse.

- O que? Como assim!? – Tadeu perguntou fitando a garota.

- Meu pai é empresário... Eu lembro que uma vez, ele estava com problemas com uns caras... Ele disse que “Deveriam mandar o Belikov limpar a área”. – Ticcy disse enrolando uma mecha ensebada de cabelo nos dedos finos. – Reconheci o nome do almoço... com o anfitrião... - Tadeu engoliu em seco, ele não gostou da nova informação.

“Entrem em seus quartos” – A voz robótica voltou de repente.

...

 

Os aplausos eram ouvidos, se aproximavam, fazendo conjunto com os saltos batendo no chão.

- Bravo, Hannah! – Meredith falou animada. – Acertou o alvo no meio todas as vezes! – Ela se animou.

- Bem, estou sendo treinada pelos melhores. – Disse dando de ombros.

- Como foi com Theo Cooper? – Meredith falou curiosa, ela gostava da Hannah, teria sido a filha perfeita...

- Bem ele falou da mirabolante estória sobre como “enganou” Montgomery, saiu da mira da polícia, FBI, CIA e publicou um livro fingindo-se inocente. – Hannah comentou. – Achei interessante, temi por um momento que ele estaria me enganando em alguns momentos, ele é muito bom!

- Oh! Ha, há, há – Meredith riu sarcástica. – Ele é! – As duas caminharam de volta ao grande escritório sala de visitas da matriarca Pourpouse. – Ela logo estará aqui, foram duas semanas produtivas. Estou orgulhosa....

- Senhora! – Uma mulher entrou interrompendo. – Sua informante H.L acabou de enviar uma mensagem.

- Diga! – Meredith disse massageando as têmporas.

- Katherine está com Joanna. Lawrence perdeu o contato com Okumurra.

- Isso é ruim, eles já chegaram muito perto! – Meredith tremeu. – Hannah, espere aqui, Srta. M, irá chegar muito em breve. – Disse a mulher. – Até mais. - Meredith sumiu no corredor, e Hanna ficou a sós. Demorou alguns minutos para sua empregadora louca surgiu.

- Hanninha! – Disse sorridente. – É hoje! Hoje o nosso dia! – Ela deu palminhas animada. – Vamos, o carro nos espera, aliás, onde está velha?

- Saiu, parece que uma Kethryn... está com Joanne? – Não prestara muita atenção.

- Hm, ok, vamos. – No carro, com Dr. Carter eles chegaram a um lindo porta-helicóptero, moderno e muito sofisticado. Adentraram o helicóptero e decolaram. Do céu podiam ver o mar, oceano pacifico, era magnifico.

- Ali! – Apontou Dr. Carter. – A ilha de meu pai, ilha Montgomery, fica entre o leste do continente americano e ao oeste da Oceania. Bem ao centro! – Ele apontava, Hannah estava encantada, era uma bela imensidão azul.

- A mansão não virou casa de eventos? – Falou quase gritando devido ao vento.

- Sim, isso não significa, que mesmo que minha meia-irmã seja a principal herdeira, eu não tenha direito a nada, num acordo com a Evenence Events, teria total direito de usar o subsolo como desejasse. – Carter falou sério.

- Quando Megan Montgomery anunciou o leilão, tinha que ter a mansão para recria-la! – A fã falou sorrindo. - Com a ajuda de Carter, fizemos um acordo com a Evenence, o dinheiro que eles usaram para comprar, e que usam para pagar os impostos da ilha, são das Famílias. Financiam tudo isso!

- Foi assim que pegaram os prisioneiros? – Hannah estava curiosa com a estória. Era loucura.

- Sim. – A fã respondeu orgulhosa. – A festa era a nossa isca! Apesar de que alguns nós pegamos aleatoriamente, – riu. – nós pegamos cada um deles após vigia-los e meticulosamente escolhe-los, infelizmente nem todos estavam dispostos a surgir na festa da mansão. Caçamo-los onde é que estivessem! – Ela riu feliz.

- Você disse que teriam mais!? – Hannah lembrou.

- Sim, na primeira mansão, seis novos prisioneiros entraram depois dos dezoitos primeiros. Você é o número seis...

- Somos referências aos anteriores? – Hannah voltou a olhar para a sua empregadora.

- Sim, - admitiu. – cada Um é uma lembrança de alguém.... Por isso tem uns que independente do que houver, não pode matar!

- Quem seriam eles? – Hannah perguntou, não poderia cometer erros.

- Thomas, Morgana... - Disse relutante.

- Te lembram alguém? – Carter finalmente falou, especulando, A fã baixou a cabeça culpada.

- Lembram a quem? – Hannah perguntou curiosa, sua empregadora estava fraquejando.

- Meus pais... – Admitiu baixo. Hannah olhou sem entender.

- Como? Foi a dez anos atrás! Você tem vinte cinco anos! – Hannah não entendeu. Carter arregalou os olhos notando a perspicácia da assassina.

- Você ainda não falou a Hannah como pegamos os novos! – Carter trocou de assunto, e Hannah compreendeu que não deveria falar sobre isso.

- Sim... bem, nós os escolhemos premeditadamente como os outros. Mas fizemos ao estilo Navio Wonsp! Num concurso pequeno, numa casa de eventos da Evenence perto de cada um deles, ganhar um convite vip para a Evenence mais perto de você? Foi fácil, entrada Vip na Evenence? Quem não iria!?

O helicóptero posou nos fundos da Mansão. Desceram e caminharam para dentro do local pela porta da frente, após circundar a enorme casa. Entraram sem mais ou menos. O hall era como sempre, aberto, de um lado a cozinha e bar, e do outro a linda escadaria reformada, com o lindo tapete vermelho, a fã tinha feições saudosas. Caminharam para uma portinha ao pé da escada.

- Acham que aqui é um armário que não é utilizado. – Abriu a porta revelando um corredor estreito a seguir-se pela parede, dando a uma outra portinha.

- Eles já estão nos quartos. – Carter conferia as câmeras de vigilância através do seu tablete.  – Eles acham que é mais um desafio. – Riu pesaroso.

- Onde estão os outros? – A fã perguntou.

- A caminho. – Demorou pouco mais de dois minutos e homens encapuzados segurando pessoas chegaram, eles estavam com olhos vendados, assim como bocas e ouvidos com tampões, braços e pernas amarrados. – Eles não ouvem, ou veem, ou podem gritar, estão presos com cordas, terá de ficar assim também. – Carter disse. Um outro homem encapuzado o fez em Hannah.

- Alguma pergunta, Hannah, antes de tapar sua boca? – A fã perguntou.

- Sim, tem uma criança aqui! – Gritou olhando ao miúdo garoto nos braços de um dos capangas de sua empregadora.

- Não precisa matar ele, - ela disse calma. – É só um lembrete. – Sorriu, Hannah não compreendeu, sua boca foi coberta por uma mordaça. – Lembre-se, Hanninha, não mate Thomas, ou Morgana, o resto decida-se o que faz. – Sorriu. Antes que colocassem os tampões nos ouvidos de Hannah, Carter lembrou:

- Não pode matar Tadeu. – Hannah curvou as sobrancelhas.

- Grr! – Resmungou a fã.

- Fazia parte do acordo, Tadeu fica vivo! – Carter lembrou.

- Não mate Tadeu. – A fã falou para Hannah insatisfeita. – Ele é filho do Theo Cooper, não o deixe morrer. Caso Morgana ou Thomas morram sozinhos, não há problemas. Simples, entendeu? – Hannah assentiu, os tampões foram postos, seus olhos vendados. Sentia-se horrível, como se não conhecesse mais o mundo que vivia.

Assim como os outros. Foi arrastada pelo estreito corredor claustrofóbico. Uma porta abriu-se, e de uma escada foram quase que jogados! Deixados sobre a mesma, cambaleando quase caindo desceram-na, uma porta fechou e eles ficaram parados sem fazer nada. Presos, imóveis, com dor, e com medo. E Hannah temeu ter sido enganada, porém, tinha uma arma e balas suficientes, facas entre outros escondidos em sua roupa. Faria seu trabalho.

 

Nos quartos, presos sem muito entender o que ocorria, mas completamente em acordo por obedecer.

“Deem as boas-vindas aos seus novos amigos! ” – A voz robótica falou. “Podem sair

Saíram de seus quartos com mais pressa do que deveriam, correndo a sala, em seguida para a escadaria. Seis pessoas amaradas e amordaçadas caídas ao chão.

- Há uma criança! – Morgana falou preocupada, se aproximando indo soltar cada um deles. Quatro morreram, e seis substituiriam.

...

Das câmeras Carter via tudo, ao seu lado a fã de seu pai:

- Na primeira mansão havia uma chave para desvendar o mistério da mansão... – Carter começou. – Era Megan, a filha perdida, uma reconciliação, mas agora, a resposta é outra, é criança, não é? – Carter questionou, silencio. – Você é a chave. – A fã o fitou em silencio, Carter entendeu agora.


Notas Finais


Nem todos são fortes o suficiente, as vezes vivendo a margem, com o copinho d’agua quase transbordando, bastou um mínima gota e tudo desabada! A última gota d‘agua para Will foi a morte de Mickey... #RIP_Willow

Agora após 4 mortes, 6 irão substituir, o que será que acontecera? Sendo um dele Hannah Mars, assassina que tem como tarefa causar o caos, e mata-los e fazê-los se matar (uns aos outros)

Deixe me saber o que acha. Sua opinião e críticas construtivas são sempre bem-vinda!

Aparência dos personagens [ATUALIZADA]: https://spiritfanfics.com/jornais/a-mansao-2-9509097

Next cap QUARTA-FEIRA, bye


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