História A Marca - Interativa - Capítulo 10


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Categorias House of Night
Personagens Personagens Originais
Exibições 23
Palavras 1.179
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Fantasia, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Ola... quem ai sentiu a minha falta?
Estou aqui pra dizer que quase não apareço, ou seja, ia da uma sumida, devido a semana passada ter deixado o meu pendrive na copiadora onde imprimir fatura e currículo (sim, eu ainda estou a procura de trabalho). A minha sorte é que logo que dei falta mandei um email para o local e eles prometeram guardar o objeto para a minha pessoa.
Sendo assim, era pra ontem eu ter feito uma publicação, mas devido a ser o ultimo dia que fico com minha tia-avó, minha outra tia me levou para um passeio de despedida. Enfim, espero que possam compreender a minha ausência.

Capítulo 10 - 09


Fanfic / Fanfiction A Marca - Interativa - Capítulo 10 - 09

Achei o caminho para a aula de Literatura sozinha. Tá certo que a aula era do lado da saleta de minha tutora, e Alta Sacerdotisa, mas ainda sim, eu me senti um pouco mais confiante quando não tive que pedir para ser levada até lá como a idiota da garota nova.

- Lyra! Guardei um lugar para você. _Kai gritou no instante em que cheguei a sala de aula.

Ele estava sentado e praticamente estava pulando de excitação. O mesmo por sua vez, parecia muito feliz, o que me fez sorrir.

- Oi. _Eu sentei e sorri agradecida.

- Pronta para o primeiro dia?

- Sim.

Queria dizer mais, mas então um sino tocou e o som de conversas sobre a sala morreu quando Susan entrou na sala. Ela estava usando uma saia longa preta dividia no lado para mostrar uma bota linda, e um suéter púrpuro. Sobre o seio esquerdo, bordado em prata, estava a imagem da deusa com os braços levantados, colocados na lua crescente. O cabelo castanho dela estava puxado para trás em uma intricada trança. As várias e delicadas ondas de tatuagem que emolduravam o rosto dela a fazia parecer uma antiga princesa guerreira. Ela sorriu para nós, e eu pude perceber que a turma toda estava tão presa quanto eu pela atenção poderosa dela.

— Boa noite! Eu estava ansiosa para começar essa unidade. Mergulhai na rica sociologia das Amazonas é um dos meus tópicos favoritos. — Ela apontou para mim. — É uma excelente hora para Lyra Corelly se juntar a nós. Eu sou a mentora de Lyra, então espero que meus alunos deem boas vindas a ela. Kai, você pode, por favor, pegar um livro para ela? O armário dela é do lado do seu. Enquanto você explica nosso sistema de armários, quero que o resto de vocês pensem sobre as noções pré-concebidas que vocês tem sobre as antigas vampiras guerreiras conhecidas como Amazonas.

O tipo barulho de papel e sussurro de alunos começou quando Kai me levou para o fim da sala onde estavam os armários. Ele abriu o que tinha o número “10” em prata. O armário continha prateleiras cheias de livros e suplementos.

— Na House of Night não há armários como os das escolas normais. Aqui, o primeiro período é nossa sala de preparação e cada um de nós tem um armário. A sala sempre estará aberta, então se você vier aqui para pegar livros e etc, como se você estivesse indo para o seu armário. Aqui está o seu livro de sociologia.

Ele me deu um livro grosso com capa de couro com a silhueta da deusa estampada na capa junto com o titulo, Sociologia Vampira 101. Eu peguei o caderno e algumas canetas. Quando fechei a porta do armário eu hesitei.

— Não tem uma fechadura ou algo assim?

— Não. — Kai baixou a voz. — Eles não precisam de fechaduras aqui. Se alguém roubar algo, os vampiros vão saber.

Nós nos sentamos e eu comecei a escrever sobre a única coisa que eu sabia em relação as Amazonas,  que elas eram mulheres guerreiras que não tinham muita utilidade para homens, mas minha mente não estava no trabalho.

— Primeiro, que partes da tradição amazona ainda praticamos na House of Night? — Susan perguntou, chamando minha atenção de volta para aula.

Uma menina de pele clara e nariz arredondado, lábios fartos, olhos grandes e azulados, levantou a mão e disse:

— A reverência de respeito, com nosso punho por cima do coração, vem das Amazonas, e também o jeito como apertamos a mão - por segurar o antebraço.

— Correto, Cassandra.

Isso me fez entender  o estranho aperto de mão.

— Então, que noções pré-concebidas temos sobre as guerreiras amazonas? — Minha tutora perguntou para a turma.

— As amazonas eram muito matriarcais, a lenda tende a adicionar uma camada adicional na história. _Continuou a menina.

— Bem, pessoas - especialmente humanos - pensam que as Amazonas odiavam homens — disse Kai.

— Exato. E que aprendemos é que só porque uma sociedade é matriarcal, a nossa é, não significa automaticamente que ela odeia os homens. Até Nyx tem um parceiro, o deus Erébus, a quem ela é devotada. As Amazonas eram únicas, no entanto, porque elas escolheram ser uma sociedade de vampiras que resolveu se proteger e lutar sozinha. Como a maior parte de vocês já sabe que nossa sociedade hoje ainda é matriarcal, mas respeitamos e apreciamos os Filhos da Noite, e os consideramos nossos protetores e parceiros. Agora, abram seus livros no Capitulo Três e vamos dar uma olhada sobre a maior guerreira Amazona, Penthesilea, mas tenham cuidado para manter lenda e história separada na mente de vocês.

E daí Susan começou uma das aulas mais legais que eu já tive. Eu não tinha ideia que uma hora tinha passado; quando o sino tocou foi uma surpresa. Tinha acabado de colocar meu livro de sociologia de volta no armário (ok, eu sei que Kai e Susan os chamavam de gabinetes, mas, por favor - isso totalmente me lembra dos gabinetes que costumávamos ter no jardim de infância) quando Susan chamou meu nome. Eu peguei meu caderno e uma caneta e fui até a mesa dela.

— Como você está? — ela perguntou, sorrido afetuosamente.

— Estou bem. Estou legal. — Disse rapidamente.

Ela levantou uma sobrancelha para mim.

— Bem, eu suponho que esteja um pouco nervosa e confusa.

— É claro que você está. É muita coisa pra absorver e mudar de escola sempre é difícil - muito mais mudar de escola e vida. — Ela olhou por cima do meu ombro. — Kai, você levaria Lyra para a aula de teatro?

— Claro.

— Lyra, eu vejo você hoje à noite no ritual. Oh, e Mentis lhe deu um convite oficial para que você se junte as Filhas das Trevas na sua cerimônia privada depois?

— Não...

— Eu queria checar com você para ter certeza que você se sinta legal sobre participar. Eu iria, é claro, entender se você não quisesse participar, mas eu encorajo você a ir, quero que você aproveite cada oportunidade aqui, que as Filhas das Trevas é uma excelente organização. É um elogio que elas já estejam interessadas em você como um possível membro.

— Estou bem sobre ir então. — Eu forcei minha voz e um sorriso indiferente. Obviamente ela esperava que eu fosse, e a última coisa que eu queria era que Susan ficasse desapontada comigo.

 

Eu estava na metade do corredor, correndo para acompanhar Kai quando percebi.

— Como ela sabia que eu iria fazer Teatro? Eu decidi só hoje de manhã.

— Vampiros adultos sabem de mais às vezes, — Ele sussurrou. — Risque isso. Adultos vampiros sabem demais o tempo todo, especialmente quando essa vampira é a Alta Sacerdotisa.

— Hey, gente! — Michele disse se aproximando. — Como foi Sociologia Vampira? Vocês começaram a ver as Amazonas?

— Foi legal. — Eu estava feliz por mudar de assunto dos muito misteriosos vampiros. — Eu não tinha ideia que elas realmente cortavam seu seio direito para tirar eles do caminho.

— Elas não teriam que fazer isso se fossem tão chatas quanto eu — disse a menina, olhando para seu próprio peito.

Eu ainda estava rindo quando eles me mostraram a sala de teatro.


Notas Finais




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