História À Margem Da Lei [Vhope, Jikook, Namjin] - Capítulo 12


Escrita por: ~ e ~Pamis13579

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Jikook, Namjin, Policial, Vhope
Visualizações 53
Palavras 916
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Policial, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Mutilação, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Desculpem o atraso do capítulo, eu tava realmente com bloqueio hahahahah (rindo de nervoso)
Bom, vamos lá, estou escrevendo pelo computador, é muito loko tio sjsjsjsjs
Boa leitura 💙

Capítulo 12 - Chapter 12


Fanfic / Fanfiction À Margem Da Lei [Vhope, Jikook, Namjin] - Capítulo 12 - Chapter 12

 

[Pov Seokjin]

Decidi visitar Hoseok. Desde que recebi a notícia de sua prisão, sequer cogitei a ideia de ir vê-lo. Era demais pra mim, eu certamente  não conseguiria, eu sou fraco demais para essas coisas. Ainda mais que logo depois que Hoseok foi levado, sua mãe deu entrada no hospital, se tornando minha única prioridade. Agora que Eunbi melhorou, decidi que o melhor a se fazer é visitar seu filho, tanto para informá-lo sobre o estado de saúde de sua mãe, quanto para demonstrar meu apoio.

Nesse exato momento, estou parado na porta da delegacia, pronto para desistir de entrar.

Jin, você consegue –  digo para mim mesmo.

Deixo o receio de lado, adentro o local, sendo prontamente atendido por uma mulher. Leio sua identificação. Park Yerin.

Yerin: Em que posso ajudá-lo?

Eu: É, eu vim... visitar um detento. Jung Hoseok.

Yerin: Certo. Seu nome, por favor.

Eu: Kim Seokjin.

Yerin: Me acompanhe, por favor.

Sigo-a até uma sala, provavelmente a sala de visitas. Yerin sai, voltando logo depois e trazendo Hoseok consigo.

Observo o rosto dele. Olheiras profundas, o cabelo castanho todo bagunçado, os lábios rachados, o rosto pálido. Impressionantemente Hoseok continua muito bonito. Ao me dar conta de que eu estava secando o mais novo sentado à minha frente, do outro lado da mesa, decido puxar conversa.

Eu: Como tem passado, Hoseok?

Hoseok: até que estou bem, pra quem está prestes a morrer –solta um riso.

Eu: Eu sinto muito pelo que aconteceu, de verdade.

Hoseok: muito obrigada –sorri– e minha mãe, como está?

Eu: ela foi internada, não foi preciso de cirurgia alguma, apenas alguns sedativos e antibióticos para diminuir a dor. Ela já está acordada, foi ela quem pediu para que eu viesse aqui.

Hoseok: Sehun quem deveria estar preso, não eu! –bate na mesa.

Eu: eu sei, Hoseok, mas o que nós podemos fazer?

Yerin: Kim, o horário terminou.

Me levanto e vou até Hoseok, o abraçando.

Hoseok: me mantenha informado dobre a saúde de minha mãe, Jin Hyung.

Eu: pode deixar, Hoseok. Até mais ver.

Saio de lá, e quando estou prestes a ir embora, Taehyung entra carregando um policial ferido. Surpreendo-me ao ver meu amigo de longa data bem aqui, na minha frente. o Kim também me olhou surpreso, mas logo voltou sua atenção para Yerin e um outro policial. Estavam discutindo.

Taehyung: Hyun, ele perdeu muito sangue, não vai dar tempo de levar ele até um hospital! –diz desesperado.

Hyun: Eu não vou liberar a enfermaria pra você, Taehyung. Você nem é médico!

Ele bufa e passa s mãos no cabelo.

Taehyung: por favor, Hyun, libere a enfermaria. É a única chance dele sobreviver.

Hyun: não, Taehyung, eu já disse! Você não é médico!

Eu: Eu sou –me intrometo– e estou totalmente apto para ajudar esse ferido –mostro minha identificação de médico.

Taehyung pega a chave da mão de Hyun e me chama.

Vamos até uma sala –a enfermaria– então peço para que Taehyung deite o policial na cama que fica no local. Peço licença para tirar a farda do homem, o tiro foi na região abdominal. Taehyung sai, dizendo que precisa resolver outras coisas.

Eu: É, qual o seu nome?

Ele me responde com uma voz sôfrega. Kim Namjoon.

Eu: Você perdeu muito sangue, farei os procedimentos iniciais e te encaminharei ao hospital onde trabalho, lá a infraestrutura é melhor, será mais seguro pra você.

Namjoon: obrigada –diz com a voz dificultada.

Eu: shh, não fale muito –coloco um dedo sobre seus lábios– só vai piorar a situação.

Ele assente. Continuo fazendo os procedimentos necessários, passam-se mais ou menos uma hora.

Eu: A ferida está limpa, o sangue estancado. Podemos ir, você não corre mais risco algum –sorrio. Me sinto muito orgulhoso sempre que meus atendimentos obtêm  sucesso.

Ajudo Namjoon a se levantar e vestir seu uniforme, passo seu braço em volta do meu pescoço e o auxilio no caminho até meu carro. Sim, estou levando um completo estranho para o hospital no meu carro, meu querido e caro carro. Chegando o hospital, Namjoon é levado a uma das salas de cirurgia, para retirar a bala.

Duas horas depois, já acordado e medicado, Namjoon tenta levantar e acaba quebrando a maca. Levo um copo de água para ele, porém o mesmo quebra o copo. Após me pedir desculpas envergonhado, dizendo que é o jeito dele, decido que o melhor é levá-lo para casa, antes que ele leve o hospital à falência.

[...]

Namjoon: muito obrigada, doutor Kim –sorri– e mais uma vez me desculpa, eu sou assim mesmo. Pra você ter uma ideia, eu já atirei sem querer no meu próprio pé. Duas vezes. Meus colegas me apelidaram de "deus da destruição" –ri.

Eu: está tudo bem. Agora acho melhor eu ir embora, antes que você me destrua também –rio, só depois percebendo a merda que acabei de falar. Tenho 100% de certeza que estou mais vermelho que um tomate– É, até mais ver, Namjoon. Se cuide, boa recuperação, que Deus te abençoe, ao infinito e além, wingardium leviosa, hakuna matata, é, feliz ano novo, tchau. Dashi run, run, run  –canto.

Saio correndo dali e vou até o meu carro, antes que eu fale mais alguma besteira. Odeio isso, sempre que fico nervoso começo a falar coisas desconexas, é da minha natureza. Mais um dia se passa e mais um dia Kim Seokjin passa vergonha. Nada de novo sob o sol.

Agora a pergunta que vale um milhão de reais: Por que Kim Namjoon me deixou tão nervoso?


Notas Finais


Me desculpem de verdade pelo capítulo curto, vocês sabem como é, acabei de voltar de um bloqueio criativo. Bom, é isso, Jin tá todo nervosão, porque será???
(o Jin está com essa roupa da capa do capítulo ;))
Até o próximo capítulo, beijosss💙💙


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