História A melhor da turma. - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Harry Potter
Personagens Harry Potter, Hermione Granger, Remo Lupin, Ronald Weasley
Tags Hermione Granger, Hogwarts, Insolente, Lição, Magia, Punição, Sexo, Tapa, Vermelho
Exibições 264
Palavras 2.018
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Escolar, Fantasia, Ficção, Hentai, Magia, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá olá olá gente, eu recebi alguns desafios com parelhamentos diferentes, aqui está um deles.

Remus/Hermione - 7 ano dela - uma paixão secreta - punição por desacato.

Espero que gostem.

💙💙💙💙💙

Capítulo 1 - Capitulo Único.


"Senhorita Granger?" Todos pararam de conversar quando a voz de Remus cortou a conversa.

Hermione virou-se lentamente, olhos piscando com uma mistura de dor e raiva. "Sim, professor?"

"Preciso que permaneça." Os olhos dele foram parar em Harry e Ron, ele lhes deu um pequeno aceno de cabeça. "Tenho certeza que seus amigos irão esperar pela senhorita de volta no salão comunal."

Alguns múrmuros baixos vieram dos alunos da Sonserina, comentários maliciosos destinados a Ron e Harry por não saberem nem chegar ao destino final sem ter Hermione para guia-los. O rosto de Ron ficou vermelho o suficiente pra se igualar ao seu cabelo e Hermione foi rapidamente esquecida quando os meninos rumaram porta fora para o campo de Quadribol com uma desculpa de ter que treinar. Os outros alunos saindo logo atras, todos muito atarefados para ver o que aconteceria. Hermione os observou ir, mandíbula tensa e costas retas antes de se voltar para o Professor Lupin.

"Sim, professor?"

"Eu sei que você é muito inteligente, senhorita Granger, e que o refrão sobre você ser a bruxa mais inteligente da sua idade deve ser extremamente seduzível; no entanto, quero deixar perfeitamente claro que não vou permitir outra explosão vinda de você durante a aula."

"Sim, professor."

"Você percebe que o nosso relacionamento fora da escola através da Ordem e minha amizade com os Weasleys não será desculpa para você pensar que pode minar minha autoridade como se eu fosse qualquer um dos outros estudantes."

A mandíbula dela se apertou. "Sim, professor."

Remus suspirou. "Sim, professor." Ele balançou a cabeça e olhou para o teto. "Você responde com tanta precisão, mas eu tenho a nítida impressão de que nem uma única coisa do que eu disse tenha realmente entrado na sua cabeça."

"Eu ouvi cada palavra que você disse, professor."

"Ouvir, sim. Compreender, aceitar ou levar a sério, não." Ele bateu as mãos nas coxas e se levantou. "Muito bem, então. Vem cá, Hermione."

"Perdão?"

"Finalmente eu consegui dizer algo que você já não sabe ou suspeita?" Seu sorriso curvou zombeteiro. "Vem aqui, senhorita Granger." Ela olhou para a porta fechada, em seguida, em direção a Remus antes de iniciar sua caminhada. "Deixe seus livros."

Ela parou e colocou os livros sobre uma das mesas, em seguida, procedeu-se à frente da sala de aula, parando no lado oposto da mesa. "Sim, professor?"

"Você sabe o que fez de errado, Hermione?" A voz dele saiu quase em um sussurro, ainda sim grave. "Porque você está aqui. Porque você está para ser punida?" 

Os olhos dela correram pelos dele, desafio dando lugar a surpresa e excitação. Remus lutou contra a vontade de sorrir enquanto seus olhos rumavam para baixo do corpo dela, por sua camisa branca, os picos acentuados de seus mamilos chamando a atenção dele. Ela engoliu em seco quando ele voltou a olhar-lá nos olhos. "Não, professor."

"Você não sabe?" Ele se afastou de sua mesa e movimentou-se em direção à Hermione, seu corpo muito perto enquanto ele se movia entre ela e as mesas de estudantes. "Não faz ideia, afinal?"

"Não." A voz dela endureceu ligeiramente, insolente, mesmo com a falta de ar.

"Será que a frase 'Vermicius Kniss' significa nada pra você? Não toca um sino na sua cabeça, talvez?" Ele andou pelo pequeno corredor entre as mesas, seu robe esvoaçando por sobre cada uma, roçando em suas pernas. Ele parou atras dela e colocou os braços em cada lado dela, mãos apoiadas sobre a borda da mesa, seu pau duro contra a curva do traseiro dela. "Traz à mente a imagem de uma certa impertinente, jovem bruxa que é esperta demais para o seu próprio bem?"

"Eles são encontrados na Austrália."

"Que, era o ponto que eu estava tentando fazer, explicar aos demais. Ao invés disso, você entendeu que eu tinha pouco ou nenhuma ideia sobre o que eu estava falando e enfiou a classe em uma inútil discussão desnecessária sobre geografia, que quando referida a espécie citada, não faz absolutamente nenhuma diferença ou influência se são lilás claro coberto de pelos ou azul pálido sem nada." Ele inclinou sua cabeça de modo que sua respiração roçava o pescoço dela. "Você não concorda, senhorita Granger?" 

"Eu ..."

"Creio que a resposta que você está procurando aqui seja "Sim, professor." Ele passou a língua pela parte de trás da orelha dela de forma lenta, fechando os olhos enquanto Hermione choramingava. "Ou você está atras de uma punição um pouco mais grave do que uma simples bronca?"

"Eu não tenho certeza de que apenas uma bronca irá me privar de ser insolente, professor." Ela moveu-se ligeiramente, seu corpo esfregando contra o pênis dele. "Como você disse, eu sou muitas vezes demasiadamente inteligente para o meu próprio bem."

"Isso é verdade." Ele mordeu o lóbulo da orelha dela. "Talvez eu tenha que pensar em um castigo mais adequado então." Ele se afastou dela e saboreou o gemido que escapou dos lábios dela. Ele retornou a sua cadeira e se sentou, sua pernas abertas a frente dele, de forma que sua grossa ereção ficasse marcada. "Algo que você provavelmente não se esqueça. Algo que deixe uma impressão." Hermione se contorceu, sua respiração estremecida por entre os lábios. "Eu acho que, talvez, eu tenha algo em mente." Ele se levantou e ergueu uma sobrancelha. "Vem aqui, senhorita Granger."

Aquela paixonite platônica por seu professor aflorando novamente. Mas agora ela era uma mulher, uma mulher que conhecia bem o lobo em pele de cordeiro.

Sua voz era quase um sussurro. "Sim, professor."

Remus a guiou na sua frente, puxando o manto de seus ombros, os deixando cair aos pés dela antes que ele a virasse, a empurrando de forma que ela estava abraçada a mesa. "Agora, então." A mão dele alisou a pele das pernas, subindo até as coxas e sua bunda, até seus dedos acharem seu caminho até a barra da saia dela, enganchando-se nela. "Eu acho que é importante que nós estabeleçamos o que estamos tentando fazer aqui, não é?"

Ela assentiu com a cabeça, mudando de um pé para o outro, enquanto sentia a saia ser levantada sobre os quadris, deixando a mostra toda a parte das coxas e bunda a mostra. A calcinha dela era de um azul pálido e sedoso, enquanto dedos corriam sobre ela, seguindo a curva de sua bunda até a umidade lisa entre suas pernas, encharcada através do tecido fino.

"Eu não ouvi você, senhorita Granger."

Hermione balançou a cabeça novamente, a respiração rasa e estrangulada, enquanto tentava manter a cabeça levantada enquanto ele pressionava os dedos contra o material úmido.

Remus tirou a mão e recuou. Houve um curto silêncio preenchido apenas com a vaga respiração entrecortada de Hermione, antes de romper com a voz novamente. "Eu disse," houve um arrepio eletrizante no ar seguido pelo tapa estralado na nádega direita que deixou uma marca e a pele rosa. "Que eu não ouvi você, senhorita Granger."

Hermione soltou um suspiro chocado no ar, os nos dos dedos embranquecidos enquanto ela se agarrava a mesa. Remus sorriu lentamente com a incapacidade dela de forma palavras, sua mão acertando o outro lado da nádega. Ela se recusava a falar, subindo ainda mais na ponta dos pés, empinando ainda mais quando sentiu outro tapa acerta-lá novamente. "Sim. Sim, professor."

"Muito bem." Remus observou a pele rosa, enfiando os dedos por baixo do cós da calcinha dela, puxando-os para passar pelo traseiro e pernas abaixo. "O que seria melhor para todos - considerando que a meta da Aula de Defesa Contra as Artes das Trevas é manter todos os alunos vivos e prontos pra enfrentar o perigo - é que a senhorita mantivesse suas ... opiniões para si mesma."

Hermione quase perdeu o equilíbrio a sentir sua calcinha sair de seus pés. "Opinões!" A indignação aflorando na pele. "Eu vou ter que lhe informar professor que ..." a frase morreu na boca ao sentir um novo tapa, dessa vez ao centro, em sua pele nua. "Oh," ela engasgou.

"Eu já posso até ver no Pasquim", ele marcou a pele novamente, aquele tom de rosa a deixando adorável, deliciosa. "Centenas de alunos em Hogwarts deixam de ficar indefesos após mandona", outro tapa, "insolente", outro, "colega de classe aprender a não interromper seu professor."

Hermione estremeceu debaixo dele, seu rabo repleto de palmas avermelhadas. A prova de sua excitação brilhando entre suas pernas, pintando suas coxas.

"Não é a memória que gostaria que eles tivessem de você, não é, senhorita Granger?"

Remus se desfez de suas vestes, repousando-as sobre a cadeira atras dele. Ele agarrou os quadris dela com força, deslizando sua língua por entre a carne quente. Hermione gemeu, joelhos tremendo, seu corpo inteiro tremendo. Ele a puxou para si, em seguida, chamando por seu nome quando ela se recusou a soltar a mesa, apenas ouvir seu nome a fez permitir que ele a levasse para perto de si, facilitando suas pernas atravessadas sobre as dele, seu traseiro rosa agora ao ar frio da sala.

Ele esfregou a mão com cuidado sobre ela, murmurando feitiços suaves que aliviariam a dor, mas não deixariam a cor vermelha sair. "Eu lhe fiz uma pergunta," ele lembrou-a suavemente. 

"Não foi uma opinião, professor."

A palma da mão aberta bateu contra sua carne e ela arqueou as costas em resposta. "Eu não acredito que esse é o ponto que eu estou tentando passar." Ele esfregou a mão na bunda dela. "É isso?"

"Não."

"Bem então?"

"Eu não vou admitir estar errada quando eu ..." Ela respirou fundo quando ele bateu novamente. "Eu não estava", ela conseguiu dizer. Ela balançava a cabeça em negativa, sentindo a ereção dele contrair contra suas coxas. "Eu não estava." 

"Não estar errada não é necessariamente o oposto de estar certa, não é?" Ele descansou os dedos entre os globos rosa brilhante do traseiro dela, em seguida, deixou-os trilhar até a espessura molhada dela, completamente encharcara, empurrando um dedo lentamente dentro dela. "Não é mesmo?" 

Ela balançou a cabeça, embora ele não tivesse certeza se ela estava de acordo ou se recusando a responder. Ele retornou o dedo para fora dela lentamente, para em seguida empurra-lhe para dentro, de forma forte e torturante, sua mão livre segurando atras da nuca dela. Hermione gemeu e se inclinou, cabeça pendendo para trás, mãos pressas entre os seus seios e as coxas nuas.

"É, Hermione?" Ele empurrou outro dedo, sentindo o corpo dela se contrair sobre eles, digitais deslizando facilmente dentro dela, intensificando a penetração.  Ele aumentou a velocidade de seus golpes, adicionando um terceiro dedo afim de tortura-la em sua aflição por sentir mais. "É isso?"

"Não." Ela balançou a cabeça, sua voz baixa e fraca, suas pernas perdendo a força a medida que seu orgasmo era construído.

"E o que quer dizer?" Ele libertou os dedos de dentro dela e a segurou firme em torno de si. Ela olhou para ele; o corpo tremendo e aquecido pelas marcas rosas espalhadas em seus quadris. Ele a segurou e a posicionou para que seus joelhos ficassem apoiados em ambos os lados das coxas dele. "Senhorita Granger?"

Hermione levantou o corpo, descendo novamente para se posicionar sobre os pênis dele, relaxando e gemendo baixo ao senti-lo todo dentro de si. "Eu estava errada."

Remus ficou tenso quando ela começou a se mover lentamente, buscando forças para se levantar em torno dele, cansada emocionalmente de lutar contra. Ele sorriu enquanto a ajudava a descer e subir, suas mãos agarrando os quadris dela, a empurrando para logo ser enterrado dentro dela, até ela estremecer, seu orgasmo tomando controle do corpo dela de forma intensa e forte, apertando-o dentro dela enquanto ele mesmo gozava de forma intensa.

"Algo que você faria bem em aprender, senhorita Granger," ele sussurrou enquanto a puxava contra ele, deixando-a se enrolar em seu colo, esgotada. "Não há crime em estar errada, contanto que você esteja disposta a aprender."

"Eu poderia precisar de mais algumas instruções particulares para aprender profundamente minha lição, professor," ela murmurou sonolenta no ombro dele.

"Ah, sim," Remus murmurou de volta no cabelo dela enquanto acariciava suas costas. "Você sempre foi uma aluna de aprendizagem lenta."



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