História A MELHOR PARTE DE MIM. - Capítulo 5


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Categorias Naruto
Personagens Boruto Uzumaki, Fugaku Uchiha, Gaara do Deserto (Sabaku no Gaara), Himawari Uzumaki, Hinata Hyuuga, Ino Yamanaka, Itachi Uchiha, Jiraiya, Kakashi Hatake, Kiba Inuzuka, Kurenai Yuuhi, Kushina Uzumaki, Minato "Yondaime" Namikaze, Naruto Uzumaki, Neji Hyuuga, Sai, Sakura Haruno, Sasori, Sasuke Uchiha, Tsunade Senju
Tags Sasunaru, Yaoi
Exibições 112
Palavras 2.422
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Bishoujo, Bishounen, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Hentai, Josei, Lemon, Romance e Novela, Saga, Shonen-Ai, Shoujo-Ai, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Visual Novel, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Boa noite, minna-chan!
Tudo bem com vocês? Espero que sim.

Capítulo 5 - UMA FUGA, DESESPERADA.


Fanfic / Fanfiction A MELHOR PARTE DE MIM. - Capítulo 5 - UMA FUGA, DESESPERADA.

Sasuke não tirou os olhos de mim. Nem mesmo depois que descansamos daquele sexo louco, depois que já tinha saído de dentro de mim. Ele tirou a camisinha, amarrou-a e jogou fora. Mas logo estava de volta, me encarando de novo, os olhos me percorrendo, procurando minhas reações ao que havíamos feito juntos.

_ Tudo bem com você?- perguntou, passando o polegar nos meus lábios, gentilmente acompanhado o contorno deles.

Sorri e respondi que sim, com a voz mansa.

_ Não estou nem perto de estar satisfeito.- Passou a mão pelo meu pelo meu pescoço, pelo meu quadril, e pousou- na minha barriga.- Foi tão incrível, não quero que termine.

Deixou a mão lá embaixo e veio me beijar, devagar, intensamente, de uma maneira quase reverente. Tinha certeza de que ia pedir alguma coisa.

_ Sasuke... Antes de partimos para uma segunda vez, preciso que você saiba de uma coisa que é meio incomum para não dizer que é impossível.

_ Me conte, então baby.

_ Bom, eu sofro de uma síndrome chamada hermafroditismo porém no meu caso e raro. Porque em vez de eu ter dois órgãos, tenho somente um que é um pênis. Porém invés de ter uma vagina, eu tenho um útero e óvulos que faz que eu sofra de uma anormalidade que talvez eu possa engravidar.

_ Então, eu tinha razão em dizer que você é realmente especial meu querido, Naruto.

_ Você toma pílulas, Naruto?

_ Tomo- sussurrei perto da boca dele. Eu estava certo. Ele ia ficar surpreso se soubesse o outro motivo, mas ainda não era não estava pronto para dividir essa informação.

_ Quero gozar dentro de você quero sentir aqui, sem nada entre a gente. – Pressionou os dedos no meu cu ainda melado e esfregou os lábios de leve. Dei um gemido de prazer.

As palavras dele me surpreenderam, no entanto. A maioria dos homens não se arriscaria sabendo dessa anormalidade. Sem querer, meu corpo reagiu aquele toque, e me arqueei os dedos. Dei um gemido de prazer.

_ Minha empresa faz exames periódicos em todo mundo. Temos que ser saudáveis. Incluindo a mim. Posso  até te mostrar o resultado mais recente, Naruto. Estou limpo, prometo- falou, soprando no meu pescoço e deslizando os dedos longos e espertos pela minha entrada.

_ Mas se eu não tiver? – perguntei, sem fôlego. Ele franziu o rosto e parou a mão.

_ Quanto tempo faz que você esteve com alguém?

Dei de ombros.

_ Não sei, muito tempo.

Ele apertou os olhos um pouquinho.

_ Muito tempo, tipo uma semana, ou muito tempo, mais de meses?

Uma semana não é muito tempo. Por que respondi, não faço ideia. Mas é parte do que acontecia comigo com o Sasuke.

Ele cobrava respostas, fazia questões diretas, e tinha um jeito que tornava impossível ignorá-lo, mesmo quando começava a explorar assuntos que não me agradam.

_ Meses.- Foi a minha resposta, a mais detalhada que ele ia receber por enquanto.

_ Então? Isso é um “sim”?- Ele rolou por cima de mim e prendeu minhas mãos entrelaçada com as deles, os joelhos afastando minhas pernas, de maneira que ele encaixava bem no meio.- Eu quero você de novo. Eu quero estar dentro de você de novo. Quero gozar com o meu pau tão fundo, que você nunca vai esquecer que ele esteve lá. Quero gozar dentro de você Naruto, e sentir isso junto com você.

dava para sentir que ele estava enorme; duro, quente, pontudo, e pronto para enterrar até o fim. Por mais vulnerável que ficasse debaixo dele, nesse momento estava absolutamente seguro.

Sasuke me beijo profundamente, a língua me tomando como antes. Era uma demonstração do que ele queria fazer com o pênis desse. Eu o compreendia perfeitamente, a maior parte do tempo. O Sasuke não era nem m pouco complicado nesse ponto.

_ Confio em você, Sasuke, não vai me engravidar.

_ Agora si, porra- gemeu, me penetrando com mais força meu ânus pulsando.- Ai, Naruto, você é tão gostoso. Estou ficando louco aqui dentro de você agora.

E foi assim a segunda vez com ele. Ele foi mais devagar, mais controlado, como se quisesse saborear cada momento. Não foi menos prazeroso; o Sasuke me fez gozar até eu não ser mais nada, além de um mero receptáculo inerte.

Eu o sentir maior dentro de mim, duro, as bolas batendo no meu ânus molhado a cada investida, Aí ele parou, as costas curvando fazendo ângulo para um penetração que nos conectava tão profundamente, como se fosse uma parte de mim.

Sasuke balbuciou meu nome e fico enterrado em mim, exatamente como tinha dito que queria fazer, depois deu alguns poucos golpes, curtos, para ordenar todo o leite, até que parou completamente, respirando com pesar, sem sair de cima de mim.

Beijou de leve meu pescoço, conforme eu o acariciava nas costas, nos músculos quentes e úmidos de suor. O quarto cheirava a sexo e a qualquer seja a colônia deliciosa que ele usava. Precisava descobrir o nome. Com os dedos, sentir marcas desiguais nas costas dele. Várias, aliás... Cicatrizes? Ele saiu de cima e minhas mãos escorregaram. Não seria bobo de perguntar coisa alguma.

Ele não foi muito longe. Deitou ao meu lado e levantou um pouco o tronco, para ne enxergar melhor.

_ Obrigado por isso- sussurrou, fazendo um carinho no meu rosto.- E por confiar em mim.- Sorriu de novo.

_ Estou adorando ter você aqui na minha cama.

_ Quanto tempo faz que alguém esteve aqui nessa cama com você, Sasuke? – Se ele podia perguntar, eu também tinha esse direito.

Ele sorriu, com um olhar meio superior.

_ Desde... Desde nunca, meu querido. Não trago homens para cá.

_ Dá última vez em que chequei, eu era um homem.

Ele passou os olhos pelo meu corpo, de cima a baixo, antes de responder.

_ Com certeza.- Olhou para mim.- Mesmo assim não trago outros homens aqui.

_ Sei. – Sentei, encostado na cabeceira, e puxei o lençol para me cobrir. Como que isso pode não ser mentira, me diz? – Isso me surpreende. Eu pensei que você recebia muito mais ofertas do que eu podia usar...

Ele puxou o lençol para baixo e descobriu o meu peito.

_ Não atrapalha a minha visão, por favor. Sim, o termo principal na sua frase é usar, meu querido. Eu não gosto de ser usado. Os homens usam (homens/mulheres) com a mesma forma frequências que nós os usamos.- Ele se encostou ao meu lado, na cabeceira, e acompanhou o contorno de um mamilo com a ponta do dedo.- Mas, no meu caso, não me importo se você me usar. Você tem passe livre.

Respirei fundo e tirei a mão dele dali:

_ Você tem a sorte de ser bonito demais, Sasuke. E o pior é que você sabe disso. Esse charme britânico não vai te dar passe livre comigo, não.

Ele fez um barulho sarcástico.

_ É você é uma japonês muito durão. Na outra noite, achei que fosse precisar te pegar no colo e te jogar no meu carro.

_ Que bom que você não fez isso, então. Porque nesse caso, esse sexo maravilhoso que a gente teve jamais teria acontecido.- Balancei minha cabeça devagar, debochado.

Ele fez cócegas na minha cintura e me fez rir.

_ Então foi só sexo para você, hein?

_ Sasuke!- Tirei as mãos dele de mim e rolei até a pontinha da cama.

Ele me puxou de volta e me prendeu embaixo dele, com um sorriso enorme no rosto.

_ Naruto- pronunciou devagar,

E aí ele me beijou. Lento, gentil e suave, ao mesmo tempo íntimo e especial. Sasuke me acomodou ao lado dele e arrumou nossos corpos debaixo dos lençóis, o braço forte me segurando. Comecei a sentir um pouco de sono, ali na cama com ele. Eu sabia que era uma péssima ideia. Regras são regras; e eu as estava quebrando.

_ Não posso ficar a noite toda aqui, Sasuke. Realmente preciso ir.

_ Não, não, não quero que você fique- insistiu sobrando os meus cabelos.

_ Mas eu não deveria...

_ Shhhhh- interrompeu-me. Como já havia feito muitas vezes antes, e espantou minhas palavras com um beijo. Passou os dedos pelos meus cabelos e eu não consegui mais impe-lo. Não depois de hoje, a segurança que sentia era maravilhosa, meu corpo estava exausto depois de todos os orgasmos, e aquele braço forte era confortável demais para eu argumentar. Então dormi.

Os pesadelos são reais, eles aparecem á noite, quando durmo. Tento conhece-los, mas eles quase sempre ganhavam de mim. Tudo está escuro, porque meus olhos estão fechados. Mas eu ouço sons, palavras cruéis sobre alguém, termos nojentos, palavrões. E uma risada assustadora... Eles acham graça em rebaixar a pessoa. Meu corpo estar fraco e pesado. Ainda os escuto rindo e repetia toda a maldade que fizeram.

Acordei gritando, sozinho na cama de Sasuke. Compreendi onde estava quando ele entrou correndo no quarto, os olhos assustados. Comecei a chorar assim que o vi; solucei ainda mais alto quando ele sentou na cama e me abraçou.

_ Está tudo bem, estou aqui com você. – Ele me aninhou no colo dele. O Sasuke estava todo vestido, e eu continuava nu;- Você teve um pesadelo, só isso.

_ Aonde você foi? – perguntei, entre lágrimas.

_ Estava ao lado, no escritório. Essa merda de vips! Tenho trabalhado muito á noite... – Beijou-me na testa- Mas fique aqui até você pegar no sono.

_ Você deveria ter me levado para casa! Eu disse que não podia dormir aqui! – Lutei para me desvencilhar dos braços dele.

_ Jesus, Naruto qual é o problema? São duas da manhã caramba. Você estava exausto. Será que não pode simplesmente dormir aqui?

_ Eu não quero. É demais! Não posso fazer isso, Sasuke!- Empurrei o peito dele para longe de mim.

_ Jesus cristo! Você me deixa te trazer para minha casa e foder você loucamente, mas não pode dormir na minha cama, por algumas horas? _ Fala. Você está com medo de ficar aqui comigo?

Ele parecia magoada e soava um pouco mais do que ofendido. Já eu, me senti um filho da puta, além daquela bagunça, emocional! Além disso, ele estava lindo dentro dos jeans desbotados e da camiseta de malha cinza mescla. O cabelo todo amassado, era de uma beleza devastadora, como sempre. Agora está até demais, porque o via na intimidade, o lado que ele não mostrava em público.

Comecei a chorar de novo e pedir desculpas.. era para valer. Eu realmente sentia muito que partes de mim estivessem tão estragadas e quebradas, mas isso não mudava os fatos.

_ Não estou com medo aqui com você. É muito complicado, Sasuke. Eu sinto muito!- Esfreguei as mãos no rosto.

_ Quero ir para casa.

_ Shhhhhh.... Não tem nada para se desculpar. Você  teve um pesadelo, e não posso deixar você ir pra casa desse jeito. Você está muito abalado- Sasuke alcançou uma caixa de lenços de papel na mesinha da cama e entregou a mim- Quer conversa?

_ Não respondi, a voz abafada por três folhas de lenço.

_ Tudo bem, Naruto, quando você estiver confortável, a gente conversa, se você quiser. Era maravilhoso sentir a mão dele desenhando círculos invisíveis nas minhas costas; mas não queria fechar os olhos e correr o risco de dormir novamente. Ele me deitou de novo, ao lado no colchão.- Deixa eu te abraçar um pouco.

_ Vou ficar até você pegar no sono. Se você acorda, estarei logo ali, do outro lado do salão, no escritório. As luzes estão acesas. Eu não ia te deixar sozinho aqui em casa. Você está totalmente seguro comigo. Sou o cara da segurança, lembra?

Puxei mais alguns lençóis e assoei o nariz, morto de vergonha por toda essa situação. Fiz o melhor que pude para ficar calmo. Já sabia o que fazer. Dei uma risadinha com a piada e o deixei me arrumar de volta na cama dele. Com o rosto encostado no peito dele, inspirei o cheiro que eu amava e tentei lembrar de como ele era lindo. Concentrei-me na sensação gostosa de estar ali com Sasuke me segurando, no calor daquele corpo largo. Tratei de gravar tudo na minha cabeça, porque não teria essa experiência outra vez.

Fingi que estava dormindo.

Acalmei minha respiração, fiquei quieto, e depois de alguns instantes, percebi que ele saiu em silêncio do quarto. Ouvi até mesmo os sons do és descalços pisando no chão de madeira. Dei uma olhada no relógio e contei cinco minutos antes de me levantar.

Completamente nu, fui até a sala e peguei as minhas roupas no chão. Tirei a gravata roxa da pilha de roupas e alise-a, antes de dobrá-la e deixa-la no braço do sofá. Queria poder leva-la como lembrança.

Vesti as roupas completamente, em frente á enorme janela de vidro, e preferi segurar os sapatos na mão em vez de calçá-los. Peguei minha mochila e me dirigi á porta. Entre pernas, dava para sentir o sêmen dele, úmido, escorrendo, e me deu vontade de chorar. Agora tudo parecia errado. Eu tinha estragado tudo.

Assim que cheguei do lado de fora do apartamento, corri para o elevador e apertei o botão. Enfiei os sapatos nos pés e meti a mão na mochila, atrás de uma escova. Penteei o cabelo da melhor maneira que eu pude naquele momento. O elevador chegou e eu entrei, guardando a escova e conferindo a carteira, para ver se tinha o dinheiro do táxi.

Quando, saltei no lobby, o porteiro me cumprimentou:

_ Posso ajudar senhor?

_ Pode... Sam? Preciso ir embora. Será que você me ajudaria a pegar um táxi? – Sabia que soava desesperado. Não queria nem pensar no que Sam estaria imaginando.

Ele não esboçou a menor reação, e pegou o telefone.

_ Já temos um a caminho-. Botou o fone no gancho e deu a volta na mesa, para abrir a portar para mim. Ele me acompanhou até o táxi e me ajudou a entrar. Agradeci, disse o endereço ao motorista e olhei pela janela.

A portaria era clara á noite, então pude ver quando Sasuke saiu desesperado de um dos elevadores e falou com Sam.

Ele correu para a rua, mas o meu táxi já estava andando. Ele balançou a cabeça frustrado, e levantou a cabeça para o alto. Os pés ainda estavam descalços. Quando nossos olhos se cruzaram.- eu dentro do carro e ele na rua- pude ver a expressão de confusão é mágoa no rosto dele, eu podia ver o Sasuke. E, provavelmente, aquela séria a última vez.



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