História A MELHOR PARTE DE MIM. - Capítulo 6


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Categorias Naruto
Personagens Boruto Uzumaki, Fugaku Uchiha, Gaara do Deserto (Sabaku no Gaara), Himawari Uzumaki, Hinata Hyuuga, Ino Yamanaka, Itachi Uchiha, Jiraiya, Kakashi Hatake, Kiba Inuzuka, Kurenai Yuuhi, Kushina Uzumaki, Minato "Yondaime" Namikaze, Naruto Uzumaki, Neji Hyuuga, Sai, Sakura Haruno, Sasori, Sasuke Uchiha, Tsunade Senju
Tags Sasunaru, Yaoi
Exibições 104
Palavras 1.686
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Bishoujo, Bishounen, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Hentai, Josei, Lemon, Romance e Novela, Saga, Shonen-Ai, Shoujo-Ai, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Visual Novel, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 6 - VOCÊ ME CONFUNDE, SENHOR UCHIHA.


Fanfic / Fanfiction A MELHOR PARTE DE MIM. - Capítulo 6 - VOCÊ ME CONFUNDE, SENHOR UCHIHA.

Acordei com um cheiro maravilhoso de café. Olhei para o despertador e na mesma hora soube que não ia sair para correr naquela manhã. Entrei na cozinha com a mão sobre os olhos, me protegendo da luz.

_ Exatamente como você gosta, Naru; doce e cremoso. Hina, minha amiga querida e companheira de apartamento já há algum tempo, estendeu a caneca na minha direção ,com um olhar bem fácil de entender. É melhor você começar falar, garoto, e assim eu prometo não te machucar.

Amo a Hina, mas essa história com Sasuke tinha sido  tão perturbadora que eu só queria enterrar as lembranças e fingir que nunca tinha acontecido.

Peguei a caneca fumegante e inspirei o cheiro delicioso. Por algum motivo, me lembrei do Sasuke e sentir a emoção crescer. Sentei frente ao balcão da cozinha e, enrosquei minhas mãos em volta da xícara, como uma galinha protegendo os pintinhos. Conforme ia me acomodando ao banco, e sensibilidade entre da minha parte de trás foi mais um lembrete do Sasuke, do corpo gostoso dele, da beleza de modelo e do sexo maravilhoso... E de como eu acordei, todo histérico na cama dele. Desisti da brincadeira de ser firme e deixei as lágrimas caírem.

Levou algum tempo. – duas canecas de café e uma mudança para o sofá- para eu começar a contar a história. Mas a Hina é muito boa nisso. Ela é incansável.

_ Coloquei seu celular no silencioso há duas horas. Aquele mala estava fazendo tanto barulho, quase dei um chute nele.- Hinata passou a mão na minha cabeça, encostada no ombro dela.- Você deve estar até o teto de recados e mensagens de texto. Acho que o probrezinho estava prestes a explodir, então salvei o aparelho de uma morte cataclísmica e silenciei o filho da mãe.

_ Obrigado, Hina. Estou tão feliz por você estar. Era verdade. Ela era parecida comigo em tantos aspectos. Uma californiana radicada em Londres, estudando Moda tentando esquecer de merdas que a assombrava. Única diferença que era que o pai dela também morava em Londres. A gente se conheceu na primeira semana de aulas, havia quase quatro anos, e nunca nos separamos. Ela sabia dos meus piores segredos, e eu, dos dela.

_ Eu também. Ela bateu no meu joelho.- Você vai marca uma com a doutora Sabaki. E vai combinar de sair comigo e com a Saky? O que você acha?

_Acho ótimo!- forcei um sorriso e tentei me recompor.

_ Eu acho que você tinha que dar uma chance pra esse cara. Naru. Ele é bom de cama e tá super a fim de você! Troquei um sorriso falso por uma testa franzida de verdade.

_ Você andou fofocando com a Saky.

Hina revirou os olhos.

_ Ao menos ligar pra ele.- falou Hina, quase num cochicho.- Ele não sabe nada do seu passado.

_ Eu sei. Ela estava certa. Sasuke não sabia nada de mim.

Hina fez um carinho no meu braço.

_ Realmente, não fique zangado ou ofendido na noite passada. Só precisava sair de lá. Acordei gritando na cama dele e...- A vontade de chorar voltou tão forte quanto antes. Tentei me segurar.

_ Mas porque que ele só queria acalmar você. Ele não estava tentando te afastar, Naru.

_ Você devia ter visto a cara dele quando entrou no quarto e me encontrou berrando que nem um maluco. O jeito que como ele me olhou para mim... – Esfreguei as têmporas.

_ Ele é intenso demais! não consigo explicar direito, Hina. O Sasuke não é como ninguém que eu já tenha conhecido. Não sei se conseguia sobreviver a ele. Se a noite de ontem foi uma amostra, eu sinceramente duvido muito.

Hina olhou para mim, os lindos olhos perolas sorrindo confiante.

_ Você e muito mais forte do que imagina! Tenho certeza disso.- Balançou a cabeça assertivamente.- Você vai se arrumar para trabalhar e, depois de um dia produtivo criando o vestido perfeito, vai voltar para casa e se arrumar para nossa noite de prazeres. Saky já topou.- Ela me cutucou com um dedo- Agora, vai, filho.

_ Eu sabia que Saky ia me dedurar na primeira oportunidade.- Sorri para ela, o primeiro genuíno em doze horas, levantei a bunda do sofá. Massageando o lugar onde ela tinha me cutucado, falei:- Ok, estou indo, Hina. Eu me rendo.

Eu já estava no trabalho havia algumas horas quando Juuga, entrou pelos fundos, trazendo um vaso com dálias roxas mais lindas que eu já tinha visto. Ele marchou na minha direção com um sorriso enorme no rosto.

_ Uma entrega para você, senhor Naruto. Parece que você tem um admirador.

Que merda! Olhei com mais cuidado. O laço no vaso não era exatamente um laço. Era a gravata roxa da noite passada. Sasuke tinha me dado a gravata, no fim das costas.

_ Obrigado por me trazer as flores, Juugo. Elas são lindas- Minha mão estava tremendo quando peguei o cartão dentro do envelope de plástico. Deixei-o cair duas vezes, antes que conseguisse ler o que ele havia escrito.

Naruto,

A noite passada foi m presente.

Por favor, perdoa-me por não ouvir o que

Você estava tentando me dizer.

Eu sinto muito,

Do seu,

S

Li o bilhete uma dúzia de vezes e fiquei pensando que fazer. Como ele conseguia me confundi desse jeito? Em um momento, tinha certeza de que queria fugir dele, e no outro queria vê-lo de novo. Olhei para as flores roxas mais uma vez_ eu precisava agradecer o presente e aquele bilhete escrito a mão. Ignorá-los seria cruel.

Ligar ou mandar mensagem? Era uma decisão difícil. Uma parte de mim queria ouvir a voz dele, e a outra estava morrendo de medo de ouvir a minha, quando ele começasse a fazer perguntas. No fim, decidi mandar um SMS e me sentir um covarde. Primeiro, precisava carregar o celular. A enxurrada de ligações perdidas, recados e alertas de mensagem que apareceram quando linguei o aparelho me fizeram passar mal, sem sequer ouvi-los o aparelho me fizeram passar mal, sem sequer escutar ou lê-las. Era demais para mim, então ignorei tudo e digitei na tela vazia: Sasuke as flores são lindas, amo roxo. – Naruto.

Assim que apertei enviar, pensei em desligar o telefone, mas claro que eu não fiz. A curiosidade matou o gato, ou não meu caso, me obrigou a fazer coisas idiotas.

Ao contrário, fui até o vazo de flores e tirei a gravata do arranho. Levei- ao meu rosto e cheirei. Ela tinha o cheiro dele. O cheiro sexy do Sasuke, que eu adorava. Nunca devolveria aquela gravata para ele. Não importa o que acontecesse ou deixasse de acontecer. A gravata era minha agora.

Meu telefone piscou e começo a vibrar. O primeiro instinto foi desliga-lo, mas eu sabia que ele ia ligar. E uma parte de mim queria falar com ele de novo. Encostei o telefone na orelha:

_ Oi.

_ Você gosta mesmo de roxo?- A pergunta me fez sorrir.

_ Muito. As flores são lindas, e eu não vou devolver sua gravata.

_ Fiz merda, não fiz?- A voz dele era suave e eu podia ouvir um barulho de inspiração e depois expiração.

_ Você está fumando, Sasuke?

_ Hoje bem mais do que o normal.

_ Um vício... Você tem um! – Passei a mão na gravata, esticada na minha mesa de trabalho.

_ Lamento, mas eu tenho muitos.- Houve um momento de silêncio e eu imaginei se Sasuke me considerava um de seus vícios, mas ele falou:- Eu quis ir até o seu apartamento ontem á noite. Eu quase fui.

_ Que bom que não foi, Sasuke. Eu precisava pensar. Tenho muita dificuldade em fazer isso quando você está perto. E não foi nada que você tenha feito ontem á noite. Não foi culpa sua.. eu precisava de algum espaço depois de ficarmos tão... próximos daquele jeito. É só o jeito que eu sou. Eu sou o problemático aqui.

_ Não diz isso, Naruto. Eu sei que não te escutei ontem como deveria. Você disse o que eu precisava e eu ignorei. Forcei a barra, muito rápido. Quebrei sua confiança que você tinha em mim, e isso é o que me deixa mais triste. Sinto muito, muito mesmo! Você não tem ideia de quanto. E se isso destruiu todas as minhas chances de ficar com você, então eu mereci.

_ Não, não.- Minha voz era só um fiapo o havia tanto que eu queria dizer, mas não encontrava as palavras para fazê-lo.- Você não quer ficar comigo, Sasuke.

_ Eu sei que eu quero, meu lindo. – Podia ouvi-lo fumando do outro lado.- A única questão é, você vai? Você vai ficar comigo de novo, Naruto Uzumaki?

Não podia segurar. As palavras dele me fizeram chorar. A minha sorte era que ele não podia me ver chorar, mas eu tinha quase certeza de que ele conseguia me ouvir pelo telefone.

_ E agora eu te fiz chorar. Isso é bom ou ruim, baby?

Diz para mim, por favor, porque eu não sei.- O apelo na voz dele baixou minha resistência.

_ é bom.- Ri desconcertado.- Mas não sei quando.

Hoje eu tenho planos com a Saky e a Hina.

_ Eu entendo.

Será que estava concordando em sair com ele de novo? Nós dois sabíamos a resposta para a perguntar. Acontece que Sasuke me levava pela mão. Desde a primeira noite em que nos conhecemos, ele me tinha para si. Sim, fomos rápido para o sexo. Sim, ele forçou aa barra um pouco, mas graças a ele estive em um lugar maravilhoso, onde pude esquecer do passado. Sasuke me fava muita, muita segurança, do jeito que me surpreendia e me obrigava a avaliar as razoes por trás disso. Não tinha muita fé de que daríamos certo, mas com certeza seria uma história para recordar depois.

_ A gente pode ir devagar, Sasuke Uchiha?

_ Estou entendo isso como um sim. Claro que a gente pode.- Ouvi o sopro de uma tragada de novo. E uma pausa, como se estivem tomando coragem.- Naruto?

_ Sim?

_ Eu estou com o maior sorriso na cara agora.

_ Eu também.



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