História A Melhor Pior História de Herói - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jungkook, Personagens Originais
Tags Bangtanboys, Bts, Coréia, Coreia Do Norte, Coréia Do Sul, Jeon Jungguk, Jeon Jungkook, Jungguk, Jungkook
Exibições 28
Palavras 1.127
Terminada Sim
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Policial, Universo Alternativo
Avisos: Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


OI TUDO BOM
Não, eu não morri.
Sim, eu sumi.
Não, não é um imagine.
Eu s´queria deixar bem claro que esse foi um trabalho de literatura que eu fiz e achei legal postar porque as pessoas precisam ver mais da minha genialidade.
Eu queria avisar também que a minha fanfic Save Me foi editada e postada no WattPad, pra quem se interessar o link estará nas notas finais.

Capítulo 1 - Capítulo Único


Mais uma vez eu ouvi me chamarem do que eu mais odiava, herói.

Por que herói? Só porque eu “salvei sua vida”? Só porque eu evitei uma catástrofe? Tá bom então, você que sabe...

“Herói, sinceramente...” falei para mim mesmo. Meu nome não é herói e nem de longe eu sou um. Matar alguns para salvar outros é a mesma coisa que trocar seis por meia dúzia.

Ah sim, sou Jungkook, Jeon Jungkook, e apesar de estar no início dos meus vinte, bem no início mesmo, já fiz muita coisa ­– a maioria delas irrelevante – inclusive salvar a Coreia do Sul.

Você deve estar se perguntando como raios eu, um jovem adulto, um cantor de chuveiro, um universitário qualquer, salvei um país inteiro sozinho de um ataque nuclear, mas não se preocupe pois eu lhes contarei a história.

Era um dia qualquer na vida de qualquer ser vivo, menos para mim. Era aniversário do meu pai, o ex-presidente da Coreia do Sul – que exerce, agora, o cargo de primeiro ministro.

Naquele dia, eu pegaria um trem para a capital – já que dividia um apartamento em Daegu com um amigo – mas algo aconteceu e eu não pude ir.

É nessa hora que você pensa que tudo desandou, mas não, eu só perdi o trem, desculpe decepcionar, eu sou só um jovem qualquer, não crie tanta expectativa assim! Tudo bem que meu pai quase me matou quando cheguei, mas isso já era de se esperar não?

“Tá, Jungkook. Ninguém quer saber se você chegou ou não na estação a tempo ou se seu pai quer ou não te matar, só conta logo a maldita história!” AISH, tá bom então, não precisa me engolir, não abrirei mais parênteses.

Onde eu estava? Ah sim, o trem.

Eu havia perdido meu trem e não tina dinheiro pra pagar táxi de Daegu até Seul, mas nem ferrando que eu iria optar por um ônibus, os ônibus aqui demoram uma eternidade e não tem uma estrutura muito santa.

Fiquei algumas horas esperando pelo próximo trem e durante esse tempo fiquei escutando a conversa alheia, não, não foi curiosidade, foi a pura falta do que fazer.

Surpreendi-me quando ouvi o nome de meu pai ser chamado em uma conversa por um senhor que falava ao telefone. Ele aparentava ser um empresário ou algo do tipo, vestia terno e seus sapatos sociais aparentavam ser novos de tão brilhantes. Ele segurava uma maleta e falava algo sobre estar com o documento pronto.

Quando o trem chegou na estação, vi que o senhor pegaria o mesmo. Fiz de tudo para sentar do lado da janela, gostava de ver a paisagem passando e me hipnotizando com um ritmo mudo; porém, antes mesmo do trem começar a andar eu sinto o espaço ao meu lado ser preenchido. Adivinha quem era... Nada mais nada menos (nesse caso, ninguém) que Harry Potter!!!!!!!!! Brincadeira, era só o senhor do telefone.

Ele olhava fixamente para seus documentos, algo que era irrelevante pra mim, até que eu começo a ouvir roncos e sinto uma cabeça encostar em meu ombro, ele tinha dormido.

O que será que passa na cabeça das pessoas que fazem documentos? É sempre tudo tão cheio de palavras estranhas e sem graça alguma, tão chato que o senhor dormiu... Não posso mentir, a curiosidade estava me matando, mas vamos fingir que mexer em documentos alheios não é crime.

Como a pessoa discreta que sou, peguei os documentos da mão do senhor sem nem hesitar, usando aquela delicadeza de um coice de cavalo. Confesso que me arrependi um pouco, eu não pedi licença antes.

A cada linha que eu lia, a cada palavra, vírgula, ponto, frase, oração, parágrafo, página... O documento em si fazia-me acreditar menos e menos nas palavras ali escritas.

Era tão surreal, eu me sentia preso em uma fanfic.

Vou resumir tudo, antes que eu surte. Era um acordo entre as Coreias afirmando que haveria a junção delas e que a Coreia do Note teria a total liberdade para soltar bombas nucleares onde e quando ela bem entendesse na parte que seria a antiga Coreia do Sul, sim, era algo absurdo.

Não, eu não uso drogas, sim, era um documento real e não, o senhor não acordou.

É nessa hora que você fica em estado de choque e imaginam que o pior aconteceu comigo, que deu tudo errado e que vai virar um puta filme de ação. Gente, eu sou um ser humano normal e simplista, não o James Bond.

Eu apenas liguei para a polícia de Seul – já que estávamos indo para lá – mandei e-mails para todo o tipo de mídia que você puder imaginar com fotos do documento anexadas, além de ligar também para informar previamente. Claro que nem todos confiaram em mim, alguns me xingaram, outros mandaram eu ir para lugares que eu nunca ouvi falar, mas o que eu mais estranhei foram aqueles que mandaram eu passar trote pra minha mãe. Como se passa trote pra própria mãe?! Ela tem meu número, ela sabe minha voz, nem se eu tentasse eu conseguiria passar trote pra ela, o máximo que eu consigo vindo dela ou é dinheiro ou é castigo – apesar de eu já ser independente e morar sozinho, ela é minha mãe, ela pode.

“Mas Jungkook, e aquela história de ‘matar um para salvar outro’? E a história de te chamarem de herói?”

Então, sobre isso... Eu costumava matar formigas quando elas estavam por perto para salvar não só minha pele, como meu lanche também.

Quanto à eu ter sido chamado de herói... Uma criança birrenta derrubou o sorvete e chorava insuportavelmente alto, sim, eu comprei um sorvete pra pirralha, olha o amor de pessoa que eu sou.

Voltando a meu “super” ato heroico...

Eu cheguei, finalmente, à estação. Os documentos em mão, um senhor desesperado tremendo e suando frio ao meu lado e um sorriso de orelha a orelha plantado em meu rosto.

Da janela do trem era possível ter uma visão dos policiais na área onde a porta de meu vagão abriria, eles estavam acompanhados de alguns repórteres e fotógrafos.

Senti o trem parar e ouvi as portas dos vagões abrirem. Segui lentamente o senhor até a porta, mas antes mesmo de chegarmos na metade do caminho a polícia já havia entrado no vagão e prendia os pulsos do senhor com algemas.

Depois disso, eu só me lembro do escândalo político, do julgamento de meu pai e do flash das câmeras quase me cegando.

Posso dizer que ter sido “herói” foi até uma experiência legal, mas a melhor parte foi chegar na faculdade e ouvir os professores que tanto reclamavam de mim me usando como exemplo, sem falar das fotos dos jornalistas que meu deus, eu sou bonito pra caralho, puta que o pariu.


Notas Finais


Gostaram?
Não? Tudo bem, eu lido com isso.
Mas, se por alguma razão desconhecida vocês gostaram, pode mandar pra sua avó, sua tia, seu irmão :}

Link para Save Me: http://my.w.tt/UiNb/BhrccbVqLy


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