História A melhor vida do mundo é a nossa - Capítulo 61


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Exibições 25
Palavras 1.380
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Romance e Novela

Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Eu de novo porque tô querendo escrever sobre o baile logo haha.

A da foto é Isabela, será ela uma rival? Uma amiga? Descubra nesse capítulo.

💕Boa leitura💕

Capítulo 61 - Outra vez cupido


Fanfic / Fanfiction A melhor vida do mundo é a nossa - Capítulo 61 - Outra vez cupido

Um dia depois eu ainda não fazia questão de conversar com a Ari, ela não parou de me ligar o tempo inteiro. Eu já estava até estranhando ela não ter explodido de raiva da minha frescura. Até que ela desembuchou.



“Olha aqui garota, cansei dessa sua palhaçada. Vê se cresce e haja como gente decente. Amanhã você vai me ouvir sim mesmo sem querer, até parece que essa dancinha que a gente vai fazer pode acabar com uma amizade tão grande como.a nossa.”


Pensei bem se eu realmente deveria falar com ela, afinal, não era bem um motivo para acabar com a amizade.


(...)


-Vem comigo.-Ari nem me esperou chegar na escola direito e me puxou para um canto.


-Eu tenho coisas mais importantes para fazer agora.


-Mas antes você vai me ouvir. Pode tirar essa ideia de ficar brava comigo por causa da dança. Pois se você não se tocou é o maior mico dançar na frente da escola. Tenho quase certeza que vocês não teria coragem de fazer isso então é melhor você voltar a falar comigo senão eu conto pra todo mundo que você chupa dedo de vez em quando.



-Tá bom Ari, eu não ia ficar sem falar com você. Mas eu só não entendi o que se passou na cabeça de vocês. Isso me assustou um pouco sabia?

-Ok, não vou te abraçar porque isso é ridículo então ao sair da escola me espera que vamos comprar nossos vestidos. Catarina vai junto.-Ao dizer isso Ariadne saiu atrás do namorado e eu fiquei rindo da situação.

-Fizeram as pazes? Mas já? -Natan veio rindo em minha direção.

-Você tinha mesmo razão. Não tem como ficar de mal com esse povo.-Disse feliz.

-Hey Diana, eu… Preciso da sua ajuda.-Natan coçou a nuca.

-Claro. Pode falar.

-Bom, eu sei que nós íamos ao baile juntos pra causar ciúmes em André e tal…

-Mas a gente ainda vai ao baile juntos mesmo assim não?

-Sim, claro mas eu queria que você me ajudasse numa coisinha.

-Pode dizer.-Foquei no rosto dele.

-Você...Poderia me ajudar com uma garota?-Naquele instante meu sorriso se desfez quase que rápido demais. Tentei assimilar aquilo por alguns instantes.

Estaria eu com ciúmes?

-Que garota Natan?-Perguntei.

-Bom, ela é do primeiro ano. O nome dela é  Isabela a gente já até conversou algumas vezes mas ela parece ser muito tímida.

-Acho que já ouvi falar. Bom, se quiser eu ajudo sim, mas como posso fazer isso?

-Bom, no inicio eu queria que ela fosse ao baile comigo mas ia ser tudo meio adiantado né? -Assenti me sentindo totalmente culpada. -Só que eu pensei bem e acho melhor a gente conversar melhor e tal.

-Ótimo, e como eu entro nessa história?

-Pensei em pedir ajuda pra alguma amiga dela, mas acho que isso seria estranho pois não conheço nenhuma delas. Então pensei em você como é uma figura feminina, vocês sempre conseguem fazer amizade rápido.

-E inimizades também. -Acrescentei rindo.-Ok, eu ajudo você. Eu vou tentar falar com ela a dar a entender que Natan é um amor de pessoa, um Deus grego na modernidade.

-Haha não exagera menina, senão nosso plano desaba. -Ele riu.

-Vou aproveitar a melhor das oportunidades pra faela com ela. Só me mostre onde ela está para eu não me confundir.-Natan olhou em volta e quando a avistou me mostrou discretamente.


Talvez eu tenha ficado com MUITO ciúmes disso, mas eu não podia prender Natan em mim. Eu não gostava dele de verdade, apenas como amigo.



(...)


-Natan o que? Não me diz, e eu que sempre achei que ele nunca esqueceria você.-Ari estava perplexa.


-Não fale bobagens Ariadne, ele tem a vida dele, eu não sou o tipo de pessoa que prende homens e você sabe muito bem disso.-Ri da cara dela.


-Mas vocês vão ao baile juntos. Aliás nem gostei dessa história. Você só chamou ele pra fazer ciúmes do garoto prodígio.


-Que equivoco. Eu só chamei ele porque ele é muito gentil. E eu quero muito ir acompanhada pro baile.-Eu poderia até assumir tudo pra Ari, mas como essa história já acabou resolvi deixar pra lá.


-Ta bom então. Vou fingir que acredito em você.


(...)


Intervalo pro almoço. Momento perfeiro para eu encontrar Isabela. Caminhei perto das salas do primeiro ano para ver se eu avistava ela. Mas nada de Isabela por lá.

Fui até a biblioteca, também não!

Foi aí que a vi entrar no banheiro, vesti minha cara de trouxa e entrei no banheiro como quem não queria nada.


Isabela estava sozinha. Menos mal. Tinha algumas garotas retocando a maquiagem então me sentei no banco fingindo limpar o esmalte das unhas até que elas saíssem. Assim que Isa ficou sozinha definitivamente, me apaixonei de onde ela estava prendendo os cabelos e comecei um diálogo.


-Nossa esse espelho está tão manchado né? -Falei olhando para o espelho.


-Nem me fale...Não dá nem pra tirar fotos legais.-Ela riu.


-Precisamos de um presidente de grêmio melhor. O Iago é uma perdição. -Dei um risadinha amigável.


-Nem fala...Ele só tem um rostinho bonito mesmo, mas è um incopetente.


-Haha verdade, sem contar que se fôssemos votar em garotos bonitos teríamos opções melhores até.


-Tem razão. -Ela riu alto.


-Tem o Felipe do primeiro ano, o Eduardo, Jeová...


-O Marcelo, David, Natan…-Opa, facilitou muito pra mim.


-Você acha ele bonito?-Perguntei.


-Sim, os três são. Mas de qual “ele” você falou.-Ela riu.


-Do Natan.


-Ah...Ele é bem bonitinho. Mas por favor não fala pra ele. Vocês vão ao baile juntos e…


-Que è isso Isa, não se preocupe. Ele é só meu amigo. Mas sabe, eu acho que vocês combinam.


-Será? Ei, como você sabe meu nome?


-B-Bom...Uma vez...Eu ouvi alguém te chamar. Eu sou boa em gravar nomes.-Aquilo era uma grande mentira.


-Hum…-Ela riu.


-Bom, voltando. Eu acho que você deve tentar ficar com ele no dia do baile.-Palpitei.


-Credo eu sou muito tímida pra isso.-Ela fez uma careta.


-Bom, mas ele é legal. Tenho certeza que não ia te deixar passar vergonha.


-Mas vocês vão ao baile juntos e eu também tenho um parceiro.-Droga não tinha pensado nisso.


-B-Bom, nada impede. Se vocês conversarem ou ficarem mais próximos essa semana, será mais fácil no dia do baile. Enquanto ao seu parceiro, eu chamo ele pra conversar enquanto isso.


-Por que você ta fazendo isso?-Ela me descobriu?


-Nada, eu só acho o Natan muito bom pra ficar sozinho. E sei lá eu shippo muito vocês.


-Mas você acabou de me conhecer. -Ela falou inconformada.


-Bom, meu sexto sentido é muito bom...Eu preciso ir agora. Depois a gente conversa, e promete que vai cumprir com o combinando? Ou pelo menos tentar.


-Tá bom pode deixar…


-Diana. Mas pode me chamar de cupido.-Estendi a mão pra ela que sorriu divertida.


(...)


-Prontinho Natan. Agora você só precisa ser um boy legal e ela logo vai gamar em você.


-Como vocês meninas conseguem se entender tão rápido? -Natan perguntou assustado.


-Coisa nossa...Digamos que somos bem simpáticas quando queremos.


-Obrigado Diana. Você é incrível. -Natan riu e me abraçou. Olhei pra frente e vi que André me encarava com vários papéis na mão.


-Temos que terminar aquele trabalho não è?-Ele sorriu e me soltei de Natam sem jeito.


-Verdade,vamos acabar com isso.


Fomos para a biblioteca e não conversamos nada além do assunto do trabalho.

Assim que estávamos quase terminando o telefone de André tocou e como esse volume do celular dele parece um alto falante, ouvi tudo.


“André Luís, eu preciso de sua ajuda amorzinho.”


“O que você quer Jennyfer?”


“Eu preciso da sua ajuda pra comprar meu vestido.”


“O que? Como assim menina? Eu não entendo disso.”


“Há mas eu preciso saber o que te agrada sabe?”


“Pff, pode escolher qualquer um. Eu vou gostar.”


“Por que mesmo você não pode vim?”


“Eu estou fazendo um trabalho...Com a Diana”


“Ah não acredito nisso, você está com essa vadia?”


Não ia aturar aquilo então me meti mesmo. Peguei o celular da mão de André e briguei com Jennyfer.


“Se enxerga garota vadia é você! “


André ficou surpreso e deu uma risada.


“Devolva o celular do Andrèzinho agora mesmo menina. ”


“Você está nos atrapalhando. Thaul Jennyfer. ”


Desliguei o telefone na cara dela e joguei o celular sobre a mesa.


-Não volte a atender nenhuma ligação enquanto não terminarmos.


-Maluquinha. -André riu e desligou o celular.


Assim que terminei voltei pra casa, passei a tarde toda de bobeira e perto da noite fui com Ari comprar o vestido.


Fui dormir cedo, mas não deixei de revisar o dia.

Esse baile seria fogo.

E eu estava realmente ansiosa pra ver meus planos dando certo. Mas isso não estava completo, eu queria ir baile com André. 



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