História A Mente de uma Dupla - Capítulo 73


Escrita por: ~

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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Alya, Hawk Moth, Marinette Dupain-Cheng (Ladybug), Nino, Plagg, Tikki
Tags Adrinette, Chat Noir, Ladybug, Ladynoir, Marichat, Miraculous
Exibições 258
Palavras 2.394
Terminada Não
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Escolar, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Há ! Olha eu aqui de novo !

Não, o note ainda não foi concertado, por isso eu peguei o do meu pai... Mas mesmo assim eu ainda tive que finalizar o capítulo no celular... ;-;

Avisos:

-Marichat

-Muito Marichat

-MARICHAT

Aproveitem, divirtam-se e inspirem-se, vocês são livres para tudo ! Boa leitura !

Capítulo 73 - Cafuné.


[Marinette/Ladybug]

 

Depois de não sei quanto tempo de sono eu acordei com a luminosidade de fora no meu rosto, não sei por que eu acordei tão cedo... Bem, talvez seja pelo fato de que eu estou dormindo desde a tarde de ontem... É, faz sentido.

Dou uma olhada em volta e percebo que a Belly dormiu comigo mais uma vez, acho que ela realmente não vai dormir no quarto de hóspedes até a hora de ir embora. Tikki está debaixo do monte de cobertas que me cobrem, não sei como, mas mesmo estando com tantas cobertas sobre mim eu ainda estou com frio. Não sei se é por causa da febre ou se é porque está nevando lá fora.

Eu me levantei com um pouco de dificuldade, mesmo tendo dormido por várias horas eu ainda estou cansada. Peguei o meu celular e acordei a Tikki, ela me deu um bom dia sonolento e logo se enfiou no meu pijama. Desci as escadas lentamente, para não fazer barulho e acordar o pessoal, mas ao terminar de descer os degraus eu percebi que meus pais já estavam acordados, provavelmente por causa da padaria.

-Bom dia filha, já está melhor ? – minha mãe perguntou enquanto mostrava o lugar na mesa vago. Eu me sentei e ela colocou um pouco de café em uma xícara para mim.

-Em comparação a ontem sim, mas ainda estou me sentindo mal. – ela me deu a xícara e eu dei um gole, o café estava bom e quentinho, o que aqueceu o meu corpo por dentro.

-Espero que você melhore logo. – meu pai falou enquanto me dava um croissant. Eu peguei e dei uma mordida, ele estava fresquinho, crocante por fora e macio por dentro, excelente como os outros.

-Está muito bom ! – eu disse ainda de boca cheia, o que fez com que meus pais rissem. 

-Mas é claro, foi tudo feito pelo superpai ! – minha mãe disse rindo.

-Vai deixar todos os créditos para mim ? A supermãe também ajudou. – caímos na gargalhada, é muito bom poder ter esses momentos descontraídos com os meus pais.

Continuamos comendo e conversando até que eles se levantam e começar a se arrumar para abrir a padaria. Deve ser umas 7:30 então, a padaria abre nessa hora aos sábados... Quando eles desceram para a padaria eu escuto um barulho vindo das escadas, Belly tinha tropeçado e por pouco não saiu rolando escada a baixo.

-Eu tô bem ! – ela falou alguma coisa em português, depois deu um leve tapa na cabeça e resmungou algo como “como eu sou tonta” – Eu quis dizer eu tô bem. – ela disse em francês. – O que temos hoje ? Hum, croissants, eu amo croissants ! 

-Me diz uma coisa que você não ama...

-Quer em ordem alfabética, numérica ou por nível de desgosto ? – ela disse se sentando na mesa e colocando café e depois leite em uma xícara.

-Nossa, tem tanta coisa que você não gosta assim ? – dei uma risada e peguei mais um croissant, ela fez o mesmo.

-Eu posso ter exagerado um pouco, mas tem algumas coisas que eu não gosto, mas tem coisas que eu gosto e uma delas aconteceu de noite... – ela me olhou e deu um sorriso.

-E o que foi que aconteceu de noite ? – eu disse, meio preocupada e meio curiosa, eu estou sentindo que aconteceu alguma coisa, mas eu não me lembro...

-Vai me dizer que não se lembra ? Mereço viu... Vou dar algumas dicas e você tenta adivinhar, ok ?

-Ok.

-Certo, essa coisa que aconteceu é o tipo de coisa que me deixa muito animada.

-Hum... – deixa ela animada ? – Ah ! Você me mostrou algumas fics né ? Foi isso ?

-Não. Deixa eu pensar... Já foi a segunda vez que eu presenciei algo como isso.

-Ontem nevou... Foi isso ?

-Não ! Nossa, você não se lembra mesmo né ? Misericórdia viu... – ok, já estou curiosa.

-Me diz de uma vez o que aconteceu !

-O Chat veio aqui de noite, bem de noite... – ela me olhou pra ver a minha reação. Eu devo estar corada, com toda certeza... Então era isso que eu não estava lembrando.

-É mesmo ?

-Não se faça de desentendida, já vi que se lembrou e não quer me contar os detalhes... – ela fez uma falsa cara de choro – Eu deveria ter ficado lá no quarto e não ter ido pra sua varanda pra morrer congelada. Na próxima que eu acordar e perceber o Gatonet no quarto eu vou é fingir que estou dormindo !

-Calma, calma... Não aconteceu nada demais, ele apenas veio ver como eu estava, me deu uns remédios e depois ficou lá até eu dormir, só isso.

-Só isso mesmo ? Nada de fofo ?

-Eu fiquei fazendo carinho na cabeça dele e ele ficou ronronando.

-Você fez cafuné no Gatonet ?! E ele ronrona ?!

-Cafuné ? O que é isso ?

-A é, eu me esqueci que cafuné não tem tradução exata... Cafuné é o ato de fazer carinho no cabelo de alguém, sabe ? – ela fez cafuné em mim – Isso é cafuné !

-Legal, acho que eu vou falar cafuné de agora em diante.

-Cafuné é uma palavra legal... Mas ele consegue ronronar ? Isso é humanamente possível ? – ela tentou ronronar, mas desistiu – Depois eu tento, eu estou com fome. – ela volta a comer o croissant.

-Cafuné... – eu disse baixinho pra não a atrapalhar.

Cafuné é uma ótima palavra e ainda significa algo tão bom de receber e fazer nos outros. Eu pelo menos amo fazer cafuné no Chat... Quer dizer, eu acho legal fazer cafuné nele... Arg, tá bem, eu admito eu amo fazer cafuné nele, mas a culpa não é minha, o cabelo dele que é muito macio e o ronrono também ajuda...

Belly terminou de comer o croissant e disse que iria comprar uns chocolates e alguma coisa pra gente comer e ficar a toa, ela disse que eu tenho que aproveitar, mesmo estando doente. Ela subiu e se trocou, enquanto eu continuei comendo o meu croissant, depois de alguns minutos ela desceu e saiu. Assim que eu fiquei sozinha Tikki saiu do meu pijama e foi em direção a alguns cookies que estavam na mesa.

-Ainda bem que Chat apareceu aqui ontem, eu te vi lá no teatro e você não estava nada bem. – ela disse e mordeu o cookie.

-Eu não me lembro direito desse sonho, só lembro sobre casamentos e algo azul que estava no palco.

-Deve ser o burrico azul que você cismou que estava no palco. – um burrico azul ? 

-Espera, eu disse que estava vendo um burrico azul no palco ? Meu Deus, muita gente escutou isso ?

-Só o Chat, eu e mais dois portadores, mas eles são muito legais e eu expliquei que você estava passando mal e eles entenderam tudo rapidamente, então não precisa se preocupar. – ainda bem.

-Fico mais calma ao saber disso, imagina só se todos tivessem escutado isso ? Eles iriam achar que a nova Ladybug é uma maluca !

-Por que a Ladybug é uma maluca ? – eu escutei a voz do Lipe, irmão da Belly, atrás de mim, quando fui ver onde a Tikki estava ela já tinha se escondido.

-Ela é maluca por salvar P-Paris, é isso, você não acha ?

-Sei lá, eu só acho ela maneira por salvar Paris... – ele se senta e começa a comer as coisas.

-Eu também acho isso... Bem, eu vou ir pro meu quarto tá ? – digo me levantando.

-Você dorme demais hein... – mereço.

Ignorei o comentário e subi para o meu quarto, Tikki, que tinha se escondido no meu pijama foi direto para a cama, parece que ela está cansada, ou algo do tipo. Me deito, não sei se eu volto a dormir ou se faço outra coisa... Meus pensamentos são interrompidos por alguém batendo na minha janela, tudo que eu consigo enxergar é uma coisa preta coberta por neve. Ou é o Chat ou é um pombo enorme... Acho que a primeira opção é a correta.

Me levanto e abro a janela, Chat entra tremendo de frio, assim ele também vai ficar doente e nós dois não podemos ficar doentes ao mesmo tempo. Tranco a janela e ele vai em direção a minha cama. Ele se enfia no meio das várias cobertas até ficar confortável, quando ele se dá por satisfeito ele olha pra mim.

-Está melhor My Lady ?

-Em comparação a ontem eu estou bem melhor. - digo me aproximando da minha cama

-E em comparação a madrugada você também está melhor. Se lembra do burrico azul ? - ele diz rindo. Me deito e me cubro junto com ele.

-Lembro sim, mais ou menos. A imagem do burrico não é tão nítida na minha mente agora.

-Deve ser porque lá não tinha nenhum burrico azul. - ele me abraçou - Você está quentinha, lá fora está muito frio.

-Mas é claro está nevando... E você é louco por ter saído nessas condições !

-Eu sou louco mesmo, louco por você. - certo, isso foi muito fofo, muito fofo mesmo. Eu olhei pra ele e vi que os olhos deles estavam brilhando, como se ao perceber que ele me fez corar eles tivessem ganhado algo valioso. Com tanta fofura assim eu não consegui resistir e dei um beijo na ponta do nariz dele.

-Você dormiu depois que veio pra cá ? - pergunto depois de ele ter corado com o meu beijo.

-Sim, mas acabei acordando depois de algumas horas, acho que não estava mais com tanto sono. - ele apertou o abraço.

-Hum, mas está muito cedo... Por que você veio aqui tão cedo ?

-Pegar croissants, é claro ! - ele riu - Vim ver você e com sorte ninguém me veria, porque ainda está cedo. Pelo visto o plano está dando certo.

-Chat Noir, o gato dos planos mirabolantes. Cai bem, não acha ? - digo segurando a risada.

-Prefiro... Chat Noir, o gatinho da Ladybug ou Chat Noir, o gatinho da Marinette. Você pode escolher.

-Eu escolho o meu.

-Sem graça. - ele fez biquinho e eu comecei a rir - Está rindo de mim ? Que coisa feia princesa, sabia que não se ri de quem te salva inúmeras vezes ?

-E o que acontece quando as pessoas riem de quem as salva inúmeras vezes ?

-Elas recebem um beijo do seu salvador.

-E se elas não quiserem o beijo ?

-Elas param de rir. - mesmo que eu não quisesse mais rir eu continuei, só pra ver se ele iria mesmo me beijar. Bem, ele me beijou. Os lábios frios deles contra os quentes meus fizeram com que um arrepio descesse até meus pés e eu, por um momento, senti como se estivesse voando... O que não deu em outra, quando eu abri os meus olhos percebi que eu e ele estávamos voando, há alguns centímetros da cama. Eu e ele descemos lentamente.

-Você tem que parar de fazer isso... - eu disse quando nós tocamos o colchão.

-Parar de te beijar ? Nunca ! - eu comecei a fazer cafuné nele... Nossa, essa palavra é realmente boa !

-Você tem que parar com esses beijos que me fazem voar... Não é muito legal quando isso acontece, dá vergonha.

-Mesmo se eu soubesse quais beijos te afetam eu não pararia, eu gosto quando isso acontece. E eu sinto vergonha quando começo a... Purr... Ronronar, mas mesmo assim você continua com o carinho.

-Cafuné.

-Quê ?

-Isso que eu estou fazendo... Em português cafuné signiga fazer esse carinho no cabelo da pessoa.

-E se ela for careca ? - que tipo de pergunta é essa ?

-Sei lá, faz carinho na careca, mas por que a pergunta ? Está com medo de ficar careca e não poder receber mais o meu cafuné ?

-Eu não vou ficar careca... Eu espero. - ele ronronou de novo.

-Eu já disse que eu gosto de escutar o seu ronrono ?

-Eu já disse que você é bonita ?

-Tá, já entendi...

-My Lady, você não acha que seria melhor se eu mostrasse a minha identidade pra você ?

-Eu já disse o que eu acho sobre isso Chat...

-Eu sei, mas e se eu só desse algumas dicas ? E só se você pedir... - ele se deitou em cima de mim - Por favooooor ! - ele fez uma cara de gatinho abandonado, essa carinha é pior do que a da Manon.

-Tá bem... - eu disse meio contrariada, mas não é como se eu fosse ficar pedindo dicas o tempo todo.

-Eba ! - ele abriu um sorriso enorme e os olhos dele começaram a brilhar. Ele se impulsionou e me deu um belo de um beijo, dava pra sentir pelo beijo que ele está a animado, muito animado, tão animado que ele acabou mordendo o meu lábio inferior, se tivesse sido uma mordiscada não teria problema, mas ele deu uma mordida, forte, que comecou a sangrar - Me desculpa, me desculpa, me desculpa...

-Tudo bem...

-Será que não dá pra eu fazer um curativo não ?

-Fazer um curativo como ? Não dá não.

-Droga... - ele ficou encarando a minha boca e deu um beijinho de leve no lábio inferior - Assim sara mais rápido.

-Se você diz... - ele ainda estava deitado em cima de mim, então ele meio que virou a gente e fez com que eu ficasse por cima dele - Por que você fez isso ?

-Tenho que retribuir o cafuné e também pedir desculpas de alguma forma, então vou fazer os dois de uma vez só !

-Tá bem... - ele soltou o meu cabelo e começou a fazer cafuné, pra ele não se sentir tão mal acho que eu vou pedir uma dica pra saber quem ele é... - Hey Chat, que tal uma dica ?

-Hum... Eu te conheço a mais tempo como Ladybug do que como Marinette.

-Hã ?

-A primeira vez que eu te encontrei foi como Ladybug, mas já você eu não sei, você pode ter me visto antes...

-Certo...

-Espero que essa seja uma dica de muitas !

-Fica quieto e continua com o cafuné !

-Nossa... - ele suspirou e deu um beijo na minha testa - Tá bem. - ele voltou o cafuné.


Notas Finais


Eu amei esse Marichat :3
Eu achei que ele ficou tão fofis ❤

Não sei se amanhã vai ter um capítulo novo... Tudo vai depender do universo e pelo visto ele tem.conapirado contra mim... É sério, todo mundo já está de férias, eu só vou ficar de férias dia 12 ou coisa do tipo ;-;

Heeeelp !

Beijinhos de estrelas ❤ Bye, bye !


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