História A mente pertubada de Sakura Haruno - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Naruto
Personagens Naruto Uzumaki, Sakura Haruno, Sasuke Uchiha, Shikamaru Nara
Tags Amor, Aventura, Drama, Naruto, Revelaçoes, Sakura, Sasuke, Violencia
Exibições 40
Palavras 769
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Hentai, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Boa leitura ^^

Capítulo 1 - Prólogo


Fanfic / Fanfiction A mente pertubada de Sakura Haruno - Capítulo 1 - Prólogo


     O que dizer desse mundo caótico, onde a felicidade é falsa e o único objetivo do ser humano é ter poder. Quando mais poder, melhor.

 

 

Há treze anos, eu acordei com barulhos estranhos vindo do quarto dos meus pais, fiquei um pouco assustada Então fui andando devagarzinho pela casa. 

Os barulhos estavam um pouco mais altos, ouvi pessoas cochichando e não eram meus pais, ouvi a voz do meu pai, fui até a porta do seu quarto e segurei a maçaneta então abri a porta do quarto e... A pior coisa que uma criança de seis anos poderia ver estava ali na minha frente, minha mãe estava no chão ao lado direito da cama e ao seu redor se formava uma poça de sangue, do outro lado da cama estava meu pai ajoelhado e com as mãos amarradas para trás.
Tinha um homem na sua frente que segurava uma arma na sua cabeça e outro atrás dele segurando meu pai. Os três olharam para mim, fiquei com tanto medo que paralisei, eu não sabia o que aquilo tudo significava, prendi a respiração e senti meu coração pulsando.
       -Corra Sakura, corra. – Era tudo o que eu escutava, gritos do meu pai -Corra e chame ajuda.
Eu não entendia muito bem a situação, mas decidi fazer o que meu pai estava falando. Então corri como nunca tinha corrido, tentei correr o máximo que pude, mas antes de pegar a maçaneta da porta dos fundos um homem alto e muito forte me agarrou, tentei lhe dar beliscões e mordidas, mas ele me apertou e tapou minha boca para não gritar.
Chegando ao quarto o homem que me segurava, me jogou no chão e fechou à porta, meu pai não falava mais nada só estava lá com a cabeça abaixada, acho que ele sabia que não adiantaria implorar por vida. O homem alto e forte que antes tinha me trazido de volta ao quarto, pegou a arma e apontou para a cabeça do meu pai, ele parou por alguns segundos, ficou meio hesitante então sorriu de canto, pegou uma faca que estava presa na sua cintura e olhou para mim –Olhe e traumatize – Foi à única frase que ouvi antes que ele enfiasse a faca na cabeça do meu pai, enquanto o homem baixo o segurava o outro dava facadas... 

Eu só conseguia ficar ali olhando chocada com o rumo das coisas, eu não podia acreditar, era meu pai, por mais que ele não me desse muita atenção e estava sempre se envolvendo em problemas que causavam a infelicidade minha e da minha mãe ele não podia morrer daquele jeito. Fiz a única coisa que eu podia, gritar.
Gritei com todas as minhas forças, o homem mais baixo largou meu pai e avançou em mim, puxou meu cabelo, meu deu uma tapa e tapou minha boca com a sua mão que estava cheia de sangue, seu rosto era assustador, pois, tinha sangue também, e muito. Eu fiquei desesperada por ele estar me tocando, não queria isso então comecei a me debater. O homem alto veio em minha direção, parei de me debater e fiquei olhando para ele, ele tinha um rosto de anjo, olhos azuis e cabelo loiro, ninguém nunca imaginaria que ele fosse um assassino.

O homem que me segurava disse para o outro parar e tirou um telefone da sua roupa, parece que ele estava fazendo uma ligação. –Chefe é o seguinte...- o homem que me segurava falou para alguém que estava na outra linha. –A filha do cara apareceu do nada e estamos com ela aqui, não sei por quanto tempo o vizinhos vão se intrometer já que ela estava gritando.
           -Como assim seu merda? lhe disse para ser silencioso – ouvi o chefe deles gritar, mas não ouvi o que ele disse em seguida. O homem que estava me segurando me soltou e começou a falar com o seu parceiro sobre o que o tal chefe tinha dito.
      -O chefe disse que temos que deixa-la ir – Ele olhou para mim, seu rosto não era como o outro, ele já era bem mais velho e amedrontador. 
        -Garotinha, garotinha... Você vai sofrer bastante, nós iremos embora, mas não se esqueça do que eu vou lhe dizer. Quando você for mais velha vamos voltar, o chefe quer terminar de acertar as contas que seu pai deixou...

Ele tocou o meu rosto e senti medo, receio, raiva... Ódio. Eu estava tremendo, tremendo muito. Ouvimos a sirene de um carro de policia e os dois se assustaram e saíram correndo pelos fundos. Fiquei desolada, corri para o canto da parede e comecei a chorar muito.
 


Notas Finais


Espero que tenham gostado esse foi só o prólogo, vou tentar postar mais ao menos uma vez na semana. Se houver algum erro ortográfico, por favor, me avisem. Até mais.


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