História A minha fucking história de amor. - Capítulo 23


Escrita por: ~ e ~EmoNeko-chan

Postado
Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Muita Comédia!
Exibições 22
Palavras 2.754
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Ficção, Lemon, Romance e Novela, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Só vou avisando, o lemon tá uma bosta, sério, eu achei, é uma capítulo de transição, mas é importante, tem umas informações básicas. TEM TRETA NO PRÓXIMO, ADORO.

BOA LEITURA.
AMANHÃ EU VOU POSTAR COMO O COMBINADO, OK? OK. ATÉ AS NOTAS FINAIS.

Capítulo 23 - Capítulo 23


Depois de toda a minha ceninha de socar o travesseiro eu tomei um banho relaxante e o Marshall me ajudou com os curativos, fiz toda a minha higiene e coloquei uma calça de moletom cinza, meias e um moletom cinza também, era um pijama fofo.

Estava frio, muito frio, e claro que eu não tardei em me enfiar debaixo das cobertas quentinhas do Marshall.

-Marshall: Vai dormir comigo, é?
-Tá' frio...

Falo abraçando seu corpo e colocando a perna direita em cima da sua cintura.

-Marshall: Fica do outro lado, assim você não cai.

Passei por cima dele e fiquei do outro lado, ele me abraçou e eu fiquei na mesma posição de antes.

-Marshall: Boa noite.
-Boa..

Ele abaixou a cabeça mas logo se levantou, foi até a porta e trancou ela, voltou a se deitar e a ficar do mesmo jeito de antes, ele virou o corpo fazendo com que eu ficasse em cima dele.

Ainda deitado sobre ele levantei um pouco o tronco para poder pegar as cobertas e puxar para nós, fiquei sentado sobre ele e quando eu me virei para pegar a cobertar ele agarra a minha cintura e movimenta-a.

Ele levanta o quadril como es estivesse entrando em mim e eu logo viro o rosto para puxar seus cabelos e beijá-lo.

O beijo era urgente, afoito e selvagem, ele dava leves mordidas em meu lábio, eu rebolava mais contra seu colo, para acabar com o beijo anfio minha língua o mais fundo possível e o mesmo faz isso também, me separo dele e o olho.

-Você quer transar?
-Marshall: Já fizemos isso, não que eu não queira, mas você está com o quadril doendo e eu não quero piorar isso.
-Tem razão.

Deixo um selinho demorado em seus lábios e me deito, logo sendo acompanhado pelo Ni.

Ficamos na mesma posição de antes, ele me abraçando e eu fazendo o mesmo, enquanto minha perna esquerda estava rodeando sua cintura.


(...)



Acordei e olhei para o relógio marcando 9:45 AM.


-Ni, acorda!
-Marshall: Bom dia...- Disse o Bom bocejando.
-Bom!- Beijo seus lábios e volto a deitar.
-Marshall: Você não vai levantar?
-Não...
-Marshall: E os açaís?
-Verdade, verdade!


Saio de cima da cama e quando vou começar a andar sinto uma coisa nas minhas pernas, uma ereção matinal, ai que ótimo.


Começo a andar devagar e meio desengonçado.


-Marshall: Mimi, você está bem? Seu quadril ainda dói?
-Não eu estou bem.
-Marshall: Mi, posso te fazer uma pergunta?
-Pode.


Ele desviou o olhar e mordeu o lábio inferior.


-Marshall: Por que seu pai te batia?


Aquela pergunta me pegou de surpresa, suspirei e rapidamente volto e encará-lo.


-Eu não sei...Eles me batiam e eu não podia falar nada, não que eu não podia, eu não queria, na época eu pensava que era estresse demais mas agora me arrependo profundamente de não ter contado a ninguém.


Ele me olhou e abaixou a olhar.


-As empregadas lá de casa foram os meus pais, tipo, não tinham homens tirando eu, Gabi e meu pai, elas sempre cuidaram de mim e elas não podiam falar nada, eu tinha que denunciar mas não denunciei, se elas falassem alguma coisa bem que meus pais poderiam fazer alguma coisa contra elas, as fazendo ficarem sem provas para depois foder elas.
-Marshall: E por que você entra em pânico, surta quando alguém te bate?
-É psicológico, o meu antigo psicólogo me disse isso, eu acabo me lembrando e começo a me lembrar de tudo, como se estivesse acontecendo e eu estivesse apanhando de novo.
-Marshall: Naquele dia que a gente brigou e você levou uma surra daquele idiota por causa da Garden, você...
-Não não, eu não entrei em pânico, tipo, ele já foi logo na violência, meu pai me dava uns tapas até partir para murros e essas coisas, mas eu deveria ter surtado, não surtei por algum motivo, talvez eu já sabia o que me esperava, a partir do momento em que eu vi aquele cara na minha frente eu já tinha a certeza de que apanharia, já quando me pegam de surpresa eu surto.


Ele voltou a olhar para mim e sorriu, retribui o sorriso e fui me direcionar ao banheiro quando ele levanta e me puxa.


Ele colou seu peito as minhas costas, começou a apertar a minha cintura como se estivesse me consolando, sorri com o seu ato e coloquei minhas mãos sobre as suas.


-Marshall: Quando a gente namorava, no passado, eles faziam isso?
-Eu escondia com roupa ou vez ou outra maquiagem, mas eles não me batiam mais já que eu avitava ficar em casa, Gabriel estava fora do país então eu não me preocupava com ele, eu vivia com você, então não tinha como eu apanhar que nem eu apanhava.


Ele beijou minha nuca e se afastou.


-Marshall: Vai tomar um banho, coloque uma roupa de frio, hoje vai fazer muito frio.


Assinto e sigo para o banheiro, tiro toda minha roupa e entro no banheiro, vejo que o que eu tinha entre as pernas broxou, tomei um banho bem quente por conta do frio, até o piso estava gelado, faço minhas higienes e termino o banho.


Depois de usar o banheiro me enrolo na toalha, coloco o roupão por cima e saio do banheiro.


-Ni?
-Marshall: Sim?
-Hoje vai fazer quantos graus?
-Marshall: Pelo que eu vi uns 5° Graus, o mínimo vai ser 2° Graus.
-O céu está nublado, não é?
-Marshall: Sim...- Ele pega o celular. - Agora está 3° Graus.
-Nossa, eu estou morrendo de frio!


Ele ri e vai em direção ao banheiro, passo o desodorante , procuro uma roupa e decido pegar uma calça jeans preta, uma blusa polo branca, uma branca de malha fina por baixo dela, por cima delas um casaco peludo preto, eu o deixei aberto, um tênis adidas vermelho e o cachecol vermelho que eu tenho, que na verdade era do Marshall quando eu o conheci, depois passo um perfume e decido arrumar meu cabelo.


Eu precisava cortar meu cabelo, ele estava cobrindo meus olhos e já estava grande, quando secava ficava acima deles, mas enfim, ele estava grande.


Marshall sai do banheiro e procura uma roupa, uma calça jeans meio azul, uma polo preta, um casaco peludo por cima e seu tênis All Star azul, seu cabelo estava quase em seus olhos, decido pegar uma touca vermelha e colocar na cabeça.


-Marshall: Você fica bem de vermelho.
-Eu fico bem de vermelho.


Nos finais de semana os alunos podem voltar para suas casas, mas a maioria aqui é de outro país e vive ma escola, ou então possuem uma preguiça bem foda para terem vontade de ir para casa.


Saímos do quarto e fomos em direção ao pátio, depois dele é a saída, quando estávamos perto dela Jean aparece.


-Jean: Bom dia...
-Bom dia.
-Marshall: Dia...
-Você está com muito frio?
-Jean: Sim...Muito frio!
-Se agasalhe bem! Pelo visto o mínimo hoje será de 2° Graus.
-Jean: Aonde vão?
-Fiquei devendo...Umas coisas para o Marshall, estávamos indo cumprir a minha promessa.
-Jean: Jura?
-Sim, eu perdi uma aposta.
-Jean: Que aposta?
-Quem corri-
-Marshall: Quem ficava mais tempo sem...Você sabe...Pegar umas garotas...


Jean pareceu irritado, mas só sua cara, olho para o Marshall enquanto o o Jean estava distraído e repreendo o Ni com o olhar, eu não iria desmentir, Jean agia estranho quando se tratava de mim.


-Jean: Você diz...Transar?
-Marshall: Sim, no final eu ganhei...
-Jean: Entendi...Bom, eu já vou indo.


Ele fala isso e vai embora sem mais nem menos, quando ele vai para a direção dos dormitórios decido repreender o Marshall, agora com palavras.


-Seu idiota! Como assim transar? Doido, o que ele vai pensar de mim?
-Marshall: Não sei, mas o que ele tem para pensar? A vida é minha, o que ele tem que se intrometer?
-Como assim sua?
-Marshall: Tudo que é seu é meu, e tudo que é meu é meu.
-Vai sonhando...



(...)


Chegando, no local onde vendia açaí, compro logo o do Marshall e o vejo comer em menos de 15 minutos duas tigelas de açaí, com direito a tudo.


-Mano, cê' come em!
-Marshall: Você quer fazer o que agora?
-Quero cortar o meu cabelo.
-Marshall: Não, corta não.
-Vou só tirar um pouco, ele anda cobrindo meus olhos.
-Marshall: Certo.


Chegando no salão peço para a mulher cortar, ela tirou só um pouco, pedi para ela cortar o suficiente e deixar a franja ainda um pouco grande, Marshall se aproxima de min e começa a falar em português.


-Marshall: Amor, não corta muito a região da nuca.
-Por que?
-Marshall: Eu gosto de puxar.


Sorrio e falo para a mulher não passar nada na nuca, só passar a tesoura, nada de máquina.


Terminei de cortar e paguei, não havia mudado nada, era só para poder tirar um pouco o tamanho.


Almoçamos era uma meio dia e meia, depois ficamos rodando um pouco e decidimos parar em uma praça, não havia ninguém lá, apenas uns 3 casais sentados nos bancos, um desses casais estavam com uma criança brincando, Marshall puxa meu rosto e me da um selinho, sinto vários olhares sobre nós mas mesmo assim sorrio, olho para a criança e a mesma estava brincando com a bola, os pais da menina estavam nos olhando torto.


Vejo a menina tentar pegar a bola e sem querer chuta ela, a menina estava longe, saio dos braços do Marshall e olho atentamente, a bola foi para a rua a menina iria atravessar a rua para pegar a bola, nessa hora estava vindo um caminhão.


Corro de encontro a criança, eu nunca corri tanto em minha vida, quando o caminhão ia pegar ela eu a puxo, caímos na calçada e eu bato a cabeça no chão, a menina se levanta e me olha, ela começa a chorar e logo vejo Marshall parando em minha frente.


Os pais da menina chegam e eu sinto minha cabeça latejar.


-Marshall: Droga, Max! Olha o que aconteceu!


Os pais da criança a pegam no colo e se aproximam de mim.


-Mãe: Oh my god! I'm so sorry!
-I-it's fi-ouch!


Levo minha mão a minha cabeça e tiro a mão de lá, ela estava um pouco manchada de sangue.


-Marshall, está doendo...


Ele me ajuda a levantar e as pessoas que estavam na praça vieram ajudar, olho para a menina e ela estava com o cotovelo ralado.


Um filete de sangue escorre pela minha testa e cai sobre meu olho, fecho o mesmo e me aproximo dela, e pego em seu cotovelo.


-It's hurts?
-Menina: Yes...


Sorrio para ela e acaricio seu rosto.


-Passe bastante água e lave bem, ok?
-Menina: Mas e o seu?
-Eu vou ficar bem, foi só...Um corte, promete que vai linpar isso bem e não vai chorar?
-Menina: Sim...- Ela diz com o lábio inferior tremendo.
-Fofa!- Digo apertando sua bochecha.
-Mãe: Qual o seu nome?
-Meu nome? Max Yoshida.
-Pai: Obrigado! Muito obrigado! Nos permita levá-lo ao hospital.
-Por favor, minha cabeça está doendo muito!
-Marshall: Obrigado! Isso será de grande ajuda, ele anda se machucando demais essa semana.


Sorrio e os mesmos sorriem, quando chegamos ao hospital e logo fomos atendidos, o médico disse que o corte não foi nada grave mas que eu teria que enfaixar, depois de muitos obrigados e obrigados nós fomos para o colégio e decidimos ir para o quarto, era duas e meia da tarde quando chegamos no quarto, eu e Marshall trocamos de roupa, ele ficou com um short azul fino e uma blusa regata e eu peguei uma blusa dele grande e fiquei com a minha cueca boxer preta.


Deitamos na cama e decidimos assistir um filme, desligamos todas as luzes e fechamos a janela, o quarto estava um pouco escuro, o computador estava ligado, e nele um fone, eu estava do lado esquerdo do Marshall e ele direito, eu estava encostado na cabeceira da cama e ele também, não sabíamos qual filme colocar, então decidimos escolher um chamado “Azual É A Cor Mais Quente.”


-Marshall: É um lésbico...
-Vamos assistir, vai!


Eu não esperava que o filme fosse UAU, tipo, foco nas cenas de sexo delas, mas vamos lá, eu matei a minha curiosidade.


(...)


Eu me contorcia todo na cama, já havíamos abandonado o computador bem no meio do sexo delas.


Ele me chupava com vontade, eu estava com a blusa até o peito e sem a cueca, eu estava de quatro enquanto o Marshall chupava, lambia e me penetrava com a sua língua, sua boca estava toda aberta, ele enfiava o máximo que podia de sua língua molhadinha em meu orifício me fazendo gemer loucamente, ele afastou mais minhas nádegas e afundou mais sua língua para dentro de mim.


-Anh, Marshall!


Ele retira seu músculo de dentro de mim e leva dois dedos para aquele local, enfia os dois de uma vez mas eu não sentia dor, não queríamos demorar muito, estávamos duros demais e também queríamos logo um ao outro.


Sinti seu membro deslizar para dentro de mim, ele começa com movimentos lentos, ele não esperou eu me acostumar, mesmo que nós já tivéssemos feito sexo eu tenho certeza que eu nunca vou me acostumar com o seu tamanho.


-Ace-celera, Marsha-ahn.


Ele acelera os movimentos e acerta minha próstata diversas vezes, ele para de me estocar e me levanta com brutalidade, ele tira a blusa que eu usava e começa a passar a mão sobre minha cintura.


-Marshall: Você é tão lindo e ape-pertadinho.


Ele desfere um tapa em minha nádega direita antes de voltar a me estocar fundo e forte.


-Ahn-mor...
-Marshall: O que? O que você disse?
-Amor, vai mais rá-rápido, aumenta a fo-força, me bate.


Ele começa a me dar tapas fortes e a apertar as carne de minha bunda, ele acelera bem a velocidade e as estocadas, ele para de repente e me vira.


-Marshall: Abra mais suas pernas e as segure.


Fiz o que ele pediu, fiquei mais exposto para ele do que já estava, eu estava morrendo de vergonha, ele estava olhando para a penetração, ele olhava seu membro ser engolido por mim, ele fica olhando e passando a língua pelos lábios, levo uma de minhas mãos para o meu membro já úmido pelo pré-gozo e começo a masturbar o mesmo de forma afoita, Marshall começa a gemer um pouco mais rápido e alto, meus gemidos eram altos mas não que nem da primeira vez, empurro ele com as minhas pernas e fico de costas para ele, sento em seu membro de costas para ele e começo a rebolar para frente e para trás sentindo as veias de seu pau irem de encontro as paredes de minha cavidade.


Começo a subir e descer sobre ele o mais rápido que posso, sinto o orgasmo chegar e eu aperto seu pênis com minha cavidade com tanta força que o Ni goza junto de mim.

Dou mais umas reboladas prolongando o prazer e tiro seu membro de dentro de mim...


(...)


Se passaram 2 semanas desde a chegada do Jean, ele às vezes ficava me abraçando ou apertando minha cintura, vez ou outra ele beijava minha bochecha, Marshall se mantinha intacto, as meninas não andavam mais com a gente quando o Jean estava perto.


Estou indo em direção ao dormitório da Lola para querer saber o motivo.

-Lola?

Bato na pota duas vezes até ela ser aberta pela Gabi, elas não eram colegas de quarto mas vez ou outra elas ficavam com suas amigas no quarto de uma delas para ficarem conversando.

-Gabi: Oi, príncipe!
-Oi princesa, tudo bem?

Ela me beija na bochecha e me convida para entrar, porém é proíbido.

-Chama a Lola, eu quero conversar com vocês duas.
-Gabi: Certo.

Depois de ela chamar fomos em direção a um ligar do pátio em que não haviam muitas pessoas, nos sentamos lá e eu fiquei de frente para elas.

-Gabi: E então, o que foi?
-Por que não andam mais com a gente? Comigo, com o Marshall...
-Lola: O Jean sempre está por perto.
-O que ele fez?

Elas trocam olhares e voltam para mim.

-Lola: Ele nos trata super mal quando você não está perto.
-O que? Ele é uma pessoa super legal.
-Gabi: Ele é vidrado em você, você que não notou isso! Ele é gamado em você, ele faria qualquer coisa para ter você para ele.
-Expliquem melhor.
-Lola: Ela está falando que ele é apaixonado de uma forma bem estranha por ti, Max, ele é vidrado em você.


Notas Finais


Hello...To mal, disband de 2Ne1 e saída do TaeHyun do Winner...2016 tá foda, sério. Até amanhã como o combinado...Beijos~


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