História A minha verdadeira felicidade - Capítulo 1


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Categorias Kuroko no Basuke
Personagens Akashi Seijuro, Alexandra Garcia, Aomine Daiki, Chihiro Mayuzumi, Furihata Koki, Himuro Tatsuya, Hiroshi Yamazaki, Hyuga Junpei, Izuki Shun, Kagami Taiga, Kise Ryouta, Kiyoshi Teppei, Kuroko Tetsuya, Masaomi Seijuurou, Midorima Shintarou, Momoi Satsuki, Murasakibara Atsushi, Personagens Originais, Riko Aida, Yukio Kasamatsu
Tags Akakuro, Aokise, Kuroko No Basuke, Yaoi
Exibições 74
Palavras 2.640
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishounen, Drama (Tragédia), Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá pessoal.
Essa é a primeira fanficion que escrevo, então críticas sobre o que posso melhorar e comentários em geral são muito bem vindos.
Recomendo que releiam a sinopse, pois ela revela características importantes dos personagens principais.
Aproveite a leitura!

P.S: capítulo reescrito.

Capítulo 1 - Como tudo começou.


Fanfic / Fanfiction A minha verdadeira felicidade - Capítulo 1 - Como tudo começou.

Kuroko’s POV

- Por favor Kurokochii! - pedia Kise manhosamente enquanto se pendurava em meu pescoço.

- Kise-kun, por favor, entenda que não posso ir. Tenho um compromisso. – tentava a mais de dez minutos fazer com que Kise entendesse que não poderia simplesmente desfazer meus planos em cima da hora por causa de uma festa surpresa para Aomine. – Não seria justo com o Kagami-kun, mas eu prometo que irei da próxima vez, tudo bem? – pedi, ainda tentando convencê-lo.

- Eu não vou conseguir te convencer a ir, vou? – balancei a cabeça negativamente em resposta –Tudo bem então, mas lembre-se, você prometeu e vai ter de cumprir.

- Você sabe que eu nunca quebro uma promessa. – disse, sorrindo internamente por conseguir convencer o loiro insistente que agora caminhava ao meu lado pelo parque.

Eu gosto da companhia do Kise, sempre animado e com um sorriso no rosto, porém ele conseguia ser a pessoa mais insistente que já conheci.

- Realmente queria que você fosse. Finalmente iria conhecer o Murachii, o Midochii e o Akashichii... – o loiro andava cabisbaixo.

- Os amigos de infância do Aomine-kun? – percebi-o afirmar lentamente, ainda com um rosto triste –Não se preocupe Kise-kun, haverão mais oportunidades. – disse com um pequeno sorriso, tentando consolar meu amigo.

- Kurokochii, você quer soverte? – acenei positivamente enquanto via Kise se afastar correndo com o habitual sorriso no rosto, como se nada tivesse acontecido pouco segundos atrás. Ás vezes me preocupo com essas mudanças repentinas de humor da parte dele – Aqui, sorvete de baunilha!

- Obrigado, Kise-kun. – agradeci pegando o sorvete de duas bolas das mãos do loiro e me sentando em um banco próximo.

 Admirei o parque Teiko mais uma vez. A grama verde brilhante adornada por flores, toalhas de piquenique e pessoas que passeavam tranquilamente por ela; os últimos raios de sol que desapareciam atrás da copa das abundantes árvores, onde crianças subiam e casais sentavam sob a sombra; a belíssima e enorme fonte localizada no centro do parque em que pessoas de todas as idades jogavam moedas e faziam pedidos; o céu em um dégradé azul causado pelo pôr do sol; os animais que brincavam e corriam livremente.

- Você realmente gosta desse parque, não é? – disse Kise com um sorriso doce nos lábios, fazendo-me sair de meus devaneios.

- Eu senti falta desse lugar enquanto estava em Harvard. Os parques dos Estados Unidos são muito cheios. E também senti saudade de vocês.

- Eu também senti sua falta Kurokochii! - disse me apanhando em um abraço tão apertado que achei que ele me esmagaria – Aliás, como vai a procura por emprego Kurokochii? – questionou enquanto me soltava

- Para ser sincero, não houve muita busca Kise-kun... – respondi, voltando a tomar meu sorvete – Apenas distribuí os currículos e recebi várias propostas, mas me decidi por uma oferta como chefe da área psiquiátrica do Hospital Shutoku.

- Ah!! – exaltou-se Kise, me assustando.

- O que houve, Kise-kun?

- Você sabia que esse hospital é da família do Midochii? – indagou animado.

- Sério? – vi o loiro assentir. – Legal, espero que me dê bem com ele.

- Mas é claro que você se dar bem com ele, Kurokochii. É impossível não gostar de você.

- Já falamos muito sobre mim. Como está a carreira de modelo, Kise-kun?

- Vai bem. Na verdade, vai mais do que bem. Estou cada vez ganhando mais prestigio e recebendo mais propostas, até me ofereceram um papel na nova novela que vai lançar. – relatou entusiasmado.

- E você vai aceitar?

- Acho que sim. Não é sempre que se tem uma chance dessas, ainda mais tendo um dos papeis principais. Mas preciso conversar com o Aominechii sobre isso.

- Nossa. – exclamei ao checar a hora em meu celular – Sinto muito Kise-kun, mas preciso ir ou vou me atrasar para o jantar.

-Tudo bem Kurokochii, eu também já tenho que ir. – levantou-se, pegando a minha casquinha de sorvete e a dele para em seguida deitá-las fora –Até a próxima. Eu gostei muito de passar esse tempo com você. –me abraçou (lê-se esmagou) animadamente.

- Eu também gostei muito. E diga ao Aomine-kun que sinto muito por não comparecer. – disse em um tom elevado, pois naquele momento eu já me afastava correndo e acenando para Kise.

Agora é só me trocar e ir para a casa do Kagami.

~~~~

 Estou caminhando até a casa do Kagami-kun. Na intenção de agradecer a ajuda que ele me deu com a mudança, me ofereci para fazer o jantar no dia em que a família Kagami chegasse a cidade, ou seja, hoje.

 Após minha formatura universitária, passei ainda três anos morando com meus tios na América. Apenas a um mês decidi voltar ao Japão. Comprei um apartamento no edifício Seirin, esse que externamente exibe um estilo renascentista, com uma bela fachada, paredes entalhadas e um belo jardim de orquídeas coloridas e açafrões perfumados. O hall de entrada, contrastando com a visão exterior, mostra-se moderna e refinada: ostenta dois grandes sofás brancos e confortáveis contornando toda a estrutura, desde a porta de vidro polido até os bem-posicionados elevadores dourados responsáveis por direcionar os moradores aos seus respectivos andares; as paredes branco-gelo de aspecto leve são adornadas por pinturas naturais; a recepção é ornamentada em branco e dourado, apresentando um arranjo de peônias rosadas. Porém não foi nessa esplendorosa beleza que me levou a comprar o apartamento, e sim a proximidade do parque Teiko.

- Acho que estou perdido – afirmei, dando-me conta de que não fazia a menor ideia de onde estava.

Olhei aos arredores, não tendo consciência de onde me encontrava. Acho que errei alguma curva, já que não reconhecia o caminho.

- Pensando melhor, acho que não reconheceria o caminho de qualquer forma, levando em conta que esta é a primeira vez que vou a casa do Kagami-kun desde que voltei. Vou perguntar- meus murmúrios foram interrompidos quando senti algo chocar-se contra mim, resultando em queda mútua.

- Merda - ouvi seu sussurro insatisfeito.

 Prostrei-me de pé rapidamente e, um tanto quanto preocupado e nervoso, pedi:

- Sinto muito. Estava distraído e não te vi. Desculpe – Curvei-me, ato que me proporcionou uma visão de quem havia derrubado.

Foi um homem ruivo de pele clara trajando um terno cinza e uma gravata vermelha no mesmo tom de seus fios. Ele ainda estava meio caído no chão e pude ver que seus olhos heterocromáticos, variantes entre amarelo ouro e vermelho rubi, estavam totalmente concentrados em mim.

- O senhor está bem? – Estendi minha mão e isso pareceu desperta-lo, já que aceitou minha ajuda prontamente.

- Ah, claro – levantou-se – E você? – Questionou com um sorriso deveras malicioso nos lábios, fato que me levou a corar.

- S-Sim. Me desculpe mais uma vez – provavelmente não devia ter gaguejado, mas a intensidade de seu olhar sobre mim, me analisando completamente, tornou o ato inevitável.

- Sem problemas. A culpa também foi minha – assegurou, balançando levemente o telefone, o que me levou a entender que o homem a minha frente se encontrava em uma ligação poucos minutos atrás.

- Será que o senhor poderia me dizer como chegar ao edifício Power Forward?

- Claro. Siga em frente e vire na segunda curva à direita, à terceira direita e então a primeira esquerda. – Não sei o porquê, mas pela velocidade em que disse tive a impressão de que esse homem tentou confundir-me. – Entendeu? - Nesses momentos agradeço ao meu QI, pois ao contrário teria de pedir para esse homem estranho me acompanhar.

- Sim – vi seus olhos arregalarem discretamente em surpresa e um toque de descontentamento, e se antes tinha dúvidas, agora confirmei: o homem tentou, por alguma razão, confundir-me. – Muito obrigado – agradeci e sai a passadas rápidas. Espero que nunca mais encontre esse homem, porque seja lá for.

~~~~

Cheguei à rua do Kagami-kun. É bem movimentada tendo uma casa noturna, um restaurante familiar, lojas e prédios. Segui em frente e alcancei meu destino, o edifício espelhado e enorme habitado pelo meu querido amigo ruivo: Power Forward.

 Após pedir direcionamento ao segurança, que graças a desatenção me deixou subir sem saber quem era, fui ao corredor do apartamento 420 e toquei a campainha.

-Kagami-kun –chamei-o e preparava-me para bater na porta quando esta foi subitamente aberta

- Kuroko! Graças a Deus! – Kagami segurou meu braço e me puxou rapidamente para dentro de seu apartamento. Ele parecia desesperado e estava só de cueca.

- O que houve Kagami-kun?

- Eu preciso namorar você.

- O QUE? – tudo bem, agora eu estou perdido.

- Eu disse aos meus pais que eu tinha um namorado. Um namorado bonito, inteligente e bem-sucedido, e eu não sei onde conseguir alguém assim em quinze minutos – disse rápido enquanto me guiava até sua cozinha – Por favor Kuroko. Meus pais adoram você e eu não sei mais a quem recorrer.

- Não deveria ter dito aos seus pais se não era verdade – dei de ombros enquanto observava melhor o cômodo.

 A cozinha é espaçosa e bem projetada. As paredes são cobertas por armários de madeira branca, um longo balcão preto de mármore e uma geladeira com o triplo de minha altura; abaixo da pia está a lava-louças, e ao seu lado, a champanheira; o fogão fica no centro, distante dos outros móveis, e sobre ele, uma coifa inox; A parede tinha uma abertura, permitindo visão da sala de estar.

- Vamos lá, Kuroko. Eu estou implorando. – agora Kagami estava ajoelhado à minha frente – Você prometeu que me ajudar com o que fosse necessário hoje.

Droga. Eu e minha política de nunca quebrar promessas.

Suspirei – Ok Kagami-kun, eu vou ser seu namorado. Nossa, isso foi provavelmente a coisa mais estranha que já disse.

- Isso – comemorou.                                                                        

- Agora vista algo antes que seus pais cheguem. Eu vou preparar o jantar. – disse, empurrando-o em direção a sala e o deixando lá, voltando para a cozinha em seguida.

- Boa sorte amor – gritou de forma divertida.

 Revirei os olhos e comecei a pensar no jantar. Eu geralmente não faço entradas ou petiscos, mas considerando que os pais de Kagami chegarão em cerca de vinte minutos e que o prato principal apenas ficará pronto em uma hora, penso que será mais agradável comer algo para que não fiquem com fome enquanto conversam com o filho que não veem a seis meses.

 Comecei separando os ingredientes: alface, cebolas, coentro, pimentas, pimentões e uma bela peça de frango. Faria salada de frango.

 Pus-me a desafiar o frango da forma mais rápida que pude, ligando o fogão em seguida. Derramei um pouco de azeite em uma frigideira e coloquei a carne branca para grelhar. Durante o tempo de espera, peguei uma tábua e comecei a cortar as verduras: cebolas em formato circular, pimentas em cubos, pimentões em ‘S’ e folhas de coentro separadas dos cabos. Estava indo bem, até que...

- Kuroko! Você viu minhas calças? – Kagami estava completamente desnorteado e desesperado, correndo pela sala bem vestido... tirando o fato de estar sem calças, algo muito engraçado de se ver. O ápice do momento foi quando ele tropeçou no sofá e caiu de cara no chão. Foi uma cena tão cómica que acabei por me desconcentrar e a faca foi na direção errada, cortando meu dedo.

- Ai – murmurei.

- Kuroko! Me ajuda!

- Eu não sei, Kagami-kun. Mas você já olhou na cabeceira da sua cama?

- Não! Obrigado Kuroko! – e saiu correndo de novo.

 Balancei negativamente a cabeça, rindo nasalmente e voltei minha atenção ao frango, que já estava no ponto. Desliguei o fogo e preparei a apresentação do prato. Uma simples bandeja de vidro forrada por alface, e sobre este uma mistura de frango e legumes. Acabei e ouvi o som da campainha.

- Eu atendo – Kagami saia de seu quarto usando uma camisa branca de algodão com mangas e uma calça azul marinho – Pode colocar seu cachecol e as luvas na minha cama.

- Vejo que achou as calças, não foi querido? – disse rindo levemente e pude vê-lo revirar os olhos e abrir a porta.

 Segui para o quarto e coloquei minhas peças de frio sobre sua cama. Cheguei na sala e fui calorosamente recebido.

- Kuroko. Que surpresa vê-lo aqui – disse sua mãe, me abraçando – Quanto tempo, não?

- Também fico feliz em te ver, Sr. Kagami – sorris singelamente.

- Ora Kuroko, já conversamos sobre isso, pode me chamar de Alex, ou ao menos Alexandra.

- Está bem, Alexandra-san.

- Kuroko, que bom que você voltou. Estava preocupado em não ter ninguém para cuidar do Taiga. – foi a vez de seu pai, Akira Kagami, me cumprimentar com um aperto de mão.

- É bom reencontra-lo, Sr. Kagami.

- Ei Taiga, não estou vendo seu namorado – disse Akira, e sim, eles sabem que Kagami é gay e chegam a apoiar isso.

- Bom, na verdade ele está aqui – veio em minha direção e me abraçou de lado – Eu estou namorando o Kuroko.

- Oh my god! That is amazing – abriu o que eu penso ser o maior sorriso que já vi – Eu estou tão feliz. Já estava mais que na hora de namorar com alguém decente.

- Mãe! – Pronunciou-se Kagami, indignado.

- É verdade Taiga. Não posso imaginar alguém melhor para ser seu parceiro do que Kuroko – afirmou Akira – Aliás, posso chama-o de Tetsuya?

- Claro Sr. Kagami

- Insisto que me chame de Akira. Somos quase família agora.

Estou me sentindo levemente culpado. Como vão reagir quando Kagami aparecer com um namorado de verdade daqui a algum tempo?

- E pretendo fazer com que nos tornemos, definitivamente, uma família – e ele me beijou. Kagami Taiga, me melhor amigo, me beijou.

 Ao quebrar o beijo, me encontrava muito corado e envergonhado por ele ter feito isso na frente de seus pais.

- Aliás, Kuroko está preparando o jantar.

- S-Sim. Falando nisso, a entrada já está pronta.

 Fui a cozinha e peguei a salada de frango, para leva-la para a mesa de jantar, que havia posto pouco antes, onde meus ‘sogros’ estavam sentados.

- Aqui está – posicionei o prato no centro da mesa e servi a todos, mesmo sob a insistências dos Kagami sobre não ser necessário, e esperei que aprovassem a receita.

- Está ótimo, Tetsuya – falou Alexandra

- Você vai ser uma ótima esposa – riu Akira, fazendo com que meu rosto esquentasse fortemente.

- Está delicioso, amor – Kagami olhava para mim de um jeito estranho. Acho que ele está levando esse namoro falso a sério demais.

Ouvi meu telefone tocar.

- Que estranho. O Kise-kun deveria estar jantando com o Aomine-kun e seus amigos a essa hora. – sussurrei – Com licença, um amigo está ligando – pedi e afastei-me dos outros. Atendi ao entrar na cozinha.

- Alô? Aconteceu alguma coisa Kise – questionei-o preocupado

- Sim. Uma coisa maravilhosa. Advinha quem vai ser seu novo paciente?!

- Quem seria?

- O Akashichii. Aquele amigo do Aominechii, lembra?

- Sim. Realmente uma boa notícia. Estou ansioso para conhece-lo. Como está o jantar?

- Está divertido. O Midorimachii e o Aominechii estão competindo que bebe mais. E você?

- Estou jantando com os pais do meu novo namorado.

- O QUE?! Desde quando você está namorando Kurokochii?!

- Não estou de verdade. O Kagami-kun me pediu para fingir ser seu namorado na frente dos seus pais, mas eu acho que ele está acreditando em sua própria mentira.

- Fala sério Kurokochii. Você ainda não percebeu?

- Percebi o que Kise-kun?

- Meu Deus, não posso acreditar na sua inocência. Mas se você não sabe, não sou eu que vou contar.

- Sinto muito Kise-kun, mas eu preciso preparar o jantar. Podemos nos encontrar amanhã?

- Claro Kurokochii. Que tal as cinco?

- Combinado. Até amanhã e boa noite.

-Boa noite Kurokochii.

Desliguei a ligação e me senti estranho por um tempo, estava animado para conhecer o Akashi... mas deixa para lá, deve ser coisa da minha cabeça. Eu tenho um jantar para fazer.

 

 

 


Notas Finais


O que acharam?
Em caso de dúvidas sobre o capítulo, pode deixar nos comentários e eu responderei o mais rápido o possível.
Se houve algo que tornou o entendimento da história algo complicado, apontem e não cometerei o mesmo erro.
Tentarei postar o próximo capítulo em breve.

Até a próxima.


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