História A minha vida não faz sentido - CAMREN - Capítulo 14


Escrita por: ~

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Categorias Camila Cabello, Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Personagens Originais
Tags Camila Do Pauzão Karlão, Camren, Fifth Harmony
Visualizações 222
Palavras 808
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Escolar, Festa, Ficção, Fluffy, Orange, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Self Inserction, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Nem revisei.


Vou começar a deixar tudo na visão da Camila! Até os títulos dessa 💩

Capítulo 14 - Pediu pra ver o Karlão


Eu fui pra casa meio que me arrastando mesmo. Já estava anoitecendo e a minha mãe provavelmente vai arrancar o meu couro! Vocês devem está se perguntando o que aconteceu na casa da Lauren depois que ela me revelou o seu segredinho, né? Então, porra nenhuma! 



Ela só me mostrou a casa dela que dava umas três da minha, o restante do seu quarto. Até jogamos no PlayStation dela, onde fui humilhada, más só porque não era o meu Xbox.



Parei em frente de casa e tentei ficar em pé normalmente, más a minha costela não ajudava. Entrei devagarinho e tentei subir a escada.



— Karla Camila Cabello Estrabão! – a minha mãe gritou e eu parei ali mesmo na escada.



Eita




— Ah, oi mãe! – tentei ao maximo ser normal, más é a minha mãe. 




— O que aconteceu com você e por que chegou a essa hora? – ela perguntou com a mão na cintura. Olhei pro teto e pedi proteção divina antes de virar e descer os três degraus que consegui subir.



— Eu acabei perdendo o horário e acabei caindo do meu skate. – respondi bem rápido.



— Cadê o seu skate?



— O meu skate?



— Sim, o seu skate. – ela disse impaciente.



— Ok, o meu skate... Ele ficou com a Dinah! O tio concerta e tals. – ela franziu o cenho e me deixou ir. 



Quando finalmente cheguei em meu quarto, me joguei na cama e dormi assim mesmo. 



Amanhã eu tomaria banho.




(...)



— Acorda! – ouço Dinah gritar e me sacudir. Acabo me encolhendo pela a dor, más a retardada continua.




— Oh, filha da puta! – acabo chutando ela, más não adiantou nada. — Como tu entrou aqui?!



— Com uma chave mestra, duh! – ela diz sacudindo o objeto. Me sento na cama e encaro Dinah, pensando em todas as formas de matar esse ser.




— Onde diabos você conseguiu isso?!



— O meu primo saiu da cadeia ontem e me trouxe uns brinquedinhos. – ela diz e senta ao meu lado.




— Más ele não ia sair no mês que vem? 



— Sim, más é um outro primo. – ela responde eu assinto em compreensão.



Essa familia da Dinah é bem... Louca!




— Será que eu posso voltar a dormir? – pedi e voltei a me deitar.



— Tanto faz. – ela dar de ombros e continua sentada. — O que foi?



— Você precisa sair do meu quarto primeiro. 




— Ah, é mesmo. — ela responde e caminha até a janela. — A tia fez comida? 



— Eu acho que sim. – respondi baixo. Ela voltou a foi até a porta, acenou e saiu.



[...]




Andei ainda com sono pelo o corredor da escola, vestindo um moletom preto, com o capuz na cabeça. Não queria ser vista por ninguém, Dinah não veio hoje.



Essa garota só me fode. 



E não é no sentido bom da palavra.




— -A! – alguém chama, más eu não olho. 



[ n/a: "-A", quem pegou a referência avisa ai]




— Quer pegar alguma mentirosa? – Lauren aparece e me pergunta. 



— Oi?! – pergunto sem entender e me escondo mais ainda.



— Esse moletom preto e o resto... – ela responde apontado para o que eu vestia.



— Apenas um disfarce. – sussurro e me ponho a andar para fora do pátio com Lauren em meu encalço. 



Agora eu não estava preocupada com a menina ao meu lado, e sim com alguem que poderia me zoar. 



Más se bem que ter a garota do cara que te meteu o sarrafo junto a você não é uma boa ideia. 



— Está me seguindo? – pergunto quando paro em um local isolado, Lauren para ao meu lado e pisca os olhos.



— Sim. Você tem um segredo meu, então é bom ter certeza de que você não vai sair por ai falando. – ela disse.



— Olha, o seu namorado fez o favor de me meter a porrada no meio de tanta gente só pelo o fato da minha existência, então eu não quero que ele tenha motivos para fazer isso de novo. – falo e caminho para outro lugar, Lauren continua me seguindo.




— Ele não é mais o meu namorado. – ela diz.



— Tanto faz. – dou de ombros, sem interesse.



Mentira viadu, tô pulando aqui dentro de mim. Escuta... Foi fogos de artifícios, um show de pirotecnia aqui dentro.




— Posso te fazer uma pegunta? – ela começa e eu dou de ombros mais uma vez. — Você tem mesmo um... Você sabe, tipo, um piu piu? – ela pergunta sussurrando. 



— Sim. 



— Posso ver?!



— O QUE?!



— Não! Desculpa, é que saiu. Desculpa mesmo. – ela diz e eu escondo o meu rosto de tanta vergonha.



— Tudo bem.



Ok. 



Lauren só pediu pra ver o Karlão. 



Tudo normal. 



Tudo na perfeita harmonia.



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— Você pode me deixar sozinha? – peço quando vejo algumas pessoas olharem para cá.



— Promete que não vai contar? – faço um cara duvidosa e ela fica assustada.— Eu faço o que você quiser!



— O que eu quiser...? – pergunto com interesse e sorrio com malícia e ela assente de imediato.



Adeus punheta com as minhas próprias mãos.


Notas Finais


E uns ainda chamam a Dinah de DJ... Amadores







(•) (•)

Isso não são olhos...


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