História A misteriosa garota da montanha - Capítulo 10


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Categorias Alfonso Herrera, Anahí, Christian Chávez, Christopher Uckermann, Diego Boneta, Dulce María, Maite Perroni, Rebelde
Personagens Alfonso Herrera, Anahí, Christian Chavez, Christopher Uckermann, Dulce Maria, Maite Perroni, Personagens Originais
Tags Adultério, Alfonso Herrera, Amor, Anahi, Chaverroni, Christian Chavéz, Christopher Uckermann, Colegial, Dulce Maria, Família, Maite Perroni, Ponny, Rbd, Rebelde, Romance, Viagem, Vondy
Exibições 62
Palavras 1.012
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Ficção, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Adultério, Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 10 - Apurando fatos


Ucker ficou mergulhado em seus pensamentos, lembrando de cada momento que passou ao lado de Dulce. Seria certo enganá-la? Seria certo vingar-se de uma pessoa que mal conhecia? Ele se perguntava entre um flash e outro de sua memória.

Flash back on

- O que faz aqui? - aquela bela mulher perguntou, fitando-o, sem desviar o olhar.
- Quem é você? Como veio parar aqui? - ele perguntou, ignorando completamente o que a moça disse.
- O que faz aqui? - ela voltou a perguntá-lo. - O que houve com você pra chegar até onde estou? Por acaso me viu na cachoeira?
- Não vai me respondeu? Não vai me dizer quem é você? - Christopher perguntou novamente.
- Não sei se sabe, mas aqui é muito perigoso! - ela afirmou.

                          ♥♥♥

- Você tem medo de cobra? - ela perguntou. Christopher negou com a cabeça. - Espera um pouco, Chris! - disse, entrando em uma espécie de caverna. Chris? Ela havia chamado ele de Chris? Ele não gostava desse apelido, mas jurou não se importar. Pela primeira vez isso aconteceu. - Olha como é linda! - Dulce apareceu, trazendo uma cobra de uns dois metros e meio de comprimento enrolada no pescoço.
- Tira esse monstro de perto de mim! - ele falou, assustado.
- Calma, Chris! Ela não vai te fazer nada, garoto! - Dulce tentou acalmá-lo. - Me dá sua mão, ela precisa te conhecer.
- Nem pensar, garota! - disse ele. - Você só pode estar louca! Como pensa que vou tocar neste...
                           ♥♥♥

- Posso entrar? - perguntou, fitando-a.
- Claro, Chris! - ela permitiu.
- É para você! - disse ele, entregando o buquê nas mãos dela.
- Obrigada, Chris! Você é muito gentil comigo. - Dulce agradeceu.

Como pôde? Como pôde enganá-la? Ucker pensava em desistir, mas não podia, não conseguia. Já não conseguia mais enganar a Dulce, estava encantado por ela. Não conseguia acreditar que aquela bela e doce menina seria uma perigosa assassina, que tirou a vida dos seus próprios pais. O que ela ganharia com isso? Vivia em um quarto simples, quase sem mobílias, o que provava que ela não tinha interesses econômicos. Será que a Dulce estava certa? Será que foram os pais dele que mataram os pais dela? Outras dúvidas o intrigavam : Por quê a Natália queria tanto se vingar da Dulce? O que a menina fez com ela? Como Natália poderia afirmar, com toda certeza, que Dulce era a verdadeira assassina de seus próprios pais? Ele não podia ficar com todas essas angústias dentro de si e resolveu procurar Natália no hotel. Tomou um banho morno, vestiu uma calça jeans, uma camisa branca e foi até o restaurante. Não foi difícil localizá-la, já que a menina estava jantando em uma mesa, sozinha.
- Boa noite, Natália! - ele a cumprimentou.
- Ucker? O que ainda faz aqui? Vocês não iria viajar à tarde? - ela perguntou, confusa.
- De fato, eu já deveria estar no colégio, mas menti que passaria na casa de uma tia, que nem existe. - ele explicou.
- Tudo isso para ficar comigo, meu amor? - Natália perguntou, com cinismo.
- Eu não vou mais continuar enganando a Dulce, isso não é certo. - ele afirmou, fitando-a.
- Tá maluco, Christopher? Vai desistir da vingança? Não se esqueça que ela acusou sua família de assassinato. - Natália fez questão de lembrar. - Vai deixar que ela escape, sem punição?
- Eu não quero me vingar dela! Na verdade, nem sei se ela é assassina! - disse, sério.
- Você não pode estar falando sério, Christopher! - disse, irritada. - Eu não acredito que esteja gostando daquela louca.
- Eu não estou gostando dela, mas ela não é essa louca que você diz! A louca dessa história toda é você. E mesmo se eu tiver gostando ou mesmo estar apaixonado por ela, é problema meu, você não tem nada a ver com isso.
- Se eu fosse você, mudava de ideia! Essa mulher tá conseguindo fazer sua cabeça, Christopher! A Dulce foi acusada de roubo e sequestro aqui, sabia? Acho até que matou alguns hóspedes e colocou a culpa naquela cobra feia que ela tem. A sua namoradinha é assassina, ladra, sequestradora. Na verdade, ela é um verdadeiro monstro.
- Agora, não sei o que dizer! A Dulce é... é mesmo a mulher que matou os pais. - Ucker se sentou, indignado.
- É sim, Christopher! A Dulce é uma infeliz, invejosa e covarde. Se ainda duvida de mim, pergunte pra ela sobre o roubo e sequestro, que ela vai te responder. - Natália limpou sua boca com um guardanapo e saiu. Ucker não perdeu tempo e foi até o quarto de Dulce, encontrando a mesma sentada na cama, lendo um livro qualquer de Harry Potter.
- Dulce, eu preciso muito falar com você! - disse ele.
- Chris? Entra, por favor! - ordenou. - Achei que já tivesse ido, sem se despedir! - Dulce afirmou, surpresa. - Já estava com saudades de você, meu amor! O que quer?
- Eu vou viajar amanhã cedo! Preferi ficar aqui com você. - respondeu. - Dul, é verdade que foi acusada de roubo e sequestro? - perguntou, diretamente.
- É verdade sim! - confirmou. - Me acusaram injustamente, mas já provei minha inocência! Agora está tudo resolvido. Por quê? Quem te disse isso? - ela perguntou, curiosa.
- Não, é que eu... eu...
- Foi a Natália? Ela é uma das únicas pessoas que sabem disso!
- Não, eu só ouvi alguém comentar e fiquei curioso.
- Foi a Natália quem te contou! - Dulce afirmou. - Ela sempre quer me destruir.
- Não importa quem contou, tudo bem? - ele a abraçou. Natália tinha razão. A Dulce era uma infeliz, ladra e sequestradora, além de ter tirado a vida dos seus próprios pais. - Eu vou dormir! Vou viajar amanhã cedo, mas prometo voltar semana que vem. Quero te ver e já estou com muitas saudades. - Ucker deu um selinho nela e saiu.



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