História A misteriosa garota da montanha - Capítulo 11


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Categorias Alfonso Herrera, Anahí, Christian Chávez, Christopher Uckermann, Diego Boneta, Dulce María, Maite Perroni, Rebelde
Personagens Alfonso Herrera, Anahí, Christian Chavez, Christopher Uckermann, Dulce Maria, Maite Perroni, Personagens Originais
Tags Adultério, Alfonso Herrera, Amor, Anahi, Chaverroni, Christian Chavéz, Christopher Uckermann, Colegial, Dulce Maria, Família, Maite Perroni, Ponny, Rbd, Rebelde, Romance, Viagem, Vondy
Exibições 56
Palavras 925
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Ficção, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Adultério, Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Gente, mil perdões!
Ontem houve queda de energia e só agora consegui entrar! Boa leitura!!!

Capítulo 11 - Novidades


Quem contou sobre a história do roubo e do sequestro? Dulce se perguntava, entre pensamentos profundos. A morte de seus pais trouxe à jovem grandes mudanças, além da moça ter que amadurecer muito. Se não trabalhasse como guia turística na reserva, por ser menor de idade, provavelmente estaria morando em um orfanato qualquer, ou simplesmente, estaria morando na rua, em meio ao crime e a desordem, vivendo desde uma vida precária, com dificuldades de acessos à uma alimentação saudável até o adquirir de diversas enfermidades e doenças. Dulce ainda tinha alguém por ela, sua irmã postiça, Zoraida Gómez. Elas se conheceram por acaso, quando Zora se mudou para a reserva e Dulce era a única pessoa que tinha experiências naquele lugar, sabia cada espaço, conseguia diferenciar cada canto de pássaro, voando mata adentro na imensa floresta de árvores altas. Foi uma apresentação do lugar que ajudou Dulce e Zora se unirem, se apresentarem. Se dão muito bem e se ajudam em absolutamente tudo. Se consideram irmãs. Zora vivia com seus pais em uma outra cidade distante, mas se mudou para a capital mexicana em busca de melhorias de vida. Fazia alguns poucos meses que estava alí, talvez não fossem mais que seis. Por outro lado, Dulce estava naquela reserva desde a morte repentina de seus pais, sua única família, cerca de dez ou onze meses. Ela enfrentou sozinha a dor da perda, quando se viu sem seus pais. Logo, o sono chegou e a menina adormeceu lentamente, seus olhos estavam marejados. Ela havia chorado sem se dar conta.

Segunda-feira de manhã

- Ucker, não vai acordar? - Alfonso chamou o amigo.
- Estou cansado, Poncho! Me deixa dormir! - ele reclamava.
- Me responda : por quê não veio conosco? - Christian perguntou, confuso.
- Eu já disse que iria visitar uma tia que não via faz tempo! - Ucker respondeu irritado, se levantando da cama.
- Ucker, nós somos seus amigos! Sabemos que você não tem nenhuma tia naquele lugar. - Alfonso afirmou.
- É verdade! - Chris concordou. - Eu bem vi quando chegou hoje, era madrugada ainda!
- Vocês são chatos mesmo, meninos! - Ucker bufou. - Eu passei a noite com a Natália.
- A filha do dono do...
- Isso, Poncho! Passei a noite com a filha do dono do hotel, mas isso não vai acontecer de novo, por quê estou namorando uma garota aí.
- Que garota? Você não disse nada! É alguém que a gente conheça? - Christian perguntou.
- Eu tô namorando a Dulce! - afirmou.
- Aquela guia ruiva e gostosa? - Chris perguntou, fitando-o.
- Tira os olhos dela! A Dulce é minha, ouviu?
- Christopher, não é querendo ser chato, mas a Dulce já sabe do seu rolo com a Natália? - Alfonso perguntou.
- Não, mas eu só passei a noite com a Natália, nada demais! - negou. - A Dulce não precisa saber!
- Vai enganá-la?
- Não, Alfonso! Foi só uma noite, cara! - respondeu, furioso. - Quer saber? Vou me arrumar! Eu prefiro assistir a aula da Hilda do que ouvir sua voz.

                              ****
- Que alegria é essa, amiga? Tem alguma coisa a ver com este anel em seu dedo? - Zora perguntou.
- Tem sim, Zorita! Você não vai acreditar. - Dulce respondeu, sorridente.
- O que aconteceu?
- Eu estou namorando o Christopher! - ela respondeu, empolgada.
- O quê? Ta maluca, Dulce? O Christopher é filho... - Dulce interrompeu.
- É filho dos Uckermann's, meus maiores inimigos. - completou. - Acontece que estamos apaixonados, Zora! O Chris não é como os pais, ele é doce, gentil, educado, amigo e o meu namorado.
- É que eu tenho medo que ele te machuque, amiga! Eu tenho medo que você sofra depois! - Zora afirmou, preocupada.
- Já disse milhões de vezes e vou repetir : ele me ama e jamais vai me machucar. - Dulce respondeu. - Agora, temos que ir! Ainda temos aula hoje. - elas riram e saíram em seguida.

Enquanto isso, Christopher tentava focar na aula de literatura, mesmo estando com dor de cabeça.

- Ucker, acha que eu esqueci? - Hilda cobrou. - Eu pedi pra você dar um título aos personagens da história que contei semana passada. Já sabe quais são?
- Bom... eu... eu andei pesquisando e... e o nome do jovem será Christopher. - ele respondeu com dificuldade.
- Em homenagem à você? - Christian brincou.
- Na verdade, neste fim de semana, vivi um conto, o mesmo conto da história. - disse ele. - Eu encontrei a menina, que é muito linda, seu nome é Dulce Maria!
- A sua namoradinha não vale!
- Cala a boca, Chris! - Ucker pediu, irritado.
- E o nome do conto? Você escolheu? - Hilda perguntou.
- Será... será... - falou, pensativo.

Flash back on

- Eu não suporto que fale deles. - ele estava apertando o braço dela com mais força, quando sente algo se enrolar nele com força, derrubando-o.
- Eu também não suporto que me tratem mal! - Dulce saiu e entrou na caverna. Esmeralda foi logo atrás, deixando Christopher com medo.
- Você me paga, sua garota selvagem! - Ucker sussurrou. - Você é a misteriosa garota da montanha! - se levantou, limpou o excesso de areia que tinha em suas roupas e saiu dalí.

- Será o quê, Christopher? - a professora perguntou, fitando-o.
- Será a misteriosa garota da montanha! - respondeu.
- A misteriosa garota da montanha! - Hilda repetiu. - É muito interessante.



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