História A misteriosa garota da montanha - Capítulo 17


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Categorias Alfonso Herrera, Anahí, Christian Chávez, Christopher Uckermann, Diego Boneta, Dulce María, Maite Perroni, Rebelde
Personagens Alfonso Herrera, Anahí, Christian Chavez, Christopher Uckermann, Dulce Maria, Maite Perroni, Personagens Originais
Tags Adultério, Alfonso Herrera, Amor, Anahi, Chaverroni, Christian Chavéz, Christopher Uckermann, Colegial, Dulce Maria, Família, Maite Perroni, Ponny, Rbd, Rebelde, Romance, Viagem, Vondy
Exibições 46
Palavras 1.971
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Ficção, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Adultério, Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Bom dia, leitores!
Hoje acordei maravilhosamente bem rsrs. E acabei não postando este capítulo ontem. Espero que gostem de verdade, pois tentei chegar na expectativa de vocês. A fanfic estava um pouco chata, mas irá modificar a partir de agora! Boa leitura!!!

Capítulo 17 - Nova fase


Dulce estava completamente arrasada. Sentia uma dor terrível, incalculável. Como pôde ser tão boba ao ponto de confiar em um Uckermann? Como pôde ser tão boba ao ponto de confiar no filho de seus inimigos? Ele parecia amá-la, parecia ser sincero, quando acariciava seu corpo com respeito. Tudo estava se desmoronando. Seu castelo de cristal se quebrou, revelando os cacos presentes. Dulce estava sofrendo muito, seu coração se despedaçou, se quebrou com a dor que estava em seu sangue, contaminando todo o seu corpo. O homem que mais amou, também é o mesmo homem que mais machucou a menina. Tudo não passou de um tormento de dor, uma história de terror. Um sonho rosa escureceu, tudo o que Christopher disse não tinha valor. Ela estava sentada em uma cadeira da lanchonete do colégio, sendo consolada e amparada por Maite e Anahí. 

- Como eu fui burra, ingênua, boba! Como eu pude me deixar levar? O Christopher não passa de um Uckermann. - Dulce lastimava. 

- Não fala assim, Dul! - Maite pediu. - Sabemos que não será fácil, mas você terá que ser forte, mais madura. 

- Eu amo o Christopher! Como ele conseguiu me enganar? - ela perguntava, em prantos. - Ele é o filho dos Uckermann's. Não acredito que fui tão boba.

- Não fica assim, Dulce! - disse Anny. - Eu e a May estamos aqui para o que precisar. 

- Dulce, precisamos conversar! - Christopher afirmou, chegando até onde elas estavam. 

- Não vê que ela está mal, Ucker? - Anny perguntou. - A Dulce se machucou muito. 

- Eu sei, Anahí! Eu só preciso explicar pra ela o que houve. - ele respondeu. 

- Acho melhor vocês conversarem depois! - Maite opinou. - Vocês estão de cabeça quente e não estão em condições de discutirem nada agora. 

- Obrigada, May! - Dulce agradeceu. - Christopher, não precisa me explicar nada. Eu sei o que aconteceu. 

- Você não sabe de tudo! Eu quero te explicar. 

- Dulce, acho que vocês tem muito o que conversar! - disse Maite. 

- Também acho, Dul! - Anny puxou May, deixando Dulce e Christopher à sós. Ucker se sentou ao lado dela e começou a explicar o que aconteceu. 

- Dulce, o que a Natália disse é verdade! - Ucker afirmou. - Nós nos conhecemos em uma balada, vivemos um certo romance juntos. Depois disso, ela queria te fazer sofrer, queria te humilhar. Me usou pra fazer você pagar pela morte de seus pais. Eu te odiava, mas o ódio virou...

-Chega, Christopher! - Dulce se levantou. Quase não conseguia se manter de pé. A dor que sentia faltava rasgar o peito. Suas lágrimas caíam lentamente por seu rosto, ardia feito o fogo, que queimava sem cessar. - Eu não quero  mais ouvir uma palavra que venha de você. Eu já entendi que a Natália tinha razão, quando disse que você só se aproximou de mim por vingança. Você fingiu me amar. Como eu pude ser tão boba? Eu te amei, Chris! Eu te amei muito, mas tudo não passava de uma farsa, um plano idiota pra se vingar de mim. Como eu teria coragem de matar meus próprios pais? Como? 

- Dulce, eu sei que fui um bobo, covarde, egoísta, mas...

- Não diga mais nada! - disse ela. - Eu estou morrendo aos poucos e não consigo mais te ouvir. Sua voz soa como facadas, cada palavra dita machuca meus ouvidos, machuca meu coração, machuca minha alma. O homem que eu mais amei será o que eu mais vou odiar. Eu não gosto de seus pais. Mas eles não me aborrecem, apesar de terem matado minha única família. Já você, me machucou diretamente, me sangrou, como um caçador que estraçalha sua presa. Eu andei com o inimigo esse tempo todo e,o pior, eu sabia que ele era um inimigo. Eu me entreguei de corpo e alma pra você, te entreguei meu coração. Como eu te amei, Chris. Achava que você fosse o homem da minha vida, mas você é o homem que estragou minha vida. Adeus, Christopher Uckermann, o homem que honrou o nome da família. - Dulce saiu apressadamente da visão de Christopher, que se lastimava por não ter dito a verdade. 

- Dulceee! - ele gritou. - Dulce, não me deixa, meu amor! Eu te amooo. 

- Christopher, para de gritar. Estão  todos olhando pra você, garoto. - Anny afirmou, dando um leve tapa no ombro dele. 

- Eu me odeio, Anny! Eu me odeio. - Ucker dizia. 

- É verdade! Até eu estou odiando você, por ter traído a Dulce. - disse Anny. - Eu nunca vi um homem, com a visão tão ruim quanto a sua, trair a Cinderela com o rato da carruagem. - Ucker riu.

- Só você mesma, Anahí! Deixa ver se eu entendi : A Cinderela é a Dulce e o rato é a Natália? - ela assentiu com a cabeça. - Anny, no início, era um plano, mas me apaixonei por ela. Foi aí que deixei aquele maldito plano, mas a Natália não queria só isso, ela queria muito mais. 

- Eu sei que não fez por mal, mas você poderia ter dito a verdade antes, Christopher. - Anny falou. 

- Eu tentei, Anahí! A primeira vez, a Zoraida me atrapalhou... - ela o interrompeu.

- Já posso advinhar : ela se enrolou toda em você, te derrubou, te esmagou...

- Não, Anny! A Zora é a amiga da Dulce, a Esmeralda que é a cobra. 

- Ah, é! É que eu esqueci. - eles riram.

- Como eu disse,  a Zora me atrapalhou, dizendo que a cobra sumiu. Depois, a própria Dulce me atrapalhou, pois ela queria me namorar um pouco, se é que me entende. - Ucker explicou. 

- Entendi! Vocês fizeram safadezas, não é? - ela perguntou. 

- Pode ser! A verdade eu nunca disse, nunca consegui dizer. Eu amo muito a Dulce, mas fui burro, idiota, covarde, egoísta. - Ucker afirmou, entristecido.

- Eu sei que está arrependido, Ucker! Você também está sofrendo com tudo isso, não é? - ele assentiu. 

- E a Natália? Onde está? - Ucker perguntou. 

- Acho que já foi embora. 

- Minha vontade é de matá-la. Eu não consigo acreditar que eu fui tão idiota. - disse ele, demonstrando em seus olhos a dor que sentia. - Eu vou matar a Natália. Vou matar aquela desgraçada. 

- Não! A vingança só trás dor e sofrimento. Não faça isso, Ucker! Eu não quero ver meu amigo atrás das grades. 

- Obrigado, Anahí. Você demonstrou ser uma grande amiga, te adoro muito. - Ucker agradeceu, abraçando-a. - O que acha que eu tenho que fazer agora? 

- O único lugar que você poderá encontrá-la será na reserva. Com certeza, a Dulce foi pra lá, o único lugar que sabemos onde ela possa ter ido. - Anny afirmou. 

- Mais uma vez, muito obrigado, Anny! - disse ele. - Eu vou atrás da Dulce. Eu vou explicar pra ela o que realmente aconteceu. - Ucker se levantou apressadamente de sua cadeira. Se a única maneira de encontrar Dulce fosse viajar três horas até a reserva, ele estava disposto a viajar. Queria encontrá-la.

                         *****

Dulce saiu o mais rápido que pôde daquele colégio. Não podia acreditar que foi enganada, não podia acreditar que esteve com o inimigo. Ela amou Christopher, mas ele a enganou, brincou com seus sentimentos, se vingou. Como ele pôde pensar que ela teve coragem de matar os próprios pais? O coração da jovem estava esmagado, estava sangrando. A dor que sentia se igualava à dor que sentiu, quando perdeu sua família. Era uma dor aguda, silenciosa, forasteira. Aquilo doía, ardia como o fogo, que parecia consumir seu corpo aos poucos. Dulce tinha vontade de morrer, tinha vontade de se matar. Não tinha mais ninguém por ela, já não tinha os pais. O que ela poderia caçar neste mundo injusto e vingativo? Três horas depois, ela chegou na reserva e foi direto para seu humilde quarto. Ela não tinha muito tempo. Se não tivesse enganada, com certeza, Christopher iria atrás dela. Dulce estava arrumando as poucas peças de roupas que tinha, quando sente alguém abrir a porta do seu quarto. 

- Dul? Por quê está chorando, amiga? Por quê está arrumando suas coisas? - Zora perguntou, estranhando o comportamento de Dulce. 

- Você tinha razão, Zoraida! O Christopher é um inimigo, assim como os pais dele. Ele estava com a Natália, enquanto a gente namorava. Estou muito mal, Zora. - Dulce explicou, abraçando sua amiga. 

- Ele é um idiota! Não merece que você derrame uma lágrima por ele. - Zora afirmou, consolando a moça. 

- Eu fui muito burra, fui muito ingênua por ter chegado ao ponto de acreditar em um inimigo. Eu quero morrer. - disse ela, com os olhos completamente marejados. 

- O que vai fazer? Vai embora daqui? - Zora perguntou. 

- Aqui será o primeiro lugar que o Christopher vai me procurar! Eu não vou ficar neste lugar. Vou pedir demissão. - disse ela, fitando Zoraida. 

- Eu vou com você, não vou te deixar ir embora neste estado. 

- Não, não precisa, Zoraida! - Dulce falou. - Eu me viro.

- É claro que precisa, Dulce! Eu não vou deixar minha amiga sozinha, ainda mais no estado que está. Vamos embora juntas, ou eu te amarro aqui. - Zoraida brincou. 

 - Obrigada, Zorita! Você é um anjo. - Dulce agradeceu, terminando de fazer as malas. - O pior de tudo é que eu não vou conseguir levar a Esmeralda. Ela pertence a reserva. - Ela se levantou, terminou de se arrumar e pediu demissão. 

- Tem certeza, Dulce? - a diretora da reserva ambiental perguntou. 

- Tenho sim, Renata! Eu quero começar minha vida longe daqui. Se o Christopher perguntar por mim, diz que eu morri, que fui morar em um outro país, não sei.

- Tudo bem, Dulce! Eu não vou te entregar. - disse ela. - Esse dinheiro vai te ajudar muito. Eu coloquei um pouco mais, estou te dando pra te ajudar. 

- Obrigada, Renata! Não sei como te agradecer. - disse Dulce. - Cuida bem da Esmeralda. Eu não consegui me despedir dela. 

- Pode deixar, Dulce! Ela será muito bem tratada. - respondeu. - Boa viagem pra vocês. Se precisarem de qualquer ajuda, não hesitem em me procurar. - Ambas ganharam uma boa quantia em dinheiro, o que garantiria a sobrevivência delas por um bom tempo. Pegaram seus pertences e foram para o colégio, realizar a transferência para um outro lugar, que ficava em uma cidade longe dalí. Era a cidade onde Zora morava com seus pais. 

- Eu até que estou feliz! - Zora afirmou. - Vou voltar para minha cidade. 

- Eu não estou tão feliz assim! - disse Dulce. - Deixei a minha amiga pra trás. 

- Para de ser chata, Dulce Maria! A Renata garantiu que vai cuidar dela. 

- Minha cabeça está doendo, sinto vontade de vomitar! - Dulce afirmou. Estavam em um ônibus que, com os movimentos que fazia, Dulce se sentia enjoada. 

- O que foi, Dul? - Zora perguntou, preocupada.

- Nada, só estou com mal estar.

- Tem certeza que é só isso, Dulce? 

- Tenho, Zora! Estou assim por causa de tudo o que aconteceu.  - Dulce explicou. Elas viajaram o dia todo e chegaram no destino final à noite. Gastaram cerca de oito horas de viagem e Dulce passou mal todo o percurso. 

- Chegamos, Dulce! Vamos descer! - Zora afirmou. - Da próxima vez, me diz que sente enjoos em viagens. - brincou. 

- Eu não sinto enjoos em viagens, só estava com um mal estar, já disse.

- Tudo bem, Dul! Só estava brincando. - se hospedaram em um hotel próximo de onde estavam, para descansar. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Notas Finais


Desculpem qualquer erro!
Coloquei uma pequena parte da letra da música ingênua, de nossa rainha Dulce Maria!


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