História A misteriosa garota da montanha - Capítulo 18


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Categorias Alfonso Herrera, Anahí, Christian Chávez, Christopher Uckermann, Diego Boneta, Dulce María, Maite Perroni, Rebelde
Personagens Alfonso Herrera, Anahí, Christian Chavez, Christopher Uckermann, Dulce Maria, Maite Perroni, Personagens Originais
Tags Adultério, Alfonso Herrera, Amor, Anahi, Chaverroni, Christian Chavéz, Christopher Uckermann, Colegial, Dulce Maria, Família, Maite Perroni, Ponny, Rbd, Rebelde, Romance, Viagem, Vondy
Exibições 178
Palavras 1.010
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Ficção, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Adultério, Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 18 - Notícias


- Dulce, eu vou procurar emprego, afinal, esse dinheiro não vai nos manter vivas por muito tempo! - Zora afirmou. 

- Eu poderia ir com você, mas me sinto muito mal. Minha cabeça está com uma dor terrível e eu estou enjoada. - Dulce respondeu. 

- Depois eu vou! Tenho que cuidar de uma amiga, que não comeu nada até agora! - Zora brincou. 

- Estou enjoada e não posso sentir cheiro de comida! - disse Dulce. 

- Amiga, temos que ir ao médico, você está muito mal. - disse ela, preocupada. Dulce estava deitada em uma cama confortável, quase não se mexia. 

- Não precisa se preocupar, eu vou ficar bem! 

- Tem certeza, Dulce? 

- Tenho, Zoraida! Pode procurar um emprego em paz. Eu vou ficar bem. - respondeu. 

- Tudo bem! Eu vou indo, ainda quero visitar meus pais. Vamos morar lá. - Zora afirmou, empolgada.

- Só se for você, Zoraida! Eu não quero perturbar sua família. - Dulce disse, se sentando. 

- Não vamos! Mas temos que encontrar uma casa urgentemente. Este hotel, não vamos conseguir pagar. - Dulce assentiu. - Fique bem, Dulce! - ela deu um beijo na testa de sua amiga e saiu à procura de um trabalho. Enquanto isso, Dulce voltou a se deitar, pois a dor de cabeça e os enjoos persistiam.

                           *****

- Obrigado pelo apoio de vocês! - Ucker agradeceu. - Agora, tenho que ir atrás da Dulce. 

- Ucker, quero te desejar uma boa sorte! Que vocês se acertem. - disse Maite. 

- Obrigado, May! Eu vou explicar tudo o que houve pra ela. Não quero esconder mais nada, não quero enganá-la novamente! - disse ele. 

- Ucker, fico muito feliz por te ver assim, tão cheio de esperanças. Se fosse eu, já tinha desistido. Com certeza, a Dulce deve estar muito longe. - Anny afirmou. 

- Anahí! - Alfonso a repreendeu. - Estou feliz por você, Ucker! Te desejo toda a sorte do mundo. 

- Obrigado! Amanhã, estarei de volta, com a Dulce. - ele sorriu. 

- Christopher, boa sorte! Tenha uma boa viagem. - disse Christian. 

- Mais uma vez, muito obrigado pelo apoio que estão me dando neste momento difícil. Agora, tenho que ir, de verdade. - Ucker se despediu dos amigos e viajou logo em seguida. Iria até a reserva, ainda tinha esperanças de encontrar Dulce por lá. Seguiu viagem, com um trânsito infernal, que poderia provocar um certo estresse em qualquer pessoa que trafegasse por aquela imensa avenida. Christopher estava eufórico, não via a hora de chegar, de encontrar Dulce, de explicar para ela tudo o que aconteceu. Precisava dizer a verdade, precisava esclarecer tudo. Dirigia seu carro à uma velocidade aproximada de 100 Km/h. Reduzia por causa do trânsito ruim. Horas depois, chegou onde queria chegar. Foi direto para o quartinho de Dulce, mas estava trancado. Chamou várias vezes, sem obter respostas. Continuava chamando, mas ninguém respondia. Batia naquela porta várias vezes seguidas. Nada. Será que a Dulce se foi? Será que ele havia chegado tarde? 

- A Dulce não está! - disse uma voz feminina, atrás dele. - Você deve ser o Christopher, não é? 

- Sou Christopher Uckermann, o namorado da Dulce! Sabe onde ela está? - Ucker perguntou, se virando para a mulher. Parecia ter uns trinta anos de idade, mas era muito jovem, bonita e simpática. 

- Prazer, Christopher! Sou Renata, a diretora da reserva. - ela se apresentou. 

- Renata, você sabe me dizer onde a Dulce está? Eu preciso muito falar com ela. - Ucker perguntou, quase se ajoelhando aos pés daquela mulher. Era notável a dor que sentia. Era notável a tristeza que o cercava.

- Lamento, mas não posso te ajudar! Não sei onde a Dulce está. O que sei é que ela pediu demissão e foi embora. - Renata explicou. 

- Sabe me dizer onde ela foi? Algum lugar que ela possa ter dito à você? - Ucker insistiu. Não queria desistir dela, não queria desistir da sua namorada, a mulher que ele amava. 

- Sinto muito, rapaz! Eu não sei dizer para onde ela possa ter ido. A Dulce só me pediu as contas e saiu daqui. - disse ela. 

- E a Zoraida? A amiga dela? Onde está? 

- A Zoraida foi embora com a Dulce! Elas não estão mais aqui! - Renata respondeu, quase sem paciência. 

- E a Esmeralda? Onde a Esmeralda está? A Dulce levou ela? - ele perguntou. 

- A Esmeralda faz parte da reserva. Ela não pertence à ninguém, é um animal da reserva. 

- Tudo bem, muito obrigado. Posso ver a Esmeralda? - ele perguntou e Renata assentiu, levando Christopher até onde o animal estava. Ele ficou um bom tempo na reserva. A noite logo chegou e Christopher dormiu no pequeno e velho quarto de Dulce. O cheiro da moça estava impregnado nas paredes, nos lençóis da cama, em todo o quarto. Ele estava amando aquilo, mas não queria apenas sentir o cheiro, queria sentir Dulce, queria que ela aparecesse, que deixasse ele se explicar, que o amasse novamente. 

                          ****

- Boa tarde, Dul! Não consegui nenhum emprego, mas não vou desistir de procurar. - Zoraida afirmou, entrando no quarto onde a menina estava. - E como você está? 

- Estou melhor, Zora! Acabei de tomar um banho e me sinto mais leve. -Dulce respondeu. 

- Você tem que ser muito forte, Dul! Estou aqui com você. 

- E você? Encontrou seus pais? - Dulce perguntou. 

- Não! Desde que saí, eles não moram mais aqui! - disse ela. 

- Amanhã, vamos embora daqui! Não gostei deste lugar. - Dulce afirmou. - Não estou desmerecendo sua cidade, mas não me sinto bem aqui. 

- Tudo bem, não precisa se preocupar! - disse Zoraida. - Mas também, você ficou a viagem inteira passando mal, é normal ter trauma pós viagem. - elas riram. 

- Eu vou dormir um pouco! Me sinto muito cansada. 

- Eu vou tomar um banho e te deixar dormir. - disse ela, entrando no banheiro. Em poucos segundos, Dulce adormeceu devido o cansaço que sentia.






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