História A misteriosa garota da montanha - Capítulo 9


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Categorias Alfonso Herrera, Anahí, Christian Chávez, Christopher Uckermann, Diego Boneta, Dulce María, Maite Perroni, Rebelde
Personagens Alfonso Herrera, Anahí, Christian Chavez, Christopher Uckermann, Dulce Maria, Maite Perroni, Personagens Originais
Tags Adultério, Alfonso Herrera, Amor, Anahi, Chaverroni, Christian Chavéz, Christopher Uckermann, Colegial, Dulce Maria, Família, Maite Perroni, Ponny, Rbd, Rebelde, Romance, Viagem, Vondy
Exibições 69
Palavras 1.367
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Ficção, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Adultério, Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 9 - Namorados


Domingo, último dia dos alunos da professora Hilda na reserva. Dulce se levantou por volta das seis da manhã, tomou seu café, vestiu seu uniforme de guia e foi até o restaurante do hotel em busca dos alunos para mostrar-lhes a cachoeira, que era considerado o ponto mais bonito, mas também o mais perigoso daquele lugar. Estava sentada em uma mesa, distante das demais, esperando-os.
- Bom dia, minha linda! - Ucker cumprimentou-a com um abraço e um beijo na bochecha.
- Oi, Chris! - ela respondeu. - Onde estão os outros? - perguntou, procurando-os.
- Ainda não chegaram! - Ucker respondeu. - Eu posso me sentar?
- Claro! - ele puxou uma cadeira e se sentou ao lado dela.
- Estava nos esperando?
- Sim, afinal, hoje é o último dia de vocês aqui! - afirmou.
- Eu já estou sentindo sua falta! - Ucker pegou na mão direita da menina e depositou um beijo demorado. - Não sei se vou conseguir ficar sem você.
- Olha, eles estão vindo! - Dulce se levantou e mostrou, indo ao encontro deles, cumprimentando-os.
- Como vai, meu amor? - Natália perguntou, se sentando ao lado de Christopher.
- Natália! O que faz aqui? A Dulce está aí, ela pode te ver! Quer estragar tudo? - Ucker sussurrou irritado.
- Eu já estou de saída! - disse ela. - Não vai me dar um beijinho?
- Eu não posso, Natália! A Dulce está aí, você não entendeu? - perguntou.
- Eu vou até seu quarto! Vou deixar alguns presentes pra você dar a ela, como flores e o anel de compromisso! Você não pode mais perder tempo, terá que pedir a Dulce em namoro. - ela afirmou, se afastando.
- Ucker! Você não vai? - Christian gritou. Christopher assentiu com a cabeça, seguindo-os.
- Está no mundo da lua, Uckerzito? - Anny perguntou, abraçando-o de lado.
- Estava pensando na Dulce, não é? - Christian debochou, socando o ombro do amigo.
- Estava sim! Qual é o problema? - ele perguntou, fitando Dulce, que deu um meio sorriso, envergonhada.
- Hoje, quero levá-los na cachoeira, mas devem me prometer que vão fazer tudo o que eu disser, pois é o lugar mais perigoso de toda a reserva. - Dulce afirmou, mirando cada um.
- Eu prometo, Dul! - Anny respondeu, indo até Poncho.
- Eu também prometo que vou me comportar. - disse Poncho.
- Em nome do nosso grupo, prometo que todos vão se comportar! - Maite afirmou.
- Então, vamos! - ela seguiu na frente para guiá-los, mostrando cada canto daquele incrível lugar para eles, que ficaram encantados com tamanha diversidade de espécies de animais e de plantas.
- Amei esta reserva! Vou voltar mais vezes. - disse Maite, sorrindo empolgada. - Já estou sentindo saudades. Pena que vamos ter que ir embora daqui à pouco.
- Confesso que eu não esperava que aqui fosse tão mágico como é! - Anny respondeu. - Vale a pena voltar.
- E você, Ucker? - Christian perguntou. - Vai trocar suas baladas e suas noites...
- Eu também gostei muito daqui! - ele respondeu, cortando o amigo. Minutos mais tarde, já podia sentir um certo frio e um barulho ensurdecedor, indicando que a cachoeira estava próxima.
- Chegamos! - Dulce afirmou.
- Que cachoeira maravilhosa! - Ucker respondeu, tirando a camisa.
- Ei! Pode colocar a camisa, Christopher! Ela é protegida e ninguém pode se banhar aqui!
- Ai, não tem graça, Dul! Deixa eu tomar um banho rápido? Ninguém vai saber. - ele pediu.
- Quantas pessoas você acha que já me pediram isso? Várias! Eu simplesmente não posso permitir, esta cachoeira é muito linda, mas é protegida, é um patrimônio cultural e não podemos desrespeitar as regras.
- Desculpa, é que eu não resisti! - se desculpou, vestindo a camisa novamente. Ficaram curtindo algumas horas, até voltarem para o hotel, já que iam viajar à tarde. Dulce voltou para seu quarto, onde foi surpreendida pelo Christopher, que entrou no mesmo com um buquê de flores nas mãos. - Posso entrar? - perguntou, fitando-a.
- Claro, Chris! - ela permitiu.
- É para você! - disse ele, entregando o buquê nas mãos dela.
- Obrigada, Chris! Você é muito gentil comigo. - Dulce agradeceu.
- E estes bombons também! - entregou-lhe uma caixa de bombons. - Você gosta?
- Adoro, mas não precisa! Estes são muito caros. - disse ela.
- Eu não me importo com preço, gosto de te ver sorrindo! - Ucker respondeu. - Não vai comer? São pra você, Dul!
- Obrigada, muito obrigada! Você é muito legal, não sei se mereço tudo isso.
- Já disse! Não precisa agradecer, você merece tudo isso e muito mais. -Dulce sorriu, abriu a caixa com cuidado e pegou alguns bombons.
- Pega, Chris! São amargos!
- Amargos? - ele perguntou, tentando esconder a raiva que sentia. - Desculpa, acho que a atendente pegou os bombons errados.
- Não precisa pedir desculpas! Eu gosto de bombons amargos.
- Tem certeza? - ela assentiu com a cabeça.
- Só está faltando um pouco de doce, mas são bons! - Dulce respondeu.
- Me desculpa, Dul!
- Não tem que se preocupar, Chris! Eu gosto.
- Dul, eu tenho outra surpresa pra você! - Ucker pegou uma pequena caixinha de dentro do bolso de seu paletó e abriu, revelando um lindo anel de brilhantes. - Quer ser minha namorada? - Dulce sorriu com aquele gesto, mais apaixonada do que já estava. Ficou maravilhada com a pergunta que Christopher fez, ficou estática, sem saber o que responder.
- Chris, eu... eu não sei o que responder. - disse, olhando o anel à sua frente. - Você é uma pessoa maravilhosa, que sempre está ao meu lado, querendo me ajudar... eu sou muito grata à você por tudo o que está fazendo, você...
- Dul, eu gosto muito de você! - ele interrompeu-a. - Gosto do seu cheiro, da sua voz, do seu jeito maravilhoso de ser. É claro que vou ficar um pouco triste se não aceitar, mas eu vou te entender, pois te adoro muito!
- Eu... eu aceito! - ela respondeu. Ucker sorriu e pegou sua mão com delicadeza, colocando o anel em seu dedo. Assim que fez isso, deu um beijo na mão da mesma e a abraçou.
- Eu vou visitar você todos os fins de semana! Já estou morrendo de saudades, meu anjo! - Ucker segurou no rosto da moça, puxando ela para um beijo, que foi se transformando em selvagem. Ele vasculhava cada canto da boca dela, brincando com sua língua. Finalizou com uma mordiscada no lábio inferior da moça e com vários selinhos. - Eu preciso ir, ainda tenho que arrumar minhas malas para a viagem. Te amo, Dul.
- Eu te amo mais, Ucker!

                               ****
- Estou namorando agora! - Ucker afirmou, sorridente, se jogando na cama.
- Quer dizer que a idiota caiu direitinho? - Natália sorria, vitoriosa, na cama de Christopher.
- Para de falar assim, Natália! A Dulce não é idiota. - Ucker rebateu, se levantando.
- Vai defender aquela assassina, Chris? - ela perguntou, desacreditada.
- Para de ser cínica, Natália! Você sabe que eu não gosto que me chamem de Chris! - Ucker afirmou, eufórico.
- Sério? E por quê não diz o mesmo para aquela...
- Olha como você fala da Dulce! Ela é minha namorada, ouviu bem?
- Vai continuar defendendo aquela assassina? Tudo bem, Christopher, você irá se arrepender.
- Me responde : por quê você comprou bombons amargos?
- Eu quis comprar algo que combinasse com ela.
- Sai do meu quarto! Eu não quero mais te ver, não agora! - Ucker gritou, irritado.
- Belo teatro, sabia? Confesso que quase acreditei. - Natália falou, provocativa.
- Não vai sair? - ele perguntou, fitando-a.
- Continua defendendo ela, continua! - Ucker perdeu a paciência de vez. Abriu a porta e empurrou Natália para fora.
Ele se deitou em sua cama, respirando fundo para se acalmar.
- O que está acontecendo comigo! Eu não devo defender aquela assassina, se é que ela é, já que eu não tenho provas. - Ucker falou para si mesmo.



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