História A mommy for Ava the dog - Capítulo 21


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Categorias Ginnifer Goodwin, Jennifer Morrison, Josh Dallas, Lana Parrilla, Rose McIver, Ruby Rose
Personagens Ginnifer Goodwin, Jennifer Morrison, Josh Dallas, Lana Parrilla, Personagens Originais, Rose McIver, Ruby Rose
Tags Morrilla, Morriver, Swanqueen
Exibições 239
Palavras 1.194
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Romance e Novela, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oiee, voltei!
Manxs, é o seguinte, não me matem esse capitulo está curto mais eu logo venho com mais.

Beijos, comentem essa amizade.

Capítulo 21 - Dorme aqui.


Fanfic / Fanfiction A mommy for Ava the dog - Capítulo 21 - Dorme aqui.

- Não leve pro lado pessoal, mas Zoey foi a pior e mais chata namorada que o Ted teve. – Rose falava sentada no sofá.

- Falou a Ranger Amarela!

Eu gargalhei e Rose me acompanhou.

- Cara, você consegue sempre ter uma respostinha.

- Voltamos a falar da Zoey, ela era tão linda e gostosa.

- E você convencida – Eu sentei no sofá e soltei minhas pernas no colo dela. – E folgada. Mas falando de Zoey, ela era burra.

Eu dei língua e bebi um gole de vinho. Ava pulou sobre mim e se acomodou em minha barriga. 

- Burra?

- Logico, quem joga a prima pra cima do cara que ‘ta afim?

- Ela era casada.

- Mas separou.

- Ted foi burro, eu escolheria Katy Perry.

- Tenho que concordar.

Empurrei o pé contra o braço dela.

- Hey!

Rose sorriu e se esticou pegando minha taça, tomando um gole do vinho.

- Estou sendo sincera. Entre a loira e a Katy Perry, ahá...

- Ah, por que você não é loira né.

- Eu sou loira gostosa, você é loira sem sal que se acha gostosa.

Eu estreitei os olhos e ela sorriu.

- Corrigindo você é a loira baixinha que se acha gostosa.

- Nos pequenos frascos estão os melhores perfumes.

- Esse nosso amor próprio é fantástico. – Brinquei.

Nossa amizade avançou muito, Rose me fazia bem e com ela eu não precisava ter medo de machuca-la. Ela me entendia, não tocava no assunto relacionamento, eu dava graças a Deus.

Acho até que o motivo dela fazer terapia poderia ser isso, não sei, mas fico pensando quem poderia querer fazer mal a essa pequenininha loira? Gente, ela é tão fofa que as vezes dá vontade de colocar em um potinho. Eu passei a gargalhar por conta desse pensamento.

- Que foi?

- Hã? – Me fingi de desentendida.

- Do que está rindo?

- De nada – Alcancei minha taça de vinho e bebi o ultimo gole.

- Quero mais. – Rose falou me olhando.

- Vai buscar.

- Não, você.

- Eu já peguei essa, agora é sua vez.

- Jen, por favor... – Ela falou mais baixo com um tom infantil e olhos pidões azuis me fitando.

- Não faça mais isso! – Falei séria a encarando.

- Por que? – Ela apenas movimentou as sobrancelhas curiosa.]

- Só não faça.

- Então pega vinho pra mim, por favor? – Ela fez a mesma cara com os mesmos olhos.

Cínica, isso que você é! Pensei.

Bufei, estreitei meus olhos a fitando. Ela manteve seus olhos em mim ainda com a cara de cachorro que caiu da mudança. Eu respirei fundo e me levantei indo pra cozinha. De lá pude ouvir o seu riso. Eu sorri junto, peguei a garrafa de vinho, fiz minha cara séria e voltei.

- Vamos começar? – Falei sem olha-la. Coloquei vinho na minha taça e na dela. Peguei a minha dei um gole e coloquei ao lado da garrafa na mesa de centro da minha sala.

- Não. – Ela falou e pegou a minha taça e bebeu.

- Você pode beber na sua própria taça.

- Eu quero a sua. – Ela bebeu a minha taça até a metade. – É mais gostoso.

- Tem minha baba ai.

- Ai, credo, sua porca. – Rose fez uma careta e eu dei risada.

- Assim está melhor, podemos começar. Gosto quando sorri.

Eu fiquei a olhando sem jeito, peguei seu roteiro e a entreguei, peguei o meu e coloquei no meu colo folheando rapidamente, parei onde indicava as cenas da Emma. Nós estávamos estudando as nossas falas individualmente, cada uma no seu mundinho. Isso era uma das coisas que eu gostava na Rose, nós não precisávamos passar o tempo inteiro falando e falando, tinha momentos que cada uma se perdia na sua própria bolha, e o silencio não era chato ou constrangedor, era confortável. Essa já era a última semana de férias. Precisávamos ter tudo na ponta da língua para quando fossemos gravar. Quem pensa que vida de ator é fácil? Não, não.

- Vamos ler juntas a cena que farei com a Lana, essa será a primeira. – A doce voz irrompeu o silencio. – Estou tensa.

- Fique tranquila, vai dar tudo certo.

- Eu sei, mas quero treinar, me ajuda vai.

- Ok.

- Ok. – Rose gargalhou. Provavelmente ela lembrou daquele filme onde os personagens falam isso.

- Gay! – Olhei pra ela rindo também.

- É você, sapatona.

- Sou mesmo. – mostrei a língua.

Ela gargalhou mais alto ainda, seu rosto ficou vermelho.

- Vai, lê ai.

Começamos a ler ela fazia as falas dela e eu as de Lana, passei a pensar nela e em suas expressões sérias em cena. Essa temporada envolveria muito a questão família, basicamente, Emma e Regina precisavam salvar Henry. A fada Tinkerbell vinha do passado de Regina, e junto dela uma profecia e o amor verdadeiro de Regina. Meio a tudo isso, Emma se envolveria com o Capitão Gancho, era um envolvimento mais por gratidão, eu estava decepcionada achei que nessa temporada As coisas mudariam, confesso que eu queria que Adam fizesse Emma e Regina como um casal, fico imaginando como seria um quebra enorme de Tabus, fora os fã que já shippam as duas. Mas Adam deixou claro que isso não iria acontecer, pelo andar da carruagem nem nessa temporada nem tão cedo.

Pensar em Lana me apertou o coração e deu saudades, tudo aconteceu tão rápido e se desfez mais rápido ainda. Engoli meus sentimentos e continuei ali concentrada nas falas, Rose na estava em pé andando e gesticulando pela minha sala.

- Não cansou ainda? – Falei a olhando, ela parou de ler e me fitou.

- Sim. Acho que o vinho me deixou preguiçosa.

- Ei, como assim preguiçosa? Estamos o dia todo aqui.

- Que nada, ainda são...- Ela alcançou o celular na mesa de centro. – Nossa! 1h da manhã Jen, por que não avisou? Achei que era umas 11 horas da noite ainda.

- Estou com sono já. – Falei bocejando e me espreguiçando.

- Desculpa, eu vou embora, nossa, deixa eu chamar um taxi. – Rose falou pegando seu celular e procurando o número da agenda.

- Ei calma. Dorme aqui, tenho um quarto sobrando.

- Não quero atrapalhar.

- Relaxa, eu gosto da sua companhia. E outra eu jamais deixaria uma dama sair essa hora da noite sozinha.

- Ah, claro, cavaleira demais né. – Ela se jogou no sofá ao meu lado, deitou sua cabeça no meu ombro e bocejou. – Estou com sono também, você podia fazer a minha cama...

Rose falou baixinho, eu olhei pra ela, estava com os olhos fechados.

- Eu vou pegar as coisas e você mesma faz.

- Jen? – Rose bocejou.

- Oi?  - Olhei pra ela.

- Faz por favor? – Me olhou com os mesmos olhos pidões.

Ela desencostou de mim, eu me levantei e fui lá fazer a cama dela. Parei no meio do caminho e virei pra ela novamente. Rose estava esticada no sofá, Ava havia deitado no chão próximo ao sofá, a mão de Rose a alcançou e passou a acarinha-la. Minha filha ficou toda manhosa e se esfregou contra a mão de Rose.



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