História A morte convida para dançar - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Nanjim, Taekook, Vkook, Yoonseok
Visualizações 58
Palavras 1.042
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção Científica, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Avisos sempre nas notas finais❤

Capítulo 2 - 0001 - Crazy


Fanfic / Fanfiction A morte convida para dançar - Capítulo 2 - 0001 - Crazy

Pov’s Jungkook

“- Jeon? – o mais novo parou automaticamente de brincar com seu boneco de ação ao ouvir a voz de seu irmão o chamando.

- Sim, JungHyun?

- Venha aqui. – Disse com a voz suave, fazendo o moreno descer da parte de cima de seu beliche, indo em direção a poltrona de cor marfim, que estava bem à frente em seu campo de visão, ao chegar perto do mais velho o mesmo bateu as mãos levemente em seu colo, sussurrando um: ‘Precisamos conversar, okay?’

- Sobre ontem? Tudo bem, Hyung, a *Noona comprou mais Toddynhos – falou aconchegando-se no colo do irmão.

- Não, ‘Saeng... Não é sobre isso... – suspirou - Quero que você me prometa uma coisa muito importante. – o jovem, novamente com seu tom mais parecido com uma breve melodia, falou enquanto afagava o cabelo de seu pequeno.

- O que, Hyung?

- Quero que me prometa que vai ser forte...

- Mas, eu sou bem forte, Hyung. – disse dobrando os braços mostrando músculos inexistentes, o que causou uma breve gargalhada no maior.

- Sim, você é muito forte. Mas, precisa ser mais ainda para enfrentar os problemas.

- Como o homem de ferro? – perguntou animado

- Sim, como ele.

- Promete está sempre comigo, Hyun? – chamou-o pelo apelido que havia dado

- Só se me prometer ser forte. – Os dois se olharam e ambos levantaram os mindinhos falando em uníssono.

- Pelos presentes aqui, testemunhas de um júri que se analisarmos por um lado de justiça somos apenas nós, prometemos, em se quer ocasião, quebrar essa promessa. – fizeram algumas representações resultando em uma risada coletiva, que fora acompanhado de um abraço.

- Te amo, pequeno... – pronunciou baixo ao tempo que o menor se aconchegava na curvatura do pescoço de seu irmão.

- Também...”


Você mentiu para mim, Hyung... Suspiro mais uma vez olhando de relance enquanto algumas gotas frias da chuva caíam em minha pele, repreendo-me mentalmente por não ter pego o casaco, que se me lembro bem estava em cima da cama, Ele teria me dito para pegar o casaco, rio, sem nem ao menos conter graça, enquanto tratava de apressar meus passos, tentando, inutilmente, evitar que a chuva caísse em mim.

Avisto há alguns metros um pequeno Open Bar, admito que com uma aparência bem aceitável diante aquela cidade caótica, uma placa bem chamativa que me atraía à atenção, dizia: “Não perca os sapatinhos depois da meia-noite” aproximo-me cada vez mais ouvindo o som de uma melodia sem letra, apenas o contagiante ritmo, quando chego próximo, pressiono a mão na porta, fazendo uma força sucinta, logo tendo a visão de um balcão, nele havia diversos copos, taças e garrafas de bebidas, algumas vazias e outras pela metade, homens e mulheres estavam distribuídos pelo local, dançando, ficando, e alguns simplesmente pareciam estar transando com roupas.

Sento em um dos bancos em frente à *ara, e rapidamente um senhor, que deveria ter em torno de 40 anos, veio me atender, peço uma catuaba de frutas fazendo o mais velho assentir, olho ao meu redor vendo as pessoas felizes e curtindo o que há de melhor na vida, Humpf, perca de tempo, antecipar a morte, o ser humano realmente deveria ser estudado, se drogam, transam, pegam doenças, ou muita dás vezes, ficam bêbados e morrem por aí mesmo, mas, o que eu poderia julgar? Se sou tão idiota quanto eles? Tão inerte aos meus pensamentos que nem percebo que um rapaz, com cabelos descoloridos, sentou-se ao meu lado, o mesmo tinha um ataque de risos, parando algumas vezes para me olhar, falando em bêbados...

- A vida é uma merda mesmo. – proferiu rindo.

Bufo, deixando um breve sorriso aparecer entre os meus lábios.

- Não posso discordar de você. – pego minha catuaba com o senhor, ao mesmo tempo em que respondia ao rapaz.

- Então, junte-se ao clube. – disse erguendo um copo, que ele pegou do balcão, já pela metade, parecendo ser vodka, ergo o meu também, brindando sem muito animo. - A merda.

- A merda – repito o vendo beber todo liquido de vez, enquanto tomo apenas alguns goles sentindo-o arder no trajeto que ele trajava descendo em minha garganta.

- Sabe o que eu quero? – o mesmo fez uma pergunta retórica e eu apenas o observava - Quero que aquele idiota vá para os quintos dos infernos. NÃO ME IMPORTO MAIS PARA AS MERDAS QUE ELE FAZ POR AÍ! – sorriu, passando os dedos na beirada do copo, logo o arremessando ao chão, chamando a atenção de algumas pessoas  

- Calmo aí, garoto, ‘tá achando que é quem? Deus?

- Eu? – riu - Eu sou um desgraçado, que está muito longe de ser doce.

- Não 'ta fácil para ninguém. – lhe direciono as palavras, calmo. - E gritar não vai resolver seus problemas.

- Você tem razão... Eu preciso dançar. Você vem? – troco olhares com o mesmo e acabo por aceitar, a final poderia manter-me ocupado assim.

O menor me puxou junto a si para o centro da pista de dança, fiquei parado por alguns minutos o vendo dançar, não só ele como todos os presentes, que soltavam risos tão fáceis como respirar, talvez tenha sido uma péssima idéia ter vindo aqui... Solto o ar preso e me viro, preste a dar meia volta e sentar novamente no banco, sendo interrompido por uma voz rouca em meus ouvidos.

Mexa essa bunda para mim, deixe-me ver seu trabalho.

Giro em busca da voz, que era como um sussurro grave ou como uma ordem, acho que a palavra certa era convidativa, convidativa a mim. Devo realmente estar ficando louco... Porque, eu queria segui-la.

Garotinho, esta noite, os papéis são invertidos.

Mexo meus quadris lentamente, de acordo com o que era cantado, as palavras sujas entravam em meus ouvidos como o ar que entravam em meus pulmões, eu precisava dançar, precisava disso para ser livre, era quase como uma necessidade.

Você tem, eu quero isso

Now, call me daddy.

Cause I’m your daddy.

Quando dou por mim já estava ao chão junto com o descolorido, e todos os olhares já estavam direcionados a nós, e quer saber? Mesmo se estivesse louco, bêbado, drogado, não me importava, não estava nem aí, me sentia bem assim, me sentia... Feliz?

O que você diria se minhas mãos se afastassem?

Sinto toques fortes em minha cintura,

Eu quero mais. – Penso tentando ter mais contato.

Não seja tímido, baby, eu sou o melhor.

Precisava de mais.

Hey, você está pronto para dança?



Sim.


Notas Finais


*ara _ Balcão

OIEEEEEEE
VCS QUEREM ME MATAR NÉ?
GENTE COMO ASSIM? EU TO MT FELIZ.
Tantos comentários e várias mensagens me apoiando Obg mesmo gente... Ei chorei tá bom? Aiinnn obg pelo apoio por td....
Bem... Vou dar alguns avisos básicos, ok?
•O POV'S fixo será do Jungkook... Mas sempre estarei avisando caso mude ou não....
•V e Taehyung são duas pessoas diferentes...
•Como minha escola é mt puxada penso em postar um cap a cada semana, tudo bem? Aliás eu demoro para fazer um cap por causa q tenho q criar td um contexto e q tenha minino de erros possíveis, esse cap por exemplo foi reescrito três vezes rsrsrsrs e caso vcs vejam alguma incoerência podem falar cmg. Nas férias vou tentar postar com mais frequência.
•Me deem opiniões sobre oq estão achando... Se está bom.. ou ruim. Desculpe qualquer erro
Obg por td gente ❤
Por hj é isso❤
Bye❤❤


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