História Contos De Uma Morta. - Capítulo 1


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
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Palavras 573
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Ficção, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Estupro, Insinuação de sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 1 - Cap.1


Olá diário, meu nome é Park Yo-sae. Eu ganhei você hoje por isso vou me apresentar. Eu tenho 16 anos e moro no orfanato da Sra.Ye-Seung. Ela me pegou numa calçada na rua. Sou tão desprezível que nem meus pais me quiseram. Normalmente, tento esquecer o fato da minha fútil existência, mas fica meio difícil quando todos do orfanato me fazem se lembrar.


    **Sexta-feira- 23:45min**


  Diário, estou escrevendo em você no banheiro dos visitantes. Ninguém vem aqui a anos. Hoje aconteceu a minha rotina de sempre. Acordei, fui a escola, voltei, almocei e depois fui obrigada a lavar toda aquela louça que pelo menos 58 meninas usaram, fora as coordenadoras e a diretora e seu filho o único e mais desprezível menino do orfanato. Porque tens ódio dele? Quando ele quer se "divertir" ele pede a mãe dele para que ela dar uma menina a ele. E adivinha quem é sempre escolhida? Isso mesmo, eu. A nossa diretora me odeia, e eu não entendo o por que. Ela além de me fazer de objeto sexual para o filho dela, ainda, quando alguém ou um casal quer me adotar, ela inventa mentiras minhas e não deixa eles me adotarem.

  Hoje ela disse pra um casal que veio aqui que eu era porca, mal educada e era assanhada (pois o casal tinham dois filhos gêmeos) eu estou farta desse orfanato. E pra piorar hoje o filho dela está com desejos impuros. Ele tentou me beijar a força de novo eu me soltei e corri para o banheiro. Estou ouvindo gritos lá fora. São do meu nome. Estou com medo. E se for coisa da minha cabeça? Significa que estou ficando doida? Aish, isso me assusta muito.

  Vou olhar por cima da cabine.

Eu sentei de novo no vaso (marcas de lágrimas no caderno) e o ogro do Sae-dong (filho da diretora) está lá fora, a mãe dele está me procurando. Se eu sair agora, eles descobriram meu esconderijo. Como posso ser assim? Nem amigos aqui eu tenho. Estou com saudades da minha ex-melhor amiga a Yoon-Kye. Ela era a única que era legal comigo. Estou cansada de ficar aqui. Nessa situação. Tem alguma coisa brilhando no chão. 

( Vai até lá e pega os cacos de um espelho)

  É um resto de espelho, acho que mais alguém se cansou deste lugar. Será que ela conseguiu? Vou ver se meus pulsos são fortes.

   Ela pega um dos cacos e começa a apertar em seu pulso, fazendo um corte não muito fundo. Depois ela pega outro e começa a fazer vários outros cortes em seu pulso. As lágrimas de dor, não levavam nem 1/3 da dor que aquela menina sentia, fora abandonada por seus pais, largada naquele inferno e ainda era abusada sexualmente basicamente todos os dias. Ela estava farta daquele sentimento de fracasso. E para piorar, não tinha amigos, nem ninguém que a deixasse feliz. Qualquer um que a visse nesta situação agora entenderia que ela estava sofrendo. Talvez para aquela diretora, ela fosse apenas louca, mas se pudesse parar e observa-lá veria como aquela garota era sofrida. Ela estava ficando com mais cortes em seus pulsos e estava soluçando. Ela solta o vidro já cheio de sangue e o joga de lado. Encosta a cabeça na parede e começa a chorar. Encosta a cabeça em seu joelho e pensa que aquela seria sua morte. Seu momento pra parar de sofrer. Mas então alguém abre aquela porta. 




Notas Finais


Minha primeira história original. Não sei escrever sobre depressão, mais estou aprendendo.


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