História A morte, doi menos do que estar sozinho - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Visualizações 8
Palavras 581
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Ficção, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Estupro, Insinuação de sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 2 - Cap.2


Encosta a cabeça em seu joelho e pensa que aquela seria sua morte. Seu momento pra parar de sofrer. Mas então alguém abre aquela porta. 


Ela vira sua cabeça para o lado da porta já fraca e a última coisa que vê é Sae-Dong. Ele a grita desesperado e a pega no colo. Começa a gritar sua mãe. Ele não sabia oque fazer. A mesma aparece e faz um olhar de espanto. Agora ela viu seu filho com aquela garota problemática ensanguentada e com o rosto inchado de tanto chorar. Ela grita para alguém ligar pra emergência.  Mas esse dever é o dela. Sae-Dong sabia que o que ele fazia era errado. Principalmente pelo fato de todas as vezes ela pedir pra ele parar. Mas ele gostava dela, sempre gostou, e vê-la naquela situação estava cortando seu coração. Mas não pior do que o dá garota. Ele estava desesperado correndo com ela em seus braços. A menina estava ficando com os batimentos fracos. Mas então ao chegar na entrada do orfanato próximo a diretoria, a emergência já havia chegado, assim como todas as orfãns que apenas observavam a cena com um olhar de espanto, todas acordadas pelo barulho da sirene. Nunca havia passado na cabeça daquelas pessoas que ela seria capaz de se matar. Quando todos visitaram um psicólogo ano passado, a diretora foi avisada que a garota estava com depressão. Mas ela não deu ouvidos. E assim como todos, foi surpreendida essa noite.

Eram exatamente 00:01, a garota estava dentro da van de emergência a caminho do hospital. Seus braços cobertos de curativos e a roupa lotada de sangue. Ela talvez sobrevivesse aquela noite. Mas, será que ela queria sobreviver? Voltar a se sentir sozinha? Voltar a ser estrupada? Voltar a sentir um lixo? Acho que não. 

Ela chegou ao hospital e foi levada as presas a sala de emergência. Pela cara do médico a diretora, ela entendeu que o quadro da menina era grave. Yo-sae não queria passar daquela noite. Mas como desejo dos médicos, eles fizeram seu trabalho. O único problema era. Ela precisava de sangue. E no caso, ela não tinha familiares para ser seu doador. Ela era O  e adivinhe quem também era compativel?

- A senhora tem que ajudar a garota. Se quiser que ela sobreviva- Fala o médico com as mãos em uma prancheta. 

- Se eu não der meu sangue o que acontece?- Pergunta a diretora. 

Ela talvez estava pensando que: se a garota cortou os pulsos. Era por que não queria viver. E ela não iria impedir se fosse o desejo dela.

- O sangue que sobrou em seu corpo, não é suficiente para a respiração celular dela, ela ira morrer por falta de oxigênio no sangue. 

- Está bem, onde me sento.

Naquele momento ela se tocou que a garota não queria mais viver. Mas como diretora, se aquela menina morresse seu orfanato seria fechado, ela perderia o dinheiro, e o direito de cuidar de crianças. 

O médico a guia para uma sala de doadores. Está vazia. Normalmente ninguém doa sangue a esta hora da noite. 

Após se passar alguns minutos. Ela termina de doar seu sangue e fica sozinha naquela sala. 

- Tudo por culpa dessa garota fútil. Por que diabos, ela tinha que tentar se matar hoje?

Sim, ela estava culpando a garota de ter tirado uma noite de sono.

- M-mãe?- Gagueja Sae-Dong entrando na sala com os olhos cheios de lágrimas- Ela vai morrer?

- Não, não Sae-Dong ela não vai morrer. Não hoje.






Notas Finais


Vão ser dois cap hj, estreia♥


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