História A motociclista. - Capítulo 12


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Categorias Helloween
Personagens Ingo Schwichtenberg, Kai Hansen, Markus Grosskopf, Michael Kiske, Michael Weikath
Tags Helloween, Moto Clube, Motocicleta, Power Metal
Visualizações 7
Palavras 2.314
Terminada Não
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Romance e Novela, Shoujo (Romântico)

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Gostaria de avisar algo antes. A letra "D" está um pouco problemática no meu teclado, então algumas palavras podem ter saído errado, peço desculpas. Todas eu vi antes de postar eu ajeitei, mas posso ter deixado passar alguma.

Capítulo 12 - Kapitel Zwölf.


Fanfic / Fanfiction A motociclista. - Capítulo 12 - Kapitel Zwölf.

              Os shows feitos na Itália foram espetaculares, tanto os fãs quanto a banda se divertiram. Inclusive Star, que está realizando um grande sonho. Agora estão em Paris, a cidade da luz. A morena está no seu quarto de hotel, tentando se comunicar com sua mãe, mas os códigos de área não colaboram.

-Tenta colocar o DDD daqui e de Hamburgo.- Diz Markus ao lado de Star.

        A mulata se assusta e deixa o telefone cair e desfere um soco no ombro do baixista.

-AI- Reclama Markus passando a mão sobre o ombro acertado.

-Como você entra no quarto dos outros assim? Sem bater na porta?- Indaga a morena com raiva.

-Eu bati na porta, umas quatros vezes, você não respondeu e eu entrei assim mesmo. –Responde o baixista com um sorriso leve no rosto.

-Nossa, que educado.- Ironiza Star antes de revirar os olhos.

      Ela ignora o baixista que está olhando pela janela e tenta a ideia que o mesmo deu. Ela escuta o telefone chamar e agradece Markus mentalmente.

-Mãe? Oi, é a Star.... estamos na França agora....sim, vou levar uma lembrança para a senhora e para o pai.......não se preocupe mãe, eu estou bem agasalhada........sim, estou me alimentando bem.........e como está o meu amorzão? Com saudades de mim?......deixa eu falar com ele.......oi Rambo, meu amorzão, como vai? Está aprontando muito?...........eu dou minha palavra que quando voltar para a Alemanha, irei comprar a melhor ração e iremos passear todos os dias durante uma semana...............tá bom, tchau mãe.- Finaliza Star colocando o telefone sobre o gancho.

-Você fala com cachorros pelo telefone?- Pergunta o baixista gargalhando.

-Se eu estou falando com você agora, falar com um cachorro por telefone não é impossível.- Rebate Star com uma sobrancelha erguida e encarando Markus.

-Acho que eu poderia viver sem essa.- Diz Markus levantando a mão a cima da cabeça e as balançando.

-Ainda não me disse o motivo de ter invadido o meu quarto.- Diz Star cruzando os braços e ainda olhando fixamente para o baixista.

-Ah, sim é mesmo. Estamos indo dar um passeio antes de irmos passar o som, vim lhe convidar para ir também.- Diz Markus seguindo em direção a porta.

          Star sorrir e pega seu casaco e sai do quarto acompanhado por Markus. Os dois pegaram o elevador junto e foram contado piada até chegar no hall do hotel e se juntar aos outros integrantes do Hellowen.

-Vamos? – Pergunta Weikath apontando para o lado de fora do hotel.

      Todos concordam e seguem juntos pelas ruas de Paris. Entraram em várias lojas e compraram algumas lembrancinhas. Depois Weikath diz que precisar tomar uma cerveja para se esquentar e todos o seguem para o pub mais perto.

-5 cervejas e um refrigerante.- Diz Weikath a atendente.

            Poucos minutos depois, a garçonete volta com os pedidos.  Ela entrega o refrigerante para Star e a cerveja para os rapazes. Assim que a garçonete vai atender outra mesa, a morena e Kiske trocam as bebidas.

-Eu tenho uma pergunta, Kiske.- Diz Star logo em seguida depois de ter dado um gole em sua cerveja.

-E qual seria?- Pergunta Kiske abrindo sua lata de refrigerante.

-Porque você não bebe cerveja?- Pergunta Star.

-Acredito que o álcool não faz bem a saúde e muito menos a voz. -Responde Michael dando um gole em seu refrigerante.

-Refrigerante também faz mal a saúde, gracinha. – Argumenta Star com um sorriso travesso no rosto.

-Queria, eu sei. Mas ás vezes não mata ninguém.- Rebate Kiske também com um sorriso travesso estampado no rosto.

-Acho que estamos sobrando aqui.- Diz Ingo batendo os dedos sobre a mesa.- Somos quatro velas gigante.- Finaliza Ingo rindo.

         Star fica sem graça e esconde o rosto, Kiske apenas sorrir e ignora o comentário do amigo. Ficaram até tarde naquele pub, bebendo e conversando atoa. Star resolveu ser uma boa amiga e bebe apenas uma latinha de cerveja e fez companhia ao Kiske e ficou sem beber nada alcoólico pelo resto à noite.

       Já era madrugada quando voltaram para o hotel. Devido ao estardalhaço que fizeram, levaram uma bronca do gerente alegando que poderiam estar acordando os outros hospedes do hotel.

-Para de rir, Ingo. Vamos levar outra bronca.- Alerta Hansen ao amigo.

-Eu não consigo, Kai.- Rebate Ingo ainda rindo.

-Ah, são apenas três da manha, estamos em Paris e eles querem DORMIR?- Diz Weikath dando um grito na última palavra dita por ele.

-Se acalmem todos vocês, vamos seguir em silêncio e ir dormir.- Diz Star.

-Hey, temos uma advogada com a gente, não precisamos ter medo.- Diz Markus gargalhando.

-Eu sou promotora e não advogada.- Diz Star categoricamente.

-De qualquer maneira, a lei está do nosso lado.- Diz Ingo ainda ao risos, seus olhos já lacrimejavam de tanto rir.

-Não, ela não está, de acordo com o artigo 5...

-Shiuuuuuuuuuuuu.- Diz Weikath com o dedo indicador sobre os lábios da morena.- Não queremos saber sobre isso, é muito chato essas coisas de constituição, leis, regras e blá blá blá.- Finaliza Weikath tirando o dedo da boca da mulata.

-Tá desculpa.- Diz Star.

         Finalmente cada um consegue ir para o seu quarto sem acordar ninguém ou levar outra bronca. As horas mal passaram e os primeiros raios e sol entravam pela fresta da cortina no quarto de Star e acertavam perfeitamente seus olhos, a fazendo acordar e resmungar por não ter fechado a cortina direito.

        Nos outros quartos a situação era parecida. Mas não foram os raios de sol que acordaram os integrantes do Helloween, mas sim o produtor do show que saiu batendo em porta em porta os relembrando a passagem de som. Todos levantaram relutantes e aos resmungos, mas depois de forrarem o estômago estavam mais agradáveis e menos resmungões.

    Quando finalmente a motociclista conseguiu reunir energias e coragem para sair do quarto e ir tomar do café, não encontrou nenhum de seus companheiros de viagem. Sem se importar, ela sentou-se numa mesa sozinha e aproveitou um delicioso café-da- manhã. Uma hora havia se passado e nada dos integrantes do Helloween se juntarem a ela, então ela resolveu da ruma volta por Paris a luz do sol.

      O clima está um pouco frio, as pessoas na rua todas estão usando suas jaquetas mais chiques. Em quanto à motociclista usa uma jaqueta escrita The Monkees nas costas, um coturno e uma calça gasta pelo tempo. As pessoas em Paris parecem estar em constante desfiles de modas, todas bem vestidas e maquiadas. Mas a morena não se importa com isto, ela sempre foi verdadeira a si mesmo e aos seus gostos. Pouco importa o que vão achar dela, o importante é estar bem consigo mesmo.

     A morena ajeita seus longos cabelos encaracolados  e caminha tranquilamente pela cidade das luzes. Acaba vendo uma linda coleira para cachorro, com um pingente em formato e osso e um espaço para colocar o nome do seu melhor amigo. A motociclista entra na loja e personaliza a coleira e em seguida paga e leve o presente para seu melhor amigo.

      O tempo passou voando e quando se deu conta, seu estômago lhe avisava que está na hora de almoçar. Ela volta par ao hotel e encontra Kiske andando pelos corredores a sua frente.

-Nossa, que loira gata. –Brinca Star assim que está uma distância razoável do vocalista.

           Michael vira-se rapidamente na direção da morena e seu rosto se alivia ao perceber quem é a dona do comentário.

-Sou mesma, invejosa.- Afirma o vocalista jogando os cabelos de um lado para o outro.

-Achei que iriam almoçar na casa de shows.- Diz Star se aproximando do loiro.

-E vamos, vim lhe buscar.- Diz Michael oferecendo seu braço para que a morena entrelace.

-Oh que cavalheiro. Apenas preciso guardar isto e irei contigo, nobre cavaleiro.- Diz Star mostrando a sacola com a nova coleira de Rambo.

           Kiske acompanha a mulata até o seu quarto e depois seguem juntos para pegar um táxi e irem em direção a casa de shows. Assim que chegam ao local, ver todos sentados em círculos com marmitas a frente dos rostos.

       Os dois unem-se ao círculo e pegam marmita para si. Por incrível que pareça todos comeram em silêncio, talvez a fome falasse mais alto que a vontade de tagarelar. Mas o silêncio não pairou por muitos minutos sobre eles. Assim que o primeiro termino de almoçar, a conversa foi ficando cada vez mais contagiante.

-Eu me lembro do verão de três anos atrás. Kai perdeu uma aposta e teve que ficar com os cabelos verdes por duas semanas. - Diz Ingo gargalhando de maneira escandalosa.

-Pelo menos eu não tive que empenhar um relógio num restaurante por ter esquecido a carteira em casa. - Rebate Hansen com um sorriso maldoso nos lábios.

-Chega de papo furado a vão trabalhar.- Diz o produtor do show batendo palmas freneticamente.

-Que tirano.- Diz Weikath passando ao lado do produtor.

          Star ficou andando pelos bastidores em quanto à banda ensaiava. Depois de algum tempo ela volta para perto do palco e senta-se no chão, de pernas cruzadas, a frente do palco. Assim que Michael Kiske pega o violão e vai para frente do palco, Star sorrir ao perceber que ele vai cantar uma música mais lenta, em relação as outras da banda.

      Os primeiros acordes de  “A Tale That Wasn't Right” ecoam pelo salão, a morena fecha os olhos e sente a música. Ainda de olhos fechados ela levantam os braços e começam a balançarem de um lado para o outro. Ela permaneceu da mesma maneira durante toda a apresentação da música e ao final bateu palmas vivamente. E recebeu em troca um reverência de cada integrante da banda. Ela coloca os dedos sobre a boca e solta um alto assovio. Ingo se levanta da bateria e a encara da maneira mais brava que ele consegue, o que não é grande coisa.

-De novo não, Star.- Diz o baterista rindo.

            Algum tempo depois o ensaio termina e todos voltam para o hotel. Os rapazes tomavam seus banhos e se preparavam para subir aos palcos logo. Em quanto Star apenas tomou um banho, colocando uma blusa do Helloween e ficou os esperando no hall do hotel.

-Olha uma fã, quer um autógrafo? –Pergunta Weikath depois de soltar a fumaça de seu cigarro pelos ares.

-Até que não é uma má ideia.- Diz Star aceitando a ideia do guitarrista.

                Michael tira uma caneta do bolso da calça e assina seu nome na manga da blusa.

-Não posso mais lavar esta blusa. Obrigada Weikath.- Agradece Star com um belo sorriso nos lábios.

       Todos os integrantes do Helloween autografaram a blusa da mulata. Que agora criavam um plano mentalmente de diversas maneiras de não sujar a blusa até que pudesse trocá-la e guarda-la sã e salva.

           O show foi espetacularmente maravilhoso. A banda estava feliz, os fãs estavam felizes. Todos estavam felizes com a apresentação. Kai arranhava um pouco de francês, mas não foi muito convicto em suas palavras e algumas frases ficaram sem sentido para os fãs. Mas eles não se importaram, estavam muitos empolgados em estarem vendo o Helloween bem a frente deles. E as palhaçadas feitas em cima do palco os fizeram rir e esquecer as frases desconexas de Hansen.

       Ao final do show, os rapazes jogaram palhetas e algumas blusas para os fãs, em seguida agradeceram a todos pela presença e saíram do palco. Desta vez, Star não estava ao lado do palco para recepcioná-los.  Ela estava em frente ao palco, entre as grades de segurança e o início do palco. A vista é bem melhor quando está de frente para o palco do que assistindo ao show ao lado do palco, encoberta por algumas cortinas.

          Depois que toda a confusão acabou e apenas alguns fãs ainda continuavam no local do show, Star subiu no palco e vou em direção aos bastidores. De longe ela avistou os rapazes reunidos em um círculo e passou por sua cabeça que possa estarem numa rápida reunião, então ela se manteve distante para dar privacidade a banda.

             Assim que  a reunião acabou, o vocalista a avistou e seguiu em sua direção.

-Tenho uma possível má notícia para você.- Diz Kiske

-E seria....

-Vamos pegar a estrada ainda hoje, houve alguns problemas em Colmar e devemos estar lá pela manha para dar tempo de resolver tal problema e fazer o show no mesmo dia. Vamos ao hotel pegar nossas coisas e iremos de ônibus até lá. - Diz Michael abrindo uma garrafa de água.

-Isso não é uma má notícia.- Alega Star cruzando os braços.

-Para mim é, terei que dormir no ônibus, não é tão confortável quanto uma cama. -Diz Michael sorrindo.

       Os dois foram conversando até o hotel. Gentilmente o loiro se ofereceu para levar a mala da morena, devido sua perna ainda está enfaixada, porém ela negou gentilmente alegando que ele estava cansado por ter acabado de ter feito um show e que sua perna já está quase cem por cento.

      Assim que entraram no ônibus, os rapazes entraram se acotovelando um ao outro, para pegarem os melhores lugares para que possam dormir durante toda a viagem. Depois que todos os homens escolheram seus lugares confortáveis na visão deles, Star caminhou em direção ao banco ao lado do vocalista e se sentou.

-Hoje é a minha vez e usar seu ombro como travesseiro?- Pergunta Kiske com um sorriso travesso no rosto.

-Não, seu folgado.- Diz Star o olhando brava.

-Hey.- Reclama Michael cruzando os braços e a encarando.

-Estou brincando ,kiske. – Diz Star rindo.

-É bom mesmo, oras! - Resmunga Michael segurando o riso.

             Star se levanta para colocar sua mala no fundo do ônibus, junto as outras e quando volta ao seu assento, ela percebe que o vocalista já caiu no sono e fez a janela como travesseiro. Ela apenas sorrir ao presenciar a cena fofa e em seguida também se aconchega no banco e poucos minutos depois, também se rende ao sono.


Notas Finais


Espero que tenham gostado!!!!


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