História A Música Perfeita - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Categorias Amor Doce
Personagens Alexy, Armin, Castiel, Dakota, Kentin, Lysandre, Nathaniel, Personagens Originais, Rosalya
Tags Amor Doce, Castiel, Lysandre, Nathaniel
Exibições 15
Palavras 2.416
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


OOOI GENTE QUANTO TEMPO!!

Passei um ano sem atualizar. Mil perdões, eu não sei onde enfiar a cara. Aconteceram várias coisas e eu acabei ficando muito mal pra escrever.
Em compensação, esse capítulo tem algumas surpresinhas pra vocês!

Muito obrigada por ler!
Kissus,
Dolly :*

Capítulo 7 - Klatten, Nathaniel Klatten


Fanfic / Fanfiction A Música Perfeita - Capítulo 7 - Klatten, Nathaniel Klatten

 Com a mesma facilidade que ficou de bom humor, fechou a cara novamente.

—Você não sabe do que está falando.— Afirmou.—Eu não quero ser só um cara qualquer que te comeu do nada, não é pra ser assim.

—Eu não disse hora nenhuma que você faria isso.—Resmunguei—Você me ouviu dizer isso? Eu só disse que quero. Se você não quer, paciência.

—Você me ouviu dizer que não quero?— Questionou.

—Então o que está esperando? Dar teia de aranha?—Rebati, já irritada.

Nath me encarou com um olhar que nunca havia visto. Acho que era melhor eu ter ficado calada.

Me puxou subitamente para perto de si, me fitando com aqueles olhos amarelados irresistíveis. Eu o beijei lentamente, aproveitando cada movimento. Sua boca percorreu o meu pescoço, que passou a língua, me fazendo ter um calafrio. Em seguida, afastou a alça da minha camisa, fazendo o mesmo com a alça do meu sutiã e desceu para o meu braço. Se ele chegasse a boca mais pro lado, um pouquinho mais pro lado…

—Acho que a gente já pode subir— Sorriu, malicioso.

—Ah, agora você mudou de opinião, Nathaniel… — Me esforcei, tentando lembrar seu sobrenome.— Eu não sei seu sobrenome.

—É Klatten, Nathaniel Klatten.— Afirmou, rindo de mim. Klatten, eu já ouvi alguma coisa sobre esse sobrenome…

Limpei a garganta e comecei novamente:

— Ah agora você mudou de opinião, Nathaniel Kla… — Fui interrompida por ele, me erguendo em seu ombro e me levando escada acima. Eu não sabia se ria ou se reclamava.

—Nathaniel, me solta! Você está me ouvindo, seu idiota?

—Não.

Abriu uma das portas e me largou na cama. Me sentei, observando o lugar: Era cheio de livros e coisas hippie. Inclusive, a cama que estava deitada era mais pra um colchão, apesar de ser muito confortável. Havia uma porta além da que entramos, que dava pro banheiro. Era informação demais pra um quarto só!

—Que porra de lugar é esse?— Perguntei.

—Meu quarto, por que?

—… Nada… —Estranhei. Não diria a ele que achei estranho, até porque olhando bem, era até bonitinho.

—Eu… Vou tomar um banho. Fique à vontade.— Afirmou, recuando até a porta. Pelo modo que está agindo, ou nervosismo deve ter tomado conta dele, ou está muito contente.

Resolvi fazer o mesmo que ele, então uma camisola e entrei no banheiro. No meio do meu banho, ouvi uma batida na porta. Me enrolei na toalha e abri, mas não vi ninguém, apenas minha bolsa com perfume, creme de cabelo, creme de hidratação, desodorante e hidratante. Foi muito legal da parte dele pensar nisso antes de ir, eu realmente tinha esquecido tudo em cima da cama. Se não fosse isso, eu teria que sair de toalha procurando minhas coisas. Fiz minha higiene, com direito a hidratação e tudo. Um bom banho após um dia estressante é sempre revigorador.

Assim que saí, o quarto ainda estava vazio. Resolvi procurar algo que dissesse mais sobre o Nath, de onde veio ou do que gosta. A primeira coisa que percebi foi que ele não tinha fotos de família, e a outra é que ele tinha pilhas e mais pilhas de livros, não é de se estranhar que ele seja tão inteligente. Como descobri pouca coisa, resolvi revirar o armário dele em busca de mais informações. Na primeira gaveta, achei camisas e jeans; na segunda, casacos; na terceira, sapatos e na última discos antigos, alguns desenhos e camisinhas. Pera, camisinhas???

—Ana, eu te disse pra não mexer nas minhas coisas… — Afirmou ele, que parecia ter chegado a alguns segundos. Seus cabelos estavam molhados e ele estava extremamente vermelho de raiva.

—Não, você não disse.— Respondi, me virando e tentando fechar a gaveta para disfarçar (fodeu).

—Não importa, não era pra você ter mexido. Agora já foi.

—Mas por que caralhos você tem um estoque de camisinhas na sua gaveta?— Questionei.—Eu pensei que você fosse diferente…

—Isso não faz diferença, pelo menos eu não tenho nenhuma DST.— Afirmou.— Agora me diz se revirar as gavetas do meu quarto e jogar minha vida sexual na minha cara vai mudar alguma coisa.

—Mas eu não queria que você estivesse com outras garotas… —Balbuciei, sem argumentos pra me defender.

—Estou solteiro, acho que isso é um direito meu.

—Desculpe, ainda não me sinto confortável com isso…

—Que bonitinho, você está com ciúmes.— Sorriu. Pelo menos ele parece menos assustador, agora.

Sim, eu estava morrendo de ciúmes. Não queria me sentir rejeitada ou usada outra vez e meu orgulho ficou ferido só de pensar nele ficando com outras por aí. Eu tinha que fazer alguma coisa.

Num ato impulsivo, peguei uma das camisinhas da gaveta mal fechada.

—Você pode gastar isso com outras garotas, eu não ligo. —Menti, tentando parecer confiante. Em seguida, pressionei o polegar contra os lábios dele, ficando a um fio de cabelo de distância.— Ou você pode gastar tudo comigo essa noite.

Nathaniel fechou os olhos e deu um longo suspiro, mordendo os lábios. Num ato inesperado, segurou minhas pernas e me pôs em cima do gaveteiro, jogando tudo que estava em cima no chão e, por fim, me beijou, com uma das mãos na minha cintura e a outra na coxa. A intensidade do beijo só foi aumentando. Agarrei seu cabelo e enrosquei minhas pernas nele, parando somente para recuperar o fôlego. Eu não esperava que ele fosse mais longe com isso, mas ele tirou a mão da minha coxa e pôs por baixo da camisola, massageando meus seios, quando finalmente apertou o bico. Eu desejava que ele não parasse com aquilo e fui ficando cada vez mais excitada. Em resposta, desabotoei a calça dele, deixando que caísse no chão. Enquanto isso, ele alternava entre beijos e chupões no meu pescoço, fazendo com que eu soltasse gemidos abafados. Então, me pegou no colo e me jogou na cama, tirando minha camisola. Fiquei um pouco envergonhada com meus seios à mostra, mas por pouco tempo. Nath se aproximou, lambendo um dos meus seios enquanto apertava o outro, e a partir dali, não aguentei mais pagar de santa.

Subi por cima dele, me esfregando por cima da cueca. Dei chupões em seu pescoço e o beijei incansavelmente. As mãos dele estavam na minha cintura, controlando como meu quadril escorregava pelo membro ereto. Eu conseguia sentir tudo, literalmente tudo, e gostava do que estava sentindo.

—Tira isso logo… — Sussurrou. Nathaniel me deitou, beijando meu pescoço e foi descendo até chegar na calcinha, que retirou sem pressa, com os dentes. Assim que fiquei exposta, me virei, cheia de vergonha. E se eu fosse estranha lá embaixo?

—Que foi? —Perguntou. —Você quer que eu pare?

—N-não é nada, continua. O que você tá esperando? — Afirmei, contendo meu nervosismo e lançando um olhar desafiador. Ele pareceu ter estranhado a mudança repentina, mas não disse nada.

Então, ele passou as mãos pela minha coxa e lambeu toda a extensão das minhas costas, ajeitando as pernas até eu ficar de quatro. Senti a língua dele passar pelo meu clitóris, me fazendo soltar outro gemido. Em seguida, começou a me chupar, alternando com lambidas por toda a extensão da minha intimidade. Eu não aguentava mais, precisava que ele parasse de enrolação e me penetrasse logo.

—Nath… — Minha voz soava como um pedido.

Ele passou a língua pela minha vagina outra vez, bem devagar, me fazendo estremecer, segurando um gemido. Então, ele repetiu a ação, e a sensação foi mais forte ainda, me fazendo soltar um longo gemido, que não tive forças para abafar dessa vez.

—Você não precisa ter vergonha de mim.— Sussurrou, enquanto tirava a cueca. Mesmo num ângulo péssimo, consegui enxergar o pênis dele. (Socorro, aquela coisa é gigante!)— Tem certeza que quer continuar?

—É… então… isso não vai caber em mim.— Falei, arrancando uma risada descontraída de Nathaniel.

—Você é tão ingênua. —Sorriu, pondo a camisinha. — Não vou te enganar, isso vai doer, mas prometo que depois vai valer a pena.

—Se você estiver mentindo, eu posso tacar seus livros pela janela? —Brinquei.

—Pode, você não vai fazer isso mesmo.—Deu de ombros, jogando a cueca em um lugar qualquer.

Beijou minhas costas de cima a baixo, introduzindo seu membro devagar em mim. A dor era tanta que tive que respirar fundo várias vezes pra aguentar, mas não reclamei nenhuma vez. Assim que me penetrou, o alívio foi instantâneo. Foi aí que ele começou a fazer movimentos para dentro e para fora, dando leves entocadas, proporcionando uma sensação que nunca senti na vida. Então, ele retirou tudo, me fazendo suspirar de decepção e colocou de novo em seguida, num ritmo mais rápido, me fazendo voltar a gemer sem parar, e quanto mais eu gemia, mais ele aumentava o ritmo; quanto mais ele aumentava o ritmo, mais eu gemia. Em pouco tempo, os gemidos já eram altos e se misturavam com minha respiração entrecortada.

—Mais… Mais rápido, Nath… — Pedi, sentindo que estava prestes a gozar. Ele também parecia estar bem excitado e sua respiração era ofegante.

—Lucy…

Ele aumentou ainda mais a velocidade e me penetrava o mais fundo possível. Eu quase gritava e me contorcia a cada vez que empurrava tudo para dentro de mim. Estava dominada por tanto prazer que esse era o único pensamento na minha mente, até o momento que não resisti e me derramei nele, que gozou logo em seguida.

Me desprendi para recuperar o fôlego, me escondendo no cobertor. Calmamente, ele retirou o cobertor das minhas mãos, me ajeitando no peito dele.

—Você me chamou de Lucy?

—Chamei. Por que, eu não posso? — Ironizou, beijando carinhosamente minha testa.

—Tá, ISSO foi estranho. —Afirmei. —O que você tem?

Consegui sentir o corpo dele tencionar com essa frase. Imediatamente, ele se levantou, sentou na borda da cama e começou a vestir a roupa.

—Com sono? —Perguntou. Sinalizei que não, mexendo a cabeça.—Quer sair?

Sinalizei que sim, da mesma forma.

—Você ficou muda?

—Fiquei. — Sorri, levantando da cama. —Vou tomar um banho, você vem comigo?

Isso arrancou um sorriso malicioso dele, que se aproximou, me pegando pela cintura e dando um beijo quente, bem quente, muito quente. Em seguida, me encarou por alguns segundos, recuperando o fôlego, se afastou lentamente e saiu do quarto sem dizer nada, me deixando com um gostinho de quero mais.

Peguei minhas coisas e fui pro banho, me sentindo uma idiota por não dizer que queria ter continuado a transar com ele. Não pude evitar pensar em tudo que aconteceu e não estou muito afim de especificar o que fiz ali na hora. Assim que saí, me arrumei de forma simples, com um vestido preto e all star, prendendo o cabelo num falso sidecut. Tive que gastar todos os meus grampos pro meu cabelo ficar no lugar. Como estava de madrugada, resolvi não pôr nenhuma maquiagem, abusando do perfume e colocando minha jaqueta xadrez, que não podia faltar.

Quando saí do banheiro, não encontrei o Nath lá e comecei a procurá-lo pelos corredores. Levei minutos pra me tocar que poderia ligar pra ele, mas não foi necessário, pois havia uma mensagem dele pedindo para encontrá-lo no portão, onde já me esperava de carro.

—Para onde a gente vai? — Perguntei, entrando no carro, antes que ele abrisse a porta pra mim. —Eu já disse que odeio que façam isso?

—Não, você não disse. —Respondeu, entrando no carro também.—Pra onde quer ir primeiro?

—Estou com fome. —Afirmei, e ele prontamente deu partida no carro. (Confesso que doía toda vez que o carro balançava mais um pouco ou passava pelo quebra mola. Senhor, que homem!)

Passamos o caminho conversando fora, fazendo brincadeiras e descobrindo mais sobre o outro. Paramos num Drive Thru e fizemos o nosso pedido:

—Boa noite moça, me vê um hambúrguer vegetariano, milk shake de ovomaltine e batata frita especial média, por favor. —Pedi. Estava com tanta fome que se eu estivesse pagando tudo isso, pediria o dobro.

—Dois hambúrgueres, um de cheddar e um vegetariano, uma batata especial grande, cookies de chocolate, dois McFlurries e dois milk shakes de Oreo, pra viagem.

Comida. Em dobro. Pra viagem. Isso significa que eu vou comer mais! —Pensei.

Continuamos o caminho pra sei lá aonde enquanto eu devorava meu pedido. Passamos pelo bairro dele outra vez subimos a serra, parando num lugar que parecia ter saído dos filmes de fantasia. Haviam plantas de diversas cores e um lago de cor azul escura, refletindo a luz da lua, que estava bem forte hoje.

Ele saiu do carro, tirando uma toalha de piquenique da mala. Eu ajudei, pegando o lanche que pediu e arrumando nela. Ficamos ali deitados, nos entupindo de comida e falando sobre maluquices como ETs, astronomia e ficção científica. Talvez, ele seja tão nerd quanto o Armin, só que esconde isso das pessoas.

—Lembra da estrela cadente que vimos aquele dia? —Perguntou.

—Lembro.

—Foi só um meteoro qualquer que poderia cair na gente um dia, quem realiza os desejos que faz é você. —Afirmou.

—O que quer dizer com isso? —Perguntei.

—Você desejou ter uma carreira, não é? Ser famosa. —Questionou. —Você lembra muito a mim quando era mais novo.

Fiquei surpresa dele ter adivinhado logo de primeira assim. Apesar de ser uma pessoa exigente, ele conseguia ser extremamente compreensivo, a ponto de adivinhar esse tipo de coisa. Percebi que respirava fundo, como se o que viesse a seguir fosse bem pesado.

—Meus pais me batiam—Prosseguiu— Sempre queriam que eu fosse algo que não sou, me pressionando pra ser alguém na vida. Minha irmã era um pé no saco e tive que criá-la sozinho. Também não tive infância, e amor não é bem uma coisa que eu saiba demonstrar bem. Às vezes, eu desejava que eles sumissem e foi aí que eu descobri que estrelas cadentes não realizavam desejos. Um ano depois, fui embora de casa e comecei a tocar na banda.

—Sei como é… — Acariciei os cabelos dele, tentando demonstrar empatia (coisa que também não sou muito boa)— Viver sozinho, sair de casa, conviver com essa gente amarga… Mas olha, você está aqui, eu sou sua fã. Nath, você é alguém, alguém muito importante.

Ele se levantou e andou até ficar de frente pra mim e se sentou ao meu lado. Limpou a garganta, respirando fundo e me fez uma proposta.

 —Eu sei que tudo está acontecendo muito rápido e que eu sou um babaca às vezes, mas eu realmente gosto de você.—Fez uma pausa, baixando o olhar e esboçando um sorriso.— O que eu quero dizer é… Ana, você quer ser minha namorada?


Notas Finais




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