História A Nefilim e o Guardião - Capítulo 7


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Categorias Dominic Sherwood, Taylor Momsen
Personagens Dominic Sherwood, Joseph Morgan, Sabrina Carpenter, Taylor Momsen
Tags Horror, Sobrenatural, Suspense, Terror
Exibições 13
Palavras 1.118
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Super Power, Super Sentai, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Boa Leitura Amoras

Capítulo 7 - Therapy


Fanfic / Fanfiction A Nefilim e o Guardião - Capítulo 7 - Therapy

Pois o vestido subiu, Dominic apertava e aquilo estava me estimulando cada vez mais, sua língua invadia minha boca e parecia dançar com a minha em perfeita sincronia.  Me mexi rápido em cima dele, então o beijo foi interrompido e entre seus lábios saiu um gemido rouco.  Foi quando acordei e sai de cima dele...

-Melhor não, não fazermos isso de novo, ficar tão perto de você não é bom pra mim, pra minha sanidade... Minha respiração estava tão acelerada, fui me acalmando e me sentei no sofá.

-Não fazer de novo, não garanto, mas quando ficamos juntos, é como se soltássemos faíscas, é uma loucura!  Dominic deu seu sorriso divertido...

-Era só isso que queria conversar comigo? Mudei de assunto completamente, sei onde aquela conversa poderia chegar...

-Não, vamos pegar alguns tópicos dessa nossa conversa e aplicar nas próximas seções, só isso!

-Ok! Arrumei meu cabelo, minha roupa e a make, que estava um pouco borrada, mas nada demais...

-Gostei de ver... Parei para ouvi-lo antes de passar pela porta. -Seu braço já está cicatrizado...

-Aprendi com um amigo que precisava fazer outra coisa pra aliviar a dor! Depois de terminar de falar, sai da sala e meu sorriso não poderia ser o melhor...

                                                  -/-

~Próxima Seção~ 

Dominic estava sentado na minha frente de perna de índio e eu também, ele me encarava com aqueles olhos, pareciam penetrar minha alma, desviei meu olhar do dele...

-Pelo o que você falou na ultima seção, sua mãe é uma usuária de drogas e prostituta?

-Sim

-Quanto tempo faz que você não vê ela?

-Alguns bons anos... Falei olhando de lado como se não me importasse em falar sobre aquilo...

~Próxima Seção~

-Pelo o que eu entendi, você já foi... Ele parou por um tempo e aquilo parecia estar engasgado em sua garganta, mas não queria sair, procurava palavras certas pra formar a frase que tanto queria falar. –Abusada, pra sua mãe conseguir drogas?

-Aquela lembrança estava fresca na minha memoria então comecei a conta-la para Dominic: “Eu tinha mais ou menos 11 anos e estava sozinha em casa, como sempre, mas a vadia tinha voltado, e não estava sozinha, alguns caras mal encarados estavam com ela, eles gritavam e batiam nela pedindo dinheiro, mas ela falava que não tinha, eu ficava apenas observando tudo de um canto da sala, quando um deles me encarou e sussurrou algo no ouvido do outro, que chamou minha mãe de canto, ela arregalou os olhos, mas depois pareceu ceder, o homem deu alguns saquinhos com uma coisa branca pra ela, cocaína, então, ela deu passagem, aqueles homens me levaram pro quarto e começaram a tirar minha roupa, o primeiro veio e doeu muito, parecia que algo estava me rasgando por dentro, eu só conseguia gritar pra ele parar, gritar pela vadia, mas devia estar ocupada demais usando sua preciosa droga, depois o outro veio e não doeu mais, mas eu estava sangrando, sentia nojo de mim, meu corpo estava vermelho, ele me batia e falava coisas sujas no meu ouvido, quando fiquei sem voz, só conseguia chorar, quando tudo terminou, saíram do quarto e eu nunca mais vi eles, nem a vadia por um tempo...”

-Eu tentei os fazer parar Dominic, mas eu não consegui... Algumas lagrimas solitárias caíram dos meus olhos e Sherwood me puxou pra um abraço, ele  beijou minha testa então ficamos ali por um tempo...

-Eu vou cuidar de você... Ele sussurrou no meu ouvido.

~Próxima Seção~ Alguns Meses Depois~

-Você precisa perdoa-la! Se referia a vadia

-Não me peça coisas difíceis Dominic!

-Só assim vai conseguir se ver livre de todo esse passado conturbado... Dominic estava sentado numa poltrona na frente do sofá que eu estava deitada... Fiquei em silencio pensando na possibilidade disso acontecer, e a resposta é: sinceramente não sei...

-Vamos falar de coisas mais legais, o que vai fazer amanha no seu aniversario de vinte e um? Seus olhos brilhavam ao falar aquilo, ele estava mais animado do que eu.

-Nada! Respondi o encarando com tedio.

-Como assim nada? Ele levantou da poltrona e ficou m encarando, me levantei do sofá e fui ate ele.

-Sempre fiz nada, nunca comemorei esse dia, pra mim é como qualquer outro!

-Não fale assim, é vinte e um, data importante! Dei um sorriso falso e ele me puxou... Dominic começou a fazer cosquinhas em mim, então caímos juntos no chão, quando ele parou, me ajudou a levantar do chão... Ele ficou me encarando então, me beijou, começamos com uma coisa lenta, calma, mas logo foi ficando mais acelerada, Dominic me colocou em cima de sua mesa, ele ficou entre minhas pernas, senti algo crescendo, então mordi seu lábio.

-Ai! Ele segurava seu lábio e me encarava

-Eu realmente não consigo, me desculpe!

-Eu entendo, é que você me deixa louco... Sherwood me ajudou a descer da mesa, então ficamos conversando, quando sai de sua sala, fui falar com Valentina, tenho conversado bastante com ela, nos tornamos ate amigas...

-Senhorita Carey! Parei em sua frente, ela estava mexendo no computador.

-Senhorita Campbell! Ficamos nos encarando, mas depois começamos a dar risada.

-O que vai fazer amanha no niver? Ela falava toda animada

-Até você?

-Como assim?

-Dominic também perguntou isso, mas vou respondê-la como o respondi, nada, não vou fazer nada, nunca comemorei esse dia!

-Para de ser chata Faith, você vai comemorar sim, vamos ao shopping, circo, parque de diversões, em tudo que você tem direito...

-Ai meu Deus! Comecei a rir, Valentina é sempre tão animada pra festas e essas coisas...

-Tenho que ir! Qualquer coisa me liga. Falei e sai dali, antes que ela comece a planejar uma festa pra mim.

-Ok, Tchau! Ouvi ela quando já estava passando pelas portas.

Depois de sair do consultório de Dominic, fui direto pra casa, fiquei assistindo alguns programas que passavam na televisão, o dia foi parado, terminei meu trabalho pra entregar pro professor e quando estava quase caindo à noite, eu tirei um cochilo e algo, ou alguém falou no meu ouvindo, “ela esta chegando”, acordei assustada e alguém bateu na porta,  pensei ser coisa da minha cabeça mas fui até lá checar e até pensei ser Dominic, pois só ele sabia onde eu morava, mas fiquei surpresa ao ver quem era...

-M-Mãe? sim, ela estava ali na minha frente, toda machucado, suja, suas roupas rasgadas, olhos fundos, por trás de tudo que já aconteceu e ela já passou, ela era uma mulher bem bonita, eu lembro dela saudável, olhos azuis escuros, um pouco diferentes os meus, sua pele com um tom pouco escuro mas ainda continuava branca, era bronzeada, alta e magra, seu corpo continha belas curvas, uma linda mulher... Porem destruída pelas drogas, prostituição e bebidas...

 

 

 



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