História A nerd e o popular - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags A Nerd, O Popular, Romance
Exibições 78
Palavras 897
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Escolar, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Hello!! Sou nova nesse negócio então né. Me desculpem pelos erros ortográficos.

Capítulo 1 - Ele


Fanfic / Fanfiction A nerd e o popular - Capítulo 1 - Ele

Catarina~~

Hmmmm, não quero acordar cedo. Não quero ir pra escola, quero comer. Tô com fome. Muita fome. Eu já disse q to com fome?

Mas enfim, tô com fome!

Me levantei e fui pro banheiro fazer minhas higienes. Peguei qualquer roupa q eu vi pela frente no armário. Um tênis All-star vermelho, uma camisa branca com uma gravata vermelha e uma saia azul. Deixei meu cabelo branco e ondulado solto com uma pequena fita vermelha. Isso pq eu nem escolhi. Botei meus óculos e desci as escadas. Aé, nem me apresentei, meu nome é Catarina Lobster e eu tenho 16 anos e moro em Drinória. *Nome escroto q a autora-chan inventou* Temporariamente. Logo vi meu pai tomando seu café lendo um jornal. Ele me olhou e dps voltou a olhar para o mesmo. Todo ano eu sempre fico sozinha. Desde q a mamãe morreu o meu pai sempre busca se ocupar com o trabalho para n ouvir a tristeza, por ele ser dedicado, sempre surge uma proposta de outros lugares e quem se fode sou eu. E o melhor é q eu n tenho amigos. Minha vida é uma merda. Abri a geladeira e peguei um toddynho. 

- Chacoalha Chacoalha, pro Toddynho n ficar azedinho. Disse em baixo tom rebolando.

- Catarina minha filha, quando vai crescer?

- Quando vc tomar vergonha na cara e der amor pra sua filha.

- Esse toddynho q vc ta tomando, comprei com o dinheiro do meu trabalho. Não tenho escolhas.

- Você só n quer aceitar a realidade e sempre arranja desculpas. Tô indo.

Peguei minha mochila e saí. Não gosto de ir pra escola com o meu pai, n suporto ficar com ele, principalmente em um lugar pequeno. Meu pai n tinha mta grana, apenas o necessário para pagar as despezas. Minha tia sempre me dava 200 reais pelo correio, no meu aniversário, natal e dia das crianças. Vamos ser sinceros, todo mundo vira criança nessa data. Meu pai n é capaz de comprar uma bala pra mim. Nem o considero como pai. Antes da morte da mamãe ele era super alegre e sempre buscava ficar com a família, agora ele caga pra mim. Nunca mais chorei na frente dele, queria q pensasse q n tivesse mais sentimentos. Meu coração é mais mole do que maria mole *desculpa*. 

Chegando no portão vi Eduardo com mais de 10 garotas ao seu redor. Nós estudamos desde a terceira série juntos. Ele é tão gentil. Fico corada quando chego perto dele. Acho q ele só sabe meu nome por causa da chamada. Passei ao seu lado olhando para o chão enquanto as meninas n paravam de alisa-lo, isso me dava nojo.

- Bom dia Catarina! Disse em tom gentil

- B-b-b-bom dia! 

Meu deus! Ele falou comigo! O garoto mais popular da escola! Acho q vou desmaiar! Acho melhor continuar andando se não meu rosto vai explodir. Fui para a diretoria, afinal eu sou a presidente do conselho estudantil. Estava andando pelo corredor e logo vejo Carlos e Bernardo. Dois completos idiotas. Eles sempre fizerem bullying comigo, desde a quinta série. Eu fiquei três dias no hospital pq levei um soco no estômago daqueles dois. Mas, n aceitava ficar com o rabo entre as pernas e se fosse preciso até os encarava. Não permitirei q uma lágrima sequer caia. Os dois vinham em minha direção de braços cruzados. Um esboçava um sorriso cínico oq me fazia ter um pouco de medo.

- Eaí quatro olhos. Disse Bernardo mechendo em meus cabelos. 

- Me deixa em paz por favor.

- Tão educada. Disse Carlos derrubando meus livros e pegando meu dinheiro em minha mochila.

- Eu preciso desse dinheiro! Parem pf! 

- Ah tadinha! HAHAHAHAHA! A pobretona precisa de dinheiro pra comprar um vibrador. Aposto.

- Vcs são patéticos.

- É oq? Carlos mirou um soco no rosto. Botei minhas mãos na frente para tentar me defender. 

- Parem... Uma voz grossa dizia.

- Olha se n é o amiguinho do Eduardo. Vai encher outro. Essa aqui é nossa. Disse Bernardo me segurando enquanto me debatia igual uma galinha.

- Peguem o material dela do chão se n quiserem se machucar.

- Tão corajoso.

- Oq tá fazendo Gabriel?

- Cala a boca Catarina! Eu mandei vcs pegarem n foi.

- Tá se achando um pouco demais né garoto. Se prepara pra apanhar. Disse Bernardo me jogando no chão.

Meu deus, oq ele tava fazendo? Ele iria apanhar mto. Aqueles dois idiotas eram brutamontes do caralho. Um peteleco e eu voava longe. Gabriel ficou parado e colocou seu fone de ouvido calmamente enquanto eu me mijava de medo. Na hora q Carlos mirou um soco em sua barriga Gabriel o seguro. Torcendo seu pulso fazendo um enorme estalo. Só com uma mão...incrível... Carlos se contorcia de dor enquanto Bernardo corria para o banheiro desesperadamente. 

- Pega o material dela. Mariquinha. E devolva o dinheiro antes q eu me esqueça.

- E-e-e-e pra já senhor Gabriel! Disse ele me entregando meu material. E saiu correndo q nem uma garota.

- Vc me defendendo? Disse surpresa.

- Eu n te defendi, apenas fiz oq é certo.

- Isso é novidade pra mim. Sempre me caçoava quando éramos pequenos.

- Ah vai se fude garota. Disse dando de costas.

- Aff... Ah n! A diretoria! Saí correndo q nem uma maluca e bati a cara na porta.

- Atrasada de novo senhorita Catarina. Disse a diretora.

- Er...me desculpa, ouve uns probleminhas...

- Que tipo de problemas? 

- Não me pergunte coisas e me dê tarefas.


Notas Finais


Até o próximo capítulo amores!
Botem nos comentários oq acharam.
Bye


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...