História A Nereida - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Saint Seiya
Personagens Aioros de Sagitário, Mu de Áries, Personagens Originais, Saori Kido (Athena), Shaka de Virgem
Tags Ação, Comedia, Mu De Áries, Romance, Saint Seiya
Exibições 63
Palavras 2.648
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Saga
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 4 - Capítulo 4:


Manhã seguinte.

—Naru, abra esta porta. -dizia Marin, batendo na porta de madeira.-Você esqueceu que eu a apresentaria as demais amazonas esta manhã?

Neste momento a porta foi aberta e Naru apareceu sem a máscara e com olheiras enormes sob os olhos. Marin colocou as mãos na cintura, jogando o quadril um pouco para o lado, analisando-a.

—Péssima noite? -indagou a amazona de prata à colega.

—Não dormi nada. -respondeu, tentando conter um bocejo em vão. -Foi a pior noite da minha vida!

—Não se acostumou ao colchão? -sorriu por detrás da máscara.

—Não... -gemeu e Marin desconfiou que houvesse algo mais. -Eu acho que estou ficando louca!

—Hmmm... Por que não me conta o que houve a caminho da área de treinamento das amazonas? -perguntou, fazendo sinal para que a acompanhasse.

Naru concordou e pegando sua máscara saiu da casa, fechando a porta e acelerando o passo para alcançar Marin que já estava a sua frente. Andando lado a lado com a Amazona de Águia, suspirou tentando ter uma ideia de como abordar o assunto.

—E então? O que está havendo? -Marin perguntou, sem olhar para Naru.

—Bem... eu...

—Diga de uma vez! Uma amazona não deve hesitar diante de nada. Nem mesmo quando sabe quando cometeu um erro, deve enfrentá-lo. -incentivou, chegando a área de treinos, onde outras amazonas já se encontravam.

—Ontem à noite eu fui nadar no lago aqui perto, estava muito calor e... - hesitou.

—E?

—O Grande Mestre Mu apareceu nós discutimos de novo, ele viu meu rosto de novo e eu roubei suas roupas e o deixei nu e sozinho no lago. -disse de uma vez só, recuperando o fôlego em seguida.

Foi aí que se deu conta que todas as amazonas por perto também ouviram, pois todas estavam em silêncio, paradas, fitando-a. Corada até as raízes castanhas de seus cabelos, levou a mão a cabeça e começou a rir.

—Hahahaha, foi um episódio tão engraçado da minha comédia preferida ontem! É um dorama tão legal! Vocês não acham mesmo que eu falava do Grande Mestre né? -ela sacudia os braços como se quisesse mudar de assunto, demonstrar que estava brincando. -Que isso meninas! Acham mesmo que eu, uma amazona de Bronze seria capaz de tanto? Podem dizer que eu seria louca se fizesse isso, né? Hahahahhaha! -e aparentemente não convenceu nenhuma das amazonas disso, baixou a cabeça envergonhada. -Quero morrer...

—Você fez mesmo isso? -uma garota perguntou de repente.

—Ai, ele tem um corpo lindo! -outra com as mãos no rosto.

—Ele tem os olhos mais lindos do mundo! –uma sonhadora.

—Ah, eu não acho ele tão bonito assim. Tem carinha de bebê. -outra de cabelos curtos disse, com as mãos na cintura.

—Isso por que a Etóile prefere homens com expressões fortes! Como o cavaleiro de Câncer! -alfinetou outra, cutucando-a.

—Não diga bobagens! -defendeu-se, erguendo o punho.

—É verdade que ele tem uma pintinha nas costas?

—Que? Não, eu não vi pintinha nenhuma! -respondeu Naru confusa. –Nem cheguei a ver ele direito! Estava escuro!

De repente, Naru foi cercada por todas as amazonas querendo mais detalhes sobre o ocorrido na noite anterior. Elas falavam ao mesmo tempo, deixando a amazona de Dorado tonta.

—Já chega! -a voz autoritária de Shina as cala imediatamente. -Isso lá é comportamento digno de uma amazona? Voltem ao treinamento agora mesmo!

Todas as garotas obedeceram às ordens dadas por Shina, que em seguida fitou Naru. A amazona sentiu um arrepio correr pela sua espinha, mesmo com a máscara, ela sentia que Shina era capaz de matá-la com o olhar se pudesse.

—Essa é a tal amazona que mal chegou e já está arrumando problemas com os cavaleiros? -indagou a Marin, apontando para Naru.

—Ei!

—Esta é Naru, amazona de Bronze de Dorado. -Marin fez as apresentações. -Naru, esta é Shina de Ophiuccus. Ela é responsável pelas defesas do Santuário e pela guarda daqui. Os cavaleiros de Bronze menores estão sob seu comando. E isso inclui você.

—Quer dizer que..?

—Eu sou a sua superior em comando. -respondeu Shina, cruzando os braços.

—Oh...

—Agora. -Shina a encara, colocando as mãos na cintura. -Como foi que você fez para roubar as roupas do Mu? Pode ir contando tudo!

—Eu...

—Vamos. Queremos detalhes!

Pelo tom de voz dela, Naru deduziu que Shina estava achando graça nisso tudo. Mais confiante, contou quase tudo, omitindo alguns detalhes embaraçosos. Após o fim do relato, Shina e Marin começaram a rir com muito gosto.

—Daria tudo para ver a cena ao vivo! -Shina comentou, entre risadas.

—Isso! Riam... Não é nenhuma de vocês que vai ter que encarar o Mestre depois disso.

—Alegue insanidade temporária! -Shina ainda rindo. -Adoro quando alguém tira a pose arrogante dos cavaleiros de ouro.

—Se eu o encontrar, direi isso! -colocando as mãos na cabeça. -Quem sabe daqui há alguns anos? Vou pedir asilo em um local bem longe daqui!

—Talvez seu reencontro com o mestre não demore tanto. -Marin comentou, apontando para um soldado que se aproximava apressado.

Ele parou diante das mulheres e falou rapidamente.

—O Grande Mestre pede que a amazona de Dorado se apresente diante dele! Agora!

—Agora? -Naru sente a garganta seca.

—Eu irei junto. -determina Shina.

—Não será preciso. -diz o mensageiro.

—Sou responsável pela conduta dos cavaleiros de bronze dentro do Santuário. -responde. -Seja para dar uma missão ou castigar alguém, devo estar presente.

O mensageiro hesitou se deveria deixar Shina acompanhá-lo ou não. Mas achou melhor não contradizê-la, pois conhecia bem a fama da amazona e sua fúria. Por fim, para preservar sua saúde, concordou que a amazona de prata os acompanhasse.

 

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Salão do Grande Mestre.

—Quanto tempo ele vai nos fazer esperar? -Shina perguntou furiosa a um servo, que se encolheu temeroso.

—Ele se atrasou um pouco, mas já vem senhorita! -respondeu e saiu apressado para longe dela.

Haviam chegado ali há quase uma hora. Naru estava entediada, e já havia percebido que o suposto atraso era proposital.

—Ele está fazendo de propósito! -disse Shina. -Não deve saber que estou com você.

—Pode ir se quiser. Ele deve estar querendo me dar o troco por ontem à noite, e duvido que ele tente algo agressivo.

—Realmente ele não faria algo assim. –concordou Shina.

—Ele me parece gentil demais para fazer algo assim. -respondeu sem pensar e depois notou que Shina estava bem ao seu lado.

—Gentil, é? -disse em tom zombeteiro.

—Ah, não vá pensar bobagens! -defendeu-se imediatamente.

—Ouça bem, Naru. -Shina assumiu uma postura mais séria. -Sua mestra deve ter lhe dito o que implica a uma amazona se envolver com um cavaleiro.

—Ela... Disse sim.

—Ótimo. Então o que direi não soará como algo novo a você. Apenas uma lembrança. -continuou a falar. -Ouça. Nossa vida é muito dura. Abrimos mão de nossa feminilidade e assumimos uma vida que a grande maioria das mulheres jamais conseguiria ter. Lutamos e nos ferimos gravemente muitas vezes e não raro podemos morrer em uma luta. É normal que esqueçamos às vezes que somos apenas mulheres... E lutar contra esta parte de nossa realidade demonstra ser uma luta já perdida.

—Como?

—Convivemos e lutamos ao lado de homens de grande poder, Naru. Somos testemunhas diárias de suas batalhas. E é natural que acabemos por desenvolver afeto, companheirismo ou algo mais por eles. Veja bem a Marin.

—A Marin?

—Ela se envolveu com um cavaleiro de ouro, Aiolia de Leão. E assumiu isso diante de todos.

—Nossa!

 

–Mas ela sabe que ao fazer isso seus dias como amazona estão contados. Pelas nossas leis, ao se casar com um cavaleiro, uma amazona deve abandonar sua armadura e sua máscara e ser apenas a companheira de seu marido.

Naru escutava o que Shina dizia com atenção.

—Muitas acham isso um meio de nos colocar abaixo dos cavaleiros, eu penso assim também. Jamais abandonaria meu posto e minha armadura para ficar com um homem! Mas, compreendo o lado de Marin. Ela lutou muito em sua vida e se tornar amazona não foi uma decisão dela, e sim a imposição do destino. -continuou a falar, agora fitando Naru. -Ela sempre ansiou por viver em paz, e com uma família. Diga-me, como uma mulher pode arriscar a vida em uma batalha, se ela estiver esperando uma criança? Ou ter filhos que dependam dela. É eu sei que quem ditou estas leis pensava em proteger a figura da mãe, que a amazona se tornaria.

—E o que isso tem a ver comigo? -cruzando os braços.

—Tudo... Nada. -respondeu evasiva. -Apenas quero que se lembre que se envolver com um cavaleiro, ou qualquer outro homem, pode significar que terá que abandonar a armadura que tanto sofreu para conseguir.

—Isso não vai acontecer comigo!

—Talvez. -e em seguida pareceu falar consigo mesma. -Eu dizia a mesma coisa.

Naru estranhou as palavras de Shina, mas não pode perguntar mais nada a ela, pois pressentiram a chegada de Mu, que vinha a passos lentos. Ele se vestia com o manto do Grande Mestre, e demonstrava com o olhar que estava se sentindo incomodado pelas vestes.

—Shina? Algum problema? -ele logo perguntou, estranhando a presença da amazona de prata ali.

—Eu soube que uma amazona que agora está sob meu comando causou aborrecimentos ao Grande Mestre. -respondeu Shina. -Estou aqui para presenciar o castigo dela.

—O quê? -Naru exclamou.

—Ontem ela não estava sob seu comando. -disse Mu.

—Outro erro meu. Se eu não tivesse deixado esta minha responsabilidade em segundo plano, teria evitado isso.

—Espera aí. -Naru tentava chamar a atenção para si, mas era ignorada.

—Entendo. É louvável sua postura, Shina. Mas... -Mu olhou para Naru.

—Diga-me... O que ela fez que causasse tanto aborrecimento ao senhor? -perguntou Shina e Mu corou imediatamente.

—Hmmm... Não foi grande coisa. -respondeu imediatamente. –Coisinha à toa.

—Como não? Ela faltou ao respeito com o senhor? Merece que o ato desrespeitoso dela seja dito a todos, e o castigo dela dado imediatamente.

—Er... -Mu pigarreou. -Já disse que não foi algo assim que mereça um castigo público, Shina. Apenas, pensei em... Trabalhos forçados.

—COMO É? -Naru exclamou tão alto que ambos olharam para ela.

—Siga-me, amazona. -pediu o cavaleiro, voltando pelo corredor.

Naru olhou para Shina que assentiu com a cabeça e ambas seguiram Mu. Ele parou diante de uma porta antiga e aparentemente muito velha.

—Não sou nenhum carrasco. Apenas pensei em colocá-la sob meus serviços pelos próximos... Meses. -abriu a porta que rangeu devido a ferrugem em suas dobradiças. -Serviços domésticos... Burocráticos, estas coisas.

Ambas encararam boquiabertas o enorme salão, abarrotado de pilhas e pilhas de livros e pergaminhos antigos, colocados de maneira desordenada em todo o local.

—Ares podia ser um grande estrategista, mas era uma total negação quando se tratava de ser organizado com os documentos referentes ao Santuário. -o Cavaleiro de Áries apontou para a bagunça. -E tivemos tantas batalhas que não tivemos tempo de arrumar isso. Pode começar a organizar por ordem alfabética, data, de importância e refazer documentos importantes se estiverem corrompidos pelo tempo antes de jogar antes de jogarmos fora. Boa sorte!

Disse saindo da sala, rapidamente, sem olhar para trás e segurando a vontade rir ao imaginar o olhar desolado dela por debaixo da máscara.

—Espera aí! -ela agarra o manto e Mu para bruscamente, quase o enforcando com o ato. -EU VOU FICAR ANOS ARRUMANDO ISSO? SOU UMA GUERREIRA NÃO SUA ARRUMADEIRA!

—Cof! Argh! -ele dá um puxão e livra o manto das mãos dela, voltando a respirar. Ele limpa a garganta e a encara com ar sério. -Espero que durante este tempo, avalie seu comportamento.

—Não fui eu que fiquei espionando os outros tomarem banho!

—Eu não estava te espionando! Eu também fui nadar! E você roubou minhas roupas!

—Você tocou em meus peitos!

—Foi sem querer! E você me bateu! -apontando para o rosto dela com o dedo indicador em riste.

—Você mereceu! -fazendo o mesmo gesto na direção do rosto do cavaleiro.

—Sua desmiolada!

—Tarado!

—A-ham! -Shina limpou a garganta, lembrando aos dois que estava ali.

Ambos recuperaram a pose, corados até as raízes dos cabelos, com o fato dela ter testemunhado tudo.

—Melhor começar seu serviço, Naru. -diz Shina, saindo em seguida. -À tarde iremos conversar mais.

Assim que Shina se afastou, sumindo no corredor, ouviram a risada dela divertida. Ambos se olharam de lado, envergonhados e furiosos.

—Destemperada...

—Ditador...

Fitaram-se e era possível perceber os cosmos alterados e em conflito. Os olhos pareciam flamejar e soltar faíscas, denunciando a tensão. Logo em seguida se deram as costas. Naru entrou na sala para iniciar seu trabalho.

—Alien hentai! –resmungou baixinho. –Vai ter troco!

E Mu saiu pisando duro pelos corredores do templo.

—Maluca!

 

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Em outro ponto da Décima Terceira Casa, precisamente na sala reservada para ser usada como escritório pelo atual Grande Mestre. E é sobre ele a nos referirmos agora. Mu estava sentado, expressão nada feliz em seu rosto, braços cruzados, sentado em uma poltrona olhando para um canto qualquer da sala.

Em termos mais populares, ele estava emburrado.

—Ora, ora... O que está havendo com você Mu? -o ariano desviou o olhar para quem chegava. Era Shaka. -Faltou ao treino que combinamos para esta manhã.

—Era hoje? -colocou a mão sobre a testa. -Desculpe meu amigo. Eu esqueci completamente!

—Tudo bem. Imagino que esteve ocupado com outros compromissos. -falou com um meio sorriso.

—Não nasci para ser o Grande Mestre. -suspirou. -Na primeira oportunidade passarei o elmo para alguém mais qualificado... Como o Aiolos!

—E pode fazer algo assim? -ergueu uma sobrancelha.

—Dohko me enrolou e fez comigo. Eu não deveria ter aceitado isso. Será que o Camus aceitaria o cargo?

—Camus tem em mente outras coisas que não incluiriam ser o Grande Mestre. Ele prefere ensinar a liderar. Você está se menosprezando, Mu. Se Dohko e Atena pediram que se tornasse o Grande Mestre, é porque confiam em você. -Shaka puxou uma cadeira e sentou à frente do amigo. -Mas é isso que te aborrece?

—Bem... Naru.

—Ah... -fez ar de entendido.

—Não vem com esse "Ah". -Mu o advertiu, e Shaka ignorou. -Eu segui o seu conselho.

—Que conselho?

—O de castigar Naru. -cruzando os braços novamente.

—Ah, é mesmo? E o que fez?

—Neste momento, está na antiga biblioteca arrumando as papeladas que Ares deixou quando foi mestre daqui. -contou.

—Aquela bagunça?

—Sim.

—Ela levará anos para arrumar aquilo de maneira decente!

—Eu sei. -sorriu. -É nestas horas que eu gosto de ser o Grande Mestre.

—Não foi bem o que imaginei como castigo a ela. -ficou pensativo.

—E pensou em que?

—Nada não. -riu balançando a mão. -Apenas uma ideia louca. Você não tem muita imaginação.

—EI!

—Bem, se ela está sendo castigada... Por que a expressão carregada?

—É que... Droga! Ela me tira do sério! -respondeu se ajeitando melhor na poltrona. -Ela não me respeita!

—Como? É o Grande Mestre! Todos te respeitam! -Mu fez uma cara de quem não acreditava. -Bem... Quase todos! Mas isso não vem ao caso! Não se adquire respeito com um título! É preciso conquistá-lo!

—Eu sei!

—Mostrar quem manda aqui! -Shaka diz exaltando-se.

—Concordo!

—O Santuário tem regras!

—Verdade.

—Se elas forem quebradas, o caos tomará conta daqui!

—É mesmo.

—E não queremos isso!

—Não queremos.

—Por isso vai até ela e imponha sua autoridade como Grande Mestre! -apontando para a saída.

—De jeito nenhum!

—Ora, vamos Mu!

—Ela vai me tirar do sério de novo!

—Não é você que se gabava de ser a serenidade em pessoa?

—Mas...

—Está com medo dela? -Shaka o fitou, cruzando os braços.

—EU? COM MEDO DELA? DAQUELA DESTEMPERADA?

—Parece. -dando os ombros.

—Eu. -apontando o dedo para Shaka. -Eu vou te mostrar quem é o Grande Mestre aqui!

E saiu pela porta, fechando-a em seguida com um estrondo.

—Arianos... Tão nervosinhos. -Shaka suspirou e sorriu, depois gritou para Mu, para lembrá-lo de algo. –Tem o jantar! Não se esqueça! –Dá uma suspirada. –Aposto que se esqueceu.

 

Continua...



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