História A Neutral - Capítulo 2


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Categorias Originais
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Palavras 1.632
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Drama (Tragédia), Hentai, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 2 - E você?! Sabe com quem m está falando?


Pov Soni


   Eu estava pronta para sair ( blusa regata preta, saia e short legue preto sem esquecer do sobre tudo preto de gorro ).

   Só faltava a ultima mala, mas Fêh me atrapalha.

   - Tem certeza? E se for muito perigoso?

   - Eu sou uma policial, vou ficar bem. - e a abraço.

   - Sei que disse que iria sozinha, mas... Eu...

   - Fernanda, não vai me dizer que...

   - Se eu pedi para uma amiga minha te levar? É eu pedi. - olho para ela rindo.

   - Quando que ia me avisar?

   - Quando fosse hora de ir. - terminando a frase ouvimos uma buzina de carro - ela deve ter chegado.

   - Ai, Fêh, o que eu vou fazer com você?

   - Me agradecer por te ajudar.

   - Se quer me ajudar mesmo, leva aquela mala ali. - digo rindo e vamos para o carro.

   Chegamos e colocamos as malas no bagageiro.

   - Então, Soni, essa é a Jenifer, uma amiga minha do trabalho que hoje vai ser sua motorista.

   - Olá, prazer. - era uma mulher de cabelo preto, curto, meio cacheado e amarrado.

   - Prazer. - digo meio tímida, mas não demonstro.

   Elas estavam conversando até se tocarem que eu tenho tempo e estava esperando. 

   Jenifer entrou e eu fui me despedir da Fêh e Victor:

   - Tchau, Soni. Cuidado, tá?

   - Eu não tenho mais seis anos. - digo e entro no carro.

   - Eu sei. - ela fecha a porta e fica me observando da janela junta de Victor.

   O carro começa a andar e quando menos esperava, já não dá mais para vê-los.

   - Parece que vocês se dão muito bem.

   - É... É sim. - eu não estava a fim de falar com alguém. Fiquei olhando pela janela e ela tentava puxar assunto.

   - Quantos anos tu tens?

   - Vou completar dezesseis.

   - Então tu tens uma idade boa para curtir, sei que tu vais encontrar algum garoto bonito lá. - minha única ação foi colocar o gorro.

   

~x~ três horas depois


   - Chegamos, querida. - avisa. Ainda bem. Fico enjoada dentro de carros. <droga de transito>.

   Descemos do carro e pegamos minhas malas com dificuldade. Terminando de pegar vamos à recepção:

   - Olá, boa tarde, como posso ajuda-las?

   - Meu nome é Soni Yakamura, preciso saber qual é o meu quarto e minha classe.

   - Ah, claro. Só um momento - ela digita no computador. - Achei. Bloco B, quarto 54. E sua classe é o primeiro B.

   - Obrigada. - agradeço e pego minha chave junto com as quatro malas.

   Depois de me despedir da Jenifer vou para o meu quarto. Confesso que estava meio perdida.

   Estava prestes a entrar no meu suposto prédio, quando...

   - Arg!! - esbarro em alguém sem querer.

   - Ei, cuidado por onde anda! - um garoto de moletom azul grita.

   - Nossa, desculpe-me amassar o moletom da mocinha. 

   - Como disse? Você sabe com quem está falando?

   - E você?! Sabe com quem está falando? Me respeite, moleque, eu não sou os seus amiguinhos. - e entro furiosa. 

  Encontro meu quarto e entro. Um quarto bem grande com duas camas; dois armários; uma TV; estante; frigobar; varanda... Nossa.

   - Isso é um quarto de internato ou um hotel? - comento sozinha.

   Vou para a cama desocupada que logo ao lado estava a varanda. <Bonita vista> Penso.


~x~


   Se passa um tempo e eu continuo a arrumar minhas coisas. Então a porta abre:

   - Olá? Senhorita Soni? Oh! Espero não estar te atrapalhando. - era a diretora.

   - De maneira nenhuma. Já estava quase acabando.

   - Entendo. Ah, Soni, eu sempre dou algo para os alunos que vão começar os anos letivos conosco. E esse é o seu. - chega um garoto de cabelo loiro e olhos castanhos com uma bolsa que guardava... - uma guitarra. 

   - Nossa, mas como sabe que eu sei tocar?

   - A Fernanda me falou.

   - Muito obrigada mesmo. Como posso retribuir?

   - Com nada, é um presente. Não se preocupe. Vamos, Breno. - e saíram

   Eu estava bem confusa, mas me organizei perfeitamente. Eu fui me deitar para descansar, já que a viajem foi de três horas.

   Não demorou muito e eu senti fome. Me levantei, peguei meu sobre tudo e saí.

   Mas quando ia saindo:

   - Arg! - uma garota esbarra em mim.

   - Desculpa, a culpa foi minha, é que minhas amigas me chamaram e eu ... - ela para de falar e olha para mim.

   - Err... Tá tudo bem, a culpa também foi minha... - ela não parava de me olhar - ... Você está bem?

   - O quê? Ah, sim. Desculpe. Me chamo Larissa.

   - Prazer, meu nome é Soni. - falo e coloco meu gorro. Ela sai correndo e eu caminho até a lanchonete que fica entre o bloco B e D.

   Chegando lá vejo umas pessoas em grupos conversando, zoando e outras pegando comida. 

   Saí andando, peguei meu lanche e fui me sentar em uma mesa meio afastada do povo.

   Enquanto eu "almoçava", percebi que estava sendo observada. Quando olhei para o lado ví a Larissa e mais duas garotas me olhando.

   Me senti desconfortável e puxei um pouco mais o gorro continuando a comer.

   Ao acabar, ouvi Larissa me chamando:

   - Soni, vem aqui! - meio que fingi que não era comigo.

   Então ela e suas amigas se aproximaram de mim.

   - Ahm... Oi... 

   - Oi, Soni. Eu estava te chamando para ficar conosco.

   - Bem... É que eu não me dou bem em um grupo desse, gente. - respondo.

   - Não se preocupe, nós não somos de assustar. Somos legais e gentis. - diz a garota de cabelos loiros cacheados, que também usa óculos - eu me chamo Mariane.

   - Isso é verdade, não precisa ser tímida, só tome cuidado com a Lary (risadas). - garota de cabelo liso cor de mel.

   - Evelyn! - resmunda Larissa.

   - Como a Lary já falou, me chamo Evelyn. Mais uma coisa, queremos ser suas amigas.

   - Amigas..? - pergunto receosa.

   - É, amigas. Fale sobre você, de que escola escola veio, etc - Larissa.

   - E-eu não gosto de falar de mim... E eu nunca tive amigas... Dessas de escola.

   - Então vem e se junta com a gente. - Evelyn é muito atenciosa. Larissa é bem agitada e Mariane muito quieta.

   Sério gente, eu nunca tive amigos pois os outros alunos tinham medo de mim:


F. B. On.


   Chego na escola, e como sempre, os outros ficavam longe de mim. Eles tinham medo de mim. Mas também, uma garota de cabelos naturais de cores preta e branca é difícil não ser alvo de preconceito.

   Vou para o meu canto e escrevo no meu diário como todos os dias. 

   Chega uma garota perto de mim.

   - S-soni, a Jessica quer f-falar com você. - não parava de gaguejar.

   - Que é? - pergunto.

   - Meu pai tem um número de uma casa de terror para você. - fala Jessica e ambas saíram correndo rindo.


F. B. Off.


   Ficamos conversando por um tempão e finalmente eu tirei o meu gorro.

   - Nossa, Soni. Seu cabelo é lindo pintado desse jeito. - dez Mariane.

   - Obrigada pelo elogio, mas eu não uso tintura no meu cabelo. Ele é natural. - dizendo isso, elas ficaram surpresas.

   - Soni, por favor, mentir não. Depois vai dizer que não usa lentes. - Larissa.

   - E por que usaria? - digo.

   - Como que que o seu cabelo e os olhos são naturais? Eu não entendo. - Mariane.

   - Calma, ninguém entende. Nem médicos nem ninguém. - digo, mas a verdade é que tem uma pessoa que entende sim ( suspiro ). Continuando.

   Ficamos conversando mais um pouco. Foi quando as meninas me chamam para me mostrarem o internato, e eu fui.

   - Ali é a piscina com a churrasqueira.

   - Ali é o salão de festa, que a propósito terá uma bela baladona daqui uma semana antes das aulas começarem.

   - Os prédios são organizados com seis andares e 60 quartos em cada prédio. E seguindo a rua após sair, irão encontrar a escola.

   - Há pessoas que repetiram de ano e outras, como você, que chegaram hoje pela primeira vez.

   - O local é mesmo bonito. - comento com um sorriso.

   - Gente, ela sorriu! Que milagre! 

   - Para, Larissa. Vai irritar a menina. - Evelyn.

   - Irritar não, assustar - Mariane.

   - Tudo bem, gente. Eu não tenho medo de nada. - ficamos andando até Evelyn perguntar:

   - Ah, Soni, quantos anos você tem?

   - Err... Quinze, por quê?

   - Você já foi debutante?

   -... Não. Tem mais, vou completar dezesseis logo. - paro e penso no que vou fazer como todos os anos - ... E vocês? Quantos anos tem?

   - Evelyn e eu temos dezessete; Larissa repetiu o sexto ano e ano passado, agora está com dezoito.

   - Entendi... Bem, é só isso que há aqui?

   - Não! Tem um local especial ali ao lado da escola, vem! - e saíram correndo.

   - Espera! - saio atrás delas.

   Quando as alcanço, encontro um jardim imenso com uma fonte e uma grande árvore; dava até para escalar.


F. B. On.


   Estava subindo na árvore quando sua voz me chama:

   - Querida, por favor desça dai.

   - Mas..., olha aquela lua.

   - É verdade, Soni, é muito bonita.

   - Minha querida, toma cuidado...


F. B. Off.


   - Eai? O que acha?

   - Isso é tão... Calmo, bonito, grande... Eu estou sem palavras.

   - Nós sabemos, é mesmo lindo. - comenta Evelyn.

   Ficamos embaixo da árvore conversando e conhecendo mais cada local do internato. Também conhecendo mais as meninas.

   Chegou uma hora em que não tinha mais assunto e cada uma foi para seu quarto.

   Quando abro a porta...


Até o próximo capítulo.



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