História A Neutral - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Visualizações 8
Palavras 1.265
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Drama (Tragédia), Hentai, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 7 - O perdão


Pov Adrien.


   Meio que fiquei surpreso ao ver Soni pendurada, um escorregão e ela cai.

   Me aproximo dela, cada passo que dou me lembrava o que Tayla me disse, então fui direto.

   - Ei, Gótica.

   - É Soni! - diz rígida.

   - Ah, é, Soni.

   - O que você quer?

   - Me perdoa? - <eu não sou bom nisso>.

   - Como?

   - Você me ouviu muito bem. Garota, temos que dividir o quarto por, acho eu, que três anos seguidos, não podemos conviver esse tempo sem olhar um na cara do outro. Uma de suas amigas disse que você valoriza a primeira impressão, eu não sou um garoto rude como mostrei, se me perdoar podemos recomeçar.

   - ... - ela parecia pensativa.

   - Escuta, sempre quero ter amigos...

   - Quem deveria pedir perdão seria eu. Eu que fui a rude, não sou aquela garota de ameaças... Estava só irritada e não queria falar com ninguém. Foi um acidente aquele esbarrão. Sinto muito.

   - ... - ficamos em silencio por um tempo, aguardando alguém falar algo.

   - Nós dois estávamos errados. Vamos recomeçar.

   - Não sei não. Como? - diz ela voltando para dentro do quarto.

   - Sei lá. Que tal "Oi, meu nome é Adrien. Qual é o seu?".

   - Sério? - confirmo com a cabeça - tá. Ah... "Olá, sou a Soni. Prazer". 

   Nós demos umas risadas. Eu nunca tinha visto ela rir daquele jeito. Acho que fizemos o certo.

   - Perdoados? - estendo a mão. Ela a olha meio surpresa, mas:

   - Perdoados. - e a aperta.

   Logo depois ela se deita na cama e coloca o braço cobrindo os olhos.

   Eu dou uma olhada na mesa e vejo vários livros de matemática ou geometria... E ali no canto estava o caderno de artes. Dou uma olhada nele e vejo vários desenhos, pintados ou não, super bonitos.

   - Ei, Gótica.

   - Por que ainda me chama assim?

   - Sei não. Você estava estudando?

   - Sim. Sabe, matemática não é o meu forte.

   - Mas é boa em artes, olha esses desenhos.

   - Eles não são bonitos.

   - Tá sendo humilde, eles são lindos demais. Eu queria desenhar assim, mas é complicado. Mais ainda quanto aos artistas. A matéria não entra em minha cabeça.

   - Verdade?

   - É. Também preciso passar nessa matéria antes que repita de ano de novo.

   - E... Se eu te ajudar? - <ela me oferecendo ajuda?>.

   - Como?

   - Você foi muito gentil em dar o primeiro passo e se perdoar. Só quero que estejamos quites. Posso te ajudar em artes, se tu quiser.

   - Tá. Mas e seu estudo em matemática?

   - Você é bom nessa matéria?

   - Bem, sou.

   - Resolvido. - diz se sentando - Você me ajuda em matemática e eu te ajudo em artes...

   - E biologia. Digo, se puder me ajudar, já que está entrando no ensino médio agora. - quando falo besteira, coso a nuca.

   - Claro, por quê não? - no final da conta, concordamos com varias coisas.

   Nós fomos dormir logo em seguida. 

   Só um comentário, Soni é uma garota muito inteligente e companheira a se ter como uma amiga. Ela é diferente, mas um diferente bom.

   Enfim, enquanto eu dormia tranqüilamente, começo a ouvir passos pesados, até que uns tipos de almofadas me acertam com força, muita força.

   - Ai! Mas o quê?!

   - Acorda, Adrien! Chega de dormir cara!

   Eram Vitor, Tayran, David e Breno. Puts, a Soni não vai gostar.

   - Anda, Adrien! Joga um! - David jogou o travesseiro forte na minha cara.

   - Arr... Você vai pagar caro... Depois. - digo apontando para cama da Soni.

   - Qual é? Só porquê ela está no seu quarto, não quer dizer que pode protege-la. Vai que ela quer brincar também?

   - É. Tipo assim... - e Tayran joga um na cara de Vitor que cai na cama da Soni.

   - Ai!! Mas que droga é essa?!! - diz ela empurrando Vitor para o outro lado do quarto.

   - Eu avisei que não era uma boa ideia. - Breno.

   - O que vocês estão fazendo aqui a essa hora? - ela se levanta e cruza os braços.

   O povo fica quieto.

   - Deixa eu explicar. Antes de você vir, Gótica, ano passado, eles costumavam fazer surpresas como essas. Acontece que eles esqueceram que você está aqui agora.

   - ... - ela olha para todos - algo a declarar?

   - Sim, você é uma gata. - Vitor.

   - !!! - ela olha irritada.

   - Não, ele quis dizer, nós vamos arrumar tudo antes de sair. - Breno.

   E por fim, arrumaram a bagunça.

   - Sentimos muito.

   - Por terem arrumado tudo e por eu estar mais calma, estão perdoados. - e saíram para seus quartos.

   - Bom, agora que está tudo resolvido, boa noite... - ela tira o meu cobertor - mas... O que foi?

   - Você sabe muito bem o que foi. Não pode acontecer isso novamente. Preciso acordar cedo.

   - Eu sei, sinto muito, não ocorrerá repetições.

   - É o que espero. - e joga o cobertor em minha cabeça.

   Fomos voltar a dormir. Agora sem interrupções.


Pov Soni.


   Já de manhã, saio em direção a escola. Queria muito saber mais sobre as salas e os laboratórios.

   Chego lá e observo os corredores, as escadas, a quantidade de salas. Sala dos professores, diretoria, secretaria, laboratório de química, quadra do lado de fora, corredor no térreo onde fica os armários... É uma escola bem grande.

   Entro em uma sala e vejo varias telas, tinta, lousa e pinturas muito bonitas.

   Estava meio distraída que não vi a professora.

   - Posso ajudar a senhorita?

   - Ah? Desculpa. Só estava conhecendo a escola.

   - Não tem problema, querida. Meu nome é Célia, prazer em te conhecer.

   - O prazer é todo meu. Soni. - olho para toda a sala - essas pinturas são suas?

   - São, mas eu as odeio. As fiz só como decoração. - e fiquei um tempo conversando com a professora Celia.

   Quando vejo o horário, penso em estar atrasada, sendo que eu não tinha compromisso. Só precisara conhecer a escola.

   - Foi o prazer em te conhecer, mas eu tenho que ir, se não se importa.

   - Claro que não. A vontade. - responde eu vou. 

   Estava ansiosa para ter aula com ela.

   Enfim, vou para as outras salas, até achar a porta da sala de musica. 

   Abro a porta e vejo uma coisa linda. Um piano, teclado, bateria, bumbo, guitarra, baixo, flautas, acodes, tudo quanto é tipo de instrumento. 

   Entro na sala e não encontro ninguém, então vou para perto do piano. Fazia três anos que não via um de perto.

   Sento no banco e abro a tampa. Ver aquelas teclas pretas e brancas... Uma sensação estranha de quando era criança.


F. B. On.


   - Soni? O que foi? - eu estava sentada de frente ao piano.

   - Eu queria fazer... (snif) uma musica para ela...

   - Por que não fazemos juntas?

   - Não posso, tem que ser só para ela...


F. B. Off.


   Fiquei tocando sem pensar, sem pensar se me ouviam ou o... Se eu podia fazer isso.

   Quando acabei de tocar, abaixei a tampa das teclas e segurei o rosto com meu cabelo indo cobrir o mesmo.

   - Toc, toc?

   - ?! Adrien? O que faz aqui? A quanto tempo está ai?

   - Bem, a musica toda, é bem bonita por sinal.

   - ... - dou de ombros.

   - Eu estava te procurando para estudar, como combinarmos.

   - Ok, já estou indo. - ele vai e eu tento me acalmar para não acabar com tudo novamente.


Continua...


Notas Finais


Então gente, como vocês ja sabem, essa fic não e minha e de uma amiga minha, eu atrasei um pouco(que dizer muito) pra postar, mas estou de volta, mimha amiga me deu uma bela bronca pelo atraso, mas prometo que não vou mais atrasa pra postar nenhum capítulo.
A parti de agora vou postar um CAP por semana. Sem atraso.
Até o próximo capítulo'~'


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