História A New Destination! - Interativa - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Palavras 2.279
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Luta, Romance e Novela
Avisos: Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Me desculpem pela demora...
Ainda restam vagas, uma feminina e duas masculinas...

Espero que gostem...
Boa leitura!!

Capítulo 2 - Vivendo em meio à guerra...


Fanfic / Fanfiction A New Destination! - Interativa - Capítulo 2 - Vivendo em meio à guerra...

— Eles são traidores Lucian. – o rei disse friamente e seu filho apenas soltou um suspiro indignado.

— Eles eram seus amigos, a Sofia era minha namorada e... – Lucian tentou contradizer.

— Eu já tomei minha decisão Lucian e se for preciso você se casara sim com Angelina para acabar com essa guerra. – Christopher disse calmamente, mas com a voz firme, a qual o filho não se opôs a dizer mais nada – Você é o futuro rei e têm que zelar pelo bem do nosso reino, os clãs precisam voltar ao que eram antes e o reino de Flaurens precisa de um bom motivo para acabar com essa guerra.

— E o bom motivo seria eu me casar com quem não amo?

— Situações extremas pedem medidas extremas.

— Foi assim quando seu meu avô quis casa-lo com Melissa?

— Isso não vem ao caso.

— Claro que não, só por que o senhor está perdendo o amor da sua vida você também quer que seu filho o perca?

— É da sua mãe que você está falando Lucian, exijo que se dirija a ela com mais respeito.

— E o senhor está tão preocupado com a mamãe que pouco se importa com a felicidade de seu filho.

— Lucian...

— Vocês poderiam parar? – a voz que se ecoou pela sala era idêntica a de Lumina, mas não era da rainha e sim de sua filha, Rosa – Mamãe está dormindo e tudo o que ela não precisa é acordar e saber que sue marido e seu filho estão aos berros e discutindo mais uma vez. – Rosa mesmo nova já tinha o mesmo poder de persuasão e que não fazia ninguém contrariar que Lumina tinha.

— Essa conversa acabou. – Christopher disse por fim saindo do escritório e seguindo para seu quarto.

— Isso não é justo. – Lucian sussurrou para si mesmo caindo de joelhos ao chão.

— Tudo vai ser resolvido Luck. – disse Rosa carinhosamente abraçando o irmão e dando-lhe um beijo na testa.

 

[...]

 

— Ange eu adoro ouvir você tocar, mas temos que ir jantar. – falou Sofia olhando para a princesa que lhe dirigiu um olhar frio e sínico seguido de uma risada divertida.

— Não quero ver ninguém hoje Sofi. – murmurou a princesa, com sua voz fraca – Estou cansada, não aguentaria descer toda a escadaria ate a sala de jantar e depois subir novamente.

— Você é muito chata. – Sofia disse revirando os olhos – Vou pegar nosso jantar, tente não fundir seus dedos ao piano ate que eu volte.

Sofia saiu do quarto da princesa a deixando só consigo mesma, a menina havia se mudado a pouco mais de seis meses para o reino de Flaurens e se tornou dama de companhia da princesa; no inicio as duas não se sentiam bem ou a vontade uma com a outra, mas depois de verem o quão parecidos eram seus gostos e opiniões.

— Ainda bancando a baba da mimada? – perguntou Jennifer assim que Sofia chegou as escadas, diferente da irmã mais velha Jenny não gostava nem um pouco da princesa de Flaurens.

— Você deveria tratar vossa alteza com mais respeito. – Sofia repreendeu a irmã.

— Mas eu trato Lucian e a Rosa muito bem. – sorriu sínica – Eles dois, assim como tia Luna e tio Chris, são meus soberanos e não essa família real idiota desse reino idiota.

— Jenny...

— Me diz como é ser amiguinha da garota que logo poderá se casar com o amor da sua vida?

— Lucian e eu terminamos...

— Novidade. – ironizou – Você e o Luck são iguais a um cão e um gato, parecem ate James e Sebastian, mas no fim sempre ficam juntos.

— Jennifer eu...

 — Não precisa dizer mais nada. – falou a mais nova irritada – Vai cuidar da sua alteza.

Jennifer se afastou da irmã e Sofia ofegou se lembrando de sua vida antes da mudança de reinos, mesmo que machucasse a jovem tentava superar tudo o que aconteceu e também se esquecer de Lucian, sendo ele a pessoa da qual mais sentia falta.

— Não... – murmurou Sofia ainda recostada na parede – Ele esta melhor sem você. – falou tentando convencer a si mesma, só que sem acreditar naquelas palavras.

 

[...]

 

O som do metal batendo, sendo derretido e moldado, juntamente com o vapor e a temperatura quente são as habituais condições de uma forja e a forja da família Clarck era uma das mais famosas daquele reino, mesmo que as atuais relações entre os seus familiares não fossem as melhores para que essa fama continuasse em alta.

— Você não pode ignorar seus deveres. – Richard falou seriamente para o filho – O reino de Flaurens, nosso reino, deve ganhar essa guerra e não podem fazer isso sem armas de boa qualidade.

— Ajudarei na fabricação de armas enquanto for preciso, mas não vou me tornar um ferreiro ou herdar nossa forja... – Bryan falou, mas foi interrompido pelo pai.

— Você é um ingrato. – urrou raivoso – Nós somos ferreiros, nossa família nasceu para esse oficio.

— Pai, todas as pessoas podem escolher o seu oficio a seguir, não serei eu obrigado a seguir ideias antiquadas sobre qual deve ser meu futuro oficio.

— Você é só uma criança, com esses seus pensamentos idiotas, deveria parar de agir com tamanha infantilidade. – irritou-se – Pare com esses pensamentos inúteis. – continuou e seguiu em direção a porta da forja, que se situava nos fundos da casa – Vá buscar o metal com Greamor e veja se há algo interessante na feira de hoje, se demorar muito vou te buscar e se eu te pegar vendendo esses quadros ridículos vou quebrar todos.

Bryan suspirou e saiu de casa, logo que o pai entrou na forja. O jovem filho de ferreiro era só mais um dos jovens que queriam fazer algo, mas seus pais não permitiam e por mais que os soberanos de Flaurens nomeasse seu reino como justo e prospero, havia muitas pessoas que diriam o contrario.

— Bom dia Bryan.  – disse Greamor assim que o rapaz chegou em sua casa.

— Bom dia senhor. – murmurou Bryan observando o local a sua volta – Meu pai mandou pegar o metal dessa semana. – falou se voltando para o homem a sua frente.

Greamor não era a pessoa mais charmosa e carismática do mundo, por conta da cicatriz longa e funda no rosto e do braço queimado, mas tirando a aparência o homem era uma das melhores pessoas que Bryan conhecia.

— Esqueceu o carrinho Bryan? – questionou rindo e isso o fazia parecer que estava mostrando ao jovem uma careta aterrorizante – Va buscar o carrinho de mão e volte, quando voltar já estará tudo separado. – falou em meio às feias caretas.

Bryan assentiu e saiu da casa do homem, suspirou pesadamente pesando que aquele dia não poderia ficar pior, ate dois jovens passa por si o empurrando em cima de excretas de cavalo, ele só pode ver o rosto da menina fitando-o como se pedisse perdão antes de vários guardas do castelo passarem ignorando-o e seguindo os dois. Após se levantar e limpar o que pode Bryan se levantou e seguiu para sua casa, se assustando que ao chegar lá encontrou o pai conversando com três guardas do palácio e o que parecia ser um nobre.

— Bryan, que bom que chegou meu filho. – Richard disse com um sorriso triste na face e uma falsa expressão de que esperava ansiosamente pela volta do filho.

 

[...]

 

— Que cheiro bom. – murmurou Camille entrando na padaria – Pai, cheguei! – avisou adentrando a cozinha.

— Bom dia querida. – Gabriel sorriu para a filha – Já pode levar esses pães para a vitrine, leve também os biscoitos e deixe-os nas prateleiras ao lado do balcão.

— Está bem. – assentiu Camille.

A jovem amarrou os longos cabelos com um lenço e colocou um avental para iniciar o trabalho. Era assim todos os dias, assim que acordava arrumava tudo o que tinha de arrumar em casa, cuidava levava o irmão para a loja de sua mãe e seguia para a padaria do pai, no período da tarde Oliver, um rapaz que vivia na vizinhança e já era de confiança de seu pai, vinha cuidar da padaria – ou melhor dizendo, cuidar das vendas da padaria – e ela voltava para casa, as vezes ia ajudar sua mãe e outras só ficava em casa mesmo. A vida de Camille sempre fora monótona e ela não desgostava da mesma, no entanto para alguém que, como ela, gostava de novidades, passar tanto tempo na mesmice se tornava não só irritante quanto chato.

— Cami vá ate a loja de sua mãe e entregue para ela. – disse dando um pacote a filha – Ela esta há dias, doida para comer esses biscoitos e finalmente os fiz. – sorriu e a filha retribuiu.

Assim que Cami abriu a porta se assustou, ali havia um homem que parecia pertencer a realeza e junto com ele vinham três guardas do castelo. Eles olharam para ela e logo desviaram o olhar para seu pai, ela lhes deu espaço para passar e saiu dali rapidamente; querendo o quanto antes levar os biscoitos para sua mãe e voltar logo para saber do que se tratava a vinda daqueles homens ali.

 

[...]

 

— De onde tirou isso? – perguntou Oliver pela milésima e Catherine revirou os olhos cansada.

— Já disse que achei.

— Você achou um livro novinho? – ele a fitava intrigado – Cat eu já te falei, eu estou trabalhando agora, não precisa mais roubar as coisas.

— Eu... – ele engoliu em seco, odiando mentir para o irmão – Eu... Me desculpe. – murmurou – Mas eu não queria que você gastasse seu dinheiro com coisas tão idiotas e esse livro estava...

— Eu entendo Cat, mas, por favor, não volte a fazer isso. – pediu e a mais nova assentiu em concordância.

Os irmãos sempre foram muito próximos, desde pequenos viviam só os dois, sua mãe morreu cedo e nunca conheceram seu pai, acabando que por fim os dois ficassem sozinhos no mundo dependendo apenas de si mesmo e de pessoas bondosas que os ajudassem para sobreviver.

Oliver assumiu todas as responsabilidades pela irmã e cuidou da mesma melhor que pode, mas assim como ela, ele era muito pequeno e mal sabia da vida para poder cria-la da maneira certa. No fim das contas os dois acabaram que aprenderam muitas coisas um com o outro, assim então ambos sabiam e entendiam como o outro se sentia.

Assim que alguém bateu na porta os dois foram atender, se entreolharam assustados ao darem de cara com guardas do palácio e em um instante eles já haviam empurrados os homens e saído correndo. A ultima vez que guardas do castelo bateram em sua porta Cat saiu com uma cicatriz nas coisas, desta vez não poderia ser algo assim ou pior.

— Esperem. – disse um dos soldados – Só queremos conversar.

Os irmãos não deram ouvidos e passavam desviando das pessoas, Cat teve de empurrar um rapaz para dar-lhes passagem e só pode lhe dirigir um olhar pedindo desculpas, mas logo voltou sua atenção no caminho a sua frente. Quando menos esperavam os irmãos foram pegos e os guardas não tinham as faces de ódio, apenas cansados e como se aquilo tivesse sido a maior perda de tempo.

 

[...]

 

Barbara olhava para o curandeiro/professor, no entanto, não estava a prestar atenção nos ensinamentos daquele dia. Ela sabia que algo estava acontecendo, apenas pela algazarra nos arredores do castelo, soldados indo e vindo, seu pai – comandante do exercito de Flaurens – e o novo conselheiro do rei – Viktor – chegando com grupos de adolescentes e voltando para os povoados. O que está acontecendo afinal de contas? Ela se questionava constantemente.

— Por hoje é só. – falou o curandeiro/professor – Ate amanha classe.

Os poucos jovens que estudavam para no futuro serem curandeiros saíram da estufa – onde aprendiam com o curandeiro Jones – e seguiram cada um para o seu canto. Barbara se apressou em ir para casa e lá encontrou somente os criados executando suas funções, sua mãe estava provavelmente no ateliê criando suas belíssimas peças de roupa e seu irmão cuidando de coisas; as quais ela nem mesmo se dignava a pensar o que seriam.

— Babi você não vai acreditar no que está acontecendo e quais são as ordens do rei. – falou Nicolas afobado entrando em casa.

— O que foi Nick? – perguntou ela colocando seu caderno de anotações sobre sua cama – Não faça suspense. – pediu.

— Está bem, mas quero comer algo antes. – disse sorrindo travesso.

Babi revirou os olhos sabendo que o irmão ainda faria algum suspense antes de lhe pôr a par das novidades e tudo o que lhe restava era esperar, pois de nada adiantaria ficar apressando o rapaz.

 

[...]

 

A mesa estava cheia, todos conversavam enquanto comiam e a mulher sentada na cabeceira sorria alegremente, parecia que mesmo em meio aquela época ruim que o reino estava a viver ainda poderiam haver momentos bons e felizes como esse.

— Majestades. – um soldado adentrou correndo a sala de jantar com a expressão de pânico – Lorde Ceasar II e lady Melissa vinham se juntar a vossas majestades, mas no meio da estrada foram atacados por soldados do reino de Flaurens e eles vieram a falecer. – anunciou e por mais que o rosto de Luna se contorcera ao escutar o nome de Melissa ela se levantou exaltada.

— Onde estão Jhonathan e Benjamin? – perguntou.

— Foram socorridos antes da tragédia, lorde Ceasar II mandou que seus guardas os levassem para longe. – explicou – Logo chegarão.

— Não acredito que atacaram tão diretamente e ainda membros do conselho real. – Calyssa falou olhando para a amiga.

— Não esperava por isso tão cedo. – murmurou Luna e olhou para todos os amigos em seguida para os sobrinhos e finalmente seu olhar pousou em seus filhos – Mas uma hora ou outra ia acontecer. – seu olhar se voltou para o marido, sua voz já estava fraca e a face perdia a cor pouco a pouco – Afinal estamos em guerra. – completou dando um sorriso triste, mesmo que com ele quisesse passar confiança aos presentes. 


Notas Finais


Espero que tenham gostado...
Logo vou continuar...
Comentem se gostaram e deem opinião sobre a historia, gosto de saber o que vocês pensam...

Link do blog - http://des-ti-nation.tumblr.com/

Até...
#Bjss ^^


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