História A New Life (nova versão). - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Fairy Tail
Personagens Lucy Heartfilia, Rogue Cheney, Sting Eucliffe
Tags A New Life, Dor, Drama, Fairy Tail, Lucy, Nova Vida, Paixão, Rogue, Rolu, Romance, Stincy, Sting, Vingança
Visualizações 106
Palavras 803
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Cara, esta fanfic foi uma das minhas primeiras histórias (de 2015, mais ou menos)...

Eu estava relendo ela um dia desses e fiquei me perguntando como as pessoas podiam gostar dela, já que só tinha altos erros e era bem bestinha, mas tomei vergonha na cara e vim aqui a repostar.

Nova aparência; nova escrita, porém com a mesma ideia e base que a ''antiga''. Em outras palavras, esta versão é algo mais ''decente''.

Sem mais delongas, boa leitura, Mintys.

Capítulo 1 - Prólogo.


Fanfic / Fanfiction A New Life (nova versão). - Capítulo 1 - Prólogo.

Finalmente os Grandes Jogos de Magia terminaram; com o término destes veio a vitória da guilda Fairy Tail, provando assim que ela sempre foi e sempre será a melhor guilda de Fiore: após muito esforço conseguimos ser reconhecidos como os mais fortes de todos, mas o poder não nos importa realmente, não importa o quê, basta estarmos juntos para superarmos qualquer obstáculo.

Em todo lugar que passo, escuto as pessoas murmurarem coisas maravilhosas sobre a grande vitória, assim como ouço alguns comentários maldosos por eu ser inútil e por ter perdido de Miverna como tanta facilidade... É torturante ouvi-los, mas o que passo fazer a não ser ignorar?

Depois de uma semana de repouso no pequeno apartamento onde moro, me levantei as pressas, fiz a higiene matinal e corri para a guilda; fazia uns três dias que não me encontro com o pessoal, eles tampouco vieram me visitar nesse meio tempo.

. . .

Parados diante a entrada da guilda, estava Erza, Gray e Natsu conversando com expressões sérias. Aproximei-me lentamente e perguntei receosa:

— Minna... — ao me ouvirem, o trio se calou e passou a me fitar, ainda sérios. — aconteceu alguma coisa?

Erza que parecia fora de si, tremendo e mordendo o lábio inferior, sussurrara meu nome, porém não conseguira continuar. Natsu a fuzilou e tomou o lugar, passando a me encarar friamente, fazendo-me arrepiar de medo.

— Conversamos muito nestes últimos dias enquanto você esteve ausente e chegamos à conclusão que, para o bem da equipe e da guilda, estamos melhor sem uma fracote como você.

Nani yo?

— Você está fora da equipe — dissera seco. — e da guilda também.

— O que foi que disse? — meus olhos arregalaram-se, meu corpo começara a tremer levemente. — É alguma brincadeira? — nenhum dos três respondeu; Titânia e Fullbuster desviaram o olhar, Natsu continua a me encarar indiferente. Não é brincadeira.

— Por que eres fraca! A guilda número um de Fiore não deve ter fracos consigo, é por isso.

— Cadê o mestre? Exijo falar com ele! Vocês não têm esse direito! — exclamei segurando as lágrimas e cerrando os punhos.

Como se esperasse que fosse chamado, o homem baixinho saíra de entro do enorme edifício com as mãos para trás do corpo com seu ar descontraído. Makarov pôs-se diante o trio e apontou com o indicador o meu rosto.

— Você, realmente, está fora — dissera seriamente. Em suas mãos enrugadas, agora diante o corpo, pude ver o apagar mágico, recuei inutilmente alguns passos tentando evitar que ele agarrasse minha mão com a marca rosa: em vão. —, não eres mais parte desta família. — dissera sem cerimônias ao voltar para dentro; o trio o seguira em silêncio, deixando-me sozinha com olhares alheios sobre mim. Por um breve momento, pensei que tudo era uma brincadeira de mau gosto, que eles voltariam e iriamos rir a noite toda por eu ter caído em tal. Eles sumiram. A marca sumiu. Meu chão sumiu. Senti gotas grossas de água cair sobre minhas bochechas coradas, como um bebê chorei e desabei no mesmo lugar, gritando desesperada para que tudo seja mentira. É verdade. Meu corpo tremia freneticamente. Eles me jogaram fora como lixo. O céu, antes limpo e aberto, se fechara e fora dominado por uma camada de chuva, as poucas pessoas que passavam ao redor me encaram com desconfiança enquanto murmuram coisas irreconhecíveis ao meu respeito, mas não liguei, continuei de joelhos contra o asfalto abraçando ao próprio corpo totalmente molhado.

— Hime-sama.

Com dificuldade levanto a vista e vejo Virgo, com as vestes secas, agachada para ficar ao meu alcance, acariciando meu rosto decalicamente. A chuva deixara de me tocar. Novamente levantei a vista e vi Leo sorrindo fraco com um guarda-chuva branco sobre nossas cabeças.

— Vamos para casa, Lucy. — ele dissera baixinho.

Os dois me levantaram, e transportaram-me para o apartamento. Chegando neste, Leo sumira e deixara que Virgo me trocasse; deixei que ela fizesse tudo, não a questionei nem a impedi. Ao terminar, o espirito de fios ruivos ressurgira, me pegou no colo e me pusera na cama individual, sob as cobertas quentinhas.

— Tente dormir, hime — Virgo dissera ao lado de Leo.

— Nos chame se precisar de algo. — e ambos foram embora.

Flashes vieram em minha mente; flashes de minutos atrás, todas as ocasiões onde os civis diziam o quanto sou fraca e em que fui um peso para a Fairy Tail me invadiram de uma única vez, deixando em mil pedaços. Minhas orbitas castanhas voltaram a lagrimejar, deixei que as lágrimas se esvaíssem e molhassem o travesseiro de seda. ‘’...eres fraca’’, a voz do rosado batucava minha cabeça com frequência, ‘’não precisamos de fracos’’, ela dizia coisas que Natsu jamais diria — ou que eu achava que jamais diria —, ‘’fracos devem morrer, são totalmente inúteis!’’. Com lembranças ido e voltando a tona, adormeci aos prados com o som da chuva batendo nas janelas.


Notas Finais


A história se passa a partir do momento que a Fairy Tail ganha os jogos, não houve ataque de dragões nem nada, pois eu deixei de ver o anime assim que os dragões apareceram, então peço com todo meu coração que não contem spoilers sobre o anime/mangá, já que algum dia pretendo continuar. Enfim, desculpem os erros e qualquer dúvida só perguntar.


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