História A New Love of Carosella - Capítulo 11


Escrita por: ~

Postado
Categorias MasterChef Brasil
Personagens Ana Paula Padrão, Erick Jacquin, Henrique Fogaça, Paola Carosella, Personagens Originais
Tags Drama, Farosella, Fogasella, Romance
Visualizações 214
Palavras 1.358
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Obrigada a todos q comentaram 💖 vcs fazem euzinha muito feliz 😍 Quero agradecer a Miih_003, Meabafandom e AMac que estão sempre deixando comentários lindos para mim 🙈
Espero q gostem do capítulo.
Boa leitura.

Capítulo 11 - Hatred and Tear


Fanfic / Fanfiction A New Love of Carosella - Capítulo 11 - Hatred and Tear

Henrique

          Paola fica me encarando. Seus lábios se moviam como se quisesse dizer algo, mas nada saía. Vejo seus olhos começarem a encher de lágrimas, me deixando ainda mais preocupado.

-- Paola, por favor, me mostre seu braço. – Estendo minha mão para ela.

-- Tá... Tá bom. – Paola fala com a voz embargada pelo choro. Ela devagar me mostra seu pulso. No mesmo momento, sinto meu corpo inteiro se arrepiar. Seu pulso estava completamente inchado e vermelho.

-- O que é isso? – Pergunto, já começando a sentir um pouco de raiva.

-- F-Foi... Um acidente no... No trabalho. – Ela fala em meio aos soluços. Suas bochechas estavam vermelhas e todo seu corpo tremendo.

-- Paola, fala a verdade. – Falo, já deixando clara a irritação em minha voz. Sinto meu rosto queimar de raiva. Eu só queria saber quem fez isso com ela.

-- É... É a verdade. – Ela fala tentando me convencer.

-- Não, não é. Paola, por favor, me fala a verdade.

-- Estou... – Ela continuava a mentir. Seu rosto estava completamente vermelho e molhado. Já não tava aguentando mais não saber a verdade. Ver Paola assim chorando desse jeito só me dá mais certeza de que foi realmente sério.

--PAOLA, TEM MARCA DE DEDOS AQUI. VOCÊ VAI ME CONTAR O QUE HOUVE AGORA! – Elevo o tom da voz. Já estava começando a ficar impaciente. Não conseguia entender porque ela não me contava logo.

-- Não grita comigo. – Ela fala se afastando de mim. Paola agora chorava ainda mais.

        Droga! O que eu tô fazendo? Só tô piorando a situação. Não gosto de vê-la chorar, logo agora que é minha culpa.

-- Desculpa. Desculpa, meu amor. – Lhe dou um abraço por trás. Paola logo vira e retribui o abraço. Encosto sua cabeça em meu ombro, esperando que ela se acalmasse e pudesse me contar logo o que aconteceu.

-- Me desculpa. – Repito. Puxo-a para a cama, fazendo-a sentar em meu colo. – Eu não queria gritar. É que... Dói te ver machucada e você não me contar quem foi. – Limpo seu rosto molhado pelas lágrimas. -- Pode me contar agora? Eu prometo que não vou mais gritar com você. Nunca mais. – Falo em um sussurro, alisando seu cabelo, tentando ao máximo acalmá-la. Paola faz que sim com a cabeça.

-- Tá bom... Hoje eu recebi flores... Que tinham um... Um bilhete que dizia para eu ir para o estacionamento. – Paola se interrompe para enxugar as lágrimas. Acaricio sua mão, incentivando-a a continuar. – Eu fui. Quando cheguei lá, não tinha ninguém. Então eu esperei um pouco. Pensei que era só um trote até que senti alguém puxar meu braço. Fiquei assustada quando vi quem era... – Ela começa a chorar novamente. Fico mais preocupado ainda. Nunca a vi assim. A coisa deve ter sido realmente séria.

-- Continue. – Peço. Já estava desesperado para saber o fim da história.

-- Era... Era o Jason. – Ela fala em um sussurro quase inaudível.

-- O quê? – Não consegui acreditar no que ela tinha dito. Não podia ser... Jason é o causador de tudo isso. Eu não conseguia acreditar. -- Foi ele que fez isso com você? – Pergunto para tirar minha dúvida. Sentia a raiva voltar com maior intensidade. Como ele pôde fazer isso com ela?

-- Ele se irritou e não... Não percebeu que tava apertando com muita força meu pulso.

-- Se irritou com o quê? – Pergunto, tentando controlar minha respiração. A raiva que estava dentro de mim lutava para sair, mas eu precisava me acalmar.

-- Ele queria que eu voltasse com ele, mas eu disse não. Então, ele de repente agarrou meu braço e disse que sabia que eu estava com você agora. Ele ficou dizendo um monte de coisas enquanto apertava meu braço.

-- Quem ele pensa que é para chegar te maltratando desse jeito? – Levanto da cama. Começo a andar pelo quarto de um lado para o outro. Eu estava com tanta raiva. Minha vontade agora era de sair, encontrar Jason e quebrar sua cara. –– ESPERA EU ENCONTRÁ-LO. ELE VAI SE ARREPENDER DE TER FEITO ISSO COM VOCÊ. – Arremesso um abajur para longe, fazendo-o quebrar. Paola me encara com um semblante de assustada.

-- Fale baixo, por favor. Assim você vai acordar a Fran. – Ela se aproxima de mim e me dá um abraço apertado, encostando sua cabeça em meu ombro. – Vamos conversar direito. Eu não quero brigar, por favor. Meu dia estava perfeito e eu queria que continuasse assim.

-- Está bem. Desculpa-me. – Dou um beijo em sua testa para logo retribuir o abraço. Tento controlar minha respiração junto com minha raiva. Não vou deixar Jason estragar o que eu estou construindo com Paola. Mas se ele voltar...  Se ele repetir o que fez... Vai se arrepender. – Tá doendo? – Pergunto, querendo me referir ao seu pulso.

-- Só um pouco. – Ela tira a cabeça de meu ombro para me olhar com um sorriso fraco.

-- Vou pegar gelo. – Tento sair de seus braços, mas não consigo. Paola continuava a me revestir com seus braços e seu olhar no meu.

-- Eu te amo, meu tatuado. Eu não vou deixar que Jason estrague isso. Não vou deixar que ele estrague o que temos. Eu tô muito feliz com você. Não quero que acabe. – Ela fala passando as mãos em minha bochecha. Sinto meus olhos arderem e uma lágrima escorrer deles. Enxugo-a.

-- Nossa! Henrique Aranha Fogaça chorando. – Paola dá uma gargalhada.

-- Eu não tô chorando. Só caiu alguma coisa nos meus olhos. -- Esfrego os olhos para disfarçar. Paola continuava rindo alto. -- Vou pegar seu gelo. Eu não demoro. -- Saio do quarto deixando Paola sozinha. Chegando lá, pego o gelo e tento voltar o mais rápido para não deixar Paola esperando muito com seu pulso machucado. Chegando de volta para o quarto, vejo Paola sentada na cama olhando para seu pulso. Respiro fundo. Estava tentando me acalmar, mas era difícil ver Paola assim e não sentir ódio de Jason. Ajoelho-me aos seus pés, pego seu pulso delicadamente e começo a passar o saco de gelo sobre ele.

-- Aiii! Isso dói! -- Paola reclama da dor.

-- Me desculpe, meu amor, mas vai doer e você precisa fazer isso se quiser diminuir o inchaço. -- Continuei pressionando o saco de gelo em seu pulso.

-- Eu sei... E você... Já está melhor? -- Paola passa suas delicadas mãos pelo meu rosto.

-- Sim, a raiva já... Passou. – Minto. A raiva não tinha passado. Eu ainda estava perverso de ódio. Não tinha como deixar para lá o que Jason fez. Mas não quero que Paola perceba isso.

-- Que bom. Não quero que a gente brigue por culpa do Jason. – Ela me da um beijo na testa.

-- Eu também não. Eu te amo. – Dou um beijo em sua mão, vou subindo um caminho de beijos pelo seu braço direito, chegando ao seu pescoço, depois em sua bochecha, até chegar a seus lábios finos. Os mordisco levemente, depois o sugo para dentro de minha boca, dando para sentir o gosto de seus lábios que eu gosto tanto. Mexemos nossas bocas em sintonia, sem nenhum momento parar de se movimentar. Separo meus lábios do seu.

(...)

         Depois que eu terminei de passar gelo e pomada no pulso de Paola, ela adormeceu. Observei que seu rosto tinha um leve sorriso enquanto dormia. Parecia que nada tinha acontecido. Já eu nem conseguia fechar os olhos, pois me revirava na cama inquieto só de pensar que Jason tava por aí, que podia voltar e machucar Paola de novo. Tudo isso fazia minha cabeça girar. Levanto e vou ao banheiro jogar água no rosto. Era impossível esquecer o que ele tinha feito. Tomo uma decisão que Paola não vai gostar, mas que eu preciso fazer.

       Pego minha chave da moto, saio de casa e vou para o apartamento onde Jason morava, esperando que ele estivesse lá. Estaciono a moto em frente ao seu prédio, respiro fundo para me acalmar e não passar dos limites e bato na porta diversas vezes com força esperando ser atendido. Passam-se alguns segundos até que a porta finalmente se abra. Dou de cara com Jason...

Continua... 


Notas Finais


Deixem nos comentários o q acharam 💖
O q acham q Henrique vai fazer com o Jason?😱 Vai ser uma surra ou só uma conversa?
Até a próxima.
Beijosss


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