História A New Threat - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Pretty Little Liars, The Walking Dead
Personagens Aaron, Abraham Ford, Alison DiLaurentis, Aria Montgomery, Caleb Rivers, Carl Grimes, Carol Peletier, Daryl Dixon, Emily Fields, Enid, Eugene Porter, Ezra Fitzgerald, Gabriel Stokes, Glenn Rhee, Hanna Marin, Hershel Greene, Maggie Greene, Michonne, Mike Montgomery, Mona Vardewaal, Negan, O Governador, Paul "Jesus" Monroe, Personagens Originais, Rick Grimes, Rosita Espinosa, Sasha, Spencer Hastings, Tara Chambler, Toby Cavanaugh
Tags Alex Drake, Emison, Ezria, Gleggie, Haleb, Moke, Pll, Pretty Little Liars, Richonne, Spoby, The Walking Dead, Twd, Walkers, Zumbis
Visualizações 82
Palavras 2.290
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yuri
Avisos: Bissexualidade, Canibalismo, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá walkers e little liars, tudo bem?
Venho aqui com essa nova fanfic crossover de Pretty Little Liars e The Walking Dead, eu espero que gostem ^^
Não é minha primeira fic, eu já tinha feito umas três, mas eu não tinha criatividade pra continuar.
Eu tive múltiplas idéias e mudarei alguns acontecimentos nas duas séries na estória.
Bom, eu sou nova nos dois fandoms, então me perdoem se eu errar alguma coisa e me perdoem se o formato ficar ruim também, eu estou postando pelo celular.
Tentarei postar com frequência, vai depender da minha rotina escolar.
Sobre a capa. Eu estou sem meu computador e infelizmente não sei fazer capa por aqui, então vocês vão ver essa capa aí até provavelmente outubro, que é quando vou ganhar um PC novo.

Agora sobre os filhos das liars, eu coloquei o nome deles de alguns personagens da série porque simplesmente gosto desses nomes, não tem nenhuma ligação com os personagens de PLL. Aqui tão a aparência e idade deles:

Troy, 19 anos, filho de Spoby: https://www.instagram.com/p/BQdo-BDARrl/

Cody, 8 anos, filho de Spoby: https://encrypted-tbn0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcRNeWwUy45aVmDZSQ5XPWwIrQnpkZ6PbF59PCQzGjldIfwtEW0xwm8y90eYPg

Anna, 17 anos, filha de Emison: https://encrypted-tbn2.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcQCE9IoYAiZifGaXrnNTFLgRBqux0RZ5Z6ugy7HocW4kEhOJKx_syTIQ67yPg

Lily e Grace, gêmeas, 20 anos, filhas de Emison: https://www.polyvore.com/cgi/img-thing?.out=jpg&size=l&tid=58967404

Meredith, 20 anos, filha de Haleb: https://encrypted-tbn1.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcQS1tPMw2bYCe_mi1hnJZ9bkMweTTVkCUnYRn3YzELJyi3klLstGBpiZUN4

Rebecca, 7 anos, filha de Haleb: https://www.instagram.com/p/BAkKIn0sX4v/

Jack e Charlotte, 19 anos, filhos adotivo de Ezria, ambos irmãos biológicos: https://lh3.googleusercontent.com/proxy/dLoojkyS7oWm4gQ3OFhTjDz0r5bRQxkM4JEajiXuU53jWJOc5s2fFUYcTB27vG6WhqHhkdBVIlusYf-mXVn1NYlF4gNC_Rn6V4LI5Nkv2rkWtZUbT2P8pGNL_8ceitgdr64=w540-h270-nc

https://lh6.googleusercontent.com/proxy/tfQ1Q_8Ig-Mt0-b61Rlwirfr_pnmy1uEiksyzS7jb4xvidZTTxfhBVYsyyeF9aFaIGrGPDzyNU1O3uMb-sxOR8LksI2GZ7CB1glj3QLwiXJG5IVZZCJ6fS86HENPB4RUnhaO3sDRTj2fTYFJeu_SaIioR_txHbY=w500-h195-nc

Tenham uma boa leitura, comentem e digam o que estão achando (comentários ofensivos serão ignorados)!
Vejo vocês nas notas finais^^

Capítulo 1 - One: The First Walker


Hanna Marin P.O.V

Vinte anos se passaram desde que descobrimos quem era A.D. Finalmente as meninas e eu tivemos paz e formamos famílias. Nós cinco decidimos que iríamos morar não muito longe, pois as crianças se tornaram bem próximas e adoravam passar o tempo juntas. Acordei dos meus pensamentos com o meu despertador indicando que eram exatamente 7:30 da manhã, horário de acordar e aprontar Rebecca para o colégio. Revirei os olhos ainda irritada com o aparelho e desliguei o mesmo, me levantando da cama e esfregando os olhos.

 — Bom dia Hanna. - Ouvi Caleb dizer espirrando algo em si mesmo que eu deduzi ser um perfume pelo cheiro forte. Céus, era possível que aquele homem já estava acordado à uma hora dessas? 

 — Bom dia, amor. - Sorri e dei um selinho nele. — Por que não me acordou?

 — Queria deixar você descansar, hoje eu quem levarei a Meredith, Rebecca e Anna para o colégio - respondeu guardando o frasco em sua gaveta 

 É sério? Então eu tinha colocado o despertador pra tocar à toa? Agora já foi.

 — Ah, não tem problema, ela já está pronta?

 — Meredith está penteando o cabelo dela na sala. Assenti e fui me dirigindo ao local citado, me deparando com uma cena típica de dor de cabeça. Meredith tentava prender o cabelo de Rebecca enquanto a mesma tinha uma expressão misturada a raiva e choro.

 — Ah, mas que droga, Becca! Você tem que ficar quieta pra eu terminar isso aqui!

 — Achei que gostasse de crianças. - Disse Anna, a filha caçula de Alison e Emily arrumando sua mochila. Anna estava em nossa casa para passar o restante das férias a convite de Meredith, já que eram melhores amigas e estudavam na mesma escola - Bom dia tia Hannah. - Sorriu, ela era a cópia perfeita de sua mãe Emily.

— Bom dia, querida. - Retribui o sorriso - E bom dia para vocês duas, o que está acontecendo aqui? - Me virei para as minhas duas filhas

 — Ela não quer deixar eu ficar com o cabelo solto, mamãe. - Rebecca me olhou para mim com um olhar pidão

 — Eu quero terminar o seu penteado tá legal? - A mais velha retrucou um tanto irritada. 

Suspirei e passei a mão no rosto, logo tomando o controle da situação: 

 — Deixe ela usar o cabelo solto, não quero me estressar com você por isso, Meredith. 

 — Tá bem. - respondeu colocando o pente em cima da mesinha e levantando as mãos, em sinal de rendição. — Olha, eu vou esperar o pai lá fora. Vamos, Anna e Becca?

 — Tchau meus amores. - falei dando um abraço em cada uma das três - Tenham um bom dia de aula e cuidado. Logo elas responderam com um "tchau mãe" ou "tchau tia Hanna".

 — Ah, já ia me esquecendo, eu gosto de crianças, sua idiota. - Meredith disse dando um soquinho no braço de Anna, arrancando um risinho da mesma.

 Alguns minutos depois que eles partiram, eu fiz minhas higienes pessoais e fui tomar café. Ouvi meu celular avisar de novas notificações e vi que era uma nova mensagem em um grupo que eu estava com as meninas, os meninos e os nossos filhos. Abri a mesma e me choquei com aquilo. Uau. Continham duas fotos; uma com um indivíduo devorando seu cão e a outra do próprio com uma marca na cabeça, porém o que mais me chamou atenção foi a legenda das duas imagens. Liguei a televisão para ver o notociario local, com o objetivo de obter mais informações sobre isso e saber se era sério. 


"Últimas notícias agora!" dizia a apresentadora "Uma infecção desconhecida chega a Pensilvânia e se alastra por toda a América, causando um comportamento canibal nos que contraem o vírus."

 Puta merda, aquilo não podia ser verdade.


 Meredith Marin Rivers P.O.V 


 Anna, Rebecca e eu estávamos no carro do meu pai, indo para aquele asilo mais conhecido como colégio. Becca cantarolava com o pai uma música que tocava no rádio, enquanto Anna e eu usávamos a Internet em nossos celulares. De repente, a mais nova começou a rir. Fitei a mesma com o cenho franzido e disse em seguida:

 — Viu uma coisa engraçada aí? Eu quero ver também.

 A mais nova recuperou o fôlego e respondeu:

 — Cara, eu tô impressionada com a criatividade das pessoas editando imagens no Photoshop ou programas parecidos. 

 — Ah não, lá vem você usando esses termos que eu não conheço. - balancei a cabeça 

 — Não, não é nada disso. É a que as fotos realmente não parece ser nenhuma montagem e ainda vem com um aviso, eu realmente espero que isso seja baboseira, senão minha mãe vai me mandar mensagens o dia inteiro. Olha só. 

 Anna me entregou seu aparelho celular e eu vi as imagens que ela tanto ria. Aparentemente era um homem com roupas rasgadas e uma aparência não muito boa, devorando seu próprio cachorro. Na descrição dizia que aquilo era efeito de um vírus transmitido por mordida ou arranhões dos infectados, que tinha como efeito uma febre que levava a pessoa a morte e não muito tempo depois a pessoa se levantava e começava a se alimentar de humanos ou animais. Também informava que eles eram atraídos por luzes ou barulhos. Na segunda foto havia o mesmo homem, só que em outra situação. Ele estava caído e com um buraco bem na testa. A legenda dizia: "acertem eles na cabeça". 

 Suspirei e devolvi o celular dela.

 — Quem mandou isso pra você? 

 — A Lily. - ela respondeu guardando o telefone em seu bolso. - Ela mandou no nosso grupo, você não viu? Enfim, a gente vai ver ela lá na escola, podemos perguntar. 

Assenti e peguei meu telefone, pesquisando sobre o que tinha acabado de ver. Logo surgiram inúmeros resultados. Sites de notícias dos mais variados tinham notícias cada vez mais recentes sobre "os mortos que caminham".

Então era isso. Pela primeira vez na minha vida, eu senti medo de um boato. Bloqueei o telefone o joguei novamente dentro da bolsa.

 Graças à Deus, meu pai anunciou que havíamos chegado à escola. Era um prédio grande, então pegava desde o primário até o ensino médio. 

 — Hey, não sei se poderei buscá-las mais tarde, portanto tomem cuidado. - meu pai disse enquanto estacionava.

— Pode deixar. - respondi.

 Descemos do carro e Anna foi para a sua classe, enquanto fui levar Becca em sua sala e em seguida segui para a minha. Não vi Lily nem Grace na sala, então me sentei na penúltima fileira e apanhei um livro que estava em minha mochila e comecei a ler o mesmo, tentando afastar as imagens que me perturbaram.

 

 Anna Fields-DiLaurentis P.O.V

   A aula estava de matemática estava realmente entediante. O professor começava a falar sobre números aleatórios e eu estava morrendo de sono, a sorte é que faltavam cinco minutos para acabar. 

O Sr. Brooke pigarreou chamando a atenção de todos e disse:

— Atenção, turma! Vocês irão largar cedo hoje, pois os professores de ciências, inglês e filosofia faltaram e...

A turma nem deixou ele terminar e começaram a comemorar. Que ótimo. Três professores faltaram logo no primeiro dia de volta às aulas. Não que eu não agradecesse por aqueles professores terem faltado, mas eu realmente havia lido todas as matérias que os mesmos pediram para voltar bem afiada. Assim que a classe se acalmou, o professor continuou:

— E-E-Eles faltaram pois estão doentes. Não sei sabem, mas uma nova espécie de virose chegou aqui em Rosewood... - Sr. Brooke parecia nervoso, o que me fez pensar que talvez ele estivesse mentindo. - que causa um comportamento selvagem. Mas não se preocupem, eles irão voltar quando estiverem curados. Estão dispensandos.

 Virose? Comportamento selvagem? Por um momento eu lembrei das fotos que Lily havia enviado, mas não podia ser. 

Guardei o meu material e apanhei meu celular, criei um grupo e digitei uma mensagem para minhas irmãs e Meredith, que continha o seguinte: "Meus professores faltaram e eu estou indo embora agora, querem que eu espere vocês?" 

 Logo não demoraram para responder. 

 Grace: Não precisa, ainda vamos demorar.

 Lily: É, ainda tem um quadro cheio... 

Meredith: Não precisa não Anna, mas você pode pegar a Rebecca pra mim? Ela também está saindo agora.

"Claro, até mais meninas." respondi.

 Me dirigi à classe da garotinha e apanhei a mesma, logo saindo do prédio com ela. Andávamos conversando sobre nosso dia na classe. 

 — Hoje tivemos educação física, mas eu não joguei nada. - Becca disse cabisbaixa.

 — Por que não?

 — Todas as meninas estavam jogando futebol e ninguém me escolheu. Eu queria muito ser boa que nem você e a Meredith.

 Abaixei ao seu lado com o objetivo de ficar na sua altura e a abracei. Ela era preciosa demais, e me dava dó vê-la daquela forma.

 — Becca, presta atenção. Você vai ser a melhor jogadora de futebol de toda Rosewood, basta treinar. Olha, se quiser eu posso falar com a tia Hanna e o tio Caleb pra você ir lá em casa, vamos jogar juntas. Se quiser pode levar a sua irmã também. Mas eu nunca mais quero ver essa carinha, hm?

 A menor sorriu e me abraçou novamente. Eu me levantei e peguei em sua mão.

 — É assim que eu gosto. Agora vamos para casa, a tia Hannah deve ter feito aquele bolo de cenoura que você adora!

     Logo retomamos a caminhada. A rua estava deserta – o que eu estranhei para o horário, já que sempre pegava aquele atalho e era bem movimentado – e apenas eu e a loirinha andávamos por ali.

 Depois de quase quinze minutos caminhando, parei e avistei uma lanchonete que tinha uma placa indicando que estava aberta.

— Hey loirinha, vamos comer um salgado? Eu pago tudo. - Falei e apanhei o dinheiro em meu bolso.

— Tudo bem. - ela sorriu

Nos aproximamos do local e abrimos a porta. As luzes estavam apagadas, haviam lanches estragados em cima das mesinhas e muitas moscas, sem contar as marcas de sangue no chão. 

  — Olá? - Perguntei batendo as mãos 

Ninguém respondeu. Ao invés disso, ouvi passos e alguns... grunhidos seria a palavra certa? Respirei fundo e perguntei se tinha alguém ali. Sem resposta de novo. Os passos iam aumentando cada vez mais. Mesmo que fosse perigoso, resolvi arriscar adentrar mais ali.

 — Rebecca, venha ao meu lado. 

 Ela obedeceu e nós fomos mais adentro.

 Os passos e grunhidos iam vindo da direção do banheiro, que estranhamente tinha uma porta escrito "NÃO ENTRE". 

A pequena Marin agarrou a manga do meu casaco, com medo. 

 — Você está sentindo esse cheiro? - perguntou, se agarrando mais ao meu agasalho.

    Realmente estava um cheiro desagradável no ar. Quanto mais falávamos, os gemidos aumentavam e a porta recebia pancadas. Tirei meu casaco e o amarrei na cintura, não podia ser o que eu estava imaginando. Tomei fôlego e olhei em volta, procurando algo para atacar o que supostamente estava ali. Fui para trás do balcão e avistei uma espécie de arco com flechas e gatilho no chão. Não entendi porque isso estaria numa lanchonete. Mesmo não sabendo usar, apanhei a arma.

Mesmo que eu tentasse afastar o pior dos meus pensamentos, não adiantava. Então, aquelas fotos diziam a verdade? Eu iria descobrir agora.

 — Rebecca, eu preciso que me ouça. - comecei, atraindo o olhar da mesma - Acredito que tenha uma coisa muito ruim aí dentro. Então... - peguei uma das flechas que continham na arma e a entreguei - se ele sair daqui ou acontecer alguma coisa comigo, quero que enfie isso na cabeça dele e corra, tudo bem?

 Lágrimas se formavam no olho da garotinha. Ela assentiu e esperou. Eu sabia que não era a coisa mais correta a se fazer, mas era a única chance dela caso eu fosse mordida ou arranhanda.

 Com cuidado, coloquei uma flecha na posição de ataque e me preparei. 

 — Pode vir, filho da puta. 

 Abri a porta e aquela aberração saiu de lá. Tinha uma ferida enorme no pescoço, roupas rasgadas, um rosto desfigurado, um cheiro horrível e grunhia sem parar. Ele vinha em nossa direção rastejando os pés e com as mãos esticadas.

 — Puta que pariu! 

 Eu realmente estava sem reação. Comecei a recuar e acabei tropeçando em minha mochila que havia deixado no chão. Rebecca soltou um grito. Agora, aquele bicho andava atrás dela. Eu tinha que fazer alguma coisa, qualquer coisa. Eu deveria agir. Foi aí que me lembrei novamente daquela informação que havia passado para a pequena.

"Acerte-os na cabeça."

Com esforço me levantei e apontei o "arco" para o indivíduo, logo puxando o gatilho e acertando-o bem na cabeça, fazendo o mesmo cair. Rebecca veio até mim e me deu um abraço forte, já era a terceira vez hoje. Nós duas choravámos.

 — Vamos pra casa, por favor! - Rebecca soluçava, implorando.

Estava tonta. Nunca havia visto um desse antes. Resolvi "revistar" o morto, para ver se encontrava mais alguma coisa. Em seu cinto havia uma faca com bainha e uma pistola, provavelmente ele não sabia o que fazer. 

Guardei a pistola na mochila apanhei de volta a flecha que estava cravada na nuca daquele mordedor e a que estava na mão de Becca, trocando-a pela faca. Pendurei a mochila em meus dois ombros resolvi carregar aquele tipo de arco na mão.

 Fitei a pequena ao meu lado e logo me pronunciei, com a voz ainda trêmula:

— Vamos pra casa enquanto podemos.


Nos levantamos e fomos caminhando para a casa da tia Hanna, eu precisava falar com ela sobre o que aconteceu e talvez marcar algo para conversar com todos.

Eu só pensava na minha família e nos meus amigos. O que iríamos fazer se essa situação piorasse?




Notas Finais


E aí, o que acharam? Realmente tentei caprichar nesse capítulo! No próximo já vai ter mais personagens^^
Espero que tenham gostado!


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