História A New Threat - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Pretty Little Liars, The Walking Dead
Personagens Aaron, Abraham Ford, Alison DiLaurentis, Aria Montgomery, Caleb Rivers, Carl Grimes, Carol Peletier, Daryl Dixon, Emily Fields, Enid, Eugene Porter, Ezra Fitzgerald, Gabriel Stokes, Glenn Rhee, Hanna Marin, Hershel Greene, Maggie Greene, Michonne, Mike Montgomery, Mona Vardewaal, Negan, O Governador, Paul "Jesus" Monroe, Personagens Originais, Rick Grimes, Rosita Espinosa, Sasha, Spencer Hastings, Tara Chambler, Toby Cavanaugh
Tags Alex Drake, Emison, Ezria, Gleggie, Haleb, Moke, Pll, Pretty Little Liars, Richonne, Spoby, The Walking Dead, Twd, Walkers, Zumbis
Visualizações 61
Palavras 2.272
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yuri
Avisos: Bissexualidade, Canibalismo, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Queria agradecer os favoritos, achei que a fic ia flopar e não ia ter nenhum fav (-qq) sei que são poucos ainda, mas são de coração!
Tenham uma boa leitura 💕

Capítulo 2 - Two: Was the world coming to an end?: Part 1.


Caleb Rivers P.O.V


Anna estava contando sobre o ocorrido na lanchonete e sobre os seus professores que haviam faltado e seu motivo, enquanto Rebecca estava no colo de Hanna, ambas ouvindo tudo. 

— No fim - concluía a morena, olhando fixamente para o chão - acertei a criatura com uma ferramenta que pelas minhas pesquisas se chama crossbow. Estava atrás do balcão, não entendi porque encontrei isso lá. Becca e eu achamos uma pistola e uma faca com o morto e eu imaginei que ele não soubesse o que fazer quando contraiu o vírus. Entreguei a faca para Becca porque pensei que se acontecesse algo comigo ela teria uma chance. A pistola está na minha mochila, podem conferir se quiserem.

Fiquei sem palavras, eu era mais um daqueles que achavam que essas notícias eram puro exagero. 

— Acreditamos em você, em cada palavra que disse. - me pronunciei - Mas e quanto a Emily e Alison, já sabem?

— Ainda não. Eu queria contar a todos de uma vez, essa infecção vai ser um perigo pra todo mundo, principalmente para vocês com a Becca, a tia Spencer que também tem o Cody e a tia Mona que está gravida. Mas pra isso preciso da permissão de vocês, para chamarem o nosso pessoal aqui, hoje mesmo sabe... Ou eu posso ir pra casa, também hoje mesmo...

— Ela está certa, Caleb. - era Hanna que havia se pronunciado dessa vez. - Essa infecção com certeza vai piorar e... eu detesto dizer isso, mas alguém precisa falar. Podemos perder muitas pessoas se isso acontecer. Hoje não foi só ela que viu aquele infectado na lanchonete, a nossa filha também estava lá. Graças à Deus foi só um, porém você consegue imaginar se fosse um bando atrás delas duas? Não precisa ir pra casa hoje, e já tem a minha permissão para uma reunião aqui, Anna.

Meredith resolveu comprar a briga:

— É pai, se esses bichos invadirem a cidade e não soubermos o que fazer podemos terminar que nem eles.

Hesitei por um minuto. Era realmente uma boa idéia chamar todos aqui e contar assim, de vez? Talvez sim, talvez não. Porém, acabei concordando.

— Também tem a minha permissão.

A Fields-DiLaurentis sorriu e logo respondeu:

— Muito obrigada, aos dois.

— Sou eu quem agradeço, Anna. Salvou a minha filha.


Spencer Hastings P.O.V 


Eu não aguento mais ver televisão, nem ouvir o rádio, nem acessar a Internet. Não para ler as mesmas notícias sobre essa tal doença. 

Ouvi meu celular dar um toque e apanhei o mesmo, lendo a mensagem que havia chegado. Era da Hanna dizendo para  todos irmos na casa dela o mais rápido possível e que a coisa era séria. 

— Troy e Toby vão se arrumar, nós vamos na casa da Hannah. - gritei do sofá, onde estava deitada com Cody.

Não demorou muito para Troy responder da escada, onde estava sentado:

— Mas vamos à essa hora, mãe? Quer dizer, são quase seis horas da noite!

Ah, malditos adolescentes preguiçosos.

— Sim, a coisa parece ser séria, portanto vá logo se arrumar.

Ele revirou os olhos e subiu as escadas.

— Olá filho. - Toby descia as escadas e se encontrou com Troy - Eu já estou pronto amor, vi a mensagem um pouco mais cedo, eu iria até avisar.

— E eu, mamãe? - Cody levantou a cabeça

— Vamos dar um jeito agora.  - Sorri para o menor e o peguei no colo, indo para o banheiro em seguida. 

— Vou esperar vocês aqui na sala. - Toby gritou


Aria Montgomery P.O.V 


— Jack, Charlotte, nós vamos nos atrasar! - Ezra berrava pela milésima vez. - A Hanna está esperando, vamos logo!

— Eu já estou pronta! - Charlotte berrou de volta, saindo do banheiro.

— Eu também. - Jack veio da cozinha com um pacote de biscoitos.

— Jack, biscoitos agora?

— Olha, estou esperando vocês lá fora. - Falei antes que começassem outra briguinha.

Me dirigi para o lado de fora e caminhei até o carro, abrindo e adentrando o mesmo, me sentando no banco do motorista em seguida. Coloquei o cinto e escontei a cabeça no volante, esperando os outros três. Quando finalmente vieram comecei a dirigir até a casa da minha amiga. Todos já deveriam estar lá a essa altura, só os quatro babacas aqui vão se atrasar por causa dos filhos adolescentes.

— Pai, olha só. - Charlotte apontou para uma mulher que estava numa calçada um pouco a nossa frente, com um sentada e com roupas sujas, comendo algo que não pude ver o que era. Meu senhor, eu não podia parar em um semáforo que já começavam?

— Pare de apontar para moradores de rua. - Repreendeu Ezra. - Francamente, você tem 18 anos!

Charlotte pareceu ignorar e continuou:

— O que ela está comendo? Não parece ser aquelas comidas feitas em casa, parece ser algo...sei lá.

Graças a Deus o semáforo abriu e eu pude locomover o veículo. Passamos ainda mais perto da calçada em que a suposta moradora de rua estava sentada. Eu não encarei muito para saber o que ela estava comendo, estava curiosa admito, mas Jack fez o trabalho todo por mim.

— Ela está comendo algo fresco, está com sangue.

Charlotte pigarreou e tocou no ombro de Ezra, dizendo num tom debochado:

— Qual é a moradora de rua que come coisas frescas e com sangue?

Ezra ignorou. Eu confesso que achei a cena anterior bizarra, me lembrou muito as últimas notícias.

Após alguns minutos finalmente chegamos a casa de Hanna. Estacionei o carro e nós descemos. Chamei por ela e logo fomos atendidos. 

Ah, dito e feito. Todos realmente já estavam lá. Nos cumprimentamos rapidamente e a reunião teve início com Hanna:

— Bem, eu quero que saibam que a Anna - apontou para a filha de Alison e Emily - perdiu permissão a mim e ao Caleb para chamá-los aqui. Aconteceu uma coisa que ela e Rebecca presenciaram hoje, e ela mesma vai contar.

Emily fez a pergunta que suponho que também era a pergunta de todo mundo:

— O que foi?

— Mãe, não se preocupe, eu e Rebecca estamos bem. - a menor aliviou a mãe. - Bom, não sei se vocês viram, mas hoje de manhã cedo a Lily mandou uma mensagem alertando sobre uma suposta doença que deixavam os infectados em estado de... zumbificação. Creio que muitos de vocês também tenham visto nos noticiários coisas sobre o tema e...

— Você levou aquilo a sério? - Alison a olhou, indiferente 

— Eu ia falar disso agora, mãe.. 

— Ah, não acredito que levou a sério. 

— Alison, por favor, deixe ela terminar de falar. - cortou Emily.

Alison cruzou os braços e murmurou um "continue" para a filha. Voltamos a olhar para ela, ansiosos.

— Continuando... Três professores meus faltaram hoje e a Becca saiu cedo, então a Meredith pediu para mim buscar a irmã e fui o que fiz. Quando nós íamos vir embora eu parei para comprar um lanche para nós duas numa lanchonete dali mesmo. Adentramos ela... - a adolescente mudou seu tom de voz, agora parecia mais trêmula. - e eu presenciei a pior cena da minha vida. Havia sangue pelo lugar e no banheiro tinha uma mensagem na porta escrito "NÃO ENTRE".

Eu gelei. Mesmo que a mensagem não tivesse nada a ver, eu lembrei dos tempos de -A e isso me deu um certo frio na espinha. Suspirei e voltei a prestar atenção na menina.

— A porta recebia pancadas e mais pancadas a cada vez que nós falávamos alguma coisa. Ouvíamos passos e grunhidos atrás dela. Procurei algo para enfrentar o que supostamente tinha ali dentro e achei isto detrás do balcão. - Anna apanhou de dentro de uma bolsa uma crossbow com aproximadamente umas oito flechas. - Em seguida entreguei uma das flechas para a Becca e disse que se acontecesse algo comigo era pra ela enfiar isso na cabeça do ser e sair correndo. Abri a porta. Um homem saiu de lá com roupas rasgadas, um cheiro insuportável e grunhindo e se rastejando até nós, ele batia com os indivíduos das notícias que eu comentei. Eu acabei caindo e a Rebecca gritou, atraindo aquilo pra ela. Consegui atirar a flecha na nuca dele e o matei. Antes de vir para cá, revistei ele e achei uma faca e uma pistola. 

— E isso pode virar uma ameaça muito maior. - Caleb completou. - Hoje foi só um, mas daqui pra frente vão ser vários.

Todos os presentes pareciam um tanto confusos sobre essa história. Então, o que eu vi na estrada era um desses bichos? Mike tomou a frente e perguntou à garota: 

— Tem certeza que viu isso mesmo? Não estou duvidando de você, só pra deixar claro.

— Eu vi sim, posso levar você lá se quiser, o corpo ainda pode estar naquele lugar.

— Ela está falando a verdade. - Rebecca apareceu agarrada a Hanna. - Nós vimos aquilo, e se não fosse por ela talvez eu não ia estar aqui.

— Eu preciso ir ver isso, Anna, pode me levar à esse atalho?

— Eu também quero ir ver. - Emily disse.

— O que? Nada disso, nenhuma das duas vai. - protestou Alison.

— Posso sim tio Mike, só peça para alguém ficar de olho na tia Mona, não queremos que ela passe mal, não é? E mãe não se preocupe, eu vou tomar cuidado.

Alison abraçou as duas.

— Eu cuido da Mona, Mike. - levantei as mãos.

— Também ficarei de olho em você, Mona. - Hanna disse rindo.

— E eu também. - Alison se juntou a nós. 

Mona entrou na brincadeira:

— Estou me sentindo uma criança novamente. Olha filho, as amigas da sua mãe são atenciosas! - terminou passando a mão na barriga já com volume.

Nós três rimos.

— Depois desse ocorrido da lanchonete acho que deveríamos redobrar a atenção. - Anna ofereceu a besta à sua mãe e a pistola à Mike. 

Emily franziu o cenho.

— E deixar você desarmada? De jeito nenhum.

— Emily está certa. - Mike complementou, rejeitando a pistola. 

— Tá legal, então vamos. 

Nós desejamos sorte aos três e fechamos a porta.


Mike Montgomery P.O.V


— Estamos chegando. - anunciou Anna depois de uns quinze minutos.

 — Como conheceu esse atalho? - Perguntou Emily à sua filha.

— Grace me mostrou. Ela não usa muito esse atalho como eu. Achei que soubesse, mãe.

— Não sabia até acontecer isso.

Avistei uma pequena lanchonete com uma aglomeração de pessoas em frente à mesma. Aquela rua não tinha uma iluminação boa a noite, então eu não via as pessoas claramente. E oh céus, como aquela rua fedia. 

— Hey Anna, é ali? - apontei.

A expressão dela mudou. Agora era de terror misturada com medo. 

— São muitos...

— Muitos o que, Anna? Essas pessoas?

— Voltem, voltem. Isso não são pessoas. - Concluiu a menina sacando sua crossbow. - Isso costumavam ser pessoas, não são mais. São mortos que caminham.

Puta que pariu, que ótimo encontro. Viemos ver um, apenas um e surge uma horda. Eram mais ou menos umas sessenta cabeças.

Emily olhou fixamente para aqueles zumbis e disse:

— Estão se aproximando, temos que correr.

De repente ouvimos grunhidos fortes bem nas nossas costas. Nos viramos e demos de cara com cinco daqueles doentes. Agora estávamos ficando cercados.

Anna conseguiu matar dois deles, enquanto os outros três partiam para cima de nós e a pequena horda se aproximava.

— CORRAM! - eu gritei.

Obedecemos e corremos para o mais longe possível, mas nós cansavamos, aqueles bichos não. Conseguimos apenas uns dezoito metros de distância deles.

— Vou distrair eles. - Anna sacou a pistola e nos entregou a sua arma branca. - Eu sei que é errado, mas eu preciso que façam uma ligação direta em um desses carros estacionados enquanto eu dou os tiros, podem quebrar o vidro com o que entreguei. Eu já alcanço vocês. Podem fazer isso, né?

— Não, você não vai ficar lá sozinha. - Emily estava preocupada demais.

— Mãe, vai logo, eles estão vindo.

— Emily, não temos tempo, vamos! 

Muito relutante Emily me acompanhou. Achamos um carro cinza qualquer e ela me entregou a crossbow de sua filha. Quebrei o vidro batendo a ferramenta umas três vezes ali e puxei o pino para cima, destravando a porta. O carro começou a apitar e os andarilhos vinham para cima. 

— EI, VENHAM CÁ! - Anna berrava e atirava na cabeça dos errantes, atraindo mais e mais deles, agora eles iam nas duas direções.

— Mike, abra o capô. - Emily pediu

Obedeci e abri o capô do carro, logo começando a fazer a ligação direta enquanto Emily desligava o som que o carro produzia. A minha sorte é que ela sabia mexer com essas coisas de alarme. 

— AS BALAS ACABARAM! 

A munição da garota havia acabado. Agora ela tinha de matar aqueles seres com coisas improvisadas, como pedras que estavam espalhadas pela rua.

Eu tinha que ser mais rápido. Quando finalmente terminei de fazer a ligação, pedi para que Emily e Anna entrassem no carro e assim elas fizeram. Comecei a dirigir o mais rápido possível.

— Estão todas bem? - Perguntei.

— Estamos. - As duas responderam em coro.

— E eles estão vindo atrás. - Dizia Emily olhando pelo retrovisor.

Olhei o relogio. Já eram nove e quarenta e cinco da noite.

— Vamos voltar para a Hanna e dizer a todos que devemos ir embora. Isso só vai piorar. 

— Talvez com o barulho que fiz atraia mais deles. - disse Anna. - Você está certo tio Mike, não podemos mais ficar aqui. Mas precisamos de armas e suprimentos, o máximo que conseguirmos. 

— Os dois estão corretos. - Emily concordou. - Isso vai se alastrar, precisamos de armas, suprimentos e um lugar seguro.

Eu queria voltar pra casa e esquecer que isso aconteceu. Queria abraçar Mona, poder permitir que o meu filho tivesse a sua melhor infância, mas acho que não iria ser possível.

O mundo estava acabando?



Notas Finais


Hey, espero que tenham gostado de mais um capítulo, fiz com carinho^^
Amanhã devo postar mais um ou dois!


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