História A New Threat - Capítulo 3


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Categorias Pretty Little Liars, The Walking Dead
Personagens Aaron, Abraham Ford, Alison DiLaurentis, Aria Montgomery, Caleb Rivers, Carl Grimes, Carol Peletier, Daryl Dixon, Emily Fields, Enid, Eugene Porter, Ezra Fitzgerald, Gabriel Stokes, Glenn Rhee, Hanna Marin, Hershel Greene, Maggie Greene, Michonne, Mike Montgomery, Mona Vardewaal, Negan, O Governador, Paul "Jesus" Monroe, Personagens Originais, Rick Grimes, Rosita Espinosa, Sasha, Spencer Hastings, Tara Chambler, Toby Cavanaugh
Tags Alex Drake, Emison, Ezria, Gleggie, Haleb, Moke, Pll, Pretty Little Liars, Richonne, Spoby, The Walking Dead, Twd, Walkers, Zumbis
Visualizações 60
Palavras 2.394
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yuri
Avisos: Bissexualidade, Canibalismo, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oioi manas, tudo bem?
Eu quase que não posto esse capítulo hoje, tive um imprevisto e isso me atrapalhou pra caramba.
Espero que gostem e vejo vocês nas notas finais^^

Capítulo 3 - Three: Was the world coming to an end?: Part 2.


Mona Vanderwaal P.O.V


Já era um tanto tarde da noite e os três não tinham voltado ainda. Eu já estava ficando preocupada e inquieta. Apanhei meu celular  comecei a discar o número do meu marido.

— Vou ligar pro Mike.

— Mona, não acho uma boa ideia. - Aria comentou. - Eles podem estar em qualquer lugar e possivelmente pode ter uma daquelas criaturas por perto. 

— Mas e se tiver acontecido alguma coisa? O meu filho vai precisar do pai dele.

Ficamos quietas após a minha fala e Aria encarou o chão. Toby veio do lado de fora e quebrou o silêncio:

— Chegaram. 

 Deixei o celular de lado e fui correndo lá para fora, sendo acompanhanda por todos. Emily, Anna e Mike haviam chegado em um carro que definitivamente não foi dado de presente. Estavam com uma expressão de medo e preocupação, e Anna estava com alguns respingos de sangue pela blusa, Deus, o que tinha acontecido com aquela menina?

— Fomos "atacados". - Emily respondeu a dúvida que tinha em mente fazendo aspas quando pronunciou a última palavra.

— Foram mordidos? - Spencer perguntou.

— Não, não foi isso. Uma horda pequena estava na rua, bem em frente à aquela tal lanchonete. Eles nos viram e foi difícil de escapar, Anna teve que distrair eles com a arma enquanto eu ajudava Mike com o carro, mas estamos bem.

— Eu acho que temos que ir embora. - Foi a vez de Mike falar. - Temos que arranjar armas, comida, todo tipo de suprimento e ir embora enquanto há tempo. Logo as transmissões vão ser cortadas, o sistema vai cair e vai ter muito mais hordas nessas ruas. Minha esposa está grávida de nove meses e ela pode ter o bebê à qualquer momento, não podemos correr esse risco dela dar a luz no meio desses caos. 

Não segurei e deixei algumas lágrimas rolarem. Dei um abraço bem forte em Mike, apoiando minha cabeça em seu ombro. Jack, o filho de Ezra e Aria logo se aproximou:

— Eu concordo com o tio Mike, mas para onde vamos? 

— Ouvi no rádio que em Atlanta tem um acampamento para refugiados. - Grace respondeu. - Talvez esse refúgio ajude.

— Atlanta? - Anna balançou a cabeça. - Grace, vai ficar longe pra gente. 

— Não vamos saber se não tentarmos, pode ser a nossa única chance.

— Tem razão, Grace. - Aria concordou. - Temos que arrumar as malas, depois partimos em busca de suprimentos, e por fim vamos à Atlanta. Tudo isso vai levar uns três ou quatro dias. Não precisamos nos preocupar com a escola dos nossos filhos, com certeza as aulas serão canceladas.  O que vocês acham? 

Todos concordaram. Caleb tomou a frente e sugeriu:

— Temos que dividir as tarefas. Tipo, alguém fica responsável por buscar armas, cozinhar, levar os carros para abastecer, dentre outras coisas. Seria muito mais rápido fazer isso de dois em dois por exemplo do que ir todos juntos.

— Eu posso pegar as armas em alguma delegacia. -  Toby se candidatou. - Spence, você vem comigo? - completou se virando para a esposa e dando um selinho na mesma.

— Eu vou ficar para cozinhar algumas coisas para a viagem. - Hanna disse.

— Eu vou ajudar, mãe. - Meredith complementou.

E assim as tarefas foram divididas. Toby e Spencer iriam cuidar das armas, Ezra e Jack iriam asbatecer os carros, Anna, Alison e Troy iriam na farmácia pegar alguns remédios e talvez em um mercado, as gêmeas e Charlotte iriam cuidar das crianças e Aria, Emily, Mike e Caleb se encarregaram de ficar comigo.

Depois da conversa voltamos todos para nossas casas, amanhã seria um dia longo.


Alison DiLaurentis P.O.V


Duas noites se passaram e com elas as transmissões foram embora. Ah, mas que coisa maravilhosa, em dois dias uma infecção pode pegar metade da população e fazer o sistema desabar. No meio desses dias, aqueles que ainda não haviam presenciado cenas com aquelas aberrações, presenciaram. Todos já haviam feito suas tarefas, menos eu. Hoje a minha filha, Troy e eu vamos à uma farmácia apanhar alguns remédios, bandagens e essas coisas, e em seguida vamos seguir para um mercado. Vamos nos encontrar na casa de Hanna novamente para irmos ao nosso destino. Graças ao santo Deus, Toby e Spencer conseguiram limpar a sala de armas de uma unidade policial e conseguiram armas das mais variadas, tanto as de fogo, tanto as brancas. Estávamos devidamente armados para matar aquelas coisas caso elas atacassem. Eu apanhei um facão, um revólver Taurus RT44 e um fuzil AK47 enquanto Anna apanhou mais balas para sua pistola Glock 17, mais flechas para sua crossbow e um fuzil AR-15. Por fim, Troy apanhou uma machadinha, uma pistola Smith & Wesson e um fuzil M4.

— Caramba, estamos parecendo verdadeiros policias. - comentou ele, dando uma risadinha. 

— Eu concordo. - Emily disse se aproximando e acompanhando o rapaz na risadinha. - Agora eu tenho uma coisa para falar pra vocês. - Ela suspirou e continuou, com nervosismo. - Eu queria que buscassem equipamentos num hospital, Mona está sentindo muita dor, desde ontem segundo o Mike, provavelmente não vai aguentar esperar mais. Mike, Aria, Spencer, e Meredith estão lá dentro com ela. Caleb, Hanna, Ezra, Toby, Jack e eu resolvemos vigiar o perímetro, o número de infectados nesse quarteirão aumentou umas cinco vezes, os gritos que a Mona provavelmente vai dar vai atrair mais. Nós colocamos alguns carros em volta da casa para dificultar a passagem deles, inclusive um nos fundos, podem pegar esse se quiser.

Não podia acreditar no que estava ouvindo. Mona ia ter o seu filho e os zumbis estavam cercando o quarteirão, meus amigos e minha esposa poderiam morrer por causa deles, o que mais eu poderia pedir? 

— Nós vamos pegar tudo. E as crianças, Em? - perguntei olhando ao redor da casa.

— Estão em outro quarto, pedi à Lily, Charlotte e Grace que ficassem com elas novamente.

— Tudo bem. - passei a língua pelos lábios. - Não vamos demorar, e tomem cuidado.

Dei um abraço forte nela e a beijei, eu não gostava de pensar com pessimismo, mas e se fosse a última vez que nos víamos? O que nós três iríamos fazer era muito arriscado.

Anna abraçou a sua mãe na mesma intensidade e logo em seguida Troy fez o mesmo. Nos dirigimos para os fundos da casa e entramos no carro que Emily havia comentado. Me sentei no banco do motorista e os outros dois sentaram no banco de trás. Logo vimos alguns errantes mongando pela rua. Acelerei o carro e dirigi em direção à farmácia,  não tinha tempo para ficar parando e eliminando um por um. Assim que chegamos na rua comercial tivemos uma surpresa. 

— Caralho.

Zumbis estavam espalhados por todos os cantos, não teria como passar. Dessa vez eu teria que parar o carro.

— Mãe, para o carro ali em frente. - Anna apontou para um beco com três errantes. - Eu tive uma ideia, mas não sei se vão querer seguir ela.

Obedeci e estacionei no local indicado, ia confiar nela, mas agora os errantes vinham na direção do carro. Virei para ela e perguntei:

— E qual foi a sua ideia? 

— Me sigam e tragam as mochilas e as armas pequenas, mas eu mato aqueles três ali.

Anna saiu do carro conosco e matou os três com sua arma silenciosa.

— Troy, me empreste a sua machadinha, por favor?

— Claro. - Troy pegou sua arma branca que estava presa à seu cinto e a entregou.

Minha filha começou a estripar os mortos. Aquilo era muito nojento, eu não sei onde ela queria chegar com isso.

— Uau, esses não tem mordidas ou arranhões. - observou Anna. - É o seguinte: nós vamos ter que nos disfarçar deles, passar as suas tripas em nossas roupas. Só assim vamos disfarçar o cheiro e conseguir pegar as coisas que precisamos. Não vamos falar ou fazer qualquer coisa que chame atenção, apenas quando formos nos locomover de um lugar para outro, daí um de nós da um tiro e atrai eles pro lugar, deixando o resto do caminho livre. E aí, topam?

Troy e eu nos entreolhamos por um momento, acho que compartilhavamos do mesmo pensamento.

— Você tem certeza que isso vai dar certo? - Troy mostrou sua dúvida.

— Claro que vai, Troy. - Anna respondeu enquanto continuava a estripar os bichos. - Rápido, nós não temos tempo. E obrigada. - entregou a machadinha de volta.

Eu sabia que aquilo iria ser a coisa mais nojenta que eu iria fazer na minha vida, porém eu precisava fazer. Nos ajoelhamos e começamos a pegar os restos dos defuntos, passando em nossas roupas, honestamente aquilo me dava uma enorme vontade de vomitar. Assim que atingimos um mau cheiro horrível, nos levantamos e demos as mãos, começando a passar pelos errantes, visando chegar logo à farmácia do outro lado da rua. Evitava o contato visual com eles, olhava apenas para onde queria chegar. Alguns momentos depois entramos no local. Abrimos as mochila e apanhamos as coisas devagar, não chamando atenção dos que rastejavam por perto. Quando terminamos, Troy fez sinal para eu e Anna esperarmos do lado de fora e foi o que fizemos. Segundos depois ouvimos um disparo. Os zumbis foram para dentro do estabelecimento atraídos pelo barulho e o garoto conseguiu sair. Agora seguíamos para o mercado. Mesmas regras, porém o número de caminhantes na nossa frente ia diminuindo, então poderíamos falar baixo. Entramos no mercado e corremos para as sessões de biscoitos e enlatados.

— Peguem o máximo que conseguirem. - Sussurrei para os outros dois. - Eu vou pegar algumas latas de leite e papinha para o bebê da Mona. Nos encontramos aqui mesmo.

Os dois assentiram e eu me dirigi à sessão para bebês. Chequei a validade de algumas latas antes de por tudo na mochila. Não iria fazer mal, todas tinham mais ou menos dois anos de validade. Guardei tudo é voltei para o nosso lugar de encontro.

— Vamos para o hospital pegar os equipamentos, Mona talvez já esteja tendo o bebê.

Corremos de volta para o carro. Retomei a direção e guiei o veículo até o hospital mais próximo. Demoramos cerca de quinze minutos para chegar num prédio bem grande. Estacionei o carro e adentrei o grande hospital com os dois adolescentes. Felizmente o cheiro ainda não havia passado completamente e conseguimos driblar os mortos que estavam nos corredores. Revistamos qualquer sala daquele lugar, eu só queria achar os equipamentos. Quando finalmente havia achado um bisturi e as outras ferramentas dentro de um saco plástico em uma gaveta não contive o sorriso.

— Bingo!

A porta começara a receber pancadas. Porra, tinha falado alto demais. Troy sacou sua pistola e mirou contra a porta.

— Vamos atirar, as armas brancas não vão dar contar. Tia Alison, pode abrir a porta?

Eu e Anna sacamos nossas armas.

— Posso. - com a mão livre, enfiei o saco plástico na mochila que já pesava muito e abri a porta.

Os errantes vinham e nós atiravámos. Eram umas vinte cabeças, porém conseguimos uns dezoito por conta da munição. Apenas restavam dois. Tomei a frente e meti o facão na cabeça dos que sobraram. Logo em seguida começamos a correr de volta ao carro seguidos por mais mordedores. Nossa, eles realmente estavam em grande número naquele hospital.

— Pra dentro do carro, rápido! - gritei.

Entramos no carro e eu dei partida no mesmo. Acelerei o mais rápido que pude, só queria na casa da Hanna logo. Depois de uns dez minutos estacionei no portão da frente mesmo, não queria saber dos errantes que poderiam estar nos aguardando pela frente. Emily que estava ali com os outros veio ao nosso encontro:

— O que aconteceu com vocês? Por que estão com sangue nas roupas?

— É uma longa história. - Tratei de responder rápido. - Onde está Mona? Ela já teve o bebê?

— Não, ainda está lá em cima.

— Troy e Anna, expliquem para Emily o que aconteceu, eu vou lá pra cima.



Mike Montgomery P.O.V


— Vamos Mona, faça força! - eu segurava a mão da minha mulher enquanto ela se espremia e berrava para dar a luz ao nosso filho, não tínhamos equipamento, então ela teria que ter um parto naturalmente.

— Mona, aguente firme, ele está saindo! - Spencer estava em frente à Mona, esperando o bebê sair.

A cada grito de Mona era um apertão na minha mão. Me dava muita dor no coração ver ela naquele estado, mas não havia nada que eu podia fazer.

— Troy, Anna e Alison echegaram ainda? - Meredith adentrou o quarto com um pano em mãos e entregou para Mona. - Vai abafar os gritos.

Mona pôs o pano na boca e começou a morder o mesmo, dando uma certa abafada aos seus berros.

— Ainda não, Meredith. - respondi a loira.

— MONA! MIKE! - ouvi a voz de Alison vindo do corredor. - Eu trouxe alguns equipamentos de um hospital, espero que ajude no parto. - ela tirou a mochila dos ombros e abriu, apanhando um saco plástico com algumas ferramentas dentro entregando para Spencer.

— Alison, eu não sei fazer isso. - a morena falou, nervosa.

— Spencer, você vai ter que tentar, não precisa fazer tudo que um médico profissional faria, basta cortar o cordão umbilical e essas coisas.

Spencer suspirou e respondeu:

— Eu vou tentar. Por você, Mona.

Deus do céu, Alison estava com a sua roupa inteira com sangue e bem suja. Meredith perguntou o que todos queríamos saber:

— Tia Alison, o que houve com você?

— Nós improvisamos e tivemos que nos disfarçar... - Alison foi interrompida por um grito abafado da minha esposa. - tivemos que nos disfarçar de zumbi.

— O que?

— A rua estava infestada, era isso ou viravámos isca.

Pensava em como iríamos nos locomover para um lugar seguro com as ruas infestadas, em como iria ser com um bebê entre nós, em como iria ser daqui pra frente. Droga, eu não tinha muitas esperanças, porém não queria desistir. Abaixei a cabeça e deixei uma lágrima rolar, quando me peguei fazendo a mesma pergunta de ontem: o mundo estava acabando?

Fui despertado dos meus pensamentos quando ouvi um choro, mas não era um choro comum. Era um choro de um recém-nascido. Olhei para cima e Spencer estava segurando o meu filho envolvido numa toalha branca. O meu filho havia nascido. Todos ao eu redor sorriam e murmuravam um "Parabéns, Mike" ou "Parabéns Mona". Spencer entregou a pequena criança em meus braços e eu o olhei fixamente. Era realmente muito parecido com a Mona.

— Parabéns Mike, o seu filho nasceu. 












Notas Finais


Ai, espero que realmente tenham gostado desse capítulo, este foi outro que tive que tirar laaaaa do fundo do eu cérebro :'v
Comentem o que acharam!


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