História A new way - Capítulo 6


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Categorias Bruno Mars
Personagens Bruno Mars, Personagens Originais
Tags Amor, Banda, Bruno, Brunomars, Famosos, Hernandez, Hooligan, Mars, Novela, Peter, Peterhernandez, Romance
Exibições 14
Palavras 764
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Festa, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Linguagem Imprópria, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Mais cedo hoje kk

Capítulo 6 - Você não sabe amar


Quando os meninos entraram, foi uma verdadeira confusão. Isso porque enquanto todos foram socorrer Bruno, Ryan foi o único que, a principio, deixou a raiva tomar conta. Em fração de segundos, ele entendeu o porquê. Ele correu até Carl e começou a soca-lo no rosto a ponto de todos os outros intervirem, incluindo Jessica. Carol, entretanto, estava paralisada sentada no sofá. Ela olhava pro nada, apenas chorava, completamente alheia ao completo caos instalado em sua casa. 

Enquanto a turma do "deixa-disso" tentava acalmar os ânimos, Bruno correu até Carol. Ao encostar nela, foi como se um choque elétrico tivesse tomado conta do seu corpo, apenas aí ela despertou. Ela olhou pro Bruno:

- Seu rosto... - disse chorando - Você precisa ir pro hospital... - Ela disse enquanto encostava a mão no rosto de Bruno. Apesar do choro, sua voz era baixa e parecia estranhamente calma.

Ele sentou ao lado dela e segurou seu rosto - Tá tudo bem, pitbullzinha. Eu chamo um médico. Olha para os meus olhos, se concentra neles e respira. 

No momento em que Bruno e Carol estavam alheios a confusão instalada, Jessica chorava como uma louca e bradava que "era tudo culpa dela". Carl levantou-se e limitou-se a dizer, olhando para Carol: "Amanhã eu busco minhas coisas".

Carol olhou Carl sair de casa, sujo de sangue e ainda cambaleando. Como seu relacionamento de 4 anos tinha chego aquele ponto? Como ela, tão nova, talentosa, independente, tinha se deixado levar por um maluco como o ele. Em sua mente, o quebra cabeças se completou. 

Milhões de coisas em sua mente e Jessica gritando. Bruno deu um basta. 

- Você já causou confusão demais hoje, para de gritar e vai embora! Depois a gente conversa!

- Você apronta isso comigo e ainda me manda embora, Peter? - ela soava como desesperada - Quem é você? Por que você faz isso com as pessoas? Você as usa, sabia disso? Suga tudo o que elas podem te oferecer e depois larga quando se sente completo! Ela é a próxima, Peter! Assim como eu fui. Assim como a Channel foi... - sua voz agora era irônica. - Você nunca vai ser completo, Peter Gene, nunca. Porque você não sabe amar!

As palavras de Jessica cortaram o coração de Bruno como uma navalha. No fundo, ele sabia que não era uma mentira completa. Estava com Jessica por puro comodismo e deixou Chanel no momento em que conseguiu o sucesso porque se iludiu com a fama. Aquelas palavras ecoariam na cabeça dele por muito tempo.

Quando Jessica saiu, Ryan se sentiu mais a vontade de falar com Carol, afinal, eles nem se conheciam e ele já tinha socado o namorado dela na casa dela:

- Você é a Carol, né? - disse aproximando-s de forma tímida - Carol, desculpa, tá? Foi reflexo, quando eu vi eu já tav...

- Ryan. Né? - Carol abriu um leve sorriso e estendeu a mal. - Reconheci pelos olhinhos puxados. Tudo bem, Ryan. 

Naquele momento Ryan se pegou olhando para Carol. Ela tinha uma beleza comum mas era charmosa. O apelido que Bruno dissera que tinha dado a ela fez todo o sentido. Ela era mesmo uma pitbull! Forte e corajosa.

Todos ajudaram Bruno a subir para o quarto de hospédes enquanto Ryan e Phil tentavam ligar para Dr. Wild, médico de confiança de Bruno. Eles sabiam que Wild não deixaria a história vazar. O médico afirmou que não era nada grave, passou remédios para dor, e só. Confusão passada, Wild aconselhou Bruno:

- Essa menina, Carol? Tem alguém pra passar a noite aqui com ela? - perguntou.

- Acho que não. O pai não mora em LA e a mãe tá no Brasil. Por que?

- Honestamente, Bruno, você tá machucado, tudo bem. Mas essa menina, pelo o que vocês me contaram, também foi agredida. E devia denunciar aquele rapaz. Eu não aconselho ela ficar nessa casa sozinha. 

As palavras do médico pegaram Bruno de jeito.

Ela limpa o nariz de Bruno pela enésima vez, mesmo ele insistindo que não precisa mais, e aí ele toma coragem de perguntar:

"Pitbullzinha, deixa eu dormir aqui hoje?"

Os olhos de Carol marejaram:

- Obrigada, Bruno. Dorme aqui sim, eu não tenho ninguém pra ficar comigo. 

- Você faz jus ao seu apelido, sabia? 

- Obrigada! Mas você quem me ajudou aqui, hein, hein? Você!

Eles se abraçam e sentem que aquele momento era especial. Pediram comida chinesa e lá pelas 3:30h foram finalmente dormir. Até que duas horas depois, uma voz ecoa no quarto de hóspedes.

- Bruno? Posso dormir aqui?

 

 

 

 

 

 

 


Notas Finais


Teve um clima entre Ryan e Carol? teveeeee
E aí? Gostaram?
Comentem, por favor!
Beijos


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