História A noite de Adam e Tommy - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Adam Lambert
Exibições 6
Palavras 1.002
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Shoujo (Romântico)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - Capítulo único


 Adam e Tommy deixaram de tocar juntos antes do Adam começar a compor seu 3º álbum e desde então muita coisa mudou. Tommy
começou a tocar com outros artistas menos conhecidos do público geral e o Adam começou a aparecer mais na mídia com o sucesso
estrondoso de seu novo álbum. Eles raramente se viam, pois Adam viajava mundo afora divulgando seu novo trabalho.
 Um dia, num dos tantos eventos que Adam era convidado, ele acabou esbarrando com Tommy:
 - Oh, Tommy! Você por aqui?
 - Oi, sim.
 - Nossa! Há quanto tempo não nos encontrávamos.
 - Pois é. Agora estou tocando por aí enquanto você viaja o mundo com seu novo álbum. Parabéns pelo sucesso.
 - Obrigado. Boa sorte para você também. Realmente tenho viajado muito mas estou feliz, pois agora estou tendo o reconhecimento que 
precisava. Muito mais pessoas estão aprovando o meu trabalho e o meu estilo muito mais do que antes. E você? Me fale de você.
 - Eu estou tocando em shows menores num clima mais intimista. Estou conhecendo pessoas diferentes e novas também. Eu sempre
gostei desse ambiente mais discreto, você bem sabe disso que eu preferia ficar de boa no meu canto tocando enquanto você 
aparecia mais. 
 - Precisamos marcar uma hora para batermos um papo mais descontraído mas ando sem tempo. Me liga uma hora ou me manda uma  
mensagem no meu celular que assim que der eu retorno. Ok? Tchau. Boa sorte, Tommy.
 - Ok! Obrigado. Tchau. 
 Cada um foi para um lado mas Adam ainda sentia algo por Tommy e um dia resolveu ligá - lo.
 - Tommy, aqui é o Adam. 
 - Oi Adam. Onde você está?
 - Eu estou em casa. Tirei uns dias de folga na minha agenda. Será que você não poderia passar aqui depois?
 - Tudo bem. Eu vou. Até mais tarde.
 - Até. Estou esperando. 
 Adam se arrumou e se perfumou á espera de Tommy. Estava nervoso com o que ia dizer. Tommy tocou a campainha e Adam atendeu.
 - Boa noite, Tommy.
 - Boa noite. Hum... Vai a algum lugar? Está todo arrumado.
 - Não. Só queria ficar bem esta noite.
 - Hum. Então, o que você quer conversar comigo?
 - Você está sabendo que eu terminei de vez com o Sauli?
 - Sim. Ouvi qualquer coisa sobre isso.
 - Então, desde aí eu só tenho focado na música e no meu novo álbum mas eu sinto falta de algo.
 - Que pena que terminaram. Eu botava fé que dessa vez seria para valer.
 - Não estava mais dando e resolvemos terminar tudo de uma vez.
 - E agora. O que vai fazer então?
 - Eu ainda não sei. Só sei que não parei para pensar nisso desde que lancei meu álbum. Não tive tempo. Estou mal e precisando de
um apoio moral. Foi por isso que o chamei aqui em casa.
 Adam deitou no colo de Tommy e ficou a lamentar o ocorrido enquanto Tommy tentava acalmá - lo como podia, depois parou de chorar
e abraçou Tommy.
 - Muito obrigado por você ter vindo aqui esta noite. Eu estava mesmo precisando desabafar com alguém. Só você me entende.
 - Que isso. Amigos são para essas coisas.
 - Vou te revelar uma coisa: eu sinto muito a sua falta nos palcos tocando ao meu lado. Você sempre foi e será mais do que um amigo
para mim... você é um parceiro para as horas difíceis. Por isso eu queria te pedir uma coisa: não me deixe sozinho esta noite, por favor!
 - Não cara. Estou aqui para o que precisar. Pode contar comigo.
 - Sabe o que é? Eu realmente sinto falta dos nossos contatos físicos que tinhamos no palco. Tentei voltar com o Sauli depois de tudo mas 
não rolou. O que eu sempre quis mesmo era ter você por perto.
 - Mas eu achava que era tudo brincadeira.
 - Sim. Por um momento era mas eu estava gostando daquilo. Vai dizer que nunca gostou? Você também era bem safadinho algumas vezes.
 - Eu?! Estava só curtindo a brincadeira.
 Nisso, Adam parou de falar e começou a olhar de um modo diferente para Tommy e pegou a mão dele e colocou em seu peito para que 
Tommy sentisse seu coração batendo acelerado. Tommy começou a suar frio e por um momento, hesitou falar qualquer coisa. Com a outra 
mão livre, Adam deslizou pelos cabelos de Tommy na intenção de puxá - lo para mais perto de si.
 - Melhor parar por aqui. Disse Tommy
 - Mas por quê? Não está gostando?
 - Não é isso.
 - Então relaxa, cara e aproveita o momento.
 - É que eu nunca fiz uma coisa dessas. Tenho medo.
 - Relaxa que eu te ensino direitinho, passo á passo. Pelo menos você já conhece o meu beijo, agora é mais fácil.
 Tommy continuava suar frio. Tremia todo por dentro a cada botão de sua camisa que Adam desabotoava. Seria a 1ª vez que teria uma 
experiência desse tipo. Depois Adam o despiu por completo e Tommy ficou morto de vergonha de ficar nú para o Adam. Adam também tirou
sua roupa e vendo que Tommy estava nervoso, pegou a mão dele e passou pelo seu corpo.
 - Relaxa. Sinta meu corpo quente e ardente. Depois dessa noite, você nunca mais vai querer provar outra coisa.
 Mesmo com medo acabou se rendendo á Adam e teve uma experiência surreal. 
 - Nossa! Eu me surpreendí. Não sabia que fosse tão bom.
 - Viu? Para que tanto medo? Era só se entregar que ia dar tudo certo.
 - Mas é que eu nunca imaginei que um dia isso fosse acontecer comigo, quer dizer, conosco.
 - Então, até gostou de provar do meu sabor.
 No outro dia, Tommy se arrumou e foi com Adam até o aeroporto, pois ele tinha que voltar ao trabalho e ia para um outro país bem distante
mas Adam ia feliz por ter conseguido o que tanto queria: ficar pelo menos uma noite nos braços de Tommy.



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