História A noite perfeita (Chariel) - Capítulo 11


Escrita por: ~

Postado
Categorias Undertale
Personagens Asriel Dreemurr, Chara, Napstablook, Sans, Toriel
Tags Chara X Asriel, Chariel, Romance
Visualizações 35
Palavras 3.171
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ecchi, Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Era para ser a mudança, mas eu sou babaca então ainda vai ter algo - sobre a casa - para fazer.
Desculpa a demora.
Eu tinha começado a escrever ontem mas a Spirit apagou.
Sem comentários sobre esse app.
Leiam as notas finais
Bjs
Boa leitura.

Capítulo 11 - Arrumação


Acordei meio sonolenta, estava chovendo - pelo menos eu ouvia chuva - mas não fazia frio. Ele estava de costas para mim - haviamos dormido de conchina na última noite - e me esquentando, não sei se era coisa da minha cabeça, mas naquele dia ele parecia mais quente do que o normal.

Fiquei ouvindo a chuva, ele digitando no celular, sua respiração e batimentos cardíacos. Depois de alguns minutos eu subo meu rosto para a nuca dele e dou um selinho lá.

- acordou? - sussurrou baixinho.

- uhum - gemi concordando.

- mais tarde temos que ir na casa nova - explicou voltando sua atenção para o celular.

- fazer oque lá?

- temos que decidir onde os móveis que mandamos fazer vão ficar.

- certo - suspirei fechando meus olhos novamente e tentando descansar o máximo o possível - que horas?

- daqui a pouco, já são 7:19.

- ah - gemi reclamando manhosa - já?

- está com sono né?

- claro!

- faz sentido você estar com sono. Ontem andamos o dia inteiro e fomos dormir tarde.

- tarde oque?

- fomos dormir as 1:08 no mínimo.

- atá, faz sentido.

- faz sim - se virou para mim - eu esqueci... - deu um selinho na minha cabeça - ...bom dia.

- bom dia - me entreguei e me abracei nele.

No momento eu estava com a cabeça no peito dele com meus olhos fechados e ele encarando o celular novamente. Parecia estar armando alguma coisa com alguém - como se estivesse tentando fazer uma surpresa - mas não tinha nada para se comemorar - aniversários, eventos nada.

- chuvinha gostosa né? - puxei assunto.

- o clima fica muito bom assim - concordou me abraçando mais forte - é bom sabe para quê?

- uma cama quentinha, uma coberta, uma conchinha, uma companhia boa e um programa legal na TV.

- só faltou alguma besteira para comer - rimos de seu comentário.

- acho bom você perder essa mania de doces. Te faz mal. E você sabe.

- eu sei - admitiu - agora você fez jus a fantasia.

- como assim?

- um anjinho da guarda. 

- eu sempre fui - brinquei.

- sempre - concordou docemente.

Ficamos mais um tempinho quietos sem fazer nada - ele parecia ter terminado de dar os avisos que tinha que dar e desligou o celular.

- vamos? 

- só mais alguns minutos? - pedi manhosa.

- não, acorda vai - respondeu me sacudindo um pouco de levinho.

- oque eu posso fazer para ganhar mais cinco minutos? - perguntei encarando ele nos olhos.

- obedece hoje... - deu um beijo na minha testa e continuou - ...que amanha você ganha cinco minutos.

- que tal dez? - pedi manhosa.

- podemos negociar, mas somente se você levantar agora.

- feito - dei um beijo nele e me levantei.

Troquei minha fantasia por uma jeans normal com uma camiseta branca e uma blusa vinho do Asriel.

- sabe onde está meu sapato?

- qual?

- o All Star preto.

- você deixa ele jogado por aí. Nunca sei onde ele vai parar! - respondeu terminando de por seu tênis.

- é claro que sabe! É você que guarda ele! - reclamei e ele riu.

- tá certo - se levantou com uma postura sínica - oque eu ganho em troca?

- ah... - parei para pensar com uma mão no queixo - se me devolver ele, eu começo a usar a fantasia de anjo como pijama - respondi com um ar garantido na voz.

- por que tanta certeza de que eu aceitaria?

- primeiro, eu nunca disse que tinha certeza - empurrei ele na cama e me sentei no colo dele - segundo, eu te conheço - dei um beijo bem tímido na testa dele.

- já viu mágica? 

- com mais de 10 anos no subsolo, acho que não - ironizei me afastando dele e o encarando nos olhos.

- aqui - mostrou a parte da frente e de trás da mão e depois colocou a mesma na minha nuca e tirou com um par do sapato - viu? Sua vez.

- como assim? É para eu puxar um tênis da sua orelha?

- exato! Vem - ele pegou minha mão com calma e colocou na sua nuca.

 Eu encostei em algo frio e comecei a puxar enquanto Asriel fazia uma careta de dor forcada. Quando terminei o outro pé do sapato estava na minha mão.

- me ensina! - pedi animada.

- sabe fazer isso? - perguntou materializando um tipo de orb verde brilhante.

- não! - declarei o óbvio.

- então não consegue fazer isso - colocou a mão na minha nuca de novo e dessa vez puxou um tubo de balas tipo mentos com seu celular - oque mais tem aí dentro? - colocou a mão lá novamente.

- eu não sou uma bolsa mágica! - reclamei tirando a mão dele de lá.

- então eu sou - colocou a mão na sua nuca e puxou uma barra de chocolate - anda logo - bateu a barra na minha testa de leve, me tirou do seu colo e me deixou na cama com a barra do meu lado - é seu - desceu as escadas e gritou da escada - eu cuido do café!

Eu acho engraçado quando ele usa mágica desse jeito - para fazer humor - acredito que ele também consiga usar para autodefesa. Nunca vi ele usar dessa maneira, mas acho que ele consegue sim.

Terminei de colocar o sapato e começo a descer as escadas saboreando o chocolate que ele havia tirado de só deus sabe onde e encontrei com ele na cozinha.

- tem oque aí? - perguntei comendo o chocolate.

- ovos e... - se virou para mim - ...você tá comendo isso!?

- por que não comeria?

- você nem sabe de onde saiu e come?

- você... - comecei olhando discretamente para o código de barra e vendo que a validade não havia passado ainda - ...não me daria algo estragado para comer.

- que bom que confia em mim - agradeceu voltando sua atenção para o café que estava fazendo.

- é ótimo poder confiar em alguém - suspirei chegando por trás dele e o abraçando.

- cuidado! Estou mexendo com fogo - avisou - termina seu chocolate lá na mesa - apontou para o local que disse.

- nossa é assim? - fingi ficar brava.

Ele se virou para mim e me deu um beijo bem calmo. Depois perguntou:

- feliz? Agora vai sentar - mandou novamente.

Dessa vez eu obedeci sem hesitar. Ficamos falando de coisas aleatórias até que Toriel entra pela cozinha.

- bom dia mãe - saudei.

- bom dia Chara - respondeu sonolenta.

- não ia dormir fora ontem? - perguntou Asriel começando a servir os pratos.

- eu ia, mas o Papyrus passou mal. Sans teve que levar ele no hospital então eu voltei para cá por volta das 2:30 ou 3:00 da manhã.

- oque ele tinha?

- um novo tempero para espaguete que deu uma intoxicação alimentar nele - respondeu soltando sua cabeça na mesa. Oque me fez rir.

- hoje nós vamos na casa nova ver a posição dos móveis, quer ir junto?

- não, obrigado. A casa é de vocês, é melhor vocês irem com calma, e vocês decidirem onde vai ficar cada coisinha.

Eu tinha sempre que agradecer que a Toriel sempre foi: amorosa, amiga, gentil e acima de tudo...

Empática.

Terminamos de comer, pegamos nossas coisas, nos despedimos e fomos em direção da nova casa.

Ela era perto da casa do Sans, mais ou menos umas duas quadras para direita na rua de baixo. Preferimos ficar perto de todos para caso aconteça algum acidente ficar fácil de arrumar o estrago.

Chemos lá e encontramos o homem que parecia estar esperando a gente.

- senhor Dreemurr?

- pode chamar só de Asriel, por favor.

- certo, sou Scott - estendeu a mão para Asriel - e você? - perguntou se virando para mim.

- Chara Dreemurr.

- ok - ele pareceu ter um pouco de receio de mim por "algum motivo" - Senhor e senhora Dreemurr?

- exato.

- os móveis já chegaram, e hoje vocês vão decidir aonde eles vão ficar.

- certo, vamos entrar?

- ok, por favor, sigam-me.

Entramos na casa e o primeiro comodo era a sala de estar: uma TV na parede, Dois sofás nas quinas da sala e uma mesinha pequena no meio - tipo para jogar cartas ou alguma coisa.

Chegamos na sala que o Asriel amou decidir os móveis - já que era ele que ia usar na maioria das vezes.

A cozinha: Um fogão no canto - o gás seria interno, então não precisava escolher a posição dele, uma mesa média - são apenas duas pessoas na casa, não precisava de uma mesa grande - uma mesa para cortar do lado do fogão, um armário branco atrás e uma pia media de duas bocas.

A lavanderia não tinha muito oque decidir mesmo. Maquina no canto, um armário com os produtos de limpeza e um varal interno.

Subimos para o segundo andar onde tinham mais quatro cômodos.

Primeiro e relativamente mais importante: 

O quarto: Uma cama no meio com dois criados mudos - um em cada lado - um armário com duas portas grandes, duas bancadas - uma para o computador e outra para aguardar acessórios - relógios, pulseiras etc - e uma TV menor na parede com espaço para os consoles dele embaixo.

Quarto de hóspedes: duas camas, dois criados mudos - um para cada cama - um armário menor e uma bancada.

Banheiro: o banheiro foi dividido em  três partes: a primeira com uma privada e uma pia. A segunda com um box e uma banheira - que eu ia adorar brincar nela - para tomar banho. E a terceira com uma pia de duas bocas, um espelho, uma bancada para colocar algumas coisas - pentes, cremes, perfumes ou até mesmo cotonetes - todas as áreas separadas entre sí por paredes e portas.

Uma sala extra que foi usada como um tipo de depósito. 

Acabou! Não era uma casa tão grande mas tinha espaço para não ficarmos apertados. No dia de faxina com os dois ajudando demoraria mais ou menos um quarto de dia - 6 horas mais ou menos.

- os móveis serão instalados até amanhã. Segunda vocês já podem vir para cá - explicou Scott.

- obrigado - agradecemos e fomos embora.

- que horas são - perguntei em dúvida já que já estava escuro.

- são 18:11.

- parece mais - comentei fitando o céu sob nossas cabeças.

- dá para dar uma volta ainda - animou pegando minha mão.

- tem um parque aqui perto.

- vem - me puxou.

Chegamos no parque, pegamos um sorvete para cada e ficamos andando. 

Tinha uma área mais escura ao oeste do parque por causa de umas árvores que cobriram a luz. Estávamos andando por ali. 

O vento gelado batendo no meu rosto renovava minha determinação e me enchia de eletricidade. Eu me sentia como uma criança louca para correr e pular. E por que negar a oportunidade?

Chegamos num túnel e eu dei a ideia:

- que tal uma corrida? - perguntei animada.

- só  se quiser perder.

- que dó de você - era meio óbvio quem ganharia "uma menina de 1,69 ou um menino de 1,78?".

- 3... - comecei.

- 2.. - continuou.

-1! - falamos juntos e começamos a correr.

Ele era maior e mais rápido que eu definitivamente, mas ele estava deixando eu ganhar. Eu estava muito na frente quando sou barrada por um homem.

- parada! - gritou com uma arma estendida para mim. Meu coração começou a bombear devagar e eu me senti fria.

- As... - sou interrompida por uma coronhada da pistola que me fez cair no chão.

- nem pense em chamar seu namoradinho, ouviu?

- o-oque você quer?

- na real, eu queria o celular mas pensando bem, você é bem bonitinha - ele colocou a mão no meu rosto e me fez olhar para ele. Era um humano. Branco, com olhos verdes escuros, uma.roupa suja e bagunçada e uma barba por fazer.

- Chara? - ouvi Asriel me chamando.

- parado aí bonitão - gritou o homem e apontou a arma para ele - mãos no chão! - Asriel obedeceu.

- calma amigo nó... 

- calado! Não sou seu amigo! - ele parecia alterado.

- calma... - Asriel se levantou novamente e foi caminhando com calma até o homem.

- não tente bancar o herói! Está carregada - puxou o gatilho.

- entrega a arma e você não vai preso.

- se afasta! - gritou o homem - não vou pedir novamente!

Escutei um disparo da arma e fechei os olhos por medo. Quando eu abro eles novamente vejo Asriel com um tipo de barreira brilhante na nossa frente.

- Chara, corre - pediu calmamente encarando o homem.

- sem você eu não vou! - corri até ele e o abracei chorando um pouco pelo medo.

- eu pedi por teimosia mesmo - começou a fechar a barreira em volta do homem - pode ficar calma - se virou para mim e me abraçou - está tudo sob controle.

Eu me acalmei e comecei a secar o rosto na manga da minha blusa.

- chama um guarda pra mim - pediu me encarando.

- já eu venho! 

Sai correndo do túnel e procurei o guarda mais perto. Encontrei um.

Monstro, parecia um tipo de felino. Amarelo, alto com olhos topázio e uniforme.

- pode me ajudar? - pedi com calma.

- pois não?

- tem um homem armado ali no... - sou interrompida.

- Aspen vem para perto do túnel, aqui é o Woodwork... - interrompi ele.

- não não! Não precisa! A situação já foi controlada!

- cancela - falou para o rádio - como assim?

- só vem comigo!

O guarda me acompanhou até o túnel com sua pistola sacada. Entramos lá e escutamos:

- por que a demora? - perguntou Asriel.

- oque é isso? - perguntou o guarda apontando a arma para Asriel - é aquele branquinho?

- não - tentei acalmar ele - aquele é meu namorado. Você tem que pegar o que está lá dentro da bolha.

- certo - ele guardou a arma e foi andando até Asriel.

- boa noite - cumprimentou Asriel.

- era para ser boa se nao fosse o palhaço aí - apontou para o homem na bolha - sou Cater Woodwork, você é?

- Asriel Dreemurr senhor - estendeu uma mão para o guarda e manteve a outra na bolha.

- como você faz isso? - perguntou o guarda dando um peteleco na bolha.

- herdei da minha mãe.

- senhorita Toriel?

- como sabe? - perguntei.

- ele é o príncipe do subsolo, é teoricamente famoso aqui. Dreemurr?

- verdade né? - rimos.

- me tira daqui de dentro! - gritou o homem na bolha.

- como eu tiro ele daí?

- é só eu desfazer a bolha.

- certo - sacou sua pistola - então, por favor.

Asriel desfez a bolha e o guarda prendeu o homem. Antes de sair ele disse:

- Asriel.

- pois não?

- um monstro com poderes assim seria bem útil no departamento de polícia. Se tiver interesse? - estendeu um cartão que Asriel pegou.

Asriel me encarou. Eu olhei devolta com um olhar de repreensão. ele deu um riso irônico e continuou.

- é perigoso demais e a patroa não deixa.

- entendo. Até qualquer dia amigo!

- até - nós saímos.

Desistimos do passeio e fomos para casa. No caminho eu comentei:

- você pensou mesmo em entrar polícia?

- sim e não. É difícil alguém me acertar um tiro e eu sempre tive vontade de servir à segurança de outra maneira além de ser simplesmente príncipe. Mas você não pareceu confortável com ideia e eu não me senti a vontade do lado de outro guarda.

- por que não?

- são todos homens fortes de no mínimo 1,80 de altura. Eu sou um magrelo de 1,75 - seu comentário nos fez rir.

Continuamos nosso caminho para casa de mãos dadas em silêncio.

Chegamos em casa e encontramos Toriel na sala.

- como foi? 

- a casa foi 100%, conseguimos arrumar tudo e daqui a dois dias mais ou menos vem a mudança - respondeu Asriel pendurando seu casaco.

- Chara, oque é isso na sua cabeça? - perguntou Toriel.

- o que? - perguntei pendurando a blusa do Asriel que eu estava usando.

- como eu não vi isso? - passou a mão na região a qual falaram.

- ai! - reclamei de dor.

- mãe pega um gelo por favor? - pediu Asriel - onde conseguiu isto?

- uma coronhada! - sussurrei para Toriel não ouvir.

- vem aqui - eu vi um brilho na minha cabeça e de repente a dor passou.

- se você conseguia fazer isso, por que pediu para ela pegar o gelo?

- ela não gosta de me ver usando mágica atoa, então finge que ainda dói e que você precisa do gelo. 

- ela não precisa saber de nada certo?

- para quê? Preocupar ela?

- preocupar sobre oque? - perguntou Toriel entrando pela sala e nos assustando.

- é que a tonta tropeçou e machucou a cabeça - respondeu indiferente sem tirar os olhos de mim

- e se machucou assim? - estendeu o gelo para ele.

- era um chão com pedras. Sabe aquele parque perto da casa do Sans? - pegou o gelo e deixou na minha cabeça.

- ah! Nossa! Vocês precisam prestar mais atenção - ela parece que tinha engolido aquela.

- eu vou tomar um banho e daqui a pouco eu desco para comer ok? - avisei.

- certo. Quer ajuda para servir os pratos mãe?

- vamos lá.

Eu subi e fui para o banheiro onde joguei o gelo na pia e o plástico no lixo. Tirei minha roupa e entrei direto para baixo do chuveiro.

Era a refrescancia que eu precisava.

Terminei meu banho e fui para o quarto onde peguei uma camisa do Asriel, um shortinho e um chinelo. Desci para a cozinha onde encontrei com os dois.

Começamos a comer e durante a refeição Toriel comentou:

- o Sans provavelmente só chegará depois que vocês irem embora.

- por quê?

- o Papyrus não vai ter alta tão cedo.

- foi uma intoxicação tão forte assim?

- nem se sabe qual tempero ele usou ou se foi um tempero.

- veneno? - sugeri.

- pode até ser - parou para pensar - na realidade, não pode não. Ele não tem fígado nem órgãos.

- então estou sem idéias - admiti.

- não importa, em breve ele sai.

Conversa vai e vem enquanto o jantar não termina. Quando terminamos eu subi com Asriel e Toriel ficou vendo TV e mechendo no celular.

Entramos no quarto e lá eu pergunto:

- a camisa ou a fantasia?

- para pijama?

- é.

- não importa - respondeu olhando para fora pela janela - fica uma graça de qualquer jeito - se virou para mim.

- nossa! Se você continuar romântico assim eu vou acabar derretendo! - respondi indo até ele e o abraçando.

- the queen of Drama! - rimos e ficamos encarando a gigantesca floresta de Snowdin pela janela.

- esse é o Mettaton - argumentei sonolenta.

- como cabe tanto sono em alguém tão pequeno?

- e como uma pessoa tão grande consegue ser tão elétrica sem explodir?

- fica quieta - reclamou me levantando pela cintura e me empurrando na cama.

- me obrigue!

Ele se deitou por cima de mim e me deu um beijo bem calmo enquanto me abraçava. Eu passei minhas mãos no pescoço dele e minhas pernas na sua cintura.

- consegui fazer você ficar quieta. Oque eu ganho?

- silêncio. Não é óbvio ainda?

- chata.

- chara não, Chara.

- só dorme - respondeu rindo e puxando uma coberta para cima de nós.

Ficamos quietos um tempo de conchinha. Ele já parecia ter adormecido.

- a mudança chega cada vez mais perto - sussurrei para mim mesma.

Em questão de minutos eu também adormeci.


Notas Finais


Agora é a mudança eu juro!
Desculpa a demora! É que eu não estava muito afim de escrever mesmo!
Uma divulgação pequena:
Gostaria que vocês desses uma olhada na minha outra fic de FNAF blz?
Contato de aviso:
+5511962808072
Quem sabe de onde são os guardas?
BJS
BYE
Maurin_Mellow


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...