História A Noiva Sem Casamento - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Personagens Originais, Rap Monster, V
Tags A Noiva Sem Casamento, Bangtan Boys, Casamento, Jung Hoseok, Lee Sung Kyung, Park Jimin
Visualizações 295
Palavras 1.062
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Ficção, Fluffy, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


(Segurem ela! Ela não para de postar!)


Boa leitura.

Capítulo 3 - O primeiro e esquisito vinho que tomamos


Fanfic / Fanfiction A Noiva Sem Casamento - Capítulo 3 - O primeiro e esquisito vinho que tomamos

Estou sentada aguardando minha torta de nozes do lado de fora da loja. O estabelecimento do ahjussi Wook não é muito perto do meu condomínio mas com certeza valia todo o esforço porque deve ser o melhor de toda Busan. E apesar de minha primeira vez aqui fora por causa de Bo Young, que ama torta de nozes, se tornou um vício continuar vindo mesmo sem ela.

Enquanto estou distraída, não vejo que ela está parada como eu apenas olhando para o interior da loja com um papel esperando seu pedido sair. Um funcionário vem com duas sacolas e antes de ir embora, ela faz uma rápida reverência envergonhada.

Pego minha sacola e vou para casa, ansiosa por deliciar uma das comidas mais incríveis que já comi até ver que meu pedido veio com muito chantilly. Eu não pedi chantilly! Encaro o celular sabendo que essa é uma decisão imprudente mas disco o número de Bo Young e aguardo:

— Alô? — escuto a voz doce do outro lado da linha com um pouco de dificuldade, parece estar mastigando.Nem minha torta você consegue deixar em paz. Isso é sério?”

— Você ficou com o meu pedido. — sou direta para não prolongar a conversa. — Não pensou em me devolver?

— Eu não pensei que você ia querer olhar pra mim por tão pouco. — ela responde simples. — Vou te dar outra torta, Sunny.

Fico sem expressão ao ouvir esse apelido há tanto tempo não usado e respondo:

— Apenas faça o que quiser fazer, Bo Young.


Não vejo passar nem uma hora para ouvir o interfone tocar avisando que há alguém querendo me ver. Peço, gentilmente, para deixar subir e enquanto todo o meu corpo treme, espero ela chegar.

Abro a porta rapidamente assim que escuto a campainha. Bo Young tem os cabelos negros e uma aparência estonteante enquanto eu visto moletom e tenho minhas madeixas ruivas presas em um coque.

— Não tenho mais uma dívida contigo, Sunny. — ela diz enquanto me estende a mão com a sacola. — Sinto muito pela confusão.

Eu pego a sacola e vejo que a torta está ali mas sinto que ela está se desculpando por outra coisa. Dou passagem para que ela entre no apartamento e vejo ela se sentar no sofá após tirar os sapatos.

— Você não está se desculpando pela torta, Bo Young.

— Não, não estou. — ela sorri quando diz isso. — Demorou para que você pudesse me ouvir. Estou pedindo desculpas pela confusão que causei na sua vida.

Sento - me no tapete da sala, no chão e encaro a mulher a minha frente. Ela está sendo sincera, ao menos.

— Eu e o Hobi terminamos. — a morena diz num tom triste. — E eu estou disposta a fazer o que for preciso para que você me perdoe. Eu devia ter sido sua amiga, Sunny.

Ficamos em silêncio apenas nos olhando por um tempo. Eles pareciam realmente felizes.”

— Você ama ele? — pergunto quebrando o silêncio. — O Hoseok?

Ela apenas afirma balançando a cabeça sem dizer uma palavra.

— Não termine seu relacionamento por minha causa. Eu não me importo mais. — digo decidida. — O que aconteceu, já foi.

Ela me olha surpresa, sem entender e pergunta:

— O que você está dizendo, Sun Hye?

— Não posso guardar rancor de você para sempre. E não vou carregar sua infelicidade nas minhas costas. — falo simples. — Não tenho nada com isso.

— Você sempre vai ser uma pessoa melhor que eu, não é? — a mais velha diz sorrindo de orelha a orelha.

— É quase um dom. — sorrio de volta pela primeira vez em um ano. Olho ao meu redor e vejo o DVD de um musical norte - americano que vimos juntas pela primeira vez e nos apaixonamos. — Você ainda gosta de Burlesque?

Ela se senta ao meu lado e responde:

— Podemos apenas ouvir Diamonds Are a Girl’s Best Friend? Hoje é domingo e amanhã temos que acordar cedo.

Digo que sim e ficamos ali rindo juntas por algum tempo. Eu realmente tinha sentido a sua falta e era solitária sem ela, só não tinha percebido isso ainda.

— Muito obrigada por ser você, Sunny. — ela agradece depois que nossa cena favorita acaba. — Vou cozinhar para você na próxima.

Acompanho ela até a porta mas a cumprimento formalmente antes dela deixar o apartamento. Liberar perdão não era esquecer o que ela tinha feito ou reconhecer que eu estava errada, de forma alguma, mas era aceitar que tudo acontece por um propósito. Não descobri o meu ainda mas já posso vislumbrar algo incrível ao fechar a porta.

Vejo o relógio da sala anunciar as dez horas então pego as louças deixadas na sala e me preparo para deitar. “O que será que Jimin está fazendo agora?” tento chacoalhar esses pensamentos de minha cabeça mas não posso evitar que ele seja meu último pensamento antes de dormir.

Pego o celular na cabeceira da cama e digito uma mensagem direcionada a ele:

“Chim Chim, você gosta de vinho?”

Não levo mais de cinco minutos para receber a resposta.

“Eu gosto. Mas nem pense em me transformar num bêbado como você.”

Dou risada ao ler sua mensagem. Penso um pouco no que escrever e envio:

“Devo te convidar para beber água, então?”

“Água parece ótimo para mim.”

Desejo boa noite a ele e largo o celular na cama. Me levanto percebendo que não vou conseguir dormir com o coração acelerado dessa forma. Escuto o celular tocar baixinho da sacada e corro para atender, por instinto.

— Alô? — digo respirando ofegante.

— Sun Hye, você gostaria de tomar aquele vinho, agora? — escuto a voz de Jimin preencher o silêncio que deixei.

— Agora? — respondo surpresa sem conseguir dizer mais nenhuma palavra.

— Abra a porta, Sun Hye. — ele fala divertido e encerra a ligação.

Corro em direção da porta e a abro procurando o loiro do lado de fora. Ele está encostado na porta do vizinho, diferente do que costumo ver, de calça jeans e um suéter preto segurando uma garrafa de Bordeaux Blanc na mão esquerda. Jimin sorri sem mostrar os dentes e entra no meu apartamento.

Eu beberia essa noite mas com toda certeza, não ficaria bêbada. Queria me lembrar disso amanhã.

Por muito tempo, pensei que nada fosse se acertar e agora não consigo conter o sentimento de felicidade. Eu não a deixaria escapar pelos meus dedos agora que eu a tinha. 


Notas Finais


CONFISSÃO DA AUTORA: Sun Hye costuma beber bastante mas nunca coloquei uma gota de álcool na boca. Vocês já? Me contém as experiências de vocês.

Ainda estou boba com esses comentários! Quero muito pegar todos vocês e guardar aqui em casa!

Escrevi esse capítulo ouvindo Wine, da Suran. Quem nunca ouviu, corre!

Se você gostou desse capítulo, me deixe saber.

XOXO, Mari.


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