História A nossa casa. - Capítulo 18


Escrita por: ~

Postado
Categorias Gravity Falls
Tags Dipper X Mabel, Mabel X Dipper, Pinecest
Visualizações 91
Palavras 3.363
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Hentai, Romance e Novela, Shounen, Suspense
Avisos: Álcool, Incesto, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 18 - Redenção


Gideão estava na casa de Daniel, havia se passado umas duas horas desde que Pacifica e Taisla saíram e eles começaram a sentir fome, então ele se ofereceu para fazer um pequeno lanche e bem agora ele está lavando a louça pensando em Daniel que não havia saído do quarto nem para comer. 

- Ei Gideão. Chamou Mabel entrando na cozinha.

- Pode levar a comida para o Daniel deixe que agente termina de arrumar aqui. Disse Dipper entrando em seguida completando a fala de Mabel.

Ele apenas acenou a cabeça tentando não demostrar nada quando caminhou até o prato em cima do balcão onde havia o sanduiche que ele fizera. Quando bateu na porta de Daniel ele apenas ouviu um “entre” em resposta.

- Ei. Disse gideão entrando no quarto dele que era bem espaçoso uma cama de casal no canto, um armário mediano, um mesa com seus livros e uma porta na parede oposta a cama, deveria ser um banheiro.

- O que quer? Perguntou Daniel levantando-se da cama colocando o livro de física na mesa.

- Sua comida. Disse gideão meio desconfortável com a situação.

- Não estou com fome. Falou Daniel caminhando até seu armário.

- Aqui pegue. Falou Daniel dando uma coberta e um travesseiro para Gideão e voltando para a cama.

 Gideão apenas deixaria o prato em cima da mesa e sairia para arrumar seu lugar no sofá, mas não o fez. Ele apenas deixou o prato na mesa e caminhou até a porta fechando-a com um pouco de força chamando atenção de Daniel.

- O que foi agora? Perguntou meio impaciente.

- É exatamente o que eu gostaria de saber. Disse caminhando até ele.

 - O que há com você? Perguntou Gideão.

- O que você quer dizer? Perguntou Daniel meio irritado fazendo-se de desentendido.

- Pode parar com essa porque está sendo assim comigo? Perguntou em um sussurro para não chamar a atenção de Dipper e Mabel.

- E Por que você deu uma de idiota mais cedo? Perguntou Daniel ficando de frente para Gideão.

- Quando foi isso? Perguntou Gideão irritado com a conversa sem rumo.

- Por que não disse a eles que estamos juntos? Perguntou Daniel olhando-o nos olhos pegando Gideão em cheio.

- Porque eu não queria que eles soubessem ainda...

- Mas é já era obvio qual é eu tirei sua blusa e sabe como eu fiquei me sentindo um idiota por isso depois. Falou Daniel em um sussurro alto fazendo gideão recuar a medida que ele avançava.

- Olha desculpa se eu o magoei, mas eu não me sinto confortável ainda em falar, tudo isso é novo para mim e eu tenho medo deles não entenderem. Explicou Gideão.

- Por que você sempre se preocupa o que os outros irão pensar sobre você e além do mais eles são seus amigos acha mesmo que eles seriam preconceituosos ao ponto de te rejeitar? Perguntou Daniel.

- Não tem nada haver com isso seu idiota. Falou gideão partindo para ignorância.

- Então o que talvez eu não te merece afinal? Falava Daniel sem se importa de ser ouvido ou não.

- Caso tenha esquecido eu ainda tenho a reputação de ser Gideão, a criança psicopata, quer a fama de me namorar? Falou alto pegando Daniel de surpresa.

- Acho que eu ligo para o que os outros pensam de mim? Perguntou Daniel.

- Mas eu ligo para o que eles iram pensar de nos. Disse mais irritado ainda.

- Por que liga tanto para o que eles pensam? Perguntou Daniel sabendo que Gideão não falava apenas de seu grupo de amigos.

- Porque eu te amo seu retardado! Gritou mais alto que sua garganta podia.

Gideão ficou olhando para Daniel nos olhos que não demonstrava sinal de que tomaria alguma atitude, então ele apenas arrumou sua postura pegou o travesseiro que havia derrubado e caminhou em direção à porta.

- Às vezes seu medo ou preocupação parece uma desculpa para esconder uma vergonha. Falou Daniel enquanto Gideão fechava a porta do seu quarto.

Daniel olhou para o lado é notou que seu quarto estava escuro e seu corpo estava dormente. Ele estava em sua cama sentia uma leve dor de cabeça até que olhou para o relógio digital para o criado mudo marcando ser 6h40min da manhã.

- Um sonho? Perguntou para si mesmo enquanto sentava-se na cama esperando seu cérebro acorda de uma vez.

- Não, apenas uma lembrança. Falou sentindo um pesar na cabeça como se algo estivesse errado, olhando novamente para o relógio.

- Estou atrasado. Falou fazendo esforço para se levantar da cama, mesmo que o sinal da escola batesse apenas 8h15min ele tinha que acorda cedo já que morava longe.

Sabendo que estava atrasado seu corpo se recusava a mostrar algum sinal de pressa como sempre fazia nesse situação, mas algo em sua mente deixava-o em conflito com seu corpo, ele trocou de roupa arrumou seu material na mochila e caminhou até a sala.

- Hey Daniel! Chamou Mabel alto um pouco assustada.

- O que houve? Onde está Gideão? Perguntou se assustando com o ataque de Mabel.

- E o que queremos saber. Disse Dipper entrando na sala junto com Billy pela porta da frente.

- Talvez ele tenha ido para casa. Sugeriu Daniel tentando acalmar a si mesmo.

- De noite e no meio da chuva? Disse Dipper serio ele havia olhado quase todo o bairro com Billy e nada.

- Também não acho Taisla. Disse Billy com cara de poucos amigos, afinal era sua filha e um amigo que sumirá.

- Ela deve ter passado a noite na casa de pacifica. Disse Daniel acalmando um pouco Billy, um pouco.

- Eu achei isso lá fora. Disse Dipper mostrando um gravador preto, aquele era o seu gravador que usava para gravar os áudio das aulas quando estava muito cansado para ficar acordado.

- Deve ter alguma coisa. Disse Mabel vendo Dipper parar o aparelho e rebobinando a gravação.

- “agora seja um bom menino e venha com o papai. Falou uma voz ranhosa como a de um fumante.

- Diga-me Bud Gleeful como um simples vendedor de carros usados consegue um terno e uma limusine branca? Falou a voz de gideão meio abafada pela chuva forte.   

- Que tal você andar logo ou eu mato a puta que está ali dentro. Falou a voz de Bud autoritária que espirou medo nos demais da sala, mesmo sabendo que era apenas uma gravação.

- Billy, tem uma delegacia por perto por aqui? Perguntou Dipper parando a gravação olhando para os demais em abalo.

- Sim. Respondeu com o semblante sério enquanto Dipper lhe passava o gravador.

- Daniel acompanhe ele até a delegacia enquanto eu e Mabel vamos atrais da Taisla, eu tenho uma ideia de onde ela está. Falou Dipper tentando assumir o controle da situação que mostrava ser a mais caótica o possível e eles não tinham muito tempo.

                                             *********************

- Acorda. Falava uma voz sussurrando em seu ouvido, Gideão tentou ergue seu corpo mais foi jogado de novo para trás sentando-se no banco da limusine.

- Por que eu estou usando uma venda? Perguntou Gideão serio enquanto lembranças do que ocorrera voltavam a sua mente.

- Para dar um ar dramático. Respondeu seu pai a resposta vinha da frente, ou seja, era uma limusine bem grande.

- Corta essa seu...

Gideão respondia, mas se calou com um forte tapa que levara que quase o deixara inconsciente de novo, ele não sabe o que acontecia, mas pode ouvir o barulho como se alguém estivesse sendo jogado por todos os lados da limusine.

- Eu disse que ninguém poderia tocar nele, por acaso você não me escutou direito? Gritou a voz de Bud fazendo com o carro desse um pequeno solavanco.

Enquanto o motorista tentava recuperar o controle do carro gideão pode ouvir as respirações aceleradas tentando acalmar-se.

- Então não vai tirar essa maldita venda? Perguntou Gideão até que sentiu a amarra de desfazer e a venda preta flutuar em um brilho azul para frente.

 - Como você sabia onde eu estava? Perguntou Gideão dando uma olhado ao redor vendo os bancos brancos formarem um quadrado perfeito parando nas portas laterais tendo os vidros com películas pretas F5 impossível ver o que ocorria dentro.

- Ora foi fácil eu estava de olho em você desde o início do ano então eu sei de várias coisas e devo dizer que não esperava um filho gay. Disse em um tom zombeteiro.

- Onde está minha mãe? Perguntou serio sem medo até que olhou para o chão da limusine três homens usando ternos estavam inconsciente com alguns machucados.

- Difícil achar gente competente hoje em dia, quanto a sua mãe relaxe logo você irá vê-la. Respondeu aconchegando-se nos bancos.

Depois de alguns minutos gideão sentiu o carro balançar, eles estavam saindo da auto estrada, quando o carro parou totalmente gideão sentiu um frio no estomago não sabia o que podia acontecer com ele, ou pior, com sua mãe.

- Desça. Ordenou Bud colocando seu óculos escuro mesmo o dia estando nublado.

- Não vai me amarrar? Perguntou sério.

- E para onde você correria? Perguntou Bud sorrindo sarcástico quando gideão abriu a porta notou que havia mais 2 carros de onde saíram 4 homens de cada, tentando observa ao redor, mas sentiu ser jogado para fora do carro.

- Você acha que isso é um passeio? Perguntou saindo do carro.

Levantando-se do chão de terra Gideão viu que estava atrás de um celeiro velho vermelho e branco.

- Peguem-na. Disse Bud vendo o motorista ir até o porta-malas da limusine abrindo-o.

Com um pouco de dificuldade o homem jogou no chão há alguns metros de Gideão Suzy Gleeful. Ele olhou para ela, estava amarrada com cordas dos ombros até os cotovelos, um de seus olhos estava roxo e tinha alguns cortes em sua face.

- Bem, uma bela reunião... Não pode terminar quando gideão avançou sobre ele o derrubando-o acertando socos em sua face.

- Seu filho da puta! Gritou gideão atraindo atenção de Suzy que derrubou lagrimas ao ver seu filho ser jogado longe e 4 homens o segurarem.

- Ninguém toca nele! Gritou Bud se pondo de pé.

Ele caminhou até Gideão e o segurou pelo pescoço e o arremessou aos pés de Suzy que gritava e implorava para ele deixa-lo livre, mas um tapa de Bud a silenciou.

- Não toque nela! Gritou Gideão tentando levantar-se, mas o chute de seu pai o deixou no chão.

- Seu desgraçado nojento saiba o seu lugar. Falou pisando em sua cabeça com força três vezes.

- Por que está fazendo isso? Perguntou Suzy tentando se soltar do braços fortes do motorista.

- Porque agora eu lhe mostrarei a humilhação e dor que eu passei com esse filho da puta. Gritou para Suzy que não recuou.

- Ele é seu filho! Gritou de volta, mas um soco no estomago tirou-lhe o ar dos pulmões.

- Pare de bater nela, por favor! Gritou Gideão se levantando do chão sentindo seu corpo reclamar de dor, seu rosto estava machucado com vários arranhões e sangue escorria pelo canto da boca.

- Você faria qualquer coisa para não vê-la sofrer? Perguntou Bud se virando para Gideão e tirando seu óculos.

- Filho não... Não conseguiu terminar quando Bud olhou para ela com olhos azuis brilhante tão cruéis e maldosos que a fez se encolher de medo.

- Eu faria. Disse Gideão olhando para Bud que sorriu em resposta.

- Bem, digamos que todos nós estamos com fome. Falou rindo alto sendo acompanhando pelos demais.

Enquanto todos riam Gideão olhou ao redor contando os números de homens usando preto, 9 no total, o velho celeiro vermelho e branco com cores desfocadas a terra molhada e auto estrada a alguns metros, mas não adiantaria de nada começar a correr agora, então ele soube que seu inferno apenas começara.

                                              ******************

Quente, confortável e segura, Taisla se sentia assim até que abriu os olhos vendo que estava dormindo no colo de Pacifica NorthWest, ela não sabia o que estava acontecendo, mas algo nela não queria parar de olhar para Pacifica.

Seu rosto sereno em um profundo sono talvez a mante-se hipnotizada, mas não sabia ao certo e nem queria saber, apenas queria ficar mais tempo assim. Aconchegando-se novamente no colo de Pacifica ela sentiu ser abraçada mais forte ainda.

Memorias invadiram sua mente sobre o que houve noite passado um beijo e duas confissões, de fato Pacifica mostrava realmente gostar dela tanto que ela se sentiu segura para contar algo que até agora não contou a ninguém, nem Daniel nem ao seu Pai—Tenho medo da sua reação—pensou consigo mesma.   

- Relaxe. Falou a voz de Pacifica a surpreendo.

- Quanto tempo você está acordada? Perguntou sentando-se no sofá, meio que a contragosto por parte de ambas, e a encarando.

- A muito tempo, mas não quis acorda-la. Falou Pacifica se espreguiçando.

- Acho melhor nos apressarmos já são sete e meia. Falou olhando no seu celular.

- Pacifica sobre aquilo. Começou Taisla a falar.

- Olha Taisla eu não posso dizer nada sobre isso, mas uma hora você terá que falar para alguém.

Elas ficaram se olhando por alguns segundos até que batidas na porta chamaram sua atenção. Quando pacifica olhou pelo olho magico vendo o rosto de Mabel desfocado.

- Mabel? Perguntou abrindo a porta vendo que Dipper estava junto.

- Temos um problema, o pai do Gideão voltou querendo vingança e agora nós temos que encontrar Daniel e Billy na delegacia. Falou Mabel apressada interrompendo suas próprias palavras.

- Como assim? O que está acontecendo? Perguntou Taisla aparecendo com a chave da caminhonete na mão.

- Não dá para explicar agora, mas temos que ir. Falou Dipper interrompendo a conversar.

No espaço de 5 minutos eles chegaram a delegacia de Gravity Falls vendo um briga preste a começar entre Daniel e o Xerife Blubs o que deixou todos surpresos, afinal ele sempre fora tão calmo.

- Não vem com esse papo de 48 horas para cima! Gritou Daniel batendo na mesa de madeira.

- Muito bem rapaz, no próximo grito eu irei prendê-lo. Devolveu Blubs ficando de pé olhando para Daniel.

- Só assim você faz uma coisa útil não é mesmo? Gritou pronto para soca-lo, mas Billy e Dipper o impediram e o levaram para um canto.

- Por que não estamos procurando por eles/ perguntou Taisla já a par da situação.

- Escutem aqui só podemos fazer algo em apenas 48 horas e uma gravação não quer dizer nada, ele pode ter ido de pura e espontânea vontade. Falou Blubs.

- Xerife, você que Gideão odeia o pai dele. Disse Dipper entrando na conversa.

- A única coisa que sei e que ele é um moleque problemático assim como você Pines. Disse caminhando de volta para sua mesa.

- Ele não é um moleque problemático! Gritou Daniel.

- Tem alguma prova disso? Retrucou.

- Ei Blubs checa só isso. Falou Durland entrando pela porta da frente com o celular e um bandeja com copos de café da Starbucks.

- O que foi? Perguntou o xerife mantendo a calma.

- Esse não é o Gideão? Perguntou Chamando a atenção de todos correndo para ver o que acontecia no vídeo do celular.

O Vídeo era feito por uma câmara de celular, mas era possível um Gideão apenas de cueca com hematomas no corpo em frente ao caixa de uma loja comprando 10 Hambúrgueres, logo acima do vídeo dizia o local e algumas palavra bem feias (principalmente para se escrever).

- Está circulando pelo Facebook inteiro. Acrescentou Durland vendo as expressões chocadas de todas.

- Pura e espontânea vontade, não é mesmo? Falou Daniel sentindo ódio percorrendo seu corpo olhando para Blubs.

- Durland prepare as viaturas. Falou Blubs com raiva.

- Eu irei junto. Falou Daniel tão firme que não houve alguém dissesse não.

                                               ********************

 

- Seu Filho da puta! Gritou Bud acertando um soco na face de Gideão o jogando no chão.

- Eu disse sem cebola! Gritou acertando chutes em seu estomago.

- Tire suas mãos dele. Gritou Suzy se remexendo entre as grossas cordas que queimavam sua pele.

Antes que Suzy pudesse fazer alguma coisa um dos homens de terno acertou um soco em seu rosto jogando-a no chão, mas de alguma maneira o homem foi jogado para trás por alguma força azul.

- Isso sim é um surpresa. Comentou Bud jogando seu chapéu para longe e olhando Gideão nos olhos que agora demonstrava um pequeno brilho azul.

- Parece que ainda há um pouco de magia dentro de você, mas por que será que está manifestando-se apenas agora. Falou jogando as mudas de roupa para Gideão que as colocou com muita dificuldade.

- Bem, até agora eu mantive minha palavra de não tocar nela, mas vamos deixar as coisas mais interessante. Falou caminhando até Suzy a fazendo ficar de pé.

- Bem, você vai ver isso. Falou usando magia para manter seus olhos abertos vendo seu filho levantar do chão com vários hematomas em sua face.

- Vocês podem toca-lo agora. Falou Bud vendo Suzy gritar tentando fechar os olhos e se debatendo quando 9 homens avançaram em seu filho e começaram a espanca-lo.

- Por que você se importa tanto com ele? Afinal você também sofreu nas mãos dele. Perguntou ficando de frente para Suzy até que ouviu um sonoro click.

Tomou um pouco de distância quando notou que Suzy apontava uma pequena arma que pegou de dentro do paletó de Bud que começou a rir chamando a atenção dos homens que pararam de bater em Gideão que estava quase inconsciente.

- Quem me dera você tivesse essa coragem antes. Comentou estendendo a mão vendo a arma ser arrancada de Suzy e flutuar em sua direção.

- Sabe acho que não preciso mais manter minha palavra. Falou apontando a arma na direção de Suzy.

Gideão observava tudo atônito tentando gritar tentando se levantar, mas nenhum de seus músculos o obedecia, até que ouviu o barulho tão alto e agudo fazendo seu ouvido rinchar de dor a próxima coisa que viu foi o corpo caindo lentamente no chão.

Ele sentiu algo tomar conta de seu corpo e sua mante, uma estranho sentimento que não sente a muito tempo.

Ódio.

                                        ***************************

Dois quilômetros, Daniel estava dirigindo com a camionete de Billy atrás de 3 viaturas policiais durante dois quilômetros na Auto estrada, eles foram até o estabelecimento e lá souberam que Gideão entrou em um carro preto seguiu caminho.  

Morrendo de preocupação Daniel quase perdeu o controle do carro quando uma luz azul foi lançada ao Céu nublado—Gideão—pensou acelerando junto com a polícia.

- O que aconteceu aqui? Perguntou um dos policiais quando chegaram onde havia a limusine e um celeiro meio destruído.

- Ninguém entra... Começou Blubs, mas se calou quando Daniel entrou no celeiro e chocou-se com o que viu

Gideão estava cercado por pequenas chamas azuis ao seu redor havia 10 pessoas, todas em péssimo estado, sendo possível identificar Bud Gleeful entre elas.

- Gideão. Chamou Daniel.

Gideão sentiu algo que não sentira há muito tempo, poder, era um sensação tão agradável quase viciante. Ele olhou para própria mão vendo o amuleto que lhe escolhera, afinal ele era o mais forte, mas quando olhou para sua mãe seu corpo paralisou.

Seus olhos estavam vidrados com medo, sangue escorria pelo seu ombro até que quando Gideão caminhou até ela que recuou. Amargura, uma dor no peito que não iria embora.

Ele gritou de raiva lançando mais um onda de poder puro que quase lançou Daniel longe até que Gideão jogou o amuleto no chão e o socou destruindo-o e causando um pequeno buraco no lugar.

- Mãe. Gideão falou depois de alguns segundos em silencio.

- Filho. Falou se colocando de pé e caminhando lentamente até Gideão que ainda não conseguira acalmar a respiração somente quando sua mãe ajoelhou e o abraçou.

- Quem é Você? Perguntou Suzy para Daniel que olhava tudo atônito quando a polícia entrou no local.

- O nome dele é Daniel, meu namorado. Falou Gideão sorrindo para Daniel antes de entregar-se a escuridão.   



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