História A Nossa Dança. (Jimin) - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias 50 Tons de Cinza, Bangtan Boys (BTS), Park Ji-min (Jamie Park)
Tags Bangtan, Bts, Jimin, Sexo
Visualizações 97
Palavras 960
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Quem é vivo sempre aparece... U.U vim fazer jus a esse ditado neam?

Espero que estejam gostando da minha volta :3 porque tô adorando voltar para vocês ♥

Boa leitura.

[Em breve todos os capítulos teram capa...]

Capítulo 5 - Capítulo 4.


Fanfic / Fanfiction A Nossa Dança. (Jimin) - Capítulo 5 - Capítulo 4.

Passaram-se semanas, e eu não 
conseguia esquecer o menino de cabelos flamejantes. Toda vez que colocava a cabeça no travesseiro as imagens de Jimin dançando reproduziam em minha mente, seu sorriso inebriante, o modo que estava agindo comigo ultimamente me deixava a mercê de um garoto com menos de vinte e cinco, o que fazia minha mente negar de modo racional todos os efeitos que ele possa ter sobre mim.

— No que tanto pensa? – Jungkook aparece na janela de meu carro, repousando o braço na porta ainda aberta.

— Quer me matar? – coloquei a mão no peito.

— Só de prazer. – ele sorri sugestivo, um menino que me tira do sério.

— Estou ocupada procurando meu celular, com licença. – falei voltando minha atenção para o interior do carro.

— Calminha aí, tenho um recado para você, baby. – ele sustenta seu peso sobre as pernas, se abaixando até ficar de minha altura.

— Então me dê, toddynho humano. – o olhei séria. Ele sorria de lado, seu olhar era penetrante, mesmo que ele não estivesse buscando ser sexy.

Seria loucura dizer que ele é um homem feio, pois não é. Já tentei inúmeras vezes tentar "algo à mais" com ele, mas digamos que, ele é muito "fogoso".

— Daqui duas semanas se inicia nosso acampamento. – ele fala calmamente, olhando em meus olhos e com as bochechas levemente ruborizadas. – Precisamos da sua ajuda, já que a Sra. Jeon não me dá descanso. – ele ri nasalado, fazendo-me soltar uma risada fraca com sua fala. – Preciso que escolha três alunos para uma apresentação de verão. Durante duas semanas S/N, preciso que faça isso por mim. Sei que não vai com a minha linda face, mas esqueça disso somente por duas semanas e durante o acampamento, por favor. – ele levantou as mãos em rendimento.

— Prometo tentar, mas, será quase impossível escolher somente três alunos. – suspirei.

— S/N. – ele tocou delicadamente em meu queixo com seu indicador, fazendo meu olhar cair sobre seu rosto – Sabemos que você ama todos seus alunos, mas será necessário. Confio na sua capacidade, já que a Jeon não acredita na minha. – ele sorri fraco. O seu lado irônico tomou um pouco do momento, já que ele era um dos parentes mais próximos da Sra. Jeon e seria o futuro dono da academia de dança.

— Você é realmente um abobado. – tirei seu dedo de mim sorrindo para o lado oposto.

— E então, o que me diz? Sabe, gosto do modo como você dirige todas as funções, e acho que até pode ocorrer uma promoção. – o olho e ele dá de ombros – Joguei na rodinha. – ele levanta uma sobrancelha.

— Ok, eu te ajudo. Não pela promoção, e sim por amar minha profissão. – falo respirando fundo.

— Amanhã, passe em minha sala, precisamos escolher as turmas que concorreram para seleção. – ele se levanta. Sorri forte e fingidamente e vi o mesmo corresponder da exata forma.

❇Dia Seguinte - 8:30 am.

Enquanto checava a hora andava desesperada pelos corredores, Jungkook na noite anterior havia mandado uma mensagem, pedindo que estivesse as 8:40 na sua sala, para acompanhá-lo em um discurso que ocorreria no ginásio de esportes.

" Ele vai me estrangular"  – apressei mais os passos, quase em uma corrida.

Estava a dois corredores de sua sala, alguns alunos já andavam saindo do refeitório. Como muitos eram bolsistas, moravam aqui. Como sou  professora em dois turnos, também moro aqui, mais um motivo para não me atrasar.

Quando cheguei em frente sua sala, respirei fundo arrumando meu rabo de cavalo e abrindo sutilmente a porta.  Ele estava sentado sobre sua poltrona, lendo o jornal da semana passada, aquilo me despertou certa graça, mas não era o momento de rir. Seus pés batiam ritmadas sobre o carpete escuro, e suas bochechas estavam cheias com o café recém bebericado.

— Conseguiu chegar com cinco minutos de antecedência. – ele murmura me olhando de cima a baixo. Seus pés param de bater, sua mão deposita a xícara de café sobre sua escrivaninha.

— Me desculpe. Eu... dormi mais do que podia. – falei tentando manter a calma. Mesmo que ele seja muito irritante as vezes, ainda poderia me colocar no olho da rua.

— Você dormiu o tanto que deveria. Oito horas. Não? – assenti um pouco impressionada sobre ele saber quantas horas eu provavelmente tinha descansado – Então não foi demais, você só precisou descansar, você trabalha muito. – ele se põe em pé, solto o ar que estava em meus pulmões e olho em volta. Não tinha entrado em sua sala ainda, na verdade, evitava. Era realmente bem arrumada, e as cores dos movéis  casavam com a pintura doce das paredes.

— Então, o que faremos? – o olho.

— Olha o que achei. – ele caminha até mim ainda lendo o jornal – Uma equipe nova de dança está na região. Acha que devemos conversar com os donos? – ele enfim me olha, alcançando os papéis e sinalizando onde deveria ler.

Estava estampado um bonde de ocidentais, sorrindo e segurando alguns troféus, que posso confirmar que eram de menor número e consideração que os nossos. Jungkook me fitava, meus olhos encaravam a única asiática da foto, ela me parecia conhecida e mais velha que as demais.

— Porque deveríamos ir? – o olho, segurando firme o jornal, caso ele quisesse pegá-lo de minhas mãos.

— São novos aqui, devemos saber qual público eles querem atingir. Mesmo que nossa academia agrupe quase todos, tenho medo, tem um bom número de ocidentais. – ele fala olhando para a reportagem – e se eles tiverem técnicas mais avançadas que nós? – perguntou seguido de um suspiro.

— Pode ser que tenham, mas, não vai mudar nada em nosso modo de ensino. – dei de ombros – O que pretende fazer se souber que dominam o que não dominamos?

— Ser melhor que eles, em todos os aspectos. – ele fala olhando para um ponto fixo atrás de mim. Meus olhos se arregalaram, nunca o vi falando tão sério.


Notas Finais


Opaaa.
Jãoku vingativo....

Quem vocês acham que será escolhido(a)???

:3


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