História A nossa história - Capítulo 15


Escrita por: ~

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Categorias Alexandre Nero, Giovana Antonelli
Personagens Alexandre Nero, Giovana Antonelli
Visualizações 225
Palavras 1.591
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Fantasia, Ficção
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 15 - Diferentes ângulos


G: Com você transando comigo num galpão cheio de espelhos? – ela passou uma mecha do cabelo atrás da orelha e deu de ombros, num gesto cheio de inocência. – Surpreendentemente, sim

Pousei minha mão atrás de seu pescoço.

N: Estive pensando nisso o dia todo. Em como você ficaria ao sentar aqui – sua pele era tão macia, e deixei meus dedos passearem por sua garganta até o peito. Dei um beijo com pressão em seu pulso, sentindo a batida com a minha língua. Ela sussurrou meu nome, com as pernas se abrindo enquanto me puxava para perto. – Eu quero você nua – não perdendo tempo e abaixando a frente de seu vestido. – Quero você nua e molhada e implorando para eu te foder

Encontrei seu seio, chupei e mordi o mamilo por cima da renda do sutiã.

N: Quero que você grite tão alto até que as pessoas no ponto de ônibus lá na rua saibam meu nome. – Ela ofegou e agarrou minha gravata, desfazendo o nó e puxando-a para fora do meu pescoço. – Eu poderia amarrar você com isso. Dar uns tapas. Chupar sua boceta até você implorar para eu parar – observei enquanto ela se atrapalhava com os botões da minha camisa, com um olhar faminto nos olhos ao tirá-la dos meus ombros.

G: Ou eu poderia amordaçar você – ela provocou, com um sorriso no canto da boca.

N: Promessas, promessas – sussurrei, tomando seu lábio inferior em minha boca. Beijei seu queixo, lambi seu pescoço.

 Ela me agarrou por cima da calça, meu corpo respondendo imediatamente, meu pau endurecendo em sua mão. Desabotoei seu vestido e o abri, tirando-o por seus braços e jogando-o para o lado. Então tirei o sutiã.

N: Diga o que você quer, Antonelli. – Ela hesitou, olhando para mim, antes de sussurrar

G: Me toque.

N: Onde? – subi um dedo pela sua coxa. – Aqui?

Sua pele parecia branca como leite em contraste com o vermelho do sofá a imagem era melhor do que qualquer fantasia que eu tinha pensado, mordi sua cintura enquanto deslizava a pequena calcinha de renda para a parte inferior de suas pernas. Mergulhando um dedo, quase perdi a respiração ao sentir o quanto ela já estava molhada. Circulei o polegar em seu clitóris, com nós dois olhando para onde eu a tocava. Observei seus músculos da barriga se apertarem, ouvi os suaves gemidos enquanto eu mexia em sua pele molhada. Fiquei de pé e abri minha calça, jogando uma camisinha no sofá antes de abaixar minhas roupas pela cintura.

 Ela não perdeu tempo, sentou e tomou meu pau em sua mão, passando a língua ao longo da cabeça. Fiquei olhando enquanto ela chupava a ponta, com lábios quentes e macios. Olhei para cima por um segundo e vi nosso reflexo nos espelhos. Ela segurava meus quadris, com seus lindos cabelos cor de caramelo entrelaçados nos meus dedos, a cabeça subindo e descendo. Forcei a mim mesmo a não olhar para baixo, sabendo como seus cílios escuros pareceriam por esse ângulo, pousados sobre seu rosto rosado. Ou melhor, seus olhos abertos e me encarando. Senti a maneira como cada um de seus dedos me apertava, senti o raspar macio de seus cabelos contra minha barriga, o calor de sua boca e a vibração de cada gemido encorajador. Aquilo era muito bom. Bom demais.

N: Ainda não – falei ofegando, mas conseguindo me afastar de algum jeito. Corri meus dedos por seus lábios. Era muito tentador apenas observá-la chupando meu pau e gozar em sua garganta. Mas eu tinha outros planos. – Vire-se. Quero você de joelhos.

Ela fez o que pedi, olhando por cima do ombro enquanto eu me posicionava atrás dela. Aquele olhar quase me fez gozar e eu tive que pensar em planilhas e arquivos e até mesmo nas piadas ruins do Ota. Enquanto pegava a camisinha e rasgava a embalagem, vestindo-a imediatamente. Agarrei seus quadris e guiei meu pau até sua entrada, esfregando a ponta antes de pressionar e penetrar fundo. Sua cabeça caiu para frente, escondendo seu rosto da minha vista. Isso não poderia ficar assim. Estiquei os braços, entrelaçando meus dedos em seus cabelos, então puxei, trazendo sua cabeça de volta. Ela ofegou, com olhos arregalados de surpresa e desejo.

N: Pronto – eu disse, recuando levemente e deslocando-a para frente. – Aí mesmo – acenei com a cabeça para os espelhos na nossa frente. – Quero que você olhe exatamente ali.

 Ela lambeu os lábios, assentindo o melhor que pôde.

N: Você gosta disso? –  segurei mais forte. Ela murmurou um sim. Aumentei a velocidade, olhando-a com admiração. Claramente ela estava deixando eu liderar, tomar o que quisesse. Minha mente continuava pensando, tentando imaginar como eu poderia excitá-la, como poderia deixá-la tão louca de desejo quanto eu me sentia perto dela.

N: Viu como fica muito melhor assim? –  assisti cada movimento no espelho enquanto eu continuava entrando e saindo de seu corpo apertado. – Viu como fica perfeito assim? – circulei com o quadril e aumentei ainda mais o ritmo.

N: E ali? – guiei sua cabeça para a direita, para outro espelho virado em nossa direção. – Merda. Veja como seus peitos balançam enquanto eu enfio em você por trás. Veja a curva das suas costas. Veja essa bunda perfeita.

Movi minhas mãos de seus cabelos para os ombros, agarrando-os, usando-os como apoio. Apertei o músculo, com meus polegares cobrindo a curva de suas costas. Sua pele estava molhada de suor, o cabelo começava a grudar na testa. Dobrei meus joelhos para mudar o ângulo e ela se arqueou sob minhas mãos, com o corpo batendo de volta contra o meu. Ela transferiu o peso do corpo para seus cotovelos e soltou um grito, pedindo mais força, os dedos agarrando o tecido do sofá. Segurei os quadris com cada uma de minhas mãos, enfiando fundo, puxando-a para trás com violência em cada estocada.

G: Nerooooo... ahn – ela gemeu, afundando o rosto na almofada. Ela parecia tão desconcertada, tão completamente perdida para qualquer outra coisa além de nossos corpos se encaixando…

Minhas pernas começaram a arder e o prazer começou a se espalhar por todo o meu corpo. Senti uma pressão se acumulando em minha barriga e então inclinei para frente, envolvendo sua cintura com meus braços para mudar nossa posição. Ela esticou a mão para trás, segurando meus quadris, puxando-me ainda mais para dentro dela.

G: Isso... assim, não para. Por favor... – ela falou em meio à respiração ofegante, cada vez mais próximo, sentindo-a começar a se apertar e me envolvendo, com minhas próprias súplicas abafadas em seus ombros.

N: Você está perto?

G: Muito perto – ela disse, com olhos fechados e dentes cerrados. Movi minha mão para tocar seu clitóris, mas seus próprios dedos escorregadios já estavam lá. O sofá chiava embaixo de nós e eu brevemente considerei a possibilidade de que fosse quebrar. – Alex... Nero, mais rápido.

Olhei ao redor novamente, vendo a nós dois em diferentes espelhos, em diferentes ângulos, nossos dedos se movendo em sua pele enquanto mexíamos. Eu sabia que nunca tinha visto nada igual aquilo. Sabia que era apenas um jogo, mas, droga, eu não queria parar de jogar nunca. Voltei os olhos para Giovana novamente enquanto ela dizia meu nome várias vezes. Então sua cabeça tombou para trás em meu ombro e ela gozou forte, apertando ainda mais meu corpo. Tudo parecia quente e elétrico, com meu coração batendo violentamente dentro do meu peito.

N: Não feche os olhos, não se atreva a fechar os olhos. Estou quase lá – então eu a segui, meu corpo tremendo enquanto gozava, enchendo a camisinha. Caí para frente, apoiando com minhas mãos em sua cintura, sentindo o sangue bombeando em minhas veias.

G: Minha nossa… – disse olhando de volta para mim com um pequeno sorriso.

N: Realmente – consegui me levantar e jogar a camisinha fora, depois sentei com ela no sofá. Ela estava relaxada, esparramada, e sorriu preguiçosamente enquanto se encostava na almofada com um suspiro.

G: Não sei se consigo andar – ela riu e tirou uma mecha de cabelo da testa suada.

Já disse como me encanto com esse sorriso dela? PORRAA...

N: De nada. – Ela piscou olhando para mim.

G: Sempre tão convencido. – Eu sorri maliciosamente, fechando os olhos enquanto tentava recuperar o fôlego. Ou pelo menos até conseguir sentir minhas pernas novamente.

Um longo silêncio se estendeu por vários minutos. Carros buzinavam nas ruas lá fora, um helicóptero viajava para algum lugar ao longe. O galpão tinha escurecido, e então senti um movimento. Olhei para cima e vi a Gio de pé, começando a juntar suas roupas.

N: Que planos você tem para o resto da noite? –  rolei de lado e assistindo-a colocar novamente o vestido.

G: Vou para casa. – disse como se fosse obvio

N: Nós dois precisamos comer – estiquei o braço e acariciei sua coxa macia. – Certamente esse exercício todo abriu nosso apetite. – Ela gentilmente afastou minha mão e ajoelhou no chão procurando seu outro sapato. Eu nem lembrava quando ela os tirou.

G: O que temos entre nós dois não funciona assim. – Franzi a testa. Acho que eu deveria sentir algum tipo de alívio sabendo que ela não estava entrando em território desnecessariamente emocional. Mas ela era um mistério tão grande para mim.  Mas tinha ido até ali, de um jeito até bem irresponsável, e estava confiando em mim. Por quê?

Todo mundo joga um jogo. Qual era o jogo dela?

Ela vestiu os sapatos, endireitou-se e pegou uma escova na bolsa. Seus olhos estavam iluminados, seu rosto estava mais corado do que o normal, mas, fora isso, ela estava perfeitamente apresentável. Tenho que me esforçar mais da próxima vez.


Notas Finais


como não fui para a facul hoje, talvez eu postei outro cap..
BEIJO DE LUZ


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