História A Nova Geração (Harry Potter - interativa) - Capítulo 11


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Categorias Harry Potter, Originais
Personagens Alvo Potter, Argo Filch, Arthur Weasley, Barão Sangrento, Bellatrix Lestrange, Carlinhos Weasley, Cho Chang, Draco Malfoy, Fleur Delacour, Gina Weasley, Godric Gryffindor, Gregory Goyle, Gui Weasley, Harry Potter, Helena Ravenclaw, Helga Hufflepuff, Hermione Granger, Jorge Weasley, Lord Voldemort, Luna Lovegood, Minerva Mcgonagall, Ministro Milicent Bagnold, Molly Weasley, Murta Que Geme, Neville Longbottom, Nymphadora Tonks, Pansy Parkinson, Percy Weasley, Personagens Originais, Remo Lupin, Rita Skeeter, Ronald Weasley, Rowena Ravenclaw, Rúbeo Hagrid, Severo Snape, Ted Lupin
Tags Filha, Herdeiros, Você-sabe-quem
Exibições 52
Palavras 1.620
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Científica, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oi, seus seres divoso com cara de alface! Como vão?
Espero que gostem do capítulo. Aproveitem, pois é último dessa semana.

Capítulo 11 - Não faz o meu tipo


P.O.V. Autora


Brooklyn estava caída no chão se contorcendo de dor. Ela gritava, e isso meio que acalmava um garoto de cabelos pretos que estava sentado na arquibancada. 


Luke tinha uma expressão feroz no rosto. Teria continuado com aquilo, se não fosse impedido pela professora de Defesa Contra as Artes das Trevas, Megan.


- Repellum - Gritou a professora, ao lançar o feitiço contra a varinha de Luke, que ricocheteou e foi parar do outro lado da arquibancada. - Luke, pare com isso!


- Você tem idéia do que ela fez? - Apontou pra Brooklyn, que estava desmaiada no chão. - Carol não está mais respirando direito e o coração dela está batendo fraco demais! Ela merece pagar!


- Eu te entendo, Luke. Sei o que é querer vingar alguém de quem se gosta. - Falou a professora deixando Luke confuso. 


- Quem era? - Perguntou.


- Uma pessoa muito querida. - Respondeu. - Agora, vamos cuidar de Carol e Brooklyn. Venha comigo. 


Luke a seguiu até a sua sala, deixando pra trás a aglomeração no campo de quadribol. 


Assim que chegaram em sua sala, Megan fez sinal pra Luke se sentar e o garoto o fez. 


- Luke, há coisas que não podem simplesmente nos deixar tão afetados. - Disse a professora. - Sei como se sente.


- Não, não sabe. - Disse o garoto, fechando a cara.


- Acredite, eu sei. - Falou Megan, segurando a mão do garoto. O mesmo olhou pra ela. - Me prometa, Luke. Me prometa que, da próxima vez, vai fazer o possível pra se controlar.


- Por qu... - Começou, mas foi interrompido pela professora.


- Apenas prometa. - Falou ela, como numa súplica. 


- Sim, eu prometo. - Falou Luke, agora mais calmo.


- Pode sair, não deixe que as pessoas abalem seu estado de espírito. - Falou ela, segundos antes de Luke sair.


Luke andou pelos corredores com uma expressão confusa e, conforme as pessoas iam chegando do campo, percebeu os olhares e cochichos em sua direção.


- Luke, venha até a minha sala, por favor. - Podia-se ver o diretor parado ao lado do garoto loiro. 


Ambos foram até uma Torre, num local considerado deserto na escola. A entrada secreta da Diretoria.


●~●

P.O.V. Carol


Não estava entendendo nada do que acontecia a minha volta. Kinha respiração estava pesada e meu peito doía muito. 


- Fique parada, isso só vai piorar se você se mover. - Falou o enfermeiro de Hogwards. - Não é qualquer um que suporta um balaço no peito com tal resistência, você é forte. 


- Sei disso. - Falo meio baixo e rouca. Começo a tossir que nem louca. 


- Não faça muita força! Se não tivessem te trazido tão rápido, iria precisar usar aparelhos de hospital pelo resto de sua vida! - Falou o homem albino de olhos na cor violeta. - Vai ter que ficar de repouso por um tempo e tomar alguns remédios diariamente. Designaremos um aluno que será seu acompanhante nas suas tarefas diárias escolares, de preferência da Sonserina. Ah, mais uma coisa: você tem visita. Posso deixá-los entrar?


Assenti de leve e ele saiu da minha vista, por trás das cortinas que tinha em volta de cada cama. Pouco depois voltou com um grupo inteiro o seguindo. Como percebi isso, sendo que as cortinas estavam fechadas e eu estava olhando para o teto? O povo não parava de falar, todos preocupados.


- Apenas umas poucas pessoas de cada vez. Ela está frágil e debilitada, portanto, tomem cuidado. - Falou o enfermeiro, com um tom de voz que assustaria até o mais corajoso dos Homens. - Vocês duas primeiro


Adhara e Ruby entraram no meu campo de visão. 


- Carol! Eu realmente sinto muito! - Falou Ruby, chegando mais perto e derrubando o vaso de estava no criado mudo. Ri de seu desastre, meio rouca por causa da dor nos pulmões. - Me desculpe.


- Não se desculpe, é bom rir de vez em quando. - Sorri pra Ruby e Adhara, que sorriram de volta.


- Carol, eu queria poder lhe ajudar de alguma forma! - Disse Adhara. 


- Ei, relaxa! Eu estou bem. - Falei e depois comecei a tossir. - Mais ou menos. Podem ir, vou ficar bem.


Elas me lançaram um último olhar preocupado antes de desaparecerem atrás das cortinas. Depois, chegaram Sasha e Lee. 


- Oi, Carol! - Falou Lee. - Espero que esteja melhorando em breve, teremos jogos contra a Corvinal e quero ver você bem até lá.


- Nem vou comentar como isso ficou fofo. - Falei e ele corou. Sorri com isso.


- Fique melhor, Carol. - Falou Sasha.


- E vocês, passem mais tempo com suas irmãs. - Falei. - Relaxem. Quando eu sair daqui, vamos preparar alguma coisa.


Ambos foram em direção à saída sorrindo. 


- Sasha. - Chamei e ela se virou pra mim. - Confesso que apoio.


- O quê? - Perguntou sem entender. 


- Nada. - Respondi. - Lee é um bom amigo.


- Concordo com você.


Depois deles, vieram Nick e Florence. A ruiva nem me deu muita bola, mas o Nick ficou meio pra baixo.


- Melhore logo. - Falou. - Ele não fica bem com você assim.


Não entendi muito bem que seria esse ele, mas deixei pra lá. 


Apareceram Andrew e Joey. Eles trouxeram uma folha de papel com uma coisa escrita:


"Quando colocamos o plano em prática?"


Respondi, escrevendo no papel com uma pena trazida por eles.


"Vou sair daqui ainda hoje. Preciso de um frasco que está no meu malão, com um líquido vermelho."


Eles assentiram e comecei a falar normalmente. 


- O que aconteceu? Soube que Brooklyn está aqui também.


- Luke acabou com ela! - Falou Andrew.


- Rolou até maldição imperdoável. - Completou Joey. 


Fiquei boquiaberta, mas resolvi que esse assunto poderia esperar. Escrevi novamente no papel e o entreguei a Joey, que leu e o guardou no bolso, sem mostrar pra Andrew:


"A Sala realmente existe, Gorete pirou quando eu falei sobre ela."


Eles saíram da sala, dando espaço pra Alvo passar. 


Alvo pulou pra me dar um abraço. Eu não ouvia mais o burburinho do lado de fora das cortinas, o que dizia que os outros já haviam ido embora. Tossi um pouco com o peso de Alvo sobre mim. 


- Me desculpe! - Falou, saíndo de cima de mim. 


- A que devo esse abraço? - Perguntei.


- E você ainda pergunta? - Falou, surpreso. - Eu tive tanto medo de te perder.


- Ei, relaxa. Eu ainda não morri, eu acho. - Falei meio sarcástica. 


Alvo me observava com uma expressão preocupada. Seus olhos azuis encontraram os meus E ele corou de leve. 


- Alvo está tudo bem? - Falei.


- E-Está. É que... Eu... - Ele falava, a uns poucos centímetros de mim. 


Nesse momento, uma pessoa apareceu nas cortinas. Uma coisa loira.


Luke.


Alvo rapidamente se afastou de mim e ficou desviando o olhar.


- Me desculpe por não ter vindo antes, estava falando com o Diretor. - Disse o loiro.


- Pois é, me contaram do seu desempenho espetacular com Brooklyn. - Respondi. 


- Levei bomba, mas não fui expulso por um fio. - Falou Luke. - Você está péssima.


- Vou deixar vocês conversando. - Disse Alvo, meio rude. 


- Não precisa, olhos azuis. - Disse o loiro. - Já estou de saída. 


Ambos os garotos saíram de lá, Alvo com uma expressão meio alterada.


●~●

P.O.V. Luke


Estava me lembrando das palavras ditas pelo diretor, a exatamente 32 minutos. 


~Flashback On~


- Pode me dizer por que estamos aqui? - Perguntei. - Você parece querer falar comigo.


- Luke, pode parecer estranho pra você, mas não deixe isso te dominar. Seja tão forte quanto um gladiador deve ser. Você entendeu? - Disse o Diretor, meio apreensivo.


- Nunca gostei de lutas com espadas. - Falei.


- Luke, jamais utilize as Maldições Imperdoáveis. - Falou. - Você me entendeu? 


- Não entendo o porquê de isso ser tão importante. - Respondi.


- Escute bem: Dessa vez eu vou conseguir que você não seja expulso ou até preso! - Disse meio alterado. - Mas, em compensação, terá detenção 3 vezes na semana durante 6 semanas. E ajudará Angelique a cuidar dos hipogrifos e unicórnios. 


- Angelique é a Guarda-Caça? - Perguntei.


- Sim, ela mesmo. - Respondeu.


- Mas por que tanta detenção? Eu sou adolescente, tenho que agir como alguém da minha idade! - Falei.


- Você deixou de agir como uma pessoa normal de sua idade ao lançar aquelas Maldições.


- Mas foi só uma! - Resmunguei.


- Assim como será apenas seis longas semanas. - Respondeu.


~Flashback Off


- Potter! - Chamei o olhos azuis e ele olhou pra mim, sem a sua típica expressão tranquila. - Relaxa, ela não faz meu tipo.


Saí andando, deixando Alvo parado com uma expressão confusa. Ri disso e fui direto para o meu dormitório, onde encontrei Andrew e Florence discutindo. 


- Da pra você parar? Eu estou com dor de cabeça desse barulho! - Disse a loira, vermelha como um pimentão.


- Qual é? Que tipo de pessoa não gosta de chiclete? - Disse meu irmão.


- O tipo de pessoa que é responsável o suficiente pra estudar, pelo menos um pouco e parar de se preocupar com essas besteiras. - Esbravejou a ruiva. - O tipo de pessoa muito diferente de você!


Ela subiu as escadas, quase deixando fogo por onde passava. 


- Ela acabou com você, maninho. - Falei.


- Não enche! - Disse ele.


- Não venha descontar seus problemas em mim, que sou um irmão tão perfeito e amável. - Falei fazendo drama, e Andrew também subiu as escadas, com raiva.


- Pessoa louca. - Falei. 


Já havia dado o toque de recolher. Vi Joey passando com um frasco na mão.


- Onde pensa que vai, coisa rebelde? - Perguntei.


- Carol me pediu isto. - Ela sussurrou. 


- Vou com você. - Falei sorrindo.


- Nem pensar! - Ela respondeu. - Fique aqui e faça algo de útil.


- Me obrigue. - Sorri, convencido, e ela revirou os olhos. 


Notas Finais


Kiridos, quero saber quais são os casais que vocês shippam. Deixem a resposta nos comentários.


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